terça-feira, 16 de junho de 2026

NUBIA COZZOLINO ABRE O VERBO SOBRE JUIZ FELIPE GONÇALVES DA SILVA, BENEFICIADO PELA PREFEITURA DE MARICÁ


 Nubia Cozzolino solta o verbo contra o juiz Felipe Carvalho Gonçalves da Silva, que foi beneficiado pela prefeitura de Maricá e que enterrou o caso da morte de Robson Giorno, onde todos os detalhes destes imbróglios estão muito bem detalhados na matéria https://obaraoj.blogspot.com/2026/06/familia-de-juiz-que-liberou-o-prefeito.html

Em suas redes sociais, Núbia solta o verbo e comemora a provável PRISÃO do juiz. Confira:

"O juiz que chegou a afirmar que eu teria falsificado a assinatura de outra juíza algo que foi posteriormente demonstrado ser falso  acabou sendo afastado da magistratura.

Agora, os fatos vieram à tona. O mesmo juiz foi afastado após conceder uma liminar que permitiu a candidatura de Quaquá em Maricá, apesar das controvérsias envolvendo sua situação junto ao TCE na época.

Confira o vídeo e tire suas próprias conclusões", informou Núbia.


Núbia Cozzolino é uma política brasileira. Irmã da ex-deputada Jane Cozzolino, bem como também é irmã do ex-prefeito Charles Cozzolino, e filha do também ex-prefeito Renato Cozzolino.

Carreira política

Foi deputada estadual entre 1995 e 2004. Em 2004 foi eleita prefeita de Magé, sendo reeleita em 2008. Seu governo foi marcado por muitas obras, melhoria no sistema púbico de saúde e investimentos na educação, além de notáveis escândalos e processos judiciais. 






Novos radares na RJ 106 já estão funcionando

 OS RADARES COMEÇARAM A FUNCIONAR NA MANHÃ DA TERÇA FEIRA 16/6, E ALÉM DE CONTROLAR A VELOCIDADE, VERIFICARÃO QUEM NÃO ESTÁ COM CINTO DE SEGURANÇA E FAZENDO USO DE CELULAR


A FUNDAÇÃO DER - Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Rio de Janeiro iniciou na manhã da terça-feira (16/6), a operação de 48 novos pontos de fiscalização eletrônica em rodovias estaduais. A medida faz parte da ampliação do sistema de monitoramento viário e tem como objetivo reforçar a segurança no trânsito e incentivar o respeito aos limites de velocidade.

Os novos equipamentos estão distribuídos nas rodovias RJ-102, RJ 104, RJ-106, RJ 114, RJ 122, RJ-124 e RJ-140. Segundo o DER-RJ, a ativação será gradual e terá caráter educativo neste primeiro momento, acompanhando a conclusão das etapas técnicas necessárias para o funcionamento dos equipamentos.

A RJ-106, a Rodovia Amaral Peixoto, será a principal via contemplada (ou penalizada) pela nova fase de fiscalização. Dos 48 pontos que entram em operação, 28 estão instalados ao longo da estrada, que liga o Leste Fluminense à Região dos Lagos e registra intenso fluxo de veículos, principalmente em fins de semana, feriados e períodos de férias.

No mapa oficial do DER-RJ, os novos equipamentos aparecem destacados em verde. Em São Gonçalo, a RJ-104 ganhou novos pontos de fiscalização no trecho entre o Colubandê e Manilha. Já na RJ-106, os radares estão distribuídos desde os trechos urbanos de São Gonçalo, passando por Maricá, até municípios da Região dos Lagos.

Motoristas podem consultar a localização exata dos radares por meio do Sistema de Localização de Radares Fixos do DER-RJ, disponível em: https://sgitp.der.rj.gov.br/radares-fixos

A ferramenta permite pesquisar os equipamentos por rodovia e acompanhar a ampliação da fiscalização eletrônica nas estradas estaduais.

A atenção agora é redobrada, pois além de controlar a velocidade do condutor, os radares irão verificar quem está usando cintos de segurança (motorista e carona) e se o motorista está fazendo uso de celular durante a condução do veículo. As multas são pesadas.





SEM LICENÇA E SOB DENÚNCIA DE CRIME AMBIENTAL, OBRA DE ELETROPOSTO NO ATERRO DO FLAMENGO É EMBARGADA


 A tentativa de instalar um posto de recarga para carros elétricos no Aterro do Flamengo descambou para uma crise ambiental e urbanística nesta segunda-feira (15). O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento foram obrigados a intervir e embargar a obra às pressas devido à total ausência de licenciamento.

A ilegalidade ganha contornos ainda mais graves por se tratar de uma área duplamente protegida: o parque é tombado nacionalmente e reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco. O caso agora está na mira da Polícia Civil, e a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) investigará a destruição do local.

O ATROPELO AOS MORADORES E O SILÊNCIO SOBRE A MOBILIDADE

Além do crime ambiental pela derrubada de árvores, o projeto é alvo de duras críticas dos moradores da região, que denunciam terem sido completamente ignorados no processo. A comunidade aponta que a prefeitura não apresentou estudos de impacto essenciais para a convivência urbana na área:

● Caos na Mobilidade: A Praia de Botafogo e as vias de acesso ao Aterro já sofrem com retenções crônicas. A criação de um polo de atração de veículos para recarga tende a travar ainda mais o trânsito local.

● Logística de Carga e Descarga: Não há clareza de como será feito o abastecimento de insumos para a estrutura de 750 m² (que inclui dois andares e terraço), ameaçando criar gargalos com caminhões parados em vias de alta velocidade.

● Risco aos Pedestres: O Aterro do Flamengo é um espaço primordial de lazer, corrida e caminhada. O aumento do fluxo de carros cruzando áreas de passeio para acessar o eletroposto coloca em risco direto a segurança de pedestres e ciclistas.

— "Eles cercaram tudo no fim de semana e a toque de caixa estão derrubando tudo", protestou Regina Chiaradia, presidente da Associação de Moradores de Botafogo, evidenciando o método evasivo da obra.

Para o jornalista Leonel Kaz, a intervenção foi vendida sob o pretexto de uma simples "exposição", mas esconde o impacto visual e estrutural de um prédio de grande porte que desfigura a paisagem planejada do parque.

AS CONTRADIÇÕES DA PREFEITURA

Pressionada, a Prefeitura do Rio limitou-se a justificar que o projeto é fruto de uma licitação de 2024 e que a estrutura — com altura máxima de 6,21 metros — ocupará o espaço de um antigo posto de combustíveis, alegando que "não há previsão de supressão de vegetação".

No entanto, a justificativa oficial esbarra em duas contradições incômodas:

● O flagrante de ilegalidade: Se o projeto promete seguir rigorosamente a legislação, a prefeitura não explicou por que permitiu o início de uma obra desse porte sem as licenças ambientais básicas.

● O silêncio das secretarias: Questionadas diretamente sobre o calote burocrático e a falta de fiscalização prévia, tanto a prefeitura quanto a Secretaria de Meio Ambiente optaram por não responder.

Questionadas diretamente sobre o calote burocrático e a falta de estudos de impacto de vizinhança, tanto a prefeitura quanto a Secretaria de Meio Ambiente optaram por não responder.

Foto: Marcia Foletto e informações da 'Mídia Informal'




FAMÍLIA DE JUIZ QUE LIBEROU O PREFEITO E NÃO CONDENOU O DEPUTADO, SÃO BENEFICIADOS COM COMPRA DE TERRENOS PELA PREFEITURA

 Justiça decide não levar a júri popular o deputado Renato Machado (PT) e outros dois acusados pelo assassinato de jornalista em Maricá


A Justiça do Rio decidiu não levar a júri popular os acusados de envolvimento no assassinato do jornalista Romário Barros, morto a tiros em junho de 2019 no bairro de Araçatiba, em Maricá. Na decisão, o juiz impronunciou Vanessa da Mata (Vanessa Alicate - foto abaixo), o deputado estadual Renato Machado (PT) e o policial militar reformado Davi de Souza Esteves, o subtenente Davi, por considerar que não foram produzidas provas suficientes de autoria ou participação no crime.

O assassinato de Romário Barros (foto abaixo), fundador do portal LSM - Lei Seca Maricá, aconteceu menos de um mês após a morte de outro profissional de imprensa da cidade, Robson Giorno, proprietário do JOM - Jornal o Maricá. Investigações da Polícia Civil e do Ministério Público apontam envolvimento de milícias da região nos crimes.

Na decisão, o magistrado (Felipe Carvalho Gonçalves da Silva - foto abaixo, o mesmo que mandou prender preventivamente todos os acusados) afirma que os elementos reunidos ao longo da investigação se mostraram frágeis para sustentar o envio do caso ao Tribunal do Júri e que a investigação se apoiou em relatos indiretos, informações de disque-denúncia e “declarações posteriormente contraditórias ou retratadas”, sem que surgissem provas consideradas consistentes para vincular os acusados ao homicídio.

Em alegações finais apresentadas após a instrução do processo, o Ministério Público também pediu a impronúncia dos acusados.

Romário foi morto quando saía de casa

A denúncia contra Vanessa Alicate, Renato Machado e o subtenente Davi sustentava que o jornalista teria sido assassinado por vingança em razão de reportagens e publicações que teriam atingido a reputação do deputado e de Vanessa.

Segundo o Ministério Público, os executores do crime seriam Rodrigo José Barbosa da Silva, conhecido como Rodrigo Negão (foto acima), e Davi de Souza Esteves, enquanto Renato Machado e Vanessa teriam atuado como mandantes.

Confira abaixo a descrição dos fatos e a sentença:


Segundo a denúncia, Romário foi morto quando saía de casa. na época, o atual prefeito (então desafeto do deputado), postou a mensagem abaixo em suas redes sociais.

Juiz é o mesmo que 'liberou' o prefeito (então inelegível), para concorrer as eleições em 2024 e que a prefeitura adquiriu recentemente dois terrenos da família por R$ 29 milhões.




A coincidência de R$ 29 milhões: Prefeitura de Maricá compra terrenos da família do juiz que garantiu a participação de Quaquá na última eleição

Menos de dois anos após o ex-juiz eleitoral Felipe Carvalho Gonçalves da Silva proferir uma decisão favorável que permitiu a candidatura de Washington Siqueira (o Quaquá) à Prefeitura de Maricá, empresas pertencentes aos pais do magistrado receberam R$ 29,2 milhões do município pela venda de três terrenos.

Duas das áreas foram adquiridas da Fergone Engenharia Ltda, empresa que tem como únicos sócios Angela Maria Carvalho Gonçalves da Silva e Aníbal Gonçalves da Silva Neto, mãe e pai do juiz. As compras foram formalizadas por dispensa de licitação e publicadas no Diário Oficial de Maricá nos dias 10 e 12 de março de 2026.

No dia 9, a prefeitura autorizou a compra da Gleba 2-B por R$ 3.561.525,12 e da Gleba 1-B por R$ 8.059.315,31. Juntas, as duas áreas vendidas pela Fergone Engenharia somam R$ 11.620.840,43.

Já outros R$ 17.603.375,92 foram pagos pela aquisição de um imóvel vendido pela Ponta Negra Empreendimentos Imobiliários Ltda. Registros societários mostram que a Fergone Engenharia, empresa dos pais de Felipe Gonçalves, integrava o quadro societário da Ponta Negra.


Porém, a Ponta Negra já fechou as portas por “liquidação voluntária” em 22 de abril de 2026, cerca de um mês e meio após receber R$ 17,6 milhões da Prefeitura de Maricá pela venda do terreno.

Ao todo, as três operações imobiliárias feitas em março somaram R$ 29.224.216,35 em recursos públicos municipais destinados a empresas pertencentes aos pais do ex-juiz eleitoral que, em 2024, assinou a decisão que manteve Washington Quaquá (PT) na disputa pela Prefeitura de Maricá. Meses depois, o petista venceu a eleição e retornou ao comando do município.

A impugnação da candidatura de Quaquá que o juiz Felipe Gonçalves julgou improcedente teve origem em uma condenação no Tribunal de Contas (TCE-RJ) em setembro de 2021, que analisou pagamentos, iniciados nos anos 1980, a duas servidoras cedidas a outros órgãos, mas mantidas na folha da Prefeitura de Maricá por décadas.

Diante da irregularidade, foi instaurada uma Tomada de Contas Especial em 2013 para apurar o prejuízo, apontar responsáveis e buscar ressarcimento. Porém, segundo o tribunal, as medidas adotadas pela gestão de Quaquá não foram suficientes para esclarecer a situação, levando à recomendação da responsabilização da prefeitura no processo.

Assim, a Corte julgou irregulares contas de Quaquá e determinou o ressarcimento de cerca de R$ 88 mil aos cofres públicos.

Com base nesse entendimento, o Ministério Público Eleitoral sustentou, em 2024, que a condenação poderia enquadrar o então deputado federal na Lei da Ficha Limpa e impedir o registro de sua candidatura.

Ao analisar a impugnação, o juiz Felipe Gonçalves, que era responsável pela 55ª Zona Eleitoral de Maricá, afastou o pedido, reconhecendo a decisão do TCE, mas seguindo um entendimento anterior do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) de que as contas do município devem ser reprovadas pela Câmara de Vereadores para fins de inelegibilidade — o que não era o caso de Quaquá, que sempre governou com apoio da maioria.

Juiz que liberou candidatura de Quaquá foi, posteriormente, condecorado por ele no aniversário de Maricá

Após decisão favorável do juiz, Washington Quaquá concorreu às eleições municipais de outubro de 2024 e saiu vencedor com ampla vantagem nas urnas, assumindo a Prefeitura de Maricá.

E já no início do novo mandato, o principal vereador de oposição na Câmara de Maricá, Ricardinho Netuno (PL), acabou cassado em 8 de março de 2025. A decisão também foi assinada pelo então juiz eleitoral Felipe Gonçalves.

Além da perda do mandato, o magistrado determinou a inelegibilidade do parlamentar por oito anos.

Meses depois, em 26 de maio, Quaquá condecorou o mesmo juiz durante as celebrações do aniversário de Maricá. Em publicação nas redes sociais, o prefeito afirmou ter homenageado “importantes personalidades da área de segurança da cidade”, incluindo o magistrado.

Atualmente, Felipe Gonçalves foi substituído e a 55ª Zona Eleitoral está sob o comando do juiz Ricardo Pinheiro Machado.

O que diz a Prefeitura de Maricá

Em nota, a prefeitura afirmou ao TEMPO REAL que “todos os processos foram conduzidos em conformidade com a legislação vigente”. Confira na íntegra:

A Prefeitura de Maricá informa que as aquisições imobiliárias realizadas pelo município atendem ao interesse público e integram o planejamento estratégico de expansão de políticas públicas e investimentos estruturantes para a cidade.

Todos os processos foram conduzidos em conformidade com a legislação vigente, observando os procedimentos administrativos aplicáveis, com a devida formalização dos atos e publicação nos meios oficiais.

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) também enviou nota. Eis a íntegra:

Trata-se de caso concreto, que a Justiça Eleitoral pode vir a julgar e, portanto, está impedida pela Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), artigo 36, de se manifestar sobre o tema.

Sugerimos entrar em contato com o Ministério Público Eleitoral”.

Até às 18h da sexta-feira (12/6), o Tribunal de Justiça (TJRJ) e o juiz Felipe Carvalho Gonçalves da Silva não tinham se manifestado.

MARICÁ, A CIDADE DA CARTEIRADA (em todos os níveis)

Recentemente, na véspera do dia do aniversário do município (25 de maio), o deputado estadual Renato Machado se envolveu em bate boca durante uma blitz realizada (corretamente) pela Guarda Municipal. 


Não satisfeito com a blitz, o deputado vociferou afirmando que ERA POR ISSO QUE O ATUAL GOVERNO TEM 80% DE REJEIÇÃO. Já estaria brigando novamente com o alcaide que não o tolerava, mas que convenientemente (para ambos), passaram a se ACEITAR?


O CCS Maricá (Conselho Comunitário de Segurança ligado ao ISP - Instituto de Segurança Pública do governo do estado do Rio de Janeiro), na época emitiu nota de repúdio:

"O Conselho Comunitário de Segurança de Maricá repudia a ação do Deputado Estadual Renato Machado, contra um Guarda Municipal de Maricá em fato ocorrido em 25/06/2026 onde o agente de segurança abordou corretamente um motociclista que estava sem capacete e sem habilitação. A interpelação do deputado, causou constrangimento ao agente e demonstrou total desconhecimento do Código de Trânsito e na prevenção em Segurança Pública.

Em tempo, o CCS Maricá parabeniza o agente da Guarda Municipal que demonstrou respeito aos princípios da instituição, sendo firme em sua conduta como agente da lei".


E os questionamentos aumentam cada vez, quanto ao enriquecimento estrondoso e ilícito do prefeito que vem acumulando propriedades na cidade, em outras cidades, fora do Brasil, enquanto o povo fica cada vez à mingua.

Confira abaixo o vídeo com declarações de pessoas ligadas diretamente ao caso e o posicionamento do ex-governador Anthony Garotinho sobre o assunto: 

Com informações do Jornal O Globo, portal Tempo Real, Última Hora on line





segunda-feira, 15 de junho de 2026

O PRESIDENTE NEGRO QUE O BRASIL ESCONDEU (ou tentou 'embranquecer')! [vídeo]

 


Que exemplo e dignidade teve o Presidente Nilo Peçanha. Um negro na presidência do Brasil em 1909, apenas 21 anos após a abolição. E ele não se elegeu pela cor da pele, nem usou isso como bandeira. Conquistou seu espaço pelos valores que carregava, principalmente o valor do estudo e do trabalho. Governou por apenas dois anos, após a morte do presidente Afonso Pena.

Filho de descendentes de escravizados, vendia doces para ajudar em casa. Virou advogado, presidente. Criou as escolas técnicas para dar futuro aos filhos do povo.

A história tentou apagá-lo. Mas caráter assim não se apaga. Nilo Peçanha provou que dignidade não tem cor: tem princípio, tem esforço, tem educação.

Nilo Peçanha nasceu em Campos dos Goytacazes (RJ), em uma família de origem humilde — filho de um padeiro português e de uma mulher negra. Antes de chegar à presidência, teve uma longa trajetória política na qual atuou como deputado, senador, governador do Rio de Janeiro e vice-presidente. 

Durante seu mandato no Executivo federal, destacou-se por criar o Ministério da Agricultura, Comércio e Indústria, além de instituir as primeiras escolas de ensino técnico e profissionalizante do país, embrião dos atuais Institutos Federais. Hoje, ele é reconhecido oficialmente como o patrono da educação profissional e tecnológica no Brasil

Mas a história tentou de muitas formas apagá-lo, ou minimamente escondê-lo como negro e transformá-lo em branco, como podemos ver em página retida dos livros de história do nosso país.