quarta-feira, 23 de setembro de 2026

PREFEITO DIZ QUE MARICÁ ALIMENTARÁ O BRASIL E ABRIRÁ SUPERMERCADOS DA 'AMAR' EM TODO O PAÍS.


 Em meio a EXPO RURAL MARICÁ 2026, o jornal Barão de INohan traz informações atuais do utópico prefeito Washington Nova York Lisboa Três Rios Siqueira (o Quaquá - OLHA A FACA!!!) onde o mesmo afirma que Maricá irá ser autossustentável na produção de alimentos e mais além, irá alimentar o restante do Brasil.

No vídeo abaixo relembramos uma fala do prefeito há cerca de seis atrás onde ele afirma que "o investimento na agricultura familiar é uma das políticas públicas mais prioritárias pra mim! Aqui em Maricá estamos investindo em apoiar o pequeno produtor, e já 'tamos' começando a produção em parceria com Três Rios, com apoio do FLÁVIO DICO! Um projeto de muito futuro!".


Já no vídeo abaixo, postado em suas redes sociais em 20 de setembro, o prefeito utópico das grandes obras faraônicas e megalômanas (que nunca se concretizam), o prefeito ladeado pelo seu agricultor preferido (Alan) e tendo ao fundo o 'atônito' secretário de agricultura Wagner Soares, apresenta resultado do que já é produzido em Maricá e afirma que a AMAR (Alimentos Maricá), irá abrir supermercados em todo o Brasil, para vender os produtos produzidos em Maricá (?????????????) e afirmou também que NÃO FINANCIARÁ VAGABUNDAGEM.

Aproveitou também que em 2027 o MERCADO DO PRODUTOR inaugurado em 12 de dezembro de 2024, no governo Fabiano Horta, passará por grande reforma e transformação e será reinaugurado com novo nome, em homenagem a Luiz Carlos Viegas (pai do produtor Alan).


"Minha gente estamos aqui com a Associação de Agricultura Familiar de Maricá e a Cooperativa da Agricultura Familiar de Maricá com produtos maravilhosos todos plantados aqui no Espraiado. Tem feijão, tem fubá de milho crioulo, farinha de mandioca produzida no caminhão comprado a partir de uma emenda minha, quando era deputado, para auxiliar o pessoal da agricultura familiar de Maricá.

Todos produtos de primeira qualidade, nada de transgênico, sem agrotóxico, nada. Isso é ouro puro. Quem disse que Maricá não tem agricultura? Não tinha porque ninguém ajudava. Agora tem apoio da Secretaria de Agricultura, auxílio com maquinário e tudo mais pra que o produtor rural possa trabalhar. 

A nossa AMAR vai abrir supermercados no Brasil todo. E vai vender produtos da agricultura familiar de Maricá e de outro locais do país. Estamos cortando vagabundagens pra auxiliar quem produz, quem trabalha duro pra sustentar sua família. Não vamos financiar vagabundo, vamos financiar quem trabalha, quem quer crescer na vida. 

E mais uma notícia pra vocês o Mercado Municipal que foi inaugurado na gestão passada sem luz, sem ar condicionado, sem acessibilidade, será inaugurado no ano que vem com tudo que deve ter: com luz, com elevadores, com ar condicionado e tudo mais. E o mercado terá o nome de Luiz Carlos Viegas, pai do meu querido Alan e grande brizolista, professor e incentivador da agricultura familiar. Vamos juntos!"


 Enquanto isso, o prefeito diz que fará de Maricá "Uma cidade mais sustentável!"

Em sua rede social, no dia 23 de setembro, o prefeito utópico publicou em suas redes sociais a seguinte mensagem:

"Avançamos na implementação de ações para o desenvolvimento econômico sustentável de Maricá em mais uma reunião do Grupo de Trabalho de ESG (Environmental, Social and Governance).

Uma das primeiras ações será a plantação de árvores como seringueiras em fazendas que estão sendo adquiridas pela Prefeitura de Maricá. O látex produzido por elas será processado em uma indústria que vai se instalar aqui, criando um ciclo produtivo completo. 

Assim como o cacau que será plantado nessas mesmas áreas, que virará chocolate produzido pela AMAR e vendido para todos o mundo em nossas lojas. Essa estratégia vai incluir ainda outras culturas, como café e palmito, além da criação de abelhas sem ferrão para produção de mel.

Discutimos também a criação de uma empresa para a produção de biogás a partir do lixo gerado em Maricá. E falamos também sobre um terreno recém-adquirido pela prefeitura, que será uma unidade de produção de fitoterápicos.

Em reunião nesta quarta-feira, aqui no gabinete do Espraiado, com o Antônio Grassi, presidente da Maré, e os amigos Marcelo Sarzedas e Ronaldo Maiato, discutimos a criação de um Centro de Agropecuária e Estudos em Maricá.

Esse espaço será  uma escola de formação para profissionais da área, como tratadores e treinadores, além de formação em hotelaria rural, gerando mais oportunidades de trabalho para os moradores de Maricá.

Além disso, com de mão-de-obra qualificada, teremos uma produção pecuária de maior qualidade, melhorando preços e gerando mais renda para nossos produtores rurais.

O investimento na agricultura familiar é uma das políticas públicas mais prioritárias pra mim! Aqui em Maricá estamos investindo em apoiar o pequeno produtor, e já 'tamos' começando a produção em parceria com Três Rios, com apoio do @flaviodico! Um projeto de muito futuro!"

Mas por enquanto... NADA!!!








ESCÁRNIO com a população: prefeitura decreta 5ª e 6ª ponto facultativo devido a Expo Rural.

 Funcionários comissionados e contratados da prefeitura denunciam que estão sendo obrigados a ir durante o dia à Expo Rural para dar movimento e justificar as feiras de artesanato, do produtor rural e as palestras que acontecem até às 19 horas. Movimento só acontece a partir das 20 horas quando o público começa a chegar para os shows!


A Prefeitura de Maricá decretou ponto facultativo nas repartições públicas municipais nos dias 24 e 25 de setembro, quinta e sexta-feira em função do baixo movimento da Expo Rural durante o dia e segundo denúncias, estaria OBRIGANDO funcionários comissionados e contratados a irem ao 'parque de exposições improvisado no Espraiado'.

A medida foi estabelecida pelo Decreto nº 568, de 21 de setembro de 2026, assinado pelo prefeito Washington Quaquá, e considera a realização da 1ª Expo Rural de Maricá, que acontece até o dia 27 de setembro, no improvisado e ainda provisório Parque de Exposições do Espraiado.

Segundo o decreto, a decisão leva em conta a relevância cultural, turística e econômica do evento para o município, que reúne atividades agropecuárias, exposição de animais, gastronomia, atrações culturais e musicais, além da programação prevista para o último fim de semana da Expo Rural sem obviamente citar a 'obrigação dos funcionários irem ao evento sob pena de sanções.

Apesar do ponto facultativo, os serviços considerados essenciais continuarão funcionando normalmente.

O decreto estabelece que as repartições responsáveis por atividades que não possam ser suspensas (como saúde) deverão manter o atendimento à população, ficando a organização do funcionamento sob responsabilidade dos respectivos chefes.

Estes pontos facultativos sem a menor necessidade, só prejudicam o comércio local, além de atrapalhar a vida de muitos funcionários de empresas ligadas principalmente ao ramo do comércio e serviços que por não terem com quem deixar seus filhos em creches e escolas, são prejudicados em suas atividades laborais.

É literalmente um tapa na cara da população maricaense. 








FORTES CHUVAS ESVAZIAM REUNIÃO DO CCS MARICÁ EM JACAROÁ


 As fortes chuvas que começaram a cair na cidade no final da tarde da terça feira 22/9, afastaram os moradores de Jacaroá e entorno da reunião do CCS Maricá (Conselho Comunitário de Segurança) ligado ao ISP (Instituto de Segurança Pública do governo do estado) realizada na POUSADA BELA VISTA, em JACAROÁ, em sua reunião ordinária de setembro.

A reunião que contou com a presença do representante do sub-comandante 12º BPM, Major Toledo, do comandante da 6ª Cia, Capitão Araújo, do comandante da Policia Ambiental - Capitão Heringer, do representante da 82 DP - Inspetor José, do representante da Guarda Municipal de Maricá Inspetor Simas e da presidente da AMUJAC (Associação de Moradores Unidos por Jacaroá e Caju) - Jéssica Fernandes, foi presidida excepcionalmente por Misael Santos (vice-presidente do CCS Maricá), substituindo a presidente Anna Maria Quintanilha que por motivos de saúde não pode comparecer.

Segundo a presidente da AMUJAC a reunião que contou infelizmente com um número pequeno de participantes devido às chuvas foi bastante proveitosa.

"Os representantes da segurança em Maricá foram muito atenciosos. Os moradores mais ouviram do que falaram, mas eu fiz minhas perguntas e por fim correu tudo tranquilo. Nossas demandas foram anotadas e esperamos serem atendidas. Realmente a sociedade é assim, muitos reclamam mas poucos quando tem oportunidade expõem seus problemas.

Quero aproveitar e agradecer Sr. Misael por conduzir bem reunião. Como falei chuva era muito intensa. Quero também deixar meus agradecimentos você (jornal Barão de INohan) e a senhora Ana e que seja repassado aos comandos".

Nenhuma outra associação esteve presente.

A próxima reunião acontecerá na JBF Espaço Saúde, na rua das Orquídeas, lote 1, quadra 3, loteamento Vivendas de Itaipuaçu, no dia 20 de outubro a partir das 17 horas.






terça-feira, 22 de setembro de 2026

BRASIL PERDE O "MESTRE DAS PALAVRAS". MORRE O JORNALISTA ZUENIR VENTURA.

 Zuenir Ventura, jornalista e escritor com sete décadas de carreira, morre aos 95 anos


Morreu na terça-feira (22/9), no Rio, aos 95 anos, o jornalista e escritor Zuenir Ventura, o Mestre das Palavras. Em sete décadas de carreira, Zuenir ajudou a contar alguns dos principais episódios da história recente do Brasil.

Um mestre das palavras e do ofício que amava. Jornalista e autor premiado, imortal da Academia Brasileira de Letras. Tão importante e tão suave e generoso.

"A memória é de um jornalista, de um mestre, extremamente talentoso, atento. Atento às transformações do Brasil, do mundo, do Rio de Janeiro. E de um olhar generoso e amoroso para com os colegas, inclusive os mais jovens, que era o meu caso à época", diz a jornalista Flávia Oliveira.

Apesar de todas as conquistas no jornalismo e na literatura, Zuenir confessou certa vez sua verdadeira paixão:

"Eu não queria ser jornalista. Eu queria ser professor só. E fui durante 40 anos, né, e depois me aposentei. Mas eu queria realmente é ler. Aliás, eu até hoje não gosto de escrever, eu gosto de ler. Ou então, gosto de ter escrito, mas de escrever eu não gosto".

Mas o destino, o talento extraordinário ou os dois falaram mais forte no mineirinho que nasceu em Além Paraíba em 1931. Aos 11 anos, se mudou para Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, e ainda na juventude foi estudar na capital.

"Meu pai era pintor de parede, que aliás foi a minha primeira profissão", contou Zuenir Ventura.

Zuenir raspava as paredes que o pai pintava. Antes de chegar aos grandes jornais, revistas e livrarias de todo o país com suas obras, trabalhou como contínuo de banco e laboratório, entregador, faxineiro e balconista de bar, e professor primário. Ele dizia que toda essa experiência foi fundamental para a formação do homem e do jornalista Zuenir Ventura, que os amigos e colegas de profissão batizaram de "Mestre Zu".

"Ele conseguiu unir, então, essas duas qualidades. A qualidade de um grande repórter com a qualidade de um dos maiores professores do jornalismo brasileiro", afirma o jornalista Ancelmo Gois.

O início da carreira foi no arquivo do jornal "Tribuna da Imprensa", de Carlos Lacerda.

"Eu, no arquivo, eu não pensava em ser jornalista. Até que um dia eu acabei descendo, fazendo um artigo, e o Carlos Lacerda gostou muito. E a partir daí eu fui pra redação, mas fui sem nunca pensar que acabaria sendo jornalista", contou Zuenir Ventura.

A partir de 1960, conciliou as redações com as aulas como professor da Escola de Comunicação da UFRJ e da Escola Superior de Desenho Industrial. Zuenir Ventura passou pelas redações das revistas mais importantes do país de sua geração. Fez carreira também no "Jornal do Brasil" e estreou no jornal "O Globo" em 1999. Deixou claro que essa seria sua última mudança.

Na última coluna publicada, em fevereiro de 2022, ele refletiu sobre a pandemia, racismo e sobre o assassinato a pauladas do congolês Moïse Kabagambe em um quiosque na Barra, no Rio.

"Ele sempre reafirmou em todos os momentos os ideais democráticos. Conviver com meu pai no dia a dia, sempre devolveu a fé na humanidade", afirma o jornalista Mauro Ventura, filho de Zuenir Ventura.

O primeiro livro publicado tornou-se de imediato uma obra indispensável à memória do país: "1968: O Ano que Não Terminou". O livro narra as manifestações dos estudantes contra a ditadura militar e o que se seguiu ao Ato Institucional Número 5, que suspendeu os direitos políticos dos brasileiros. Ele ganhou o Prêmio Jabuti, o mais tradicional do país.

"Entre as originalidades de 68, está essa de que ele é um personagem. Ele tem vida. Você fala dele como se fosse uma pessoa, como se fosse um ser animado", disse Zuenir Ventura.

Inclusive, o próprio Zuenir foi preso por três meses durante a ditadura militar. O livro inspirou a minissérie "Anos Rebeldes", da TV Globo.

Em 1994, o relato dramático, também em livro, da chacina de Vigário Geral, que deixou 21 inocentes mortos. Ele frequentou a favela por dez meses para escrever o relato.

"E eu encontrei uma, uma comunidade... Quer dizer, as pessoas tristes, sofridas, mas sem raiva, sem, sabe, desejo de vingança. E procurando, em cada brecha da tristeza, um pouco de alegria, de felicidade", disse Zuenir Ventura.

Em 2003, foi publicado "Chico Mendes: Crime e Castigo". Resultado de uma investigação que ganhou os prêmios Esso e Vladimir Herzog de jornalismo. Da ONU, Zuenir recebeu um troféu especial por ter sido um dos cinco jornalistas que mais contribuíram para a defesa dos direitos humanos no Brasil. Ganhou também o Prêmio Faz Diferença, do jornal "O Globo", na categoria livros.

"É uma perda humana e intelectual, eh, muito grande, que vai fazer falta e não será recolocada", afirma o jornalista Merval Pereira, presidente da ABL.

A Academia Brasileira de Letras o recebeu em 2015, na cadeira número 32, que era de Ariano Suassuna.

"Eu acho que é um flashback, assim, da sua vida, né? Sobretudo a vida profissional e tal. Mas não é o fim, é o começo, tá entendendo? De uma nova aventura para mim", disse Zuenir Ventura na ocasião.

"Zuenir Ventura era, sobretudo, uma pessoa curiosa. Que não fazia da maturidade uma certeza. E era, ainda mais, uma imensa pessoa. Quem recebeu um abraço de Zuenir Ventura, quem recebeu o sorriso de Zuenir Ventura, a humanidade de Zuenir Ventura, jamais esquece", afirma Lilia Schwarcz, antropóloga e historiadora, imortal da ABL.

Zuenir deixa a mulher, dois filhos e dois netos.

"A gente tá se sentindo muito abraçado e acarinhado com tantas homenagens. Eu acho que é resultado de tudo que meu pai cultivou ao longo dos anos", diz Mauro Ventura.

"Eu estou tentando segurar a emoção porque sou amiga pessoal. E aprendi muito com ele. Eu sou uma dos que podem chamar de Mestre Zu. Um grande intelectual, um grande escritor, grande jornalista. Maravilhoso amigo dos seus amigos, condutor de outras gerações de jornalistas, por isso, eternamente, nosso Mestre Zu", afirma a jornalista Miriam Leitão.








O FIASCO DA 'II FEIMAR'. Evento de grande importância mas que nem a prefeitura divulgou!!!

Os três dias da FEIMAR 2026 e deveria reforçar o papel como indutora do desenvolvimento de Maricá, na verdade foi ofuscada pela primeira semana da Expo Rural Maricá. Faltou público, empresários saíram frustrados e funcionários da prefeitura e da Codemar foram (segundo denúncias) obrigados a ir ao evento. 


A primeira edição reuniu participantes, congressistas e expositores da Bahia, de Minas Gerais, do Espírito Santo, de São Paulo e do Rio de Janeiro. Na edição de 2026, a expectativa era receber participantes de mais de 10 estados, fato que não aconteceu.

A frustração foi grande. Utilizando parte da estrutura deixada pela EXPO MARICÁ 2026 (realizada pela Delfim Moreira Comunicações Integradas, nos dias 06, 08 e 09 de agosto na Arena da Barra de Maricá, com pleno sucesso), a II FEIMAR (um arremedo da Expo Maricá e sucessora da Feira de Empreendedorismo da secretaria de trabalho do governo Fabiano Horta), contou com palestras, vários estandes governamentais, de empresas, mas infelizmente no evento faltou público (como verificamos através das imagens da TVi - Tv Itaipuaçu Web), por falta de divulgação da própria prefeitura (apenas a CODEMAR cuidou da divulgação) e falta de interesse do público em geral.

Mas ainda assim, a CODEMAR tentou salvar o evento fazendo a seguinte publicação (não replicada pela comunicação da prefeitura).

"A inovação e o desenvolvimento de Maricá estiveram no centro das discussões na FEIMAR 2026 – Feira Empresarial e de Investidores em Maricá, encerrada na sexta-feira (18/9), na Arena da Barra. 

Centenas de pessoas estiveram no evento, explorando todo o espaço e passando pelo estande da Companhia de Desenvolvimento de Maricá (Codemar).

Durante os três dias de feira, a companhia manteve estande próprio, tirando dúvidas, interagindo com empreendedores e investidores e promovendo brincadeiras com jogos interativos que apresentaram, de forma lúdica, os projetos que estão transformando o ecossistema do município. 

Foram dias de muitas oportunidades e troca de conhecimento.


A participação institucional no primeiro dia, quarta-feira (16), contou com a presença da diretora de Mercado e Parcerias, Ana Carolina, que destacou o papel estratégico da Codemar.
"


Um fato que causou espécie à todos, aconteceu no painel de abertura onde o presidente da MARE (a prefeitura insiste em chamar de MARÉ), o ator Antônio Grassi, embora convocado, não apareceu e não informou o motivo da ausência.

Na sexta feira, a palestra sobre Inclusão (foto acima do segundo painel) foi na verdade o ponto alto pela relevância do tema, da vazia II FEIMAR.

Fica aqui nossa dica: porque não reforçar (ainda mais) aquilo que dá certo, que funciona e existe há 22 anos, a EXPO MARICÁ?

A Expo Maricá é tão importante e já está no imaginário da população maricaense, que grande parte está confundindo a EXPO RURAL MARICÁ, com a EXPO MARICÁ.

Confira abaixo, mais fotos da II FEIMAR capturadas pela TVi.