domingo, 7 de junho de 2026

CENTRO DE HEMODIÁLISE INAUGURADO A 'MEIA BOCA' (???)



Uma comissão do CMS - Conselho Municipal de Saúde de Maricá, esteve no Centro de Hemodiálise Ronete de Souza Dias (Nete da Mumbuca) localizado no hospital municipal de São José do Imbassai (aquele que tem nome de genocida reconhecido pela ONU) para verificar as instalações e condições de funcionamento do novo aparato médico da cidade.

Composta por dois membros - Edson Gonçalves de Oliveira (secretário geral do CMS) e André Ricardo Gonçalves (ex-paciente renal), eles conversaram com a direção do hospital e verificaram que ainda faltam alguns pormenores para que  o centro de hemodiálise funcione plenamente.

Em suas redes sociais, André, escreveu: "Estive na clínica de hemodiálise de Maricá, foi entregue a obra, mas ainda falta algumas coisas para ser liberada para funcionamento.

É uma luta grande que começou algum tempo atrás vendo pacientes sofrendo tendo que sair do município para fazer tratamento em outros lugares.

Grande vitória, mas só será concretizada a realização, quando todos os pacientes estiverem fazendo hemodiálise no seu próprio município.

Obs: Muitos aproveitadores estão falando que a clinica já está funcionando e deixando os pacientes em desespero.

Vocês (Vereadores) que correram para suas redes sociais falando que clínica estava bombando, que na época da eleição se aproveitaram da pauta, e agora não vejo nenhum de vocês ajudando os pacientes, estão fazendo um desserviço a população, vão até o local ou mande seus assessores verificar realmente o que está acontecendo.

Vou continuar a fiscalizar e acompanhar até que o último paciente esteja regulado aqui no município."

Pelo o que a reportagem do Barão de INohan pode verificar, o problema maior agora é a devida regulação de todos os pacientes renais do município, para que possam começar efetivamente os tratamentos.





Guto Miguel fatura título de Roland Garros e se torna 1º brasileiro campeão juvenil do Grand Slam

Brasileiro de 17 anos vence americano, conquista troféu juvenil no saibro de Paris e vira novo número 1 do mundo entre os juvenis, igualando feito de João Fonseca


Guto Miguel se tornou neste sábado o primeiro brasileiro campeão juvenil de Roland Garros na chave de simples masculina. Primeiro cabeça de chave do torneio e então quarto do ranking, o goiano de 17 anos venceu o americano Michael Antonius (14º) em sets diretos para levar o troféu do Grand Slam de Paris - parciais de 6/3 e 6/4. Além do título inédito, o tenista deixou o saibro francês com o posto de novo número 1 do mundo entre os juvenis.

"É um sentimento de alívio e também de muita gratidão por tudo o que Deus tem feito na minha vida. Existe muito trabalho duro por trás disso, de toda a minha equipe e de todos que me acompanham há bastante tempo. Estamos colhendo alguns frutos agora, mas sei que ainda é apenas o começo. Sei que é um torneio juvenil, sei que é o número 1 do mundo juvenil, mas ainda existe muito pela frente na minha carreira profissional. É importante aproveitar esse momento, mas manter os pés no chão e continuar trabalhando. Ainda não aconteceu nada no profissional", disse o tenista, que é o 829º no ranking adulto.

A última vez que o Brasil esteve perto de conquistar o título juvenil masculino foi há quase 70 anos, quando Luís Felipe Tavares chegou à decisão em 1967. Antes dele, Edison Mandarino (1959) e Thomas Koch (1962 e 1963) também alcançaram a final da competição. Já Gustavo Kuerten, antes de escrever seu nome na história com os três títulos de Roland Garros na chave principal (1997, 2000 e 2011), levantou a taça juvenil de duplas no saibro parisiense, em 1994. No ano passado, Vitória Miranda foi campeã juvenil de simples e de duplas em cadeira de rodas.

Quando consideramos todos os Grand Slams, Guto Miguel se tornou o quarto tenista brasileiro campeão de simples no juvenil. O tenista de 17 anos se juntou a Tiago Fernandes (campeão do Australian Open em 2010), Thiago Seyboth Wild (US Open 2018) e João Fonseca (US Open 2023).

Guto Miguel é também o quarto brasileiro a alcançar o topo do ranking juvenil (sub-18), repetindo os feitos de Tiago Fernandes (2010), Orlando Luz (2015) e João Fonseca (2023). Ele já tinha assegurado o posto de líder quando se classificou para a final de Roland Garros, ultrapassando o búlgaro Ivan Ivanov.

O jogo

Favorito ao título, Guto Miguel nunca tinha enfrentado Michael Antonius. O brasileiro pressionou cada vez mais o serviço do americano de 17 anos até chegar à quebra no quinto game com duas lindas bolas curtas. Aí o novo número 1 do mundo cresceu e chegou a um triplo break e set point no nono game. Antonius se salvou, mas, na quinta oportunidade, Guto arrancou mais uma quebra contando com muitas bolas vencedoras para selar a vitória no set: 6/3.

Antonius esboçou uma reação com um break point logo no primeiro game do segundo set. Guto evitou a quebra e se manteve na liderança do placar. O brasileiro deslanchou no sexto e no sétimo games. Com lindas bolas, inclusive um lob, Guto fez oito pontos seguidos para vencer os dois games de zero e abrir 5/2. O americano, porém, não jogou a toalha, venceu o game de saque na sequência e devolveu a quebra quando Guto sacava para o título contando com muitos erros do brasileiro: 5/4. Guto voltou aos trilhos e no segundo break e match point fechou o jogo e o Grand Slam: 6/4.




MILEI CORTA PRIVILÉGIOS DE INTEGRANTES DO EXECUTIVO ARGENTINO


EXEMPLO A SER SEGUIDO AQUI NO BRASIL

O presidente da Argentina, Javier Milei, determinou o fim do uso permanente de carros oficiais e motoristas por ministros, integrantes do Poder Executivo e funcionários ligados à chefia de governo. Com a mudança, as autoridades deverão usar meios próprios de transporte na maior parte das situações do dia a dia, enquanto os veículos oficiais ficarão reservados apenas para casos específicos, com justificativa clara ou necessidade comprovada de segurança.

A decisão foi apresentada como uma forma de cortar privilégios e reduzir gastos públicos. A medida também tem forte peso simbólico, já que carros oficiais costumam representar status dentro da política. A mensagem do governo argentino é que, em um momento de ajuste fiscal, os próprios gestores públicos devem dar exemplo e tratar o dinheiro do contribuinte com mais responsabilidade. 





A SUPER BANANA DA POLINÉSIA

 Elas podem ser até maiores do que um antebraço! 


As bananas Hua Moa são tão grandes que muitas vezes deixam as pessoas maravilhadas quando as veem pela primeira vez. Nativas da Polinésia e muito populares no Havaí, essas frutas podem atingir entre 20 e 35 centímetros de comprimento e até 8 centímetros de espessura.

Enquanto uma banana tradicional geralmente cabe facilmente em uma mão, algumas bananas Hua Moa podem ter o mesmo comprimento de uma garrafa de água de 350 ml e pesar várias vezes mais do que uma banana média.

Sua aparência robusta e enorme fez delas uma das variedades mais impressionantes do mundo, ganhando cada vez mais popularidade nas redes sociais e entre colecionadores de frutas exóticas. 






sábado, 6 de junho de 2026

ABERTA A CAIXA PRETA DO FUNDO SOBERANO DE MARICÁ

 


Poucas cidades brasileiras receberam uma oportunidade tão extraordinária quanto Maricá. Impulsionada pelos royalties do petróleo, a cidade passou a arrecadar cifras que a colocaram entre os municípios mais ricos do país. Durante anos, a população ouviu promessas de transformação, modernização e prosperidade. A narrativa oficial sempre foi a mesma: Maricá estaria construindo um modelo inovador de gestão pública, capaz de garantir desenvolvimento sustentável para as atuais e futuras gerações. Entretanto, quando o cidadão comum deixa a propaganda institucional e volta seus olhos para a realidade cotidiana, surge uma pergunta inevitável: onde está toda essa riqueza?

O morador que aguarda meses por um exame especializado, que enfrenta dificuldades para conseguir consultas médicas, que convive com problemas de mobilidade urbana, que observa obras prometidas há anos sem conclusão e que percebe a crescente deterioração de serviços públicos básicos encontra enorme dificuldade para compreender como uma cidade que movimenta bilhões de reais continua convivendo com problemas tão antigos. O contraste é tão evidente que se tornou impossível ignorá-lo. Quanto maior o orçamento municipal, maior parece ser a distância entre o discurso oficial e a percepção de quem vive a cidade diariamente.

Talvez nenhum símbolo represente melhor essa contradição do que o Fundo Soberano de Maricá. Concebido para ser uma espécie de poupança das futuras gerações, o fundo foi apresentado como um instrumento moderno de preservação da riqueza produzida pelos royalties do petróleo. Em teoria, trata-se de uma iniciativa louvável. Diversos países produtores de petróleo utilizam mecanismos semelhantes para proteger suas economias contra oscilações futuras e garantir estabilidade de longo prazo. O problema não está na existência do fundo. O problema começa quando bilhões de reais passam a ser administrados por estruturas cuja transparência e governança passam a gerar questionamentos cada vez maiores.

A criação da Maricá Global Invest representou uma mudança significativa na gestão desses recursos. A nova estrutura recebeu competências relevantes relacionadas à administração dos ativos vinculados ao Fundo Soberano. Em outras palavras, uma parcela considerável do futuro financeiro da cidade passou a ser gerida por uma entidade criada especificamente para essa finalidade. Em um cenário ideal, isso deveria resultar em mecanismos ainda mais rigorosos de fiscalização, transparência e controle. Contudo, o que se observa é o surgimento de decisões que despertam dúvidas legítimas e exigem explicações convincentes por parte dos gestores públicos.

Entre essas decisões, destaca-se a contratação da empresa GS Strategy para prestar assessoria técnica em investimentos por um valor superior a oito milhões de reais. Segundo as informações divulgadas, trata-se de uma consultoria com caráter não discricionário, responsável por elaborar análises, recomendações, estudos de risco, relatórios de desempenho e estratégias de alocação financeira. Em outras palavras, não se trata da gestão direta dos recursos, mas de uma atividade essencialmente consultiva. A primeira pergunta que surge é inevitável: como foi definido um valor tão expressivo para esse tipo de serviço? A segunda pergunta é ainda mais relevante: quais critérios levaram à escolha dessa empresa específica?

O debate se torna ainda mais sensível quando são analisadas informações públicas relacionadas à estrutura societária da contratada. Registros empresariais indicam que a GS Strategy possui capital social de aproximadamente cem mil reais. Mais do que isso, sua composição societária inclui participação da Green Urban S.A., uma holding cujo capital social registrado seria de apenas mil reais. É importante deixar claro que não existe qualquer ilegalidade automática decorrente desses fatos. Empresas com capital social reduzido podem perfeitamente desenvolver atividades relevantes e holdings são instrumentos absolutamente legítimos dentro do ordenamento jurídico brasileiro. Contudo, quando uma empresa contratada para prestar serviços relacionados à gestão estratégica de patrimônio público bilionário apresenta esse perfil societário, torna-se natural questionar quais critérios foram utilizados para avaliar sua capacidade técnica, operacional e financeira.

A questão central não é a existência da empresa nem a estrutura societária adotada. A questão central é a transparência. Como foi demonstrada a notória especialização exigida pela legislação para uma contratação dessa natureza? Quais experiências anteriores da empresa justificaram sua escolha? Quais outras empresas foram analisadas? Quais estudos comprovaram a inviabilidade de competição? Quais mecanismos foram utilizados para verificar a compatibilidade entre o valor contratado e os preços praticados no mercado? Essas perguntas não são manifestações de radicalismo político. São exigências mínimas de qualquer sociedade que deseja acompanhar a aplicação responsável dos recursos públicos.

A situação ganha contornos ainda mais preocupantes quando se observa o histórico político da cidade. Maricá está sob administração do mesmo grupo político há muitos anos. A permanência prolongada de um mesmo projeto de poder produz efeitos ambíguos. De um lado, pode proporcionar continuidade administrativa. De outro, aumenta o risco de concentração excessiva de decisões, enfraquecimento dos mecanismos de controle e redução do espaço para questionamentos independentes. Quanto maior o volume de recursos públicos administrados, mais importante se torna a existência de fiscalização rigorosa e permanente.

É justamente nesse ponto que surge o maior paradoxo da gestão petista em Maricá. Nunca houve tanto dinheiro disponível. Nunca a arrecadação municipal atingiu níveis tão elevados. Nunca os gestores tiveram tantos recursos para investir em saúde, infraestrutura, mobilidade, segurança urbana e qualidade de vida. Ainda assim, o sentimento de insatisfação permanece presente em grande parte da população. Não porque a cidade não tenha realizado investimentos ou criado programas públicos, mas porque a dimensão dos problemas ainda existentes parece incompatível com a magnitude da riqueza disponível.

Enquanto milhões são direcionados para consultorias, estruturas administrativas e projetos financeiros sofisticados, muitos moradores continuam aguardando soluções para problemas básicos. O cidadão que passa horas tentando conseguir atendimento médico não se impressiona com apresentações sobre fundos de investimento. O trabalhador que enfrenta dificuldades de deslocamento não encontra conforto em discursos sobre estratégias financeiras. O morador que observa ruas sem manutenção adequada ou equipamentos públicos funcionando abaixo do esperado inevitavelmente se pergunta por que uma cidade tão rica ainda não conseguiu resolver desafios tão elementares.

A discussão sobre o contrato da GS Strategy é, portanto, muito maior do que um simples debate administrativo. Ela simboliza uma questão fundamental: quais são as prioridades da gestão pública em uma cidade bilionária? Quando milhões de reais são destinados a consultorias relacionadas à administração do patrimônio financeiro municipal, a população tem o direito de exigir transparência absoluta. Tem o direito de conhecer os estudos que justificaram a contratação. Tem o direito de compreender os critérios utilizados. Tem o direito de saber quem são os beneficiários finais das estruturas empresariais envolvidas. Tem o direito de verificar se os princípios da economicidade, eficiência e moralidade administrativa foram integralmente observados.

No final das contas, a riqueza produzida pelo petróleo não pertence a governos, partidos políticos ou gestores temporários. Ela pertence ao povo de Maricá. O Fundo Soberano não é patrimônio de uma administração. É patrimônio de gerações inteiras de maricaenses. Por isso, quanto mais dinheiro estiver em jogo, maior deve ser o nível de transparência exigido. Quanto mais sofisticadas forem as estruturas criadas para administrar recursos públicos, maior deve ser a fiscalização da sociedade. E quanto mais bilhões entrarem nos cofres municipais, mais legítimo se torna o questionamento que ecoa diariamente pelas ruas da cidade: se Maricá é uma das cidades mais ricas do Brasil, por que tantos cidadãos ainda têm a sensação de que essa riqueza nunca chegou até eles? 

por Thiago Nunes - Portal Inside



PESSOAS TRANS SEM COTA PARA VAGAS NA PREFEITURA DE MARICÁ

 Proposta, de autoria da vereadora Kelly Bernardos, previa reserva de vagas em órgãos públicos, empresas prestadoras de serviço e empresas privadas que recebem incentivos do município, mas procuradoria do município foi contra e prefeito vetou


A Prefeitura de Maricá comunicou à Câmara Municipal o veto total ao Projeto de Lei nº 150/2025, que criava uma  política de cotas afirmativas para pessoas trans no município. A proposta é de autoria da vereadora Kelly Bernardos e havia sido apresentada no Legislativo em junho de 2025.

O projeto previa a reserva de 5% das vagas de trabalho para pessoas trans em órgãos da administração pública direta e indireta, além de empresas concessionárias, permissionárias e autorizatárias de serviços públicos municipais. A medida também alcançaria empresas privadas situadas em Maricá que recebem incentivos fiscais, econômicos ou creditícios do poder público municipal.

Pelo texto, seriam consideradas pessoas trans aquelas que se identificam com um gênero diferente daquele atribuído no nascimento, incluindo travestis, transexuais e transgêneros, por meio de autodeclaração. A proposta também previa que o percentual fosse aplicado sobre o total de trabalhadores empregados pela instituição no território municipal.

Além da reserva de vagas, o projeto estabelecia que o cumprimento da cota seria uma condição para celebração, renovação ou prorrogação de contratos, convênios ou parcerias com o poder público municipal. Também poderia ser exigido para concessão, manutenção ou renovação de incentivos fiscais e econômicos concedidos pela Prefeitura.

Em caso de descumprimento, o texto previa sanções como advertência formal, suspensão de benefícios fiscais ou incentivos e até rescisão de contratos, sempre mediante processo administrativo.

Na justificativa, a vereadora defendeu que a proposta tinha como objetivo enfrentar a exclusão histórica da população trans no mercado formal de trabalho. 

O texto cita dados da Associação Nacional de Travestis e Transexuais, apontando que grande parte das pessoas trans ainda recorre à informalidade ou à prostituição como forma de sobrevivência, reflexo da discriminação e da falta de oportunidades.

O documento protocolado na Câmara informa que o veto total foi comunicado pela Prefeitura por meio do Ofício PMM/GAB nº 0490/2025, com data de 25 de setembro de 2025. O processo aparece registrado sob o número 3263/2025.

Apesar da comunicação do veto, o documento disponibilizado no processo não apresenta, no material analisado pelo Maricá Info, a justificativa detalhada do Executivo para barrar integralmente a proposta.

Com o veto total, a criação da cota trans deixa de avançar neste momento e o tema volta ao debate  político na cidade. A proposta colocava Maricá no centro de uma discussão sobre inclusão, empregabilidade e  políticas afirmativas para uma população que ainda enfrenta grandes barreiras de acesso ao mercado formal de trabalho.








FUNCIONÁRIOS DA UNIÃO NORTE PASSAM SUFOCO E DESRESPEITO

 


O ativista Fabinho Sapo foi na noite da quarta feira (03 de maio) na garagem da UNIÃO NORTE empresa terceirizada pela SOMAR (serviços de obras de Maricá) e responsável pela coleta de lixo residencial e comercial em Maricá, para ouvir os funcionários, que reclamam de assédio moral pelo encarregado que os obriga a trabalhar além do horário pré-estabelecido em contrato.

Reclamam também que os caminhões DEVEM sair com três coletores (além do motorista), mas nos últimos meses a maioria dos veículos tem saído apenas com dois coletores, aumentando a carga de serviço para os profissionais.

Além destas irregularidades, Fabio constatou que vários veículos estão em condições precárias de uso e alguns parados, não cumprindo o contrato acordado. Funcionários não estão tendo reposição de uniformes e EPI - equipamento de proteção individual, trabalhando até com botas furadas.

Mais dinheiro público sendo jogado no lixo e mais profissionais sendo tratados literalmente com descaso, como se fossem LIXO!

OLHA A FACA!!!







sexta-feira, 5 de junho de 2026

Mais uma edição da Feira da Agricultura Familiar e do Baldinho do Bem no sábado (06/06)

 Evento na praça agroecológica de Araçatiba reúne produtos de agricultores e artesãos e incentiva a entrega de resíduos orgânicos no Projeto Municipal de Compostagem, o Baldinho do Bem


Agora com duas edições Araçatiba, a Secretaria de Agricultura e Pecuária, realiza no sábado (06/06), das 8 às 13 horas, mais uma edição da Feira da Agricultura Familiar, na Praça Agroecológica Emilton Santos. A programação reúne produtores rurais, produtores artesanais, artesãos e expositores locais, com oferta de alimentos frescos, produtos orgânicos, gastronomia artesanal e itens de produção própria com o melhor do artesanato local.

O evento conta ainda com ação de recolhimento de resíduos orgânicos para os voluntários do Projeto Municipal de Compostagem, o “Baldinho do Bem”, a partir das 9h. As pessoas que desejam participar da iniciativa também poderão se cadastrar por meio de QR Code disponível na praça.

Durante a feira, o público poderá encontrar itens hortifrutigranjeiros, plantas, geleias, pães, biscoitos, massas e bebidas artesanais, como licores, cervejas e cachaças. O espaço também contará com venda de artesanato e opções gastronômicas, fortalecendo o contato direto entre quem produz e quem consome.

DUAS EDIÇÕES

No sábado 16 de maio, aconteceu pela primeira vez, a segunda edição mensal da Feira em Araçatiba, uma demanda de mais de um ano de expositores, que vinham pedindo mais uma edição em Araçatiba, na primeira e terceira semana do mês. E de fato aconteceu e foi um enorme sucesso, apesar da pouca divulgação pelos meios de comunicação da prefeitura e da maioria das mídias maricaenses.

A partir então do mês de maio, o primeiro e o terceiro sábado de cada mês acontecerá a feira na praça agroecológica em Araçatiba e no quarto sábado (expositores ainda não conseguiram entender por que não no segundo), a edição da feira em Itaipuaçu, que após um ano e quatro meses, retorna para a rua dos Lírios, aproveitando o sucesso da Feira Livre de São Bento da Lagoa que acontece todos os sábados das 6 às 20 horas no local.










ESCÂNDALO: EMPRESA RECEBE R$ 8,9 MILHÕES PARA DIZER PARA PREFEITURA ONDE INVESTIR




 O ativista e líder comunitário Thiago Nunes entregou ao MPRJ - Ministério Público do estado do Rio de Janeiro (confira documentação na íntegra acima), documentação contra a MARICÁ GLOBAL INVEST, empresa contratada pela prefeitura de Maricá para gerir o FUNDO SOBERANO da cidade (hoje em cerca de R$ 2,5 bilhões) além de outros recursos advindos de fundos do governo federal tais como educação, saúde, meio ambiente dentre outros, após esta pagar R$ 8.109.000,00 para um empresa chamada GS STRATEGY com R$ 100.000,00 de capital social para o serviço de CONSULTORIA onde a mesma deverá fazer relatórios, assessoria e indicações, embora a empresa nos cadastros da receita federal não esteja registrada para estes fins, e sim para 'Gestão Empresarial', onde dentro de sua estrutura societária, aparece uma HOLDING (*) chamada GREEN URBAN com apenas R$ 1.000,00 de capital social. Como uma empresa com aporte de apenas R$ 1.000,00 e sendo HOLDING poderá assegurar e controlar sua principal acionista com capital de R$ 100.000,00?

Mas o mais grave e gritante, é que todo este valor pago (R$ 8.109.000,00) é apenas para dizer onde a prefeitura de Maricá deverá colocar e/ou usar o dinheiro do Fundo Soberano. A incompetência dos nossos gestores é tão grande que não conseguem enxergar aonde devem aportar estes preciosos recursos (já que o prefeito afirma que é melhor usar do que deixar no banco - como uma poupança e com a finalidade inicial do Fundo Soberano - para dar lucro para banqueiro?).

No vídeo, Thiago Nunes fala mais sobre o assunto e entrega no MPRJ representação contra essas empresas e contra a MALVERSAÇÃO (**) do dinheiro público do cidadão maricaense.

(*) Uma holding é uma empresa criada com o objetivo principal de administrar, controlar e gerenciar o patrimônio (bens, imóveis, empresas e participações) de outras empresas ou de uma família. O termo vem do inglês "to hold" (deter, segurar) e funciona como uma estrutura "guarda-chuva".

(**) Malversação refere-se ao ato de gerir mal, de forma ruinosa ou fraudulenta, negócios ou recursos (públicos ou privados). O termo abrange tanto a incompetência administrativa (desperdício) quanto o desvio intencional de verbas e bens para benefício próprio.