domingo, 19 de abril de 2026

Prefeitura de Maricá firma contrato de R$ 116,4 milhões para montagem de prédios públicos


A Prefeitura de Maricá contratou a Metalúrgica Big Farm Ltda, conhecida como Quick House e apelidada de “lego da construção civil”, para montar prédios e galpões públicos usando módulos pré-fabricados. A licitação, homologada pela CODEMAR, prevê gastos de R$ 116,4 milhões.

De acordo com o edital, a empresa será responsável por projetar, fabricar e montar os módulos destinados ao uso da prefeitura. Serão construídos galpões, escritórios e estruturas de infraestrutura, como estações de tratamento de esgoto e subestações de energia.

A Quick House é uma companhia de construção modular que utiliza painéis de aço galvanizado para erguer casas, comércios e edifícios de até cinco andares de forma rápida. O sistema permite montar as estruturas sem o uso de cimento no local, promovendo maior sustentabilidade e menor desperdício de materiais.

A mesma companhia se envolveu numa polêmica em novembro de 2014, quando virou alvo do Ministério Público por um contrato sem licitação com o governo do Rio Grande do Sul, que teria gerado um prejuízo de R$ 1,6 milhão aos cofres públicos. Em 2016, quatro pessoas se tornaram rés pelo caso, incluindo a então secretária estadual Ana Maria Pellini.




Caserna histórica em Niterói passará por transformação após anos

Localizada na Avenida Feliciano Sodré, a Caserna General Castrioto é um dos marcos da história policial fluminense. Caserna histórica em Niterói passará por transformação após anos. Investimento de R$ 24 milhões promete revitalização.


Um dos prédios mais simbólicos da história da segurança pública no estado do Rio de Janeiro passará por uma grande transformação. A Prefeitura de Niterói assinou um acordo para a reforma da histórica Caserna General Castrioto, sede do 4º Comando de Policiamento de Área (4º CPA).

O prédio:

- já foi sede do Comando Geral da Polícia Militar do antigo Estado do RJ

- homenageia o Brigadeiro João Nepomuceno Castrioto

- funcionava como base das tropas (“caserna”)

- abriga hoje o 4º CPA e o Centro de Memória Treme Terra

Para muitos moradores, o local é mais do que um quartel: é parte da identidade histórica de Niterói.

Reforma promete modernizar estrutura e preservar memória

O projeto prevê uma requalificação completa do espaço, incluindo:

- restauração de fachadas e telhado

- modernização de áreas operacionais

- instalação de sistema contra incêndio

- reforma de espaços internos

- criação de um museu dedicado à história da corporação

A proposta combina preservação histórica com modernização da segurança pública.

Intervenção ocorre após mais de 50 anos

Segundo o prefeito Rodrigo Neves, o prédio não recebia uma grande reforma há mais de cinco décadas.

Vamos recuperar esse prédio histórico e, ao mesmo tempo, garantir melhores condições para a atuação da Polícia Militar”, afirmou.

A expectativa é que:

- edital seja lançado nos próximos dias

- obras comecem em julho

Segurança e história caminham juntas

A iniciativa reforça a parceria entre o município e a Polícia Militar, além de integrar políticas de segurança com valorização do patrimônio histórico.

O secretário da PM, Sylvio Guerra, destacou:

A integração entre município e Estado faz diferença para a segurança pública.

Como essa obra pode impactar sua segurança

A reforma da Caserna General Castrioto não é apenas uma obra em um prédio histórico. Na prática, ela pode influenciar diretamente a estrutura de apoio ao policiamento, o funcionamento da unidade e a capacidade de resposta das forças de segurança em Niterói.

- Melhores condições de trabalho para os policiais

- Mais eficiência no funcionamento da unidade

- Integração entre Prefeitura e Estado

- Preservação histórica com uso estratégico

Por que essa obra chama atenção

Não é apenas uma reforma comum. Trata-se de um dos espaços mais tradicionais da segurança pública no estado.

O projeto reúne:

- investimento milionário

- valorização histórica

- reforço na segurança

- impacto direto na cidade

O que está em jogo

A revitalização da Caserna General Castrioto pode representar:

- melhoria na estrutura policial

- fortalecimento da segurança local

- preservação de um patrimônio histórico

- valorização da memória de Niterói

O que se sabe até agora

- prédio histórico será reformado

- investimento supera R$ 24 milhões

- local abriga o 4º CPA

- intervenção não ocorria há décadas

obras devem começar em breve

Entenda a importância da Caserna General Castrioto

Localizada no Centro de Niterói, a Caserna General Castrioto é um dos prédios mais importantes da história da segurança pública no estado do Rio de Janeiro.

Além de sua função operacional, o espaço representa a estrutura histórica das forças de segurança no estado e guarda parte da memória institucional da Polícia Militar, sendo referência para estudiosos e visitantes.

O que muda com a reforma?

A requalificação vai preservar o patrimônio histórico ao mesmo tempo em que moderniza a estrutura, permitindo melhores condições de trabalho para os policiais e garantindo a continuidade da memória do local.





19 DE ABRIL: DIA DOS POVOS INDÍGENAS

 O Dia dos Povos Indígenas (antigo Dia do Índio) é celebrado anualmente em 19 de abril no Brasil. Esta importante data serve para lembrar e reforçar a identidade do povo indígena brasileiro e americano na história e cultura atual. 

Antes da chegada dos primeiros europeus em terras americanas, todos os países que formam este continente eram amplamente povoados por grandes nações indígenas. Infelizmente, a ganância e a crueldade humana fizeram com que muitas tribos fossem totalmente dizimadas e grande parte da cultura indígena foi esquecida.

Na tentativa de preservar as tradições e identidade dos indígenas, o Dia dos Povos Indígenas (antigo Dia do Índio) surgiu para não deixar as novas gerações esquecerem das verdadeiras raízes que formam o povo brasileiro.

História do Dia dos Povos Indígenas

O dia 19 de abril foi escolhido como data para se comemorar a cultura indígena em homenagem ao Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, que ocorreu em 19 de abril de 1940.

O objetivo deste congresso era de reunir os líderes indígenas das diferentes regiões do continente americano e zelar pelos seus direitos.

No Brasil, esta data foi oficializada através do decreto-lei nº 5.540, de 2 de junho de 1943, com assinatura do então presidente Getúlio Vargas.

A nível internacional, a Organização das Nações Unidas (ONU) também criou o Dia Internacional dos Povos Indígenas (9 de agosto) para conscientizar os governos e população mundial sobre a importância de preservar e reconhecer os direitos dos indígenas.

Atividades para o Dia dos Povos Indígenas

Durante o Dia dos Povos Indígenas, as escolas e demais instituições culturais e de ensino incentivam as crianças e os jovens a conhecerem as diferentes práticas culturais dos indígenas.

A FUNAI - Fundação Nacional dos Povos Indígenas (antiga Fundação Nacional do Índio) - é uma das principais instituições brasileiras que se dedica a defender a cultura e os direitos dos povos indígenas do país.



Para isso, são organizadas algumas atividades, como trabalhos criativos e palestras informativas, por exemplo.

A situação atual dos indígenas do Brasil

De acordo com a FUNAI - Fundação Nacional dos Povos Indígenas, a atual população indígena do Brasil é de aproximadamente 818.000 indivíduos, representando 0,4% da população brasileira. Vivendo em aldeias somam 503.000 indígenas. Há, contudo, estimativas de que existam 315 mil vivendo fora das terras indígenas, inclusive em áreas urbanas.

A população indígena no País vem aumentando de forma contínua, a uma taxa de crescimento de 3,5% ao ano. Esse número tende a crescer devido à continuidade dos esforços de proteção dos índíegnas brasileiros, queda dos índices de mortalidade, em razão da melhora na prestação de serviços de saúde, e de taxas de natalidade superiores à média nacional. Existem cerca de 53 grupos ainda não contatados, além daqueles que esperam reconhecimento de sua condição indígena junto ao órgão federal indigenista FUNAI.

Cerca de 60% dos indígenas do Brasil vive na região designada como Amazônia Legal, mas registra-se a presença de grupos indígenas em praticamente todas as Unidades da Federação. Somente nos estados do Rio Grande do Norte, Piauí e no Distrito Federal não registra-se a presença de grupos indígenas.

De acordo com a FUNAI os indígenas brasileiros estão divididos em três classes: 

- os isolados, considerados aqueles que “vivem em grupos desconhecidos ou de que se possuem poucos e vagos informes através de contatos eventuais com elementos da comunhão nacional”;

- os em via de integração, aqueles que conservam parcialmente as condições de sua vida nativa, “mas aceitam algumas práticas e modos de existência comuns aos demais setores da comunhão nacional”; e 

- os integrados, ou seja, os nativos incorporados à comunhão social e “reconhecidos no pleno exercício dos direitos civis, ainda que conservem usos, costumes e tradições características da sua cultura”. Segundo a legislação brasileira, o nativo adquire a plena capacidade civil quando estiver razoavelmente integrado à sociedade. Para que tal aconteça, é necessário que tenha boa compreensão dos usos e costumes da comunhão nacional, conheça a língua portuguesa e tenha a idade mínima de vinte e um anos.


Participação: Darci Tupã Nunes de Oliveira e Helen Ferreira (Aldeia Mata Verde Bonita)
Imagens: arquivo CULTURARTE
Pesquisa: Pery Salgado (jornalista)
Realização: PR PRODUÇÕES






sábado, 18 de abril de 2026

DEPUTADA DO PSOL APROVA ABORTO AOS 9 MESES

"A deputada do PSOL DUDA SALABERT, fez escândalo contra o uso de cola de rato no controle de pragas… mas defendeu o aborto em estágios avançados da gravidez!

Onde está a coerência???

Não dá pra chorar por rato e lutar pra matar bebê já formado no ventre da mãe! Defender a vida não pode ser seletivo! 

Isso não é novidade: PSOL e essa turma da esquerda escolhe qual vida merece proteção conforme a ideologia do momento. Pura hipocrisia!"

A fala indginada (com toda a razão), foi do vereador, pastor e defensor incansável da vida desde a concepção, Dinho Souza:

"A vida humana é sagrada, inviolável e não está à venda para conveniência política!", concluiu.




FATOS QUE MUDARAM O MUNDO: A VACINA CONTRA RAIVA


FATOS QUE MUDARAM O MUNDO

Uma mãe implorou a um cientista que injetasse em seu filho à beira da morte uma substância que nunca havia sido testada em humanos.

Era julho de 1885, em Paris.

Joseph Meister, de apenas nove anos, estava parado, tremendo, no laboratório de Louis Pasteur. Suas mãos e pernas estavam cobertas por feridas profundas de mordidas. Dois dias antes, ele havia sido atacado por um cão suspeito de estar com raiva, em sua cidade natal na Alsácia. O animal foi morto logo depois.

A mãe dele sabia exatamente o que aquilo significava.

Naquela época, a raiva era praticamente uma sentença de morte. Quando os sintomas começavam — medo de água, convulsões violentas, alucinações — quase ninguém sobrevivia. A morte era lenta e extremamente dolorosa. Não havia tratamento. Só restava esperar.

Mas ela tinha ouvido falar de um homem em Paris.

Um químico chamado Louis Pasteur, que vinha trabalhando em algo que poderia ajudar. Ela não sabia se era verdade. Só sabia que, se não tentasse, seu filho morreria.

Então atravessou a França com o menino ferido.

— Por favor… salve meu filho.

Louis Pasteur tinha 62 anos e já era um dos cientistas mais respeitados da Europa. Mas, naquele momento, estava diante de uma decisão impossível.

Ele havia desenvolvido uma vacina contra a raiva. Já tinha testado em animais, com sucesso. Mas nunca em humanos.

E havia outro problema: ele nem era médico.

Se algo desse errado, poderia ser responsabilizado. Sua carreira, sua reputação, tudo poderia ser destruído.

Mas, se não fizesse nada, o destino do menino já estava praticamente selado.

Pasteur chamou dois médicos para avaliar o caso. A conclusão foi clara: sem tratamento, não havia chance.

A vacina era a única esperança.

Ele decidiu arriscar.

Durante vários dias, Joseph recebeu uma série de injeções. As doses eram cuidadosamente calculadas, aumentando aos poucos, para ensinar o corpo a lutar contra o vírus antes que ele chegasse ao cérebro.

A cada dia, Pasteur observava qualquer sinal de piora.

Febre. Confusão. Sintomas.

Nada.

Joseph continuava bem.

Depois da última injeção, veio a espera.

Uma semana. Duas semanas.

Nada.

Sem sintomas. Sem doença.

Joseph Meister se tornou o primeiro ser humano da história a sobreviver à raiva após receber uma vacinação.

A notícia se espalhou rapidamente pela Europa. Logo, pessoas desesperadas começaram a chegar de todos os lugares — França, Alemanha, Rússia.

Pasteur tratou centenas. Depois milhares.

A vacina funcionava.

Mas o mais impressionante é que essa nem foi sua maior contribuição.

O verdadeiro legado de Pasteur foi provar algo que mudaria a medicina para sempre: doenças são causadas por microrganismos invisíveis.

Antes disso, muitos acreditavam que as doenças surgiam do “ar ruim” ou apareciam do nada.

Pasteur mostrou que não.

E isso mudou tudo.

Médicos passaram a lavar as mãos. Cirurgiões começaram a esterilizar instrumentos. O leite passou a ser aquecido para eliminar bactérias — processo que hoje chamamos de pasteurização.

A base da medicina moderna nasceu ali.

Cada vacina. Cada antibiótico. Cada cirurgia segura.

Tudo existe porque alguém provou que os micróbios são reais — e podem ser combatidos.

Joseph nunca esqueceu o homem que salvou sua vida.

Quando Pasteur morreu, em 1895, ele já era adulto — e esteve presente no funeral.

Depois disso, trabalhou por anos no Instituto Pasteur, no mesmo lugar onde sua vida foi salva.

Viveu até 1940.

Um testemunho vivo do que a coragem de um cientista pode fazer.

Naquele dia, em 1885, um homem que nem era médico decidiu correr um risco.

Ele apostou tudo na esperança.

E acertou.

Joseph viveu.

E, por causa daquela decisão, milhões de outras pessoas também viveriam.

Às vezes, salvar uma vida é o primeiro passo para mudar o mundo inteiro.





A DESPEDIDA A SILVIO MATOS

 


Morreu no sábado (11/4) no Rio de Janeiro o ator, dublador e locutor Silvio Matos, aos 82 anos. O artista participou de várias novelas e séries na TV e em canais na internet. A morte foi confirmada por parentes nas redes sociais, mas a causa ainda não foi informada.

O artista foi velado no Crematório da Penitência no domingo (12/4).

A derradeira despedida aconteceu na sexta feira (17) às 17:30 na rua Visconde de Pirajá 339, na Paróquia de Nossa Senhora da Paz quando amigos e familiares participaram da Missa de Sétimo dia.

Carreira

Silvio nasceu em 1943, em São Vicente de Minas (MG). Matos começou a carreira no teatro e passou por rádios antes de atuar na TV. Na Globo, participou de novelas como A Favorita (2009), Flor do Caribe (2013), Louco Por Elas (2013), Êta Mundo Bom! (2016), Novo Mundo (2017), Orgulho e Paixão (2018) e O Tempo Não Para (2018).

Como dublador, atuou em produções como "Carrossel" e "Castelo Rá-Tim-Bum". Nas últimas décadas, o ator fez sucesso também na internet, seja nas próprias redes sociais, seja em canais de humor como o Parafernalha.

"Nosso queridão Silvio Matos, das boas risadarias, do bom humor, do amor, da vida plena e feliz, hoje pela manhã voltou para casa do Pai, vai descansar por um tempo (...)", escreveu a irmã Denize Lucinda no Instagram.





sexta-feira, 17 de abril de 2026

SANTA PAULA PEDE SOCORRO: ESGOTO CORRE À CÉU ABERTO PERTO DE ESCOLA, POSTO DE SAÚDE E PONTO FINAL DE ÔNIBUS.

A AMASP - Associação de Moradores e Amigos do Bairro Santa Paula vem, respeitosamente, solicitar uma agenda com as pessoas responsáveis pelas obras de esgotamento sanitário no bairro, uma vez que temos alguns problemas sérios com vazamento de esgoto, especialmente nas ruas 26, 27 e 28 do loteamento Nova Luzitânia.

Anna Maria Quintanilha - Presidente da AMASP


Apesar deste pedido de socorro feito pela presidente da AMASP à SANEMAR há mais de uma semana, até o fechamento desta matéria, ninguém veio dar um mínimo de satisfação e o esgoto continua escorrendo à céu aberto colocando a saúde dos moradores do bairro Nova Luzitânia em risco.

Outros moradores enviaram fotos e outros pedidos de socorro e ajuda para SANEMAR, mas que simplesmente IGNORA os fatos.

O jornal Barão de INohan na defesa dos moradores de Maricá, mostra o problema, o descaso e o DESRESPEITO com os moradores da Nova Luzitânia e de Santa Paula. E ainda querem começar a cobrar pelo SANEAMENTO BÁSICO no município...

Mas para começar a COBRAR pelo SANEAMENTO BÁSICO, preciso pelo menos fazer o BÁSICO no SANEAMENTO, e resolver os problemas apontados pelos moradores, indo aos locais para SOLUCIONAR OS PROBLEMAS.

"Essa é a situação do Ponto Final das linhas de Santa Paula (E22 e E23), além da linha E25A que passa pelo local, na descida da rua 27. 

O esgoto que desce pelas ruas 26 e 27 e se acumulam ali, provocam além de mau cheiro, o incômodo de quem precisa pegar o ônibus no ponto final e ter contato com essa imundície. 

Precisamos ter uma reunião com a diretoria da Sanemar para resolver essa questão. Tem esgoto passando por dentro do terreno dos moradores. O telefone que deram não funciona.

Solicito portanto uma resposta por esse canal. É absurda a situação que está acontecendo aqui.

Associação de Moradores do Bairro Santa Paula"

Algumas fotos desta denúncia são da rua Salomão Alves da Silva, antiga 27, do início até o ponto do ônibus, próximo a uma escola com mais de 700 alunos e próximo de um posto de saúde, tornando o local TOTALMENTE INSALUBRE.

O vereador (TATAI), que mora e tem comércio no local? Por que não pronunciou ainda nas sessões da Câmara?

"Hoje está um horror de esgoto escorrendo, seria ótimo se viesse um responsável para verificar", denuncia outra leitora.

"É o retrato da cidade bilionária", disse outra moradora.

E ai SANEMAR, até quando o problema irá perdurar? Mas o importante é que a União de Maricá subiu para o grupo especial (mesmo sujando o título com a morte de um dos seus integrantes).