quarta-feira, 4 de março de 2026

"Da China, com inveja" por Paulo Nogueira Batista Jr.

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Compare-se com o Brasil. Nós não respeitamos e, muitas vezes, sequer conhecemos nosso passado. Essa ignorância alimenta a tendência a depreciar sistematicamente a nossa história. E esse é um entre muitos fatores a derrubar a nossa autoestima.

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Da China, com inveja

Viagem e reflexões num país singular. Nem capitalismo de Estado, nem socialismo estatista. No sistema político, recusa à “ditadura dos mais ricos”. Os problemas atuais. Possíveis saídas. A autoimagem: orgulho sem individualismo ou arrogância


Uma frase atribuída a Napoleão correu o mundo: “Quando a China despertar, o mundo estremecerá”. Bem, a China está totalmente acordada e os demais países, especialmente o Ocidente, e dentro do Ocidente especialmente os Estados Unidos, não sabem como lidar com o desafio que ela representa. No Ocidente, a China e, em menor medida, a Rússia são vistas com grande preocupação, como rivais poderosos, pelo eixo Atlântico Norte.

Há dois tipos de inveja, leitor ou leitora. A maligna, que é a dos EUA e da Europa, leva-os a tentar barrar o progresso da China o tempo todo. A benigna admira esse progresso e quer, dentro do possível, e mutatis mutandi, aprender com os chineses e incorporar elementos do processo que eles vêm seguindo. Estou aproveitando uma viagem pela China, de onde escrevo, para conhecer um pouco mais este grande país.

Bismarck dizia: “Não aprendo com a experiência – apenas com a dos outro”. Os chineses são fiéis seguidores dessa máxima, ainda que talvez não tenham ouvido falar dela. Os chineses aprenderam, por exemplo, com a experiência latino-americana, infelizmente de forma negativa. Ou seja, observando nossos erros estratégicos, viram o que não fazer. Se pudesse resumir a questão em uma frase, diria: a China, ao contrário da América Latina, ignorou solenemente as recomendações do assim chamado Consenso de Washington. Pensou por conta própria e construiu com grande sucesso as suas próprias soluções, adaptadas às circunstâncias nacionais. Copiou quando conveniente, inovou sempre que necessário.

Antes de prosseguir no comentário sobre o bem-sucedido modelo chinês, duas rápidas ressalvas. Primeira: não tenho a pretensão de conhecer em profundidade um país tão complexo e tão diferente do nosso, em uma viagem de algumas semanas. É verdade que vivi por mais de dois anos em Xangai, quando fui vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (mais conhecido como Banco dos BRICS), hoje comandado pela ex-presidente Dilma Roussef. Mas já se vão oito anos desde que deixei o banco e a China mudou muito desde então. Além disso, na época em que morei aqui, estava tão envolvido na criação do novo banco multilateral, um projeto ambicioso dos BRICS, que tive menos tempo do que queria para me familiarizar com as singularidades de um país que, como escreveu Henry Kissinger, não é uma nação, mas uma civilização em si mesma.

Segunda ressalva: a admiração pela performance da China não deve nos impedir de ver as dificuldades que o país enfrenta. Destaco rapidamente alguns dos principais desafios macroeconômicos e políticos, sem pretender, claro, exaurir a questão.

Um deles é a desaceleração do crescimento da economia, decorrente de certa perda de dinamismo das exportações e do investimento. O protecionismo contra a China cresceu, estreitando ou mesmo fechando mercados importantes, nos Estados Unidos e na Europa principalmente, e ameaçando estreitar outros. Em alguns setores da economia chinesa, houve investimentos em excesso, resultando em capacidade ociosa, que a China não consegue mais direcionar para mercados estrangeiros com a facilidade de antes.

Essa desaceleração da economia cobra o seu preço em termos de mercado de trabalho. A alta taxa de desemprego entre os jovens, por exemplo, constitui um problema social e político de primeira ordem. Além disso, o consumo agregado ainda é muito baixo, o que reflete várias dificuldades que a população vivencia e que, se não forem enfrentados, podem corroer o apoio ao governo. Entre as razões que limitam o consumo privado estão as insuficiências do sistema de aposentadoria e dos serviços de saúde. O governo chinês está plenamente consciente do problema e procura melhorar os sistemas nacionais de previdência e saúde. Com o envelhecimento da população, entretanto, o problema se torna mais grave, pois aumenta a demanda por aposentadorias, pensões, serviços médicos e remédios. Por isso, as pessoas continuam poupando muito para tentar garantir o padrão de vida na idade avançada. Assim, não é fácil alcançar o objetivo do governo, já antigo, de aumentar o mercado de consumo e tornar a economia chinesa menos dependente do dinamismo das exportações.

O sucesso extraordinário da China nos últimos 40 anos

Essas ressalvas parecem verdadeiras, mas não obscurecem o fato básico – a China despertou no final do século 20 e não voltará mais ao sono profundo de outras épocas históricas. O modelo econômico chinês tem sido extraordinariamente bem-sucedido e não é bem compreendido no resto do mundo. Como caracterizá-lo de forma sintética? Talvez começando pelo que ele não é. Não se trata de uma economia de mercado pura e simples, ou seja, não é um sistema capitalista clássico ou tradicional. Não cabe nem mesmo designá-lo como “capitalismo de Estado”, como se faz com frequência nos meios ocidentais, tanto acadêmicos como jornalísticos. O Estado tem presença tão avassaladora na economia e na sociedade que essa expressão se revela enganosa. Note-se que, ao adotá-la, credita-se indevidamente ao capitalismo, ainda que “de Estado”, mérito que ele não teve e não tem pelo sucesso da China.

Também está claro que o modelo chinês iniciado por Deng Xiao Ping em 1979 é bem diferente dos modelos soviéticos e chineses do tempo da economia centralmente planificada. O que se buscou na China foi reestruturar a economia, abrindo espaço para o mercado e o setor privado, sem repetir porém os erros cometidos por Gorbachev, nos anos 1980, com a Perestroika (reestruturação econômica) e a Glasnost (liberalização política).

O que fez (e não fez) a China, com base em uma avaliação cuidadosa da trajetória da União Soviética na sua década final e da Rússia nos anos 1990? Duas coisas, basicamente. Primeira: a Perestroika chinesa foi muito mais cautelosa e gradual. Não houve, como na Rússia, tratamento de choque na economia, privatizações em massa e liberalização abrupta. A abertura econômica foi feita passo-a-passo, sem desmontar as estruturas estatais e mantendo o controle sobre os setores estratégicos da economia. Segunda coisa: não houve Glasnost na China. O Partido Comunista Chinês permanece como partido único, todo-poderoso, com grande influência na sociedade e na economia. Existem bilionários e empresários privados poderosos, mas na China eles não se criam. Eles não têm papel político e não se lhes permite dominar as políticas públicas. Um cenário totalmente diferente do que se vê, por exemplo, nos Estados Unidos, onde os donos do dinheiro são donos do poder, convertendo a chamada democracia em uma plutocracia (o governo dos endinheirados).

Outro dado importante: o combate à corrupção assume proporções ferozes na China e atinge quando necessário figuras proeminentes e poderosas. Diferentemente do que ocorre nos Estados Unidos e em muitos outros países, os bilionários chineses têm muita dificuldade de comprar políticos e funcionários. Não se estabelece, portanto, uma cleptocracia (o governo dos ladrões).

Também não se estabelece a kakistocracia (o governo dos piores), típica dos Estados Unidos e da Europa. No Ocidente, o sistema político obedece em geral a uma lógica de seleção adversa que premia os mais medíocres e os menos comprometidos com o interesse público. Quem tiver dúvida sobre isso, que passe em revista os líderes políticos atuais e recentes nos Estados Unidos e na Europa. Ou que considere, outro exemplo, a classe política brasileira. Na China, impera um sistema fechado em que as lideranças são selecionadas com base no mérito. Uma meritocracia, portanto. Imperfeita, como se pode imaginar, mas suficiente para afastar o risco de que se forme uma kakistocracia.

Os chineses são seres humanos, claro, e enfrentam também a necessidade de lutar contra a dominação dos super-ricos, a corrupção e a mediocridade. Mas eles têm sido mais bem-sucedidos do que o resto do mundo em enfrentar esses desafios “humanos, humanos demais”, como diria Nietzsche.

O modelo chinês

O que é então o modelo chinês? Vamos dar voz aos próprios chineses. Eles caracterizam o seu modelo como “socialismo com características chinesas”. Usam sintomaticamente o termo “socialismo” no lugar do “comunismo” soviético ou maoísta. E porque dizem “com características chinesas”? É que aqui as forças de mercado têm grande peso, mas operam dentro um quadro estritamente controlado pelo Estado e pelas agências e instituições estatais. Uma máxima popular na China, citada pelo professor Wen Yi em debate do qual participei aqui em Xangai, reflete bem isso: “o Estado arma o palco e os agentes econômicos atuam”.

Dois exemplos, explicados em “apertada síntese”, como dizem os advogados. O sistema bancário da China é quase totalmente dominado por bancos estatais. Aqui não existem Bradescos, Itaús ou Santanders. Os chineses não conhecem e nem querem conhecer esse tipo de instituição. O setor bancário é estratégico do ponto de vista macroeconômico e sempre ficou sob domínio de bancos públicos. Por outro lado, um aspecto importante é que, dentro das regras estabelecidas pelo governo e pelo banco central, esses bancos estatais competem entre si, o que favorece maior eficiência.

Outro exemplo crucial. A estabilidade da economia chinesa repousa sobre uma conta de capitais fechada, vale dizer pela aplicação rigorosa de controles sobre a entrada e saída de capitais. Houve certo afrouxamento dos controles no passado mais recente, mas a China continua relutante em expor a sua economia aos surtos de entrada e saída de capitais que tanto mal fazem na América Latina. Esse foi um dos muitos pontos em que a China fez ouvidos de mercador às recomendações do Consenso de Washington. Aprenderam com nossa experiência infeliz, dentro do espírito de Bismarck. Se tivessem se pautado pelos conselhos ocidentais, não teriam chegado aonde chegaram.

A continuidade na civilização milenar da China

Para terminar, algumas observações sobre uma singularidade da China que é crucial, mas infelizmente inimitável. Raramente se leva na devida conta, que a história milenar da China é marcada por uma extraordinária continuidade. A maior parte das outras civilizações antigas dos vários continentes não tiveram a longa e ininterrupta duração, de quatro ou cinco milênios, que caracteriza a civilização chinesa. Os egípcios têm uma relação remota, para não dizer fictícia, com o Egito dos faraós e suas pirâmides. Os gregos atuais pouco têm a ver com a Grécia antiga. Os italianos de hoje pouco têm a ver com o Império Romano. Os astecas e incas foram totalmente obliterados pela Espanha. A Rússia também tem uma civilização contínua, mas da ordem de 1000 anos.

A China é um caso muito especial. Sofreu, ao longo de milênios, diversas turbulências, invasões, guerras externas, guerras civis, mas conseguiu, apesar disso, preservar um fio cultural condutor. Isso se reflete em alguns aspectos da trajetória chinesa que são, a meu ver, centrais para entender o sucesso do país. Um deles é o respeito, mais do que isso veneração pelos antepassados e pelas tradições históricas. Esse respeito à tradição não bloqueia, entretanto, a inovação e a criatividade das novas gerações. A busca do novo, ao contrário, é omnipresente, mas não implica descartar o passado.

Mesmo um revolucionário marxista radical, como Mao Zedong, citava com frequência os pensadores clássicos da China como Lao Tse e Sun Tzu. Considerava a obra principal deste último, “A Arte da Guerra”, quase como um segundo manifesto comunista. Por seu turno, quando o maoísmo foi superado por Deng Xiao Ping e seus sucessores até o atual líder, Xi Jinping, não houve rejeição total da figura de Mao. Ela aparece até hoje em todas as notas de dinheiro. Suas obras são lidas e circulam amplamente.

Compare-se com o Brasil. Nós não respeitamos e, muitas vezes, sequer conhecemos nosso passado. Essa ignorância alimenta a tendência a depreciar sistematicamente a nossa história. E esse é um entre muitos fatores a derrubar a nossa autoestima.

Temos muito que aprender com os chineses

Oscar Wilde dizia: “Self-love is the beginning of a long life romance” (o amor próprio é o começo de um romance para toda a vida). Esse amor-próprio é central para o sucesso individual e nacional. Os chineses têm isso em abundância. Mas, veja bem, leitor ou leitora: amor-próprio, e não desprezo pelos outros; orgulho, não vaidade ou arrogância; respeito por si mesmo e sua família imediata, sim, mas sem cair no individualismo egoísta tão típico das sociedades ocidentais.

Por esses e outros motivos, precisamos estudar mais a China e aumentar nossas interações com os chineses. Vale o esforço de superar as barreiras linguísticas, culturais e geográficas. Sem cair na imitação servil, levando sempre em conta as nossas condições históricas e políticas, podemos aprender muito com eles.

OutrasPalavras - Pós-Capitalismo - Por Paulo Nogueira Batista Jr - Publicado 14/11/2025




GRANDES E IMPORTANTES MUDANÇAS NO COMANDO DA POLÍCIA MILITAR NO ESTADO DO RIO

 As primeiras mudanças em cargos de comando de unidades da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro já foram anunciadas.


Publicadas na página 49 do Boletim da corporação n° 037, de 3 de março de 2026, elas trazem alterações em nove unidades: três comandos intermediários e seis unidades operacionais.

Os batalhões da Ilha do Governador (17°BPM), Jacarepaguá (18°BPM), Cabo Frio (25°BPM), Santa Cruz (27°BPM) e Irajá (41°BPM) estão com novos comandantes.

O tenente-coronel Andre Luiz Almeida de Paula assume o comando do 25°BPM - unidade da qual era o subcomandante; no comando do 27°BPM assume o tenente-coronel Cristiano Ribeiro Abelheira, que era o subcomandante da unidade, substituindo o tenente-coronel Levi Gonçalves Palmeira Junior, que foi transferido para o Centro de Controle Operacional da Polícia Militar (CECOPOM).

No comando do 17°BPM, o tenente-coronel Laércio Ribeiro da Silva substitui o tenente-coronel Marcos André Dias Correa, que assume o 18°BPM, substituindo o tenente-coronel Leonardo da Silveira Gomes, que passa a comandar o 41°BPM, em substituição ao tenente-coronel Leandro Xavier Maia, que assume o recém-criado 1° Batalhão de Polícia de Trânsito (1° BPTran).

Outra unidade recém-criada é o 8° Comando de Policiamento de Área (8°CPA), que será responsável pelo 25°BPM, 32°BPM (Macaé) e pelos novos batalhões de Araruama e Maricá. A unidade será comandada pela coronel Andreia Ferreira da Silva, que ocupava o cargo de comandante do batalhão de Cabo Frio.

O 2°CPA - responsável pelo 9°BPM (Rocha Miranda), 14°BPM (Bangu), 18°BPM (Jacarepaguá), 27°BPM (Santa Cruz), 31°BPM (Recreio dos Bandeirantes), 40°BPM (Campo Grande) e 41°BPM (Irajá) - e o Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran) alternam os comandantes: o coronel Walter Teixeira da Silva Junior, que estava à frente do 2°CPA, assume o CPTran e o coronel Clayton Santos do Nascimento, que estava à frente do CPTran, assume o 2°CPA.

2°CPA - coronel Clayton Santos do Nascimento;

8°CPA - coronel Andreia Ferreira da Silva;

CPTran - coronel Walter Teixeira da Silva Junior;

17°BPM - tenente-coronel Laércio Ribeiro da Silva;

18°BPM - tenente-coronel Marcos André Dias Correa;

25°BPM - tenente-coronel Andre Luiz Almeida de Paula;

27°BPM - tenente-coronel Cristiano Ribeiro Abelheira;

41°BPM - tenente-coronel Leonardo da Silveira Gomes;

1°BPTran - 17°BPM - tenente-coronel Leandro Xavier Maia





COMEÇA 5ª FEIRA 05/3, O CONCURSO 'KARAOKÊ CELEBRIDADES' COM DJ LESSA

 


Começa na quinta feira 05 de março ás 20 horas na Steak House Route 66 no Barroco em Itaipuaçu, o Concurso 'KAROAKÊ CELEBRIDADES.

O evento criado e organizado pelo DJ JOÃO LESSA, reunirá 30 vozes, 30 talentos, 30 sonhos para conquistar o topo das CELEBRIDADES.

Você tem um encontro marcado em todas as quintas feiras de março (dias 05, 12, 19 e 25) sempre às 20 horas, na Route 66, Rua Silvana da Costa esquina com avenida Carlos Mariguela (estrada de Itaipuaçu), no Barroco.

Venha torcer e votar pelo seu candidato. Isso mesmo, além dos jurados (todos músicos ou produtores culturais renomados), todos o público presente poderá votar na hora no seu candidato através do aplicativo do concurso.

A apresentação é do locutor da Super Rádio Tupi e Rádio e Tv Diversidade 'Rodrigues' (Eros Love) e o concurso tem o apoio e divulgação da Rádio e Tv Diversidade Web, do jornal Barão de Inohan e do Informativo Culturarte.

Esperamos você!!!! 






COVARDIA: 'AMAR' NÃO FAZ REPASSE E FUNCIONÁRIOS DA FÁBRICA DE DESIDRATADOS FICAM SEM SALÁRIO E VALE ALIMENTAÇÃO

 


Estão literalmente acabando com Maricá. Enquanto o prefeito utópico Washington Siqueira (o Quaquá) continua em suas viagens tentando 'vender' a cidade das utopias, mandando e governando à distância e dando porrada literalmente no ex-prefeito (sua criação), mas que agora virou seu desafeto, funcionários da Fábrica de Desidratados de Maricá estão desde o início de fevereiro sem trabalhar (indo à fábrica localizada nas dependências da secretaria de agricultura e pecuária no bairro de Ubatiba apenas para assinar o ponto), e sem receber pelo vale alimentação (ainda referente a janeiro).

Denúncias que chegaram na terça feira 03 de fevereiro ao Barão de Inohan, dão conta que além do atraso do vale alimentação (que está indo para dois meses), o salário também está atrasado.

Ainda segundo informações (essas oficiosas), a AMAR - Alimentos Maricá não fez o devido repasse de verbas para a empresa responsável pela Fábrica de Desidratados Édio Muniz, uma das joias do governo Fabiano Horta.

Talvez seja mais uma ação do atual prefeito para LIQUIDAR mais uma obra e serviço que gerava empregos em Maricá, justamente por ter sido criada no governo do seu atual desafeto.

Que quadro triste o da BILIONÁRIA CIDADE UTÓPICA.

Mas o que interessa é que a União de Maricá subiu para o grupo especial!!!!!!!!!!!!!!!!!




terça-feira, 3 de março de 2026

TORCIDA E DIRETORIA INGRATOS: Flamengo demite Filipe Luís (extrema burrice!!!)

 O mais vitorioso técnico nos últimos 10 anos, conquistando em 14 meses a Copa do Brasil 24, Campeonato Carioca 25, SuperCopa 25, Brasileirão 25, Libertadores 25, vice-campeão intercontinental dando trabalho ao PSG perdendo nos pênaltis por incompetência dos jogadores, Filipe Luis que não teve o um bom início de 2026, é demitido na calada da noite (em ato covarde da diretoria do clube), e sua história é esquecida mesmo depois dos 8 x 0 contra o Madureira que garantiu o time na final do Carioca de 26.


Filipe Luís não é mais treinador do Flamengo. O clube anunciou a saída poucas horas depois da vitória por 8 a 0 sobre o Madureira e a classificação para a final do Campeonato Carioca. A decisão partiu da diretoria, que fez a demissão após a partida em um ato covarde. O técnico não resistiu ao pior início de temporada do clube nos últimos 10 anos, com a perda dos títulos da Supercopa do Brasil para o Corinthians e da Recopa Sul-Americana para o Lanús, da Argentina.

Veja a nota oficial:

"O Clube de Regatas do Flamengo informa que, a partir desta terça-feira (3), Filipe Luís não seguirá no comando técnico da equipe profissional. Com ele, deixam o clube também Ivan Palanco (auxiliar técnico) e Diogo Linhares (preparador físico).

O Flamengo agradece ao ex-atleta e técnico Filipe Luís por tudo o que foi conquistado e compartilhado nesta jornada. O clube deseja sucesso e muita sorte na continuidade de sua trajetória profissional."

Horas depois do anúncio da demissão no site oficial, o Flamengo se pronunciou nas redes sociais sobre o desligamento de Filipe Luís.

O Clube de Regatas do Flamengo agradece a Filipe Luís por toda a dedicação e conquistas ao longo dessa jornada como treinador. Desejamos sucesso na sequência da carreira.

Filipe deixa o comando da equipe com 101 jogos e um aproveitamento de 69,9%: são 63 vitórias, 23 empates e 15 derrotas, cinco delas só em 2026. O ex-lateral-esquerdo também sai como o segundo técnico mais vitorioso da história do clube, empatado com Jorge Jesus e Flávio Costa, com cinco títulos: Copa do Brasil 2024, Supercopa 2025, Carioca 2025, Libertadores 2025 e Brasileirão 2025.

O Flamengo foi o primeiro trabalho de Filipe Luís como treinador. Ele começou pelo sub-17 em março de 2024, logo depois de se aposentar, e conquistou a Copa Rio. Em junho, estreou pelo sub-20, onde foi campeão do Mundial da categoria. No dia 30 de setembro, o ex-lateral foi anunciado no time profissional para substituir Tite.

A ascensão meteórica culminou no título da Copa do Brasil em 2024, além da Supercopa do Brasil, Carioca, Libertadores e Campeonato Brasileiro em 2025. No Intercontinental, o Flamengo foi até a final e perdeu para o PSG nos pênaltis. Tudo mudou em dois meses.

Esta foi a primeira grande crise de Filipe Luís no comando do Flamengo. O treinador viveu instabilidade ao longo da última temporada por atuações ruins, mas viu os resultados acontecerem. Em 2026, o time não engatou e sofreu física e tecnicamente. O ambiente no dia a dia também não era dos melhores, com alguns jogadores insatisfeitos pelas decisões da comissão técnica, questionamentos internos e externos e pouco diálogo com a diretoria de futebol.





PANE GLOBAL DERRUBA REDES SOCIAIS FACEBOOK, INSTAGRAM e WHATSAPP TODAS DA META

 A Meta informou que começou a corrigir a falha que deixou o Instagram e o Facebook fora do ar na terça-feira (03/3). Uma pane global fez as redes sociais apresentarem instabilidade a partir das 12:30h (horário de Brasília) e em vários locais, os problemas persistem.


Por volta das 15h, o Instagram e o Facebook afirmaram em seus perfis no X (antigo Twitter) que o problema tinha sido resolvido e que suas plataformas estavam funcionando novamente, fato não comprovado totalmente

O site Downdetector, que reúne queixas sobre aplicativos e sites em vários países, chegou a registrar mais de 40 mil reclamações de usuários do Facebook no Brasil e 30 mil sobre o Instagram.

Os relatos começaram a diminuir por volta das 14h.

Outros países também relataram problemas. Nos Estados Unidos, por exemplo, o Facebook teve mais de 580 mil reclamações, enquanto o Instagram, mais de 90 mil. Já no Reino Unido, foram mais de 150 mil reclamações no Instagram, e mais de 25 mil no Facebook.

O que diz a Meta

O diretor de comunicações da Meta, controladora do Facebook e do Instagram, Andy Stone, publicou no X, antigo Twitter, que a instabilidade foi causada por um problema técnico. Ele não detalhou, porém, qual foi a falha.

"Hoje cedo, um problema técnico fez com que as pessoas tivessem dificuldade em acessar alguns de nossos serviços. Resolvemos o problema o mais rápido possível para todos os afetados e pedimos desculpas por qualquer inconveniente", disse.

O problema

Ao acessar o Instagram, os usuários notaram que o feed da rede social não carregava e apareciam estas mensagens: "Não foi possível carregar o feed" e "Sem conexão com a internet". Já o Facebook deslogou os usuários e não permitia que entrassem de volta nos perfis.

Algumas pessoas ainda reclamaram de instabilidade no WhatsApp, que também pertence à Meta, mas as notificações eram em número bem menor no Downdetector em relação às demais plataformas da empresa.




O DESABAFO DO QUE É 'LUTAR PARA SOBREVIVER EM MARICÁ' por Cinthia Ferreira

 
A jovem mãe solo e profissional de educação Cinthia Ferreira (altamente capacitada e inteligente), relata no seu vídeo (como sempre produz obras magníficas) a dificuldade que é viver em um país governado pelo PT e potencializado pelo fato da mesma (assim como eu), viver (ou tentar SOBREVIVER) em uma cidade BILIONÁRIA porém UTÓPICA como Maricá.

Uma cidade que tinha tudo (principalmente pelos nababescos recursos advindos dos royalties do petróleo) para ser uma das melhores do Brasil em qualidade vida.

Segundo maior PIB percapita do Brasil perdendo apenas para a vizinha Saquarema (que também sofre com o mal uso dos recursos dos royalties) e superando as capitais brasileiras, Maricá em sua realidade continua pobre, e neste novo governo, vive uma fase de medo, de vinganças e perdas de emprego de falta de oportunidades enquanto o prefeito viaja mais uma vez pela Europa tentando vender uma cidade UTÓPICA.

O problema é exatamente este, a UTOPIA. Enquanto vivermos na CIDA DAS UTOPIAS, as realidades não acontecerão. Mas o importante é que a União de Maricá subiu para o grupo especial, e aqui como no restante do Brasil, tudo acaba em samba!

Confira o magnífico vídeo de Cinthia Ferreira.


"Acordo num tenho trabalho, procuro trabalho, quero trabalhar
O cara me pede diploma, num tenho diploma, num pude estudar
E querem q'eu seja educado, q'eu ande arrumado q'eu saiba falar
Aquilo que o mundo me pede não é mundo que me dá
Consigo emprego, começo o emprego, me mato de tanto ralar
Acordo bem cedo, não tenho sossego nem tempo pra raciocinar
Não peço arrego mas na hora que chego só fico no mesmo lugar
Brinquedo que o filho me pede num tenho dinheiro pra dar
Escola, esmola
Favela, cadeia
Sem terra, enterra
Sem renda, se renda. Não, não!
Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando vai ficar sem fazer nada?
Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando você vai ser saco de pancada?"
(Gabriel, O Pensador)







ENQUANTO UNIÃO SUBIU, MARICÁ F.C. ESTÁ A UM PASSO REBAIXAMENTO

 


Depois de amargar o último lugar da primeira fase do campeonato carioca de 2026, marcando apenas 3 pontos dos 18 possíveis, o Maricá Futebol Clube, conhecido por TSUNAMI, mas infelizmente sofrendo bullying que informam que o time virou uma marolinha, está participando do grupo da morte, ou da degola, ou do rebaixamento.

Dos quatro times com pior campanha na primeira fase (Portuguesa, Sampaio Correa, Nova Iguaçu e Maricá), o último colocado no grupo da degola, será rebaixado. Os três primeiros escapam e retornam em 2027.

No primeiro turno do grupo da degola, o Maricá ficou em quarto lugar devido ao saldo negativo de gols. Em terceiro ficou o Nova Iguaçu com o mesmo número de pontos. A decisão será no returno que chega a sua última rodada com os dois times empatados e lutando para o não rebaixamento.

Maricá e Nova Iguaçu empatam e seguem na luta contra o rebaixamento. Partida eletrizante no João Saldanha termina em 2 a 2.

Em partida eletrizante, com direito a virada e gol de empate nos acréscimos, Maricá e Nova Iguaçu ficaram no 2 a 2, na tarde do domingo, 1º de março, no João Saldanha, na abertura da penúltima rodada do Grupo X.

Luan abriu a contagem para os visitantes. Porém, Oliver e Denilson viraram a partida para o Lobisomem, com este último gol já nos acréscimos aos 46 minutos do segundo tempo.

Enquanto a torcida do Tsunami (que está mais para marolinha precisando de uma ressaca para acordar) comemorava a garantia da vaga no Cariocão de 2027, o Nova Iguaçu (Orgulho da Baixada) ainda conseguiu buscar o empate com Augusto Guse, em falha coletiva da defesa dos donos da casa, aos 52 minutos.

O resultado deixou as duas equipes ainda na lanterna da Chave que vai definir o rebaixamento do Campeonato Carioca Superbet, ambos com 4 pontos, sendo que o Tsunami está na frente pelos critérios de desempate, por ter uma vitória, embora tenha o pior saldo dos quatro times.

Na última rodada do Grupo X, o Maricá visita a Portuguesa, no Luso-Brasileiro, enquanto o Nova Iguaçu recebe o Sampaio Corrêa, no Laranjão. Ambos os jogos serão no domingo (08), às 16 horas.

Mesmo perdendo e torcendo para o Nova Iguaçu também perder, o Maricá se manterá na elite do Carioca para 2027, embora seja um campeonato triste e melancólico pela história do time maricaense, que parece uma nau sem rumo.

Mas o importante é que a União de Maricá está no grupo especial!




JULIO CAROLINO RECEBE AGENERSA PARA OUVIDORIA CONTRA 'ÁGUAS DO RIO'


 Os problema são enormes. As reclamações se avolumam, as soluções na prática não acontecem. A concessionária ÁGUAS DO RIO vem acumulando uma série de reclamações em seus serviços (falta de água, fornecimento irregular, instalação de hidrômetros sem solicitação do proprietário de residências, ações (algumas truculentas) para 'entrar' em residências que tenham poços (principalmente artesianos)...

Estes assuntos volta e meia são debatidos nas sessões da Câmara dos Vereadores, todos os dias nas redes sociais, em reuniões de associações de moradores e nas reuniões ordinárias do CCS Maricá (Conselho Comunitário de Segurança ligado ao ISP). Em função disto, a AGENERSA - Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do estado do Rio de Janeiro, promoverá uma OUVIDORIA ITINERANTE E FISCALIZAÇÃO PARA VERIFICAR OS SERVIÇOS PRESTADOS PELA ÁGUAS DO RIO no município de Maricá.

Segundo ofício enviado pela agência reguladora à prefeitura de Maricá, a iniciativa tem por objetivo possibilitar o atendimento direto aos usuários dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário, oportunizando o esclarecimento de dúvidas, o registro de reclamações, solicitações e denúncias, bem como o recebimento de sugestões e a prestação de orientações pertinentes.

Secretário Julio Carolino convida a população

A ação acontecerá na Secretaria de Recursos Hídricos e Minerais, na rua Eugênio Modesto da Silva, 276, no Parque Eldorado (em frente ao Banco Mumbuca) nos dias 03 e 04 de março (terça e quarta feiras) das 10 às 17h em conjunto com a Sanemar.

"Receber a AGENERSA aqui em Maricá, na secretaria de recursos hídricos e minerais, é de grande importância e aproveito para convidar todos os munícipes a virem até a Secretaria de Recursos Hídricos e Minerais para serem ouvidos pela agência reguladora e conhecer nosso trabalhos", declarou o secretário.








OS BENEFÍCIOS DA ÁGUA COM GÁS

 A água com gás deixou de ser apenas um acompanhamento de restaurante e ganhou espaço definitivo nas geladeiras de muita gente.


Seja como alternativa ao refrigerante, substituta do álcool em encontros sociais ou simplesmente para variar o sabor da água tradicional, a bebida borbulhante virou hábito diário para milhares de brasileiros.

Mas o que realmente acontece no corpo quando você bebe água com gás todos os dias? Nutricionistas explicam que, para a maioria das pessoas, o consumo é seguro e pode até trazer vantagens interessantes...

Água com gás hidrata como a água comum?

A primeira dúvida costuma ser direta: água com gás hidrata da mesma forma que água natural? A resposta é sim. Tanto a água com gás simples quanto a mineral contribuem para a hidratação diária de maneira equivalente à água sem gás.

A diferença está na composição. A água com gás é basicamente água que recebeu dióxido de carbono sob pressão. Algumas versões, especialmente as minerais, podem conter pequenas quantidades de cálcio, magnésio, bicarbonato e sódio, dependendo da fonte. Esses minerais participam de funções importantes do organismo, como contração muscular e equilíbrio de fluidos.

No entanto, os especialistas alertam que a quantidade desses nutrientes é pequena. Ou seja, não dá para contar com a água com gás como principal fonte de minerais. Ela ajuda na hidratação, mas não substitui uma alimentação equilibrada.

Pode ajudar a reduzir refrigerantes e álcool

Um dos efeitos mais positivos de beber água com gás diariamente é a substituição de bebidas menos saudáveis. O gás oferece uma sensação parecida com a do refrigerante, mas sem açúcar, sem calorias e sem aditivos artificiais, quando se trata das versões naturais.

Para quem tem o hábito de consumir refrigerantes regularmente, trocar por água com gás pode reduzir de forma significativa a ingestão de açúcar. Isso impacta diretamente no controle de peso, na saúde metabólica e no risco de doenças crônicas.

Outro ponto interessante é que muitas pessoas usam a bebida como alternativa ao álcool em encontros sociais. Ao substituir bebidas alcoólicas por água com gás aromatizada com limão, ervas ou frutas, é possível reduzir calorias, melhorar o sono e manter maior estabilidade no apetite ao longo do dia.

Sensação de saciedade e impacto no apetite

A presença de gás provoca uma leve distensão no estômago. Em algumas pessoas, isso gera sensação de saciedade temporária, o que pode ajudar no controle do apetite.

Alguns estudos sugerem que a carbonatação pode influenciar discretamente a forma como o corpo utiliza a glicose, mas os efeitos são considerados pequenos. Nutricionistas reforçam que a perda de peso não acontece por causa da água com gás em si, e sim pelo contexto alimentar como um todo.

O que pode acontecer, na prática, é que a bebida ajude a evitar o consumo de opções mais calóricas. Nesse cenário, ela funciona como ferramenta auxiliar dentro de uma rotina alimentar equilibrada.

Pode causar estufamento ou desconforto?

Apesar dos benefícios, nem todo mundo reage da mesma forma à carbonatação. Pessoas com intestino sensível, tendência a refluxo ou síndrome do intestino irritável podem perceber aumento de gases, estufamento abdominal ou desconforto.

Isso acontece porque o dióxido de carbono pode gerar acúmulo de ar no trato digestivo. Para alguns, o efeito é leve e passageiro. Para outros, pode ser incômodo o suficiente para justificar a redução do consumo.

E os dentes, sofrem algum impacto?

Outra preocupação comum envolve o esmalte dos dentes. A água com gás é levemente mais ácida do que a água comum por causa do ácido carbônico formado na carbonatação.

Segundo nutricionistas, o risco de desgaste é pequeno quando o consumo é moderado e não envolve versões com açúcar ou suco concentrado.

Ou seja, comparada a refrigerantes e bebidas adoçadas, a água com gás causa impacto muito menor na saúde bucal.

Afinal, beber água com gás todos os dias faz bem?

Para a maior parte das pessoas, beber água com gás diariamente é um hábito seguro e pode ser até vantajoso. Ela hidrata, ajuda a reduzir o consumo de bebidas açucaradas e pode tornar o hábito de beber água mais prazeroso.

Se a escolha for por versões naturais, sem açúcar e sem aditivos, a água com gás pode fazer parte tranquilamente de uma rotina alimentar equilibrada!