Uma mudança adotada pelo governo de El Salvador voltou a gerar debates dentro e fora do país. Como parte da política de combate às facções criminosas, presos mantidos em unidades de segurança máxima deixaram de receber carne na alimentação diária.
Segundo autoridades salvadorenhas, alimentos como carne bovina e frango só voltarão ao cardápio quando famílias em situação de pobreza também tiverem acesso regular a esses produtos. A justificativa do governo é que pessoas condenadas por crimes não devem receber condições consideradas superiores às enfrentadas por parte da população.
A medida integra o modelo de endurecimento penal implementado nos últimos anos pelo presidente Nayib Bukele, que ampliou o controle dentro dos presídios e intensificou ações contra organizações criminosas.
Representantes do governo afirmam que a restrição alimentar também faz parte da estratégia aplicada nas penitenciárias de segurança máxima para enfraquecer integrantes de gangues encarcerados.
A decisão repercutiu internacionalmente e dividiu opiniões.
Bukele tem 'limpado' e colocado ordem à vida salvadorenha, inclusive diminuindo drasticamente os índices de criminalidade no país.






