junho de 2026 - segunda edição
quinta-feira, 25 de junho de 2026
O PODER DAS BANANAS
A banana é a fruta mais consumida no Brasil — mas poucas pessoas sabem que existem dezenas de variedades cultivadas no país, cada uma com perfil nutricional próprio, além de estágios de maturação que transformam completamente seus efeitos no organismo. Entender essas diferenças permite usar a banana de forma muito mais estratégica, escolhendo a variedade e o ponto certo para cada objetivo — seja energia rápida, saciedade prolongada ou saúde intestinal.
BANANA PRATA
A banana prata é a variedade mais consumida e mais versátil do Brasil, presente na maioria das fruteiras nacionais. Seu perfil nutricional equilibrado combina boa quantidade de potássio — mineral essencial para a função muscular e o equilíbrio de fluidos — com carboidratos de absorção moderada, oferecendo energia de forma relativamente constante sem picos extremos de glicemia. Por ter tamanho menor e textura macia, costuma ser mais facilmente digerida, sendo uma opção segura mesmo para pessoas com sensibilidade digestiva.
Dica: a banana prata é excelente para consumir antes de atividades físicas moderadas — sua liberação equilibrada de energia sustenta o desempenho sem o desconforto digestivo que frutas mais densas podem causar durante o exercício.
BANANA NANICA
A banana nanica, reconhecida por seu formato levemente curvo e sabor mais adocicado, se destaca por sua concentração de vitamina B6, nutriente fundamental para diversas reações enzimáticas relacionadas à produção de energia celular e ao funcionamento adequado do sistema nervoso. A vitamina B6 também participa da síntese de neurotransmissores importantes, incluindo a serotonina, relacionada à regulação do humor e do bem-estar geral.
Dica: a banana nanica, por seu sabor mais adocicado, é uma excelente opção natural para satisfazer desejos por doces de forma mais saudável, sendo uma alternativa interessante para substituir parte do açúcar em receitas caseiras de bolos e vitaminas.
BANANA MAÇÃ
A banana maçã tem textura naturalmente mais firme e compacta comparada a outras variedades, características associadas a uma concentração de fibras alimentares ligeiramente superior. As fibras desempenham papel importante na prolongação da sensação de saciedade, já que retardam o esvaziamento gástrico, além de contribuírem para o funcionamento regular do trânsito intestinal e para a alimentação da microbiota benéfica presente no cólon.
Dica: por sua textura mais firme e saciedade prolongada, a banana maçã é uma excelente opção para incluir em lanches da tarde, ajudando a controlar a fome até a próxima refeição principal de forma mais eficiente que opções com menos fibra.
BANANA OURO
A banana ouro, reconhecida por seu tamanho diminuto e sabor intensamente doce, oferece uma vantagem prática interessante: concentração proporcionalmente alta de potássio em relação à quantidade total de calorias consumidas, já que seu tamanho reduzido naturalmente limita a ingestão calórica total por unidade. O potássio é mineral essencial para a regulação da pressão arterial, a contração muscular adequada e a manutenção do equilíbrio eletrolítico do organismo.
Dica: a banana ouro é ideal para crianças ou para momentos em que se deseja uma porção controlada de fruta com impacto nutricional relevante — seu tamanho pequeno facilita o controle natural de porções sem necessidade de dividir a fruta.
BANANA DA TERRA
Diferente das demais variedades desta lista, a banana da terra apresenta maior concentração de amido e menor teor de açúcares simples, especialmente quando ainda não completamente madura, características que a tornam mais adequada para preparo culinário através de cozimento, assado ou fritura, ao invés do consumo direto como as demais bananas. Essa composição amilácea contribui para maior saciedade por porção e um índice glicêmico geralmente mais baixo comparado a bananas com perfil mais açucarado.
Dica: prepare a banana da terra cozida ou assada como acompanhamento de refeições principais, substituindo parcialmente outras fontes de carboidrato — sua versatilidade culinária a torna uma opção interessante para variar a alimentação sem abrir mão da praticidade.
BANANA VERDE
A banana verde, ainda não madura, é uma das fontes mais ricas e acessíveis de amido resistente disponíveis na alimentação brasileira. O amido resistente funciona de forma diferente dos carboidratos convencionais: ele não é completamente digerido no intestino delgado, chegando praticamente intacto ao intestino grosso, onde serve como alimento (prebiótico) para as bactérias benéficas da microbiota intestinal. Esse processo de fermentação produz ácidos graxos de cadeia curta com propriedades anti-inflamatórias, além de contribuir para melhor controle da glicemia pós-refeição.
Dica: como a banana verde tem sabor adstringente e textura pouco agradável ao natural, a forma mais prática de aproveitar seus benefícios é através da biomassa de banana verde, preparada cozinhando as bananas na pressão e processando a polpa — pode ser congelada em porções e usada em vitaminas e receitas variadas.
BANANA MADURA
À medida que a banana madura, seu amido vai sendo progressivamente convertido em açúcares simples como glicose, frutose e sacarose, processo que explica tanto o sabor mais adocicado quanto a textura mais macia das bananas com cascas manchadas. Esses açúcares de absorção mais rápida oferecem energia praticamente imediata, sendo uma opção interessante para momentos que exigem disposição rápida. Curiosamente, pesquisas indicam que a banana madura também apresenta maior concentração de determinados antioxidantes comparada à banana verde, resultado de transformações bioquímicas que ocorrem durante o processo natural de maturação.
Dica: a banana bem madura, com cascas manchadas de marrom, é ideal para consumir imediatamente antes ou durante atividades físicas intensas, quando energia rápida é prioridade, ou para uso em receitas doces naturais como bolos e panquecas, aproveitando sua doçura natural para reduzir a necessidade de açúcar adicionado.
BANANA CONGELADA
O congelamento da banana, quando feito adequadamente, preserva a grande maioria de seu perfil nutricional original, incluindo potássio, vitaminas do complexo B e fibras, sem perdas nutricionais significativas comparado à fruta fresca. O processo de congelamento também transforma a textura da banana, tornando-a especialmente adequada para a produção de sorvetes e vitaminas cremosas e naturalmente doces, sem necessidade de adição de açúcares ou laticínios para obter cremosidade satisfatória.
Dica: congele bananas maduras já descascadas e cortadas em rodelas, facilitando o uso posterior em vitaminas ou no preparo do popular "sorvete de banana", feito apenas processando a fruta congelada no liquidificador ou processador até obter consistência cremosa — uma alternativa saudável e nutritiva às sobremesas convencionais.
FARINHA DE BANANA VERDE
A farinha de banana verde é produzida através da desidratação e moagem de bananas ainda não maduras, processo que concentra significativamente o amido resistente presente na fruta original, já que a remoção da água aumenta proporcionalmente a quantidade desse composto por grama de produto final. Essa concentração torna a farinha uma ferramenta nutricional ainda mais potente para os benefícios já mencionados da banana verde — apoio à microbiota intestinal e contribuição para o controle glicêmico —, mas em quantidades muito menores e mais práticas de incorporar à alimentação diária.
Dica: adicione uma a duas colheres de sopa de farinha de banana verde em vitaminas, iogurtes ou preparações culinárias regulares — comece com quantidades pequenas, já que o amido resistente em excesso pode causar desconforto digestivo inicial em pessoas não habituadas, sendo importante aumentar gradualmente a quantidade consumida.
Dica de ouro: a banana é provavelmente a única fruta que oferece perfis nutricionais tão diferentes dependendo do estágio de maturação e da variedade escolhida — use isso estrategicamente. Para energia rápida antes do exercício, prefira bananas bem maduras. Para saciedade prolongada e benefícios intestinais, escolha bananas verdes ou farinha de banana verde. Para o dia a dia equilibrado, a tradicional banana prata atende bem à maioria das necessidades nutricionais sem grandes variações.
ATENÇÃO: Este conteúdo é informativo e não substitui a avaliação de um nutricionista. Pessoas com diabetes devem monitorar cuidadosamente o consumo de bananas muito maduras devido ao maior índice glicêmico, e consultar um profissional para orientações personalizadas sobre porções adequadas.
quarta-feira, 24 de junho de 2026
EFEITOS DO GOVERNO LULA: MAIS UMA GIGANTE INTERNACIONAL DEIXA O PAÍS
A Michelin anunciou o encerramento gradual de suas operações na unidade de Guarulhos (SP). A decisão impacta cerca de 350 trabalhadores e reflete o impacto de produtos importados da Ásia com custos mais baixos no mercado brasileiro.
O encerramento da fábrica da Michelin em Guarulhos reacendeu fortemente as discussões sobre o Custo Brasil e o peso dos impostos no setor industrial nacional. Embora a empresa cite formalmente a concorrência dos produtos asiáticos, especialistas e entidades do setor apontam que a carga tributária e as assimetrias fiscais tiram a capacidade de competição das indústrias instaladas no país.
“Principais Motivos”
Inviabilidade econômica: A supercapacidade global gerou um excesso de oferta, tornando os custos da unidade de Guarulhos insustentáveis.
Desvantagem na origem: A produção nacional carrega impostos cumulativos em toda a cadeia de insumos, o que eleva o custo final da câmara de ar e do pneu fabricados em solo brasileiro.
“Recorde da Carga Tributária e Logística”
Recorde histórico: Especialistas destacam que a carga tributária do Brasil atingiu patamares severos próximos a 32,4% do PIB, sufocando as margens de lucro de manufaturas tradicionais.
Tributação sobre o consumo: O modelo tributário nacional pune severamente as indústrias de bens de consumo de giro rápido, como as câmaras de ar de motos e bicicletas produzidas em Guarulhos.
Essa infelizmente é MAIS uma gigante multinacional que deixa o Brasil por falta de incentivos. EFEITOS DO GOVERNO LULA!
ANTHONY GAROTINHO E FABIO SAPO DESCONSTROEM O PREFEITO DE MARICÁ
No podcast PODE GAROTINHO (edição nº 40) , o ex-governador e jornalista Anthony Garotinho recebe Fabinho Sapo e os dois abrem o verbo sobre as aberrações do utópico prefeito de Maricá Washington Nova York Lisboa Siqueira (o Quaquá - OLHA A FACA!!!).
Confira:
A GRANDE OBRA DO MESTRE OSIAS SILVEIRA: QUE MARICÁ CRIE O MUSEU ÀS MARGENS DO PARQUE NANCI
Ele chegou em Maricá no início da década de 90 e se instalou no Parque Nanci (na época, um local ainda rural, a beira da RJ 106 na altura do quilômetro 25), onde construiu sua vida e seu atelier.
Um dos maiores nomes das artes plásticas (ou visuais como alguns gostam de chamar), o também (e muito) artesão OSIAS SILVEIRA chegou por aqui com uma história e uma bagagem de fazer inveja.
Foi amigo pessoal de Raul Seixas (muito mais do que Paulo Coelho que acabou levando a fama de 'grande amigo do Malucos Beleza') como disse em várias entrevistas e ocasiões Kika Seixas, viúva de Raul. A filha do casal Seixas - Vivi - tinha por Osias um padrinho 'postiço'.
Foi Osias e sua mãe que abrigaram por algumas vezes o 'falido' Raul em sua residência do Jardim Botânico no Rio de Janeiro.
Mas Osias não era só o amigo do Maluco Beleza. Ele era modelo (desfilou em muitas passarelas da moda nas décadas de 70, 80 e até 90). Foi um grande vitrinista (quando essa profissão era valorizada) e criou peças famosas para lojas tradicionais como a LA MOANA e a Kahlil M. Gebara, maior reduto dos 'surfistas e bichos grilo do Rio de Janeiro, com diversas filiais pela zona sul carioca.
Osias Silveira é um artista plástico nato e grande vitrinista
Afro-descendente, nascido em 1946, cresceu no complexo comunitário no Horto - Jardim Botânico (RJ).
De origem simples, ajudava a família desde a pré adolescência; aos doze anos ele vendia laranjas na feira e levava o dinheiro para a sua mãe.
Aos dezessete anos, trabalhava como office boy numa Loja de Roupas de Moda em Ipanema. Nos intervalos, ele oferecia assistência e observava o trabalho do vitrinista conceituado no mercado da moda carioca dos anos sessenta, Jorge Moase, que viajou para a Europa. Surgiu a demanda para desmontar e remontar a vitrine, e Osias convence o chefe Kahlil que ele sabia fazer.
A vitrine ficou tão bem montada, que Kahlil convida Osias a montar outras vitrines, e logo, recomenda seu trabalho a outros amigos, incluindo um fornecedor, que contrata Osias com ganhos extremamente polpudos para a época e sua fama cresce no mercado da moda.
Nas décadas de 70 e 80, Osias se torna responsável pela criação e montagem das vitrines mais expressivas da Zona Sul Carioca. Com os lucros, ele compra um apartamento na rua Assis Brasil em Copacabana e esbarra com o novo morador do prédio, Raul Seixas e se tornam amigos, e Raul passa a frequentar o apartamento de Osias.
Nos anos 80, Raul conhece um momento difícil da vida de Osias, que após uma briga séria com sua esposa, levanta a moral do amigo, e saem juntos para a noite de Copacabana para se distrair.
No inicio dos anos noventa, Osias conhece Maricá e se apaixona pela vista dos lagos e da cidade. Desde a sua chegada, o artista se transformou numa referência cultural, montou uma casa no interior do Parque Nanci onde morou com sua segunda família, e teve mais dois filhos, ganhou de presente um ateliê na beira da estrada, onde vivia até o seu desencarne, e consolidou sua arte ecológica, aproveitando materiais inservíveis da natureza com folhas de palmeiras, coqueiros, cocos, madeiras, galhos, materiais naturais e reciclados.
Fez inúmeras exposições em Maricá (onde junto com o então amigo Sérgio da Porto das Tintas e do também amigo, produtor e jornalista Pery Salgado, criaram o projeto ARTE IN NATURA que posteriormente viraria ARTE NA ESTRADA (com teve dez edições), em galerias, no GAM (Grupo de Artistas de Maricá) e em outros locais, sempre pelas mãos do então seu maior divulgador, o jornalista Pery Salgado.
Fez também diversas exposições no Rio de Janeiro e em outras cidades (inclusive fora do Brasil), atendeu várias pessoas famosas, como Paulinho da Viola, Zeca Pagodinho (de quem era também amigo intimo) e Beth Carvalho, e acabou desenvolvendo ao máximo sua verve sambista, mas era no rock (inspirado por Raulzito) que seguia em frente, criando suas peças, fazendo seus eventos musicais, criando o 'Boteco do Raul' e criando no Parque Nanci às margens da RJ 106, a praça Raul Seixas (não reconhecida ainda oficialmente pela prefeitura de Maricá, mas um marco na cultura maricaense).
Querido por todos, sempre cercado de amigos e admiradores, nunca foi devidamente reconhecido em Maricá pelo poder público.
Em 2004, entregou nas mãos do produtor e jornalista Pery Salgado, um peça dizendo que gostaria que fosse um dos troféus do V FESTIVAL NACIONAL DE VOZ E VIOLÃO e a partir dai, suas produções ficaram conhecidas dos músicos e do mundo festivaleiro, sendo destaque em todas as edições do festival, com o TROFÉU RAULZITO!
Sofreu o 'pão que o diabo amassou' no período pandêmico e foi novamente o jornalista Pery Salgado (com apoio inicial do também artista plástico Valdo Lima) quem abraçaram Osias no momento de sufoco.
Foi finalmente aparecendo, passou (mesmo que por questões políticas nas eleições de 2024) a ser mais reconhecido e reverenciado e em 26 de maio, pelas mãos da vereador Andrea Cunha, FINALMENTE depois de décadas, recebeu o título de Cidadão Maricaense, na festa dos 212 anos da cidade, pouco menos de um mês da sua passagem para um outro plano, mas... foi (finalmente) reconhecido!
ÚLTIMA GRANDE EXPOSIÇÃO
Quando completou 80 anos, o Museu Casa Darcy Ribeiro em Corderinho abriu a exposição "Osias 80", uma homenagem ao artista.
A mostra ficou em cartaz por apenas um mês (deveria ter um espaço eterno na Casa de Cultura de Maricá ou mesmo na Casa Darcy Ribeiro, assim como no GAM e em outros espaços.
A exposição dos 80 anos de OSIOSVISKI como os amigos o chamavam apresentou três núcleos principais:
"Guerreiros, Santos, Loucos e Amigos” – Uma série de esculturas que celebraram figuras icônicas e personagens do imaginário popular, refletindo a forma como Osias enxerga o mundo.
“Contrariando o fim, o infinito potencial” – Obras que exploraram o reaproveitamento de materiais, desafiando a lógica do descarte e transformando resíduos em arte.
“A vitrine é uma cena, a oficina é um ensaio” – Um olhar sobre sua trajetória como vitrinista e cenógrafo, onde a estética e a narrativa caminham juntas.
Um pouco mais de Osias Silveira
Reconhecido por sua trajetória singular, Osias Silveira nunca se prendeu a rótulos. Sua relação com a arte começou quando era vitrinista no Rio de Janeiro, criando cenários inovadores que despertavam o interesse dos passantes. Ao longo da vida, transitou por diferentes áreas, passando pela moda e pelo carnaval, até encontrar sua verdadeira expressão na 'Arte in Natura', onde transformava folhas de Palmeira Imperial e outros elementos naturais em esculturas detalhadas, muitas em tamanho natural.
Amante de rock e amigo de inúmeros grupos de motociclistas, criou motos em tamanho natural com sua arte, que recebiam duas pessoas tranquilamente na sua carenagem de produtos inservíveis da natureza.
Para além da arte, Osias Silveira também tem uma forte ligação com a cultura popular. Criador do lendário bar Candongueiro, referência do samba de raiz em Niterói, já reuniu em suas rodas de música nomes como Nelson Sargento, Beth Carvalho e Zeca Pagodinho. No Carnaval, colaborou com a Escola de Samba Porto da Pedra, ajudando a desenvolver o enredo de 1997.
Sua oficina, localizada às margens da RJ 106, sempre foi um reflexo de sua visão de mundo. Em meio ao concreto da estrada, um pequeno portal de verde e criatividade se abre: pneus viram bancos, cipós formam balcões, garrafas de vidro decoram móveis e adesivos de motoclubes cobrem as paredes, formando um mosaico de experiências vividas. Ali, entre esculturas e lembranças, Osias recebia visitantes, amigos e curiosos, sempre disposto a contar histórias e compartilhar um copo de cerveja ou de vinho nestes últimos anos de existência.
Que Maricá (como sempre acontece na cultura brasileira) reverencie Osias em seu desencarne, que perpetue suas obras e que seu espaço vire um MUSEU DEDICADO AO NOSSO MALUCO BELEZA, AMIGO DE OUTRO MALUCO BELEZA!
O velório de Osias aconteceu às 14 horas da quarta feira 24/6 (capela 3) e o sepultamento às 15 horas no Campo Santo Cônego Batalha.




















































