quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Maricá receberá o 13º Batalhão da PM. Por que será que tudo em Maricá é 13?

 BATALHÃO OU COMPANHIA INDEPENDENTE, O QUE SERIA MELHOR?

Reforço na segurança é comemorado, mas o simbolismo do número 13 não passa despercebido em Maricá

Batalhão ou Companhia Independente?

Há muitos anos que grupos vem se organizando para pedir um batalhão ou uma companhia independente para Maricá, onde dentre destes grupos destacamos a longeva e eficiente atuação do CCS Maricá (Conselho Comunitário de Segurança ligado ao ISP - Instituto de Segurança Pública do governo do estado do Rio de Janeiro) que defende que uma Companhia Independente seria o ideal para o município.

Mas quais são as diferenças básicas entre Batalhão e Companhia Independente (defendida pelo CCS)?

Um batalhão dificilmente se restringirá a um bairro ou a um município (no caso das cidades do interior do estado). Segundo o governo Cláudio Castro, a negociação com o governo de Maricá (que tem a frente o petista Washington Siqueira - o Quaquá) garantiria que o batalhão (que terá GRANDE PARTE DAS OBRAS BANCADAS PELA PREFEITURA MARICAENSE) seria exclusivo de e para Maricá (será???).

Ainda assim, um batalhão pelo seu tamanho normalmente possui na sua área administrativa, um contingente de cerca de 30% do seu efetivo total, o que pode fazer até com que DIMINUA O ATUAL EFETIVO (já minúsculo) da 6ª Cia do 12º BPM, que tem no comando o Major Yeddo Abreu (6ª Cia) e o Coronel Oliveira (12º BPM). Damos como exemplo o atual contingente da 6ª Cia, hoje com cerca de 110 policiais. Se na composição do novo Batalhão, o contingente total for de 150 policiais, 30% ficando no administrativo (45 policiais), apenas 105 ficarão à disposição para os serviços de patrulhamento nas ruas.

Já, em uma companhia independente, o contingente administrativo fica em torno de 10% do total. Fazendo a mesma conta de 150 policiais da companhia independente, cerca de 130 a 135 ficariam à disposição para os serviços de patrulhamento nas ruas.

POR QUE TUDO EM MARICÁ É 13?

A construção do 13º Batalhão da Polícia Militar em Maricá foi anunciada pelo governador Cláudio Castro como mais um passo no fortalecimento da segurança pública no Leste Fluminense. Vários outros batalhões também foram anunciados. A medida representa, de forma objetiva, um avanço importante para a cidade, ampliando a presença do Estado, o policiamento ostensivo e a capacidade de resposta das forças de segurança.

Coincidências à parte, ou talvez não, o número escolhido para o novo batalhão chama atenção. O 13, amplamente conhecido como símbolo histórico do Partido dos Trabalhadores, surge em uma cidade onde seus dirigentes (principalmente os da linha de Washington Siqueira (o Quaquá) fazem questão de ostentar, sem qualquer pudor, sua identidade ideológica de extrema esquerda.

Em Maricá, o vermelho não é apenas uma cor: é praticamente uma política pública. Prédios públicos pintados nessa tonalidade, ônibus gratuitos batizados de “Vermelhinhos” e até o hospital municipal que leva o nome de torturador, genocida, reconhecido pela ONU (e que nos recursamos a escrever e pronunciar) ajudam a compor um cenário onde o alinhamento político não passa despercebido e muito menos disfarçado.

Diante desse histórico, fica difícil tratar a escolha do 13º Batalhão como mera casualidade administrativa. Pode até ter sido coincidência, mas, considerando o contexto da cidade, soa improvável que o número tenha passado despercebido ou sido fruto apenas de uma sequência burocrática, mas sabemos que o 13º BPM (antes localizado na praça Tiradentes no centro do Rio de Janeiro) foi fechado na década de 80, ficando o número vago.

Ainda assim, é preciso registrar: independentemente do simbolismo, a chegada do novo batalhão (ou de uma companhia independente, agora cada vez mais distante dos anseios de muitos) é um feito relevante para a população. Segurança pública não tem cor partidária, ou ao menos, não deveria ter, e o reforço da Polícia Militar atende a uma demanda concreta dos moradores.

Resta saber se, em meio a tantos símbolos ideológicos já incorporados à paisagem urbana, o azul da farda conseguirá se destacar em uma cidade onde o vermelho parece ser sempre prioridade.

SALVE O SANGUE AZUL!!!





RENATO MACHADO VAI A AUDIÊNCIA NA 6º FEIRA (06/02) POR ACUSAÇÃO DE MORTE DE ROBSON GIORNO

 Ministério Público aponta o parlamentar como mandante de um homicídio encomendado em 2019; caso será analisado pelo Tribunal do Júri em fevereiro


O deputado estadual Renato da Costa Machado, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), vai enfrentar uma audiência na SEXTA FEIRA 06 DE FEVEREIRO por uma acusação grave: ter mandado executar Robson Ferreira Giorno proprietário do jornal O MARICÁ, assassinado a tiros em 2019, em Maricá.

A denúncia foi apresentada pelo Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, e aponta que o crime foi planejado, encomendado e executado de forma fria e premeditada, em frente à casa da vítima na estrada do Boqueirão (avenida Ivan Mundim) no final da noite do dia 25 de maio de 2019.

Apesar da gravidade da acusação e do avanço do processo na Justiça, o caso é tratado, nos bastidores, como um verdadeiro tabu dentro da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Internamente, tudo indica que o assunto praticamente não é comentado, não há registros de debates públicos sobre o tema e tampouco pedidos formais de afastamento do parlamentar enquanto o processo segue seu curso.

Ministério Público diz que deputado foi o mandante

De acordo com a acusação, Renato Machado teria sido o mandante do homicídio, ou seja, a pessoa que idealizou e determinou a morte do jornalista. Segundo os promotores, o parlamentar teria agido por vingança, motivado por críticas e reportagens feitas por Robson Giorno (foto acima), que atingiam sua reputação pessoal e política no caso da orgia dentro da prefeitura com funcionárias dentre elas Vanessa da Mata (conhecida por Alicate - foto abaixo), fato desmentido por Renato.

Ainda conforme a denúncia, o jornalista foi surpreendido ao sair de casa e atingido por vários disparos de arma de fogo em regiões letais do corpo, como cabeça e tórax, sem qualquer chance de defesa. O crime aconteceu em via pública, colocando outras pessoas em risco.

Execução teria contado com intermediária e pistoleiros

O Ministério Público afirma que o assassinato não foi um ato isolado. A denúncia descreve uma estrutura criminosa, com divisão de tarefas, destacando um núcleo CRIMINAL, e um núcleo FINANCEIRO com diversos nomes conhecidos de Maricá nesta lista. Uma mulher (Vanessa Alicate), apontada como intermediária, teria acionado dois homens conhecidos na região para executar o crime (Rodrigo Negão posteriormente assassinado e um policial militar até agora foragido).

Esses dois acusados são descritos como figuras temidas em Maricá e teriam ficado de tocaia aguardando o momento certo para matar o jornalista, sempre, segundo a acusação, a mando do deputado estadual.

Crime qualificado e julgamento pelo Tribunal do Júri

O caso tramita no Tribunal do Júri, responsável por julgar crimes dolosos contra a vida. O Ministério Público sustenta que o homicídio foi qualificado por diversos agravantes, como motivo torpe, execução surpresa e perigo comum.

Além da condenação, os promotores pedem medidas cautelares, como a proibição de contato com testemunhas e restrições de deslocamento dos réus fora do estado do Rio de Janeiro.

A audiência marcada para 06 de fevereiro (sexta feira) pode ser um passo decisivo para o futuro do processo. O Jornal Barão de Inohan assim como todas as mídias locais, regionais e várias nacionais estarão atentas ao desdobramento.

O processo tem 3645 páginas e em breve será divulgado pelo Jornal Barão de Inohan surpreendendo muitos maricaenses e colocando em polvorosa grandes nomes locais.

matéria baseada em informações dos jornais O GLOBO, CNN Brasil, TEMPO REAL, NOTÍCIA DO RIO, BARÃO DE INOHAN, A TRIBUNA, O FLUMINENSE, JORNAL DO BRASIL, EXTRA e METRÓPOLES.





Mulher é presa em hospital após matar a facadas namorada do ex-companheiro e esfaquear homem em bloco de carnaval

 


Crimes aconteceram após uma prévia de carnaval no bairro da Mustardinha, na Zona Oeste do Recife. Polícia Civil investiga o caso como homicídio e tentativa de homicídio.

Uma mulher de 21 anos foi presa em flagrante por matar a facadas a atual companheira do seu ex-namorado (veja vídeo acima). O crime aconteceu na noite do sábado (31/01), após a prévia carnavalesca do Bloco do Papada, no bairro da Mustardinha, na Zona Oeste do Recife. O homem, que tentou defender a namorada, também foi esfaqueado na perna.

A Polícia Militar informou que a agressora fugiu do local do crime, mas depois foi encontrada na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Curado. Ela buscou atendimento médico após também ficar ferida durante a briga. A mulher foi transferida para o Hospital da Restauração, no bairro do Derby, no Centro do Recife, onde seguia internada sob custódia nesta segunda-feira (2), com quadro estável.

A jovem que morreu foi Maria Luiza Costa da Silva (18) e conhecida na internet como “Malu Constantine”. A outra vítima, seu namorado, foi Gabryel Nascimento da Silva (27), que recebeu alta após atendimento médico. 

A agressora foi identificada como Kallyne Santos da Silva (21 - foto abaixo). 

De acordo com o Ato de Prisão em Flagrante Delito, Gabryel contou à polícia que estava com sua namorada, Maria Luiza, saindo de um bar, na Rua Mário Líbano, quando se deparou com sua ex-namorada, Kallyne. 

A ex (foto abaixo) estava com uma faca e, numa discussão, começou a esfaquear a atual companheira dele.

Ao tentar defender a namorada, Gabryel também foi esfaqueado na coxa. Ainda na briga, a namorada conseguiu puxar a faca e golpeou a agressora na barriga. 

O casal foi levado para UPA dos Torrões por um carro particular que passava no local, mas Maria Luiza não resistiu aos ferimentos.

A Polícia Civil informou que investiga o caso, que foi registrado como homicídio e tentativa de homicídio pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que fica no bairro do Cordeiro, também na Zona Oeste do Recife.





ALERTA SOBRE A ASSUSTADORA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

 


Ela chegou e já está dominando o mundo. Bom, sem exageros, se ainda não domina o mundo, já domina totalmente a internet e suas publicações. É a tla da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL que está ficando perigosamente cada vez mais REAL. Essa tecnologia está avançando rápido demais.

O que você vai ver nesse vídeo abaixo, foi feito com o novo modelo Kling 2.6 Motion Control.

Não é ator. Não é maquiagem. É apenas a tal de I.A..

DeepFake hoje não é mais coisa de filme. Qualquer pessoa com um computador já consegue fazer funcionar.

Isso tem um lado bom, pois barateia por demais qualquer produção, seja de publicações, de anúncios, de streamings, e até de filmes curta, média e longa metragem.

Democratiza efeitos de nível Hollywood. Dá poder criativo pra quem nunca teve, mas poderá retirar um batalhão de profissionais da área de entretenimento.

Além disso, há também tem um risco enorme, pois voltando para cá, este ano é ano de eleição no Brasil.

E a gente sabe como os grupos de WhatsApp ficam. As fakes news proliferam e agora com estes recursos... meu Deus, o que poderá acontecer?

Hoje já dá pra criar vídeos falsos com rostos e vozes que parecem reais.

De políticos, de famosos, de qualquer pessoa.

Por isso é importante preparar quem está perto de você desde agora.

Mostre esse vídeo abaixo para os seus pais, para os seus avós e para quem ainda acredita em tudo que vê na internet só porque “parece real”.

Porque parecer real não quer dizer que é.

A tecnologia é só uma ferramenta.

O que muda é como a gente escolhe usar.

Fiquem atentos!!!






AGRICULTORES DO ESPRAIADO RECLAMAM DE FURTOS DE AIPIM DESTINADOS A MERENDA ESCOLAR (vídeo)


 Os casos infelizmente se repetem, mas na quarta feira 04 de fevereiro, agricultores das fazendas no Espraiado que organizam maravilhosamente (mesmo com poucos recursos e falta de segurança) plantações de diversos produtos, vieram à público denunciar os furtos que estão acontecendo quase todos os dias dos cultivos realizados no Espraiado.

Não bastasse os furtos (desviando produtos destinados a merenda escolar de Maricá), os agricultores reclamam que os MELIANTES estão entrando nas plantações e destruindo muitos pés de aipim e roubando pés que ainda estão em fase de crescimento.

São poucos agricultores (a maioria da Associação de Agricultores do Caju), mas são unidos e afirmam que apesar do triste fato, não irão desistir e entregarão produtos de qualidade para a merenda escolar das escolas maricaense. Mas pedem mais segurança, mais atenção e mais recursos para que possam melhorar cada vez mais esses cultivos.

ATENÇÃO SECRETARIA DE AGRICULTURA E PECUÁRIA, ATENÇÃO SECRETARIA DE SEGURANÇA CIDADÃ, vamos dar mais atenção a estes agricultores e acabar com estes furtos e destruições.





quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

'SALVADOR DA PÁTRIA': PREFEITO DIZ QUE FUNDO SOBERANO QUASE FOI PARA O MASTER. Mais pancada em Fabiano!!!


No lançamento da pedra fundamental do Plaza Maricá Shopping (que ainda não achamos nenhum marco comemorativo ao feito), na sexta-feira (30/01), muita roupa suja foi lavada e mais uma vez em um discurso mais tentando explicar os desmandos do seu governo e aproveitando a deixa para dar mais pancadas em seu antecessor - Fabiano Horta (sua criação), o prefeito Washington Siqueira (o Quaquá) quase se colocando como um 'SALVADOR DA PÁTRIA' falou  sobre o Fundo Soberano de Maricá, a principal reserva financeira do município, afirmando que no final do governo Horta os recursos bilionários do fundo poderiam ter sido direcionados ao Banco Master, mas que a operação teria sido impedida por ele ao dizer que "NÃO FAÇAM ISSO, TODO MUNDO SABE QUE ESTA MERDA VAI QUEBRAR". Visionário com sua bola de cristal, mais de um ano antes da intervenção da instituição financeira pelo Banco Central o prefeito ainda acusou um 'malandro vindo de Brasília' dizendo que o deputado estadual Renato Machado sabia muito bem quem era!!! (???).

Então, lá no passado, a, a, o malandro que veio de Brasília pra cá, Renato, tu sabes quem eu tô falando, tava negociando botar o fundo soberano de Maricá no banco Master. Master! Nós entramos e ‘não bota que esta merda, todos os nossos amigos do mercado financeiro tão dizendo que esta merda vai quebrar, não façam isso, não façam isso!’. Os nossos dois bilhões iam pro Master, se a gente não intervém” bradou o Salvador da Pátria, nosso 'Sassá Mutema, ou QUAQUÁ MUTEMA!"

Como os recursos eram aplicados

Ainda segundo o atual prefeito, o Fundo Soberano de Maricá que foi estruturado ao longo da gestão do ex-prefeito Fabiano Horta, com recursos principalmente dos royalties do petróleo, priorizava investimentos conservadores, com alocação em instituições seguras como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, em um modelo voltado à preservação do capital e da segurança financeira. Em nenhum momento (a não ser nos bastidores) foi ventilado a possibilidade de transferir para bancos particulares ou fundos financeiros.

Estratégia do atual prefeito: investir na própria cidade

Mas para Washington Siqueira (o Quaquá), o modelo atual mudou e os recursos do fundo passariam a ficar sob gestão de uma empresa que iria gerenciar e promover aplicações e investimentos na própria cidade. Para tanto, foi criada a Maricá Global Invest, empresa criada pelo município para atuar em investimentos estratégicos, gerando mais despesas para o erário público.

A proposta, deste novo modelo de gerenciamento dos ativos,  é usar o dinheiro não apenas como reserva, mas como instrumento direto de desenvolvimento econômico local, com participação em empreendimentos estruturantes, como o Plaza Maricá Shopping, o complexo turístico-residencial Maraey e diversas compras de terrenos e imóveis por todo o município e ainda segundo o prefeito, podendo até comprar terras e imóveis em outros municípios (???!!!???).

Segundo o prefeito 'Maricá tem que tratada como uma “empresa”, usando o capital acumulado para impulsionar geração de empregos, indústria, turismo e arrecadação futura', mas o que vemos hoje são apenas promessas de investimentos e poucas realizações reais.

Investimento com potencial mas também de grande risco

No entanto, essa mudança de aplicações e gerenciamento dos recursos do Fundo Soberano também altera o perfil de risco destes recursos. Enquanto as aplicações financeiras tradicionais em bancos públicos são seguras com lastro do governo federal, investimentos em grandes empreendimentos dependem de vários fatores para gerarem o devido retorno, como:

- efetiva geração de empregos primários, secundários e terciários

- condições do mercado imobiliário e potencial turístico do empreendimento; 

- a capacidade de atrair público para o empreendimento entregue, posteriormente atraindo mais empresas e novos investidores (é a roda da economia girando)

- o cenário econômico nacional e internacional e o mais importante

- a conclusão das obras, ou seja, o retorno é minimamente de médio e longo prazo.

Ao invés de enaltecer e tentar 'vender' o 'shopping estatal, discurso ficou voltado ao Fundo Soberano, proibição de viagem à Portugal (pela morte do juiz federal e do seu piloto pelo impedindo de pousarem no então aeródromo de Maricá) e a bater um pouco mais no ex-prefeito

Ao citar o caso do Banco Master como exemplo de risco evitado e, ao mesmo tempo, defender a aplicação em grandes projetos na cidade, o prefeito colocou em pauta duas visões sobre o uso do dinheiro público: preservação financeira versus aposta em empreendimentos estruturantes para alavancar o desenvolvimento de Maricá. E o povo como fica?

FAÇAM SUAS APOSTAS!!! (Quem tem fé, reza!)





VEREADOR NETUNO FALA DAS OBRAS DO PLAZA MARICÁ

 O GOVERNO QUER TORRAR R$ 230 MILHÕES EM UM SHOPPING QUE DEVERIA SER DA INICIATIVA PRIVADA.


Em suas redes sociais, o vereador Ricardo Gutierrez (Ricardinho Netuno) denuncia mais obra da prefeitura de Maricá, agora, do PLAZA SHOPPING. Confira:

"Mais uma prova na minha opinião de como o governo do PT sufoca a cidade com decisões centralizadoras.

Nenhum empresário se interessa em investir? Claro: o Estado toma tudo pra si.

E quando o governo constrói, todo mundo já imagina o resultado: um projeto enorme que acaba servindo para privilegiar aliados e “amigos do poder”.

É isso que eles fazem e fazem muito bem", falou o vereador.





MARICÁ: QUANDO O PREFEITO VIRA LEI (TVC)

 O teatro das promessas bilionárias enquanto a cidade afunda


Washington Quaquá mantém uma relação peculiar com a lei: ela só vale quando não o atrapalha. A Lei Orgânica do Município, a Lei de Responsabilidade Fiscal e a própria Constituição Federal são claras ao estabelecer que recursos públicos municipais devem atender ao interesse local e respeitar o princípio da territorialidade.

Direcionar verbas para projetos internacionais, ainda que travestidos de “parcerias”, não é permitido.

Mesmo assim, Quaquá insiste em agir como se as leis fossem meras sugestões. Em Maricá, sob sua gestão, o ordenamento jurídico parece flexível. Especialmente quando o assunto envolve viagens, anúncios internacionais e promessas bilionárias.

Quaquá não se comporta como um prefeito comum. Ele governa como se estivesse acima das regras que vinculam qualquer administrador público.

O “PAÍS DE QUAQUÁ”

Enquanto assinava uma carta de intenções em Madri, utilizando recursos públicos para promover um projeto turístico internacional, a realidade em Maricá seguia outra: escolas sem estrutura, unidades de saúde sem medicamentos, bairros abandonados e famílias sem serviços básicos.

Não se trata de coincidência. Trata-se de prioridade.

A Lei de Responsabilidade Fiscal determina que os recursos municipais devem ser aplicados em benefício direto da população local. Quaquá conhece essa regra. Mas escolheu ignorá-la. Criou, assim, uma lógica própria: austeridade para o povo, espetáculo para o exterior.

Para Maricá, cortes e abandono. Para a Europa, apresentações teatrais de projetos futurísticos que só existem em slides. Para o prefeito, viagens internacionais financiadas com dinheiro que deveria garantir remédios, água e dignidade.

ENQUANTO O PREFEITO VIAJA, A CIDADE SANGRA

Saúde em colapso

Pacientes diabéticos aguardam insulina que não chega. Unidades Básicas de Saúde funcionam precariamente. Hospitais operam superlotados, com falta de leitos, medicamentos e equipamentos. Profissionais trabalham no limite.

Esse cenário convive com o anúncio de R$ 1,5 bilhão destinados ao chamado “Complexo Maraey”, um projeto que, até agora, não saiu do papel.

Quantas insulinas poderiam ser compradas com esse valor? Quantas vidas poderiam ser preservadas?

Educação em ruínas

Maricá ocupa posições vexatórias nos indicadores educacionais. Professores enfrentam atrasos salariais recorrentes. Escolas funcionam com telhados comprometidos, mobiliário precário e laboratórios inexistentes.

Durante campanhas, Quaquá visita essas escolas, promete mudanças e desaparece em seguida para compromissos internacionais. Com R$ 1,5 bilhão, seria possível construir dezenas de unidades escolares completas, investir em capacitação docente e mudar o futuro de uma geração. Mas o dinheiro segue para hotéis imaginários.

Infraestrutura inexistente

Cerca de 81% dos domicílios de Maricá não possuem acesso à água tratada. A população depende de poços e soluções improvisadas. O saneamento básico segue como promessa eterna.

Ainda assim, a prioridade anunciada é um complexo turístico de luxo, com hotéis cinco estrelas, voltados a um público inexistente em uma cidade que não atende nem suas necessidades básicas.

Desemprego e ilusão

Milhares de moradores enfrentam o desemprego enquanto o prefeito anuncia “18 mil empregos temporários” vinculados a um projeto que se resume a uma carta de intenções assinada no exterior. Empregos de um empreendimento que não existe.

Dados reais sobre desemprego, renda per capita e pobreza não aparecem no discurso oficial. Números concretos nunca foram o forte dessa gestão.

A FARSA MATEMÁTICA

Maricá possui cerca de 1.500 leitos de hospedagem. Mesmo com ocupação total durante todo o ano, a cidade não comportaria mais que aproximadamente 547 mil pernoites anuais. Falar em 1,5 milhão de turistas é matematicamente impossível.

Isso não é opinião. É cálculo básico.

O prefeito sabe disso. Seu secretariado sabe. Os consultores contratados com dinheiro público também sabem. Ainda assim, o número é repetido exaustivamente. Não para convencer, mas para justificar gastos, contratos, viagens e estudos.

Não é planejamento. É encenação.

UM HISTÓRICO QUE NÃO DESAPARECE

Quaquá não é um novato em denúncias e condenações. Seu histórico inclui condenações judiciais, declarações de inelegibilidade, rejeições de contas e múltiplos processos envolvendo má gestão administrativa.

O padrão se repete: problemas graves na administração seguidos por anúncios grandiosos, sempre prometendo um futuro que nunca chega.

O ELEFANTE BRANCO CHAMADO MARAEY

O “Complexo Maraey” tende a seguir o roteiro conhecido: contratos, consultorias, estudos intermináveis e nenhuma obra concluída. O histórico de projetos comprados sem execução concreta reforça esse padrão.

Não se trata de construir. Trata-se de gastar, justificar e manter a engrenagem política funcionando.

A PERGUNTA QUE INCOMODA

Quem se beneficia com R$ 1,5 bilhão?

Certamente não é o povo de Maricá, que continua enfrentando filas na saúde, precariedade educacional, falta de saneamento e desemprego. O benefício real parece concentrado em contratos, licitações direcionadas e consultorias milionárias.

A LEI IGNORADA

A legislação é clara: recursos públicos municipais devem atender às necessidades locais. Desviar esse foco para projetos especulativos internacionais não é apenas má gestão. É violação legal.

Em Maricá, porém, a lei parece maleável quando confronta o poder.


CONCLUSÃO

Maricá vive sob uma gestão onde a lei se curva à vontade de um homem. Um homem com histórico de condenações e irregularidades, que governa como se estivesse acima das regras.

O povo merecia água tratada, escolas estruturadas, saúde funcionando e dignidade. Recebe, em troca, promessas internacionais e hotéis que não existem.

A fraude está nos números. A ilegalidade está nos atos. A realidade está nas ruas.

Resta saber se alguém terá coragem de responsabilizar quem transformou Maricá em palco de promessas vazias enquanto a cidade sangra.

Jornalista cobra MP por inércia diante de denúncias em Maricá

O jornalista Marcelo Cerqueira, “JORNAL NAPAUTA”, esteve na sede do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, no Centro do Rio, para cobrar providências diante do que classifica como uma grave omissão do órgão em relação a denúncias envolvendo a administração pública de Maricá.

No vídeo, Cerqueira afirma que o município acumula mais de 50 procedimentos arquivados ou engavetados de forma indevida ao longo dos últimos anos, muitos deles acompanhados de provas.

Segundo ele, há casos que se arrastam desde 2012 e 2013 sem qualquer desfecho, enquanto arquivamentos recentes chegaram a ser questionados por instâncias superiores do próprio Ministério Público.

A cobrança do jornalista não se refere a um único episódio, mas a um histórico de denúncias já levadas à Câmara Municipal, inclusive pelo vereador Ricardinho Netuno, que aponta crimes em andamento sem resposta institucional.

O vídeo é um retrato da insatisfação crescente com a atuação do Ministério Público em Maricá e reforça a percepção de que, enquanto denúncias se acumulam, procedimentos não avançam e nenhuma responsabilização ocorre.


matéria transcrita na íntegra da TVC - Tv Copacabana





VOCÊ SABE COMO COMEÇOU A 'CAOA'?

 1979, Paraíba.


Carlos Alberto de Oliveira Andrade comprou um Ford Landau. 
Mas a concessionária faliu antes de entregar o carro. Qualquer um teria entrado na justiça. Ele fez o contrário. Assumiu a concessionária inteira como compensação.

Um carro virou um negócio. E esse negócio virou o início da Caoa. O Dr. Caoa tinha algo que ninguém tinha na época: ousadia comercial. 

Enquanto todo mundo aceitava só dinheiro, ele aceitava terreno, tijolo, cabeça de gado...

Não era excentricidade. Era estratégia.

Numa economia com pouca liquidez, ele transformou ativos imóveis em combustível de crescimento. Cada terreno virava expansão futura. Cada venda financiava a próxima.

Em menos de 6 anos virou o maior revendedor Ford do Brasil. Em 2006, o maior da América Latina.

Mas a jogada de mestre veio nos anos 90. Collor abriu as importações. Muita montadora entrou em pânico. Ele viu oportunidade.

Virou o “guardião do portão” para marcas que queriam entrar no Brasil.

Renault? Cresceu em 3 anos e virou líder dos importados.

Subaru? Triplicou vendas em menos de um ano.

Mas foi com a Hyundai que nasceu a obra-prima. Focou na Tucson. Campanha agressiva. Volume mais alto que a própria programação de TV: O melhor do mundo é também o melhor do Brasil.

A Hyundai virou a 4ª maior montadora do país. E o Dr. Caoa construiu uma fábrica bilionária em Anápolis.

Aos 74 anos, ainda fez sua jogada mais ousada: Comprou mais de 50% da operação da Chery no Brasil.

Repetiu o playbook: SUVs, marketing forte, “mais por menos”.

Transformou uma marca rejeitada em top 10 nacional. O Dr. Caoa morreu em 2021, mas deixou um manual de negócios:

Crise é oportunidade. Flexibilidade é vantagem competitiva. E quem controla a porta de entrada controla o mercado.