quarta-feira, 10 de junho de 2026

CULTURARTE 311 - junho de 2026

 CULTURARTE 311 - junho de 2026



- Dizem que junho é o melhor e mais animado mês do ano para o brasileiro raiz. Será? Mas sem dúvidas, as FESTAS CAIPIRAS são fantásticas e realmente são a cara do interior brasileiro. Então, conheça tudo sobre as FESTAS CAIPIRAS, a origem da celebração pagã que virou religiosa e 'caipira' no Brasil.
- A origem cristã da festa junina
- Guto Miguel de 17 anos fatura título de Roland Garros e se torna o 1º brasileiro campeão juvenil de um Grand Slam
- A incrível história da fotógrafa Marisa Ramirez, duplamente matectomisada
- TUDO ACONTECE EM JUNHO: mas você sabe qual a origem do Dia dos Namorados no Brasil?

Tudo isso na edição de junho do Informativo CULTURARTE, já circulando nas versões on line e revista eletrônica










MARICÁ 212 ANOS: Aniversário superou os R$ 3,5 milhões. E a faca, por que não passou por aqui???

MARE (ainda não entendi por que chamam de MARÉ se o nome da empresa é Maricá, Arte, Roteiro e Experiências - e EXPERIÊNCIAS não tem acento agudo e sim circunflexo e no segundo E, ou seria alguma alusão a algo indevido???) TORRA R$ 3,3 milhões só em shows!!!

 


O prefeito utópico da cidade BILIONÁRIA, vive aparecendo com uma faca na mão dizendo que vai cortar gastos em todos os setores (menos nas inúmeras viagens pelo mundo), mas não foi o que vimos nas comemorações pelos 212 anos de Maricá onde a prefeitura deu um upgrade e ganhou status de megaevento na gestão do prefeito Washington Siqueira (o Quaquá). Levantamento feito a partir de atos publicados no DOM - Diário Oficial do Município mostra que a prefeitura destinou R$ 3.319.049,32 para contratações ligadas à programação festiva da cidade, entre cachês de artistas nacionais, shows e serviços comemorativos.

QUASE 70% A MAIS DO QUE EM 2025

No ano passado - 2025, o aniversário de Maricá já havia custado quase R$ 2 milhões em cachês de artistas. Em 2026, o valor saltou para R$ 3,3 milhões.


A maior fatia foi, mais uma vez, para os cachês artísticos. Ludmilla aparece no topo da lista, com R$ 650 mil. Na sequência vêm Emicida, com R$ 450 mil, e Ferrugem, com R$ 400 mil.

Também estão entre os principais contratos Paulinho da Viola (R$ 380 mil), Xamã (R$ 350 mil), Os Paralamas do Sucesso (R$ 350 mil) e Fafá de Belém (R$ 225 mil). 

Já os artistas e bandas locais também integraram a programação, mas como sempre, com valores INFINITAMENTE menores, variando entre R$ 2,5 mil e R$ 15 mil, ou seja: desrespeito, descaso ou DESVALORIZAÇÃO DO ARTISTA LOCAL??? Ah sim, isso sem contar com os gastos com os artistas e preparativos do Dia do Evangélico em 25 de maio, data que faz parte do calendário de festividades pelo aniversário da cidade.

As contratações foram feitas, em sua maioria, por inexigibilidade de licitação, com base no artigo 30 da Lei Federal nº 13.303/2016. O argumento apresentado pelo município é o de inviabilidade de competição, por se tratar de artistas representados com exclusividade (confira os valores dos contratos no final da matéria).

SESSÃO SOLENE

O pacote de gastos do aniversário não ficou restrito aos palcos. Publicação no Diário Oficial de 19 de maio mostra que a Câmara Municipal de Maricá também autorizou uma contratação por dispensa de licitação no valor de R$ 63.349,32 para serviço de bufê voltado à sessão solene comemorativa pelo aniversário da cidade, o que perto do que foi gasto em toda a festa parece um valor irrisório, mas se levarmos em conta que a sessão solene (que não contou com a presença do prefeito que CAGOU para os vereadores e para o povo e que também NÃO COMPARECEU a nenhuma festividade e inaugurações) deste ano, foi sem graça e rápida (durou menos de duas horas), o valor do buffet, acabou sendo bastante grande. Façam as contas!  

A soma dos contratos reacendeu críticas de opositores ao volume de recursos públicos destinados a eventos na cidade, impulsionada pelos royalties do petróleo. Já o governo municipal sustenta que os shows movimentam a economia local, fortalecem o turismo e ampliam o acesso da população à cultura.

Mas o povo quer 'esse tipo de cultura'? Um dos maiores nomes da nossa MPB, o grande Paulinho da Viola, reuniu pouco mais de mil pessoas na principal praça da cidade (pça Orlando de Barros Pimentel, no centro). Já ao show de Ludmilla recheado de baixarias e desdenhando dos benefícios que Maricá entrega à sua população, reuniu segundo informações, mais de 10 mil pessoas.

Basta comparar o 'tipo de cultura' que o povo quer!!!

baseado em informações de Fábio Martins do portal TEMPO REAL, com inserções do jornalista Pery Salgado (Barão de INohan)










EL SALVADOR: BUKELE DIZ QUE PRESOS SÓ COMERÃO CARNE QUANDO TODOS SALVADORENHOS PUDEREM COMER!


 Uma mudança adotada pelo governo de El Salvador voltou a gerar debates dentro e fora do país. Como parte da política de combate às facções criminosas, presos mantidos em unidades de segurança máxima deixaram de receber carne na alimentação diária.

Segundo autoridades salvadorenhas, alimentos como carne bovina e frango só voltarão ao cardápio quando famílias em situação de pobreza também tiverem acesso regular a esses produtos. A justificativa do governo é que pessoas condenadas por crimes não devem receber condições consideradas superiores às enfrentadas por parte da população.

A medida integra o modelo de endurecimento penal implementado nos últimos anos pelo presidente Nayib Bukele, que ampliou o controle dentro dos presídios e intensificou ações contra organizações criminosas.

Representantes do governo afirmam que a restrição alimentar também faz parte da estratégia aplicada nas penitenciárias de segurança máxima para enfraquecer integrantes de gangues encarcerados.

A decisão repercutiu internacionalmente e dividiu opiniões. 

Bukele tem 'limpado' e colocado ordem à vida salvadorenha, inclusive diminuindo drasticamente os índices de criminalidade no país.





terça-feira, 9 de junho de 2026

Jornalista da TV Câmara é encontrada morta em apartamento em Brasília

Cristiane Sampaio (40), integrava a equipe da TV Câmara e teve uma trajetória marcada pela atuação no jornalismo político e na defesa da categoria. A causa da morte ainda não foi divulgada.


A jornalista Cristiane Sampaio (40), integrante da equipe de produção da TV Câmara, foi encontrada morta em seu apartamento, em Brasília. A informação foi confirmada por entidades ligadas à categoria e por colegas de profissão, gerando grande comoção entre jornalistas e profissionais da comunicação em todo o país. A causa da morte não havia sido divulgada até a última atualização do caso.

Natural do Ceará, Cristiane construiu uma carreira sólida no jornalismo político e institucional. Nos últimos anos, atuava na TV Câmara, acompanhando os bastidores do Congresso Nacional e contribuindo na produção de conteúdos relacionados à política brasileira.

A morte da jornalista provocou manifestações de pesar de entidades de imprensa, parlamentares, colegas de trabalho e representantes da sociedade civil.

Trajetória marcada pelo jornalismo político

Cristiane Sampaio era formada em Jornalismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e acumulava experiências em veículos de comunicação e instituições públicas. Antes de se mudar para Brasília, trabalhou na TV Verdes Mares, afiliada da TV Globo no Ceará, além de atuar na área de comunicação institucional.

Na capital federal desde 2016, ela ganhou destaque pela cobertura política e pela atuação junto aos principais acontecimentos do cenário nacional. Também teve passagem pelo portal Brasil de Fato, onde acompanhou o Congresso Nacional durante vários anos.

Em suas redes sociais, costumava se definir como uma profissional apaixonada pelo jornalismo e pela busca da informação precisa, frase que passou a ser lembrada por colegas após a confirmação de sua morte.

Atuação em defesa dos jornalistas

Além da carreira na imprensa, Cristiane teve participação ativa em movimentos voltados à valorização da profissão.

Ela ocupou cargos de direção no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF), participando de iniciativas relacionadas à formação profissional, defesa dos direitos trabalhistas e fortalecimento do jornalismo.

Em nota, o sindicato destacou o comprometimento da jornalista com a categoria e sua dedicação às pautas ligadas à comunicação e à democracia.

A atuação sindical fez com que Cristiane se tornasse uma figura conhecida e respeitada entre profissionais da imprensa em Brasília.

Comoção entre colegas

A notícia da morte gerou uma série de homenagens nas redes sociais.

Jornalistas, políticos e amigos ressaltaram a competência profissional, a dedicação ao trabalho e o perfil humano da comunicadora. Mensagens de solidariedade foram publicadas por colegas que dividiram redações, coberturas e projetos ao longo da trajetória da jornalista.

As manifestações destacaram ainda a contribuição de Cristiane para o jornalismo político brasileiro, especialmente na cobertura de temas ligados ao Congresso Nacional.

Causa da morte não foi divulgada

Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre a causa da morte da jornalista.

Segundo as primeiras informações, Cristiane foi encontrada em sua residência, em Brasília, e não havia confirmação pública sobre sinais de violência ou circunstâncias relacionadas ao falecimento. As autoridades competentes deverão conduzir os procedimentos necessários para esclarecer o caso.

Legado no jornalismo

A morte de Cristiane Sampaio representa uma perda significativa para o jornalismo brasileiro.

Reconhecida pelo trabalho sério, pela defesa da informação de qualidade e pelo compromisso com a profissão, ela deixa uma trajetória construída ao longo de anos de atuação em diferentes veículos e instituições.

Colegas de profissão destacam que seu legado permanecerá vivo na memória daqueles que conviveram com a jornalista e acompanharam sua contribuição para a cobertura política nacional.





HOMEM QUE CORRIA RISCO DE FICAR TETRAPLÉGICO É OPERADO E ESTÁ SALVO

 


O jornal Barão de INohan sempre na luta por uma Maricá melhor e tentando ajudar e defender os interesses da população deste UTÓPICO e BIOLIONÁRIO município que tanto tem mas pouco faz, publicou em 20 de maio uma notícia preocupante, com um possível descaso com um paciente que estava internado no hospital municipal de São José do Imbassai (aquele que tem nome do genocida reconhecida pela ONU) e que poderia ficar tetraplégico caso não fosse devidamente atendido e fosse realizado no mesmo uma urgente intervenção cirúrgica (https://obaraoj.blogspot.com/2026/05/urgente-paciente-nao-recebe-o-devido.html).


A redação do jornal através do jornalista Pery Salgado, entrou em contato com o CMS - Conselho Municipal de Saúde para tentar ajudar de alguma forma (e recebemos informações que iriam 'acompanhar' o caso), e com pessoas ligadas a possíveis políticos do estado que poderiam prestar algum tipo de ajuda.

Independente disso, a companheira deste paciente lutou bravamente, moveu céus e terra, bradou, mostrou sua indignação e conseguiu que a direção do hospital se aprofundasse no caso (após matéria do Barão de INohan, que tornou o caso público), e no dia 26 de maio (dia do aniversário de Maricá, mesmo com várias inaugurações no hospital) a direção do hospital marcou uma reunião com a companheira do paciente que chamou a reportagem do Barão de INohan para testemunhar e acompanhar a reunião.

A direção do hospital humildemente reconheceu o erro e informou que o procedimento cirúrgico estava regulado internamente e também pelo SISREG (órgão regulador do estado) para que acontecesse o mais rápido possível.

Deixaram claro que este procedimento NUNCA havia sido feito no hospital de São José, por tal motivo a cirurgia estaria sendo regulada pelo estado, mas o cirurgião que faz a maioria destas cirurgias em hospital do estado, também trabalha às terças feiras no hospital municipal de São José e a direção do hospital, na reunião, informou que todo o material necessário para a intervenção cirúrgica já havia sido encomendado e que chegaria o mais breve possível, deixando como opção fazer a cirurgia no hospital de São José ou em outro hospital, o que fosse mais breve possível.

Para alegria de todos, o material cirúrgico chegou no domingo 31 de maio e a cirurgia foi confirmada para a terça feira 02 de junho, o que de fato aconteceu na parte da tarde, com pleno êxito.

O paciente recebeu alta na noite da quinta feira 04 de junho, já está na residência de sua companheira recebendo todos os devidos atendimentos orientados pela equipe médica do hospital de São José do Imbassai.

O jornal Barão de INohan agradece todo o empenho da direção do hospital que (mais uma vez informamos, que humildemente reconheceram o erro) se empenhou em resolver o mais breve e corretamente possível o problema apresentado.

A grande guerreira que lutou para o resultado positivo do paciente, deixa uma história de garra e de exemplo para todo o cidadão maricaense: QUE LUTE PELO QUE É SEU POR DIREITO!

E àqueles que a reportagem do Barão de INohan entrou em contato, lamentamos a falta de empenho, ou vontade, ou oportunidade, em resolver tão grave situação.

E MAIS UMA VEZ MOSTRAMOS: NÃO PRECISAMOS DE POLÍTICOS DE OCASIÃO PARA RESOLVER NOSSO PROBLEMAS. O CIDADÃO NÃO SABE A VERDADEIRA FORÇA QUE TEM!!!

VENCEMOS MAIS UMA!!!




'O mesmo roteiro, escalas diferentes: o que a Operação Rota Fantasma revela sobre Maricá' - TVC

 Enquanto a Polícia Federal e a CGU desmantelam esquemas de R$ 29 milhões no Ceará, o TCE-RJ acumula suspensões de licitações bilionárias em Maricá sem que nenhuma operação federal bata à porta


Há uma pergunta que a população de Maricá tem o direito de fazer nesta terça-feira, 9 de junho de 2026: por que o mesmo Estado que age no Ceará ainda não agiu aqui?

Nesta manhã, a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União deflagraram a Operação Rota Fantasma, com o objetivo de aprofundar investigações sobre supostos esquemas de fraude em licitações e desvios de recursos públicos federais em municípios do interior cearense.

O caso é tecnicamente preciso, institucionalmente coordenado e, para qualquer jornalista que cobre gestão pública municipal no Rio de Janeiro, perturbadoramente familiar.

O modus operandi cearense: empresas fantasmas, dinheiro real…

Segundo a PF, as investigações tiveram início após comunicação do COAF, que identificou que, entre 2017 e 2023, empresas sem estrutura logística e operacional apresentaram movimentação de valores acima de suas capacidades financeiras participando de processos licitatórios, recebendo recursos de entes públicos na ordem de R$ 29 milhões e repassando parte dos valores para possíveis servidores públicos.

A operação cumpriu 11 mandados de busca e apreensão nos municípios cearenses de Abaiara, Acopiara, Brejo Santo, Jaguaretama, Jaguaribe e Iracema, autorizados pela Justiça Federal.

O nome da ação é revelador: “Rota Fantasma” faz alusão aos contratos de transporte escolar celebrados entre os municípios e as empresas investigadas, por meio dos quais estariam ocorrendo os crimes apurados.

Os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva, fraude em licitações e lavagem de capitais.

O paralelo que Maricá não pode ignorar

A TV Copacabana.com não afirma que Maricá é o Ceará. O que os documentos públicos permitem afirmar e o que nenhum assessor de imprensa pode desmentir, porque estão nos processos do próprio Tribunal de Contas é que o padrão de irregularidades identificado nos editais maricaenses guarda uma semelhança estrutural alarmante com o DNA administrativo que a PF encontrou no interior cearense: editais tecnicamente deficientes, quantitativos equivocados, exigências que restringem a concorrência e contratos que não passam pelo crivo dos órgãos de controle sem acionar alertas.

A diferença está na escala e na resposta institucional.

Enquanto no Ceará o gatilho foi uma movimentação atípica de R$ 29 milhões identificada pelo COAF, em Maricá o TCE-RJ acumula um histórico de intervenções que, somadas, superam o equivalente a um orçamento municipal inteiro de muitos municípios brasileiros:

Em outubro de 2025, o TCE-RJ suspendeu a Concorrência Eletrônica nº 90007/2025, da SOMAR, que previa a contratação semi-integrada de empresa para elaboração do projeto executivo e execução das obras do mergulhão e do parque linear na RJ-106, em Inoã contrato estimado em R$ 737.885.005,67. A decisão apontou diversas irregularidades no edital.

Em junho de 2025, o mesmo tribunal suspendeu a Concorrência Eletrônica SRP nº 90005/2025, da SOMAR, para execução de serviços de regularização de subleito, construção de base, sub-base, meio-fio e calçada, com valor estimado de R$ 166.240.403,22, após a Secretaria-Geral de Controle Externo apontar possíveis irregularidades no edital.

Em julho de 2025, o TCE-RJ determinou a suspensão imediata da Concorrência Eletrônica SRP nº 90004/2025, da SOMAR, estimada em mais de R$ 86,6 milhões, por indícios de irregularidades apontadas pela Associação das Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro.

Em 2025, o TCE também determinou a suspensão de pregão eletrônico da Prefeitura de Maricá para remoção de plantas aquáticas e resíduos dos rios, canais e lagunas do município, no valor de R$ 57,1 milhões, apontando irregularidades graves no edital, desde a falta de transparência nos preços até exigências técnicas consideradas desproporcionais.

Detalhe: o certame havia sido marcado para o último dia de 2025, 31 de dezembro, às 8h da manhã.

Em junho de 2025, o TCE-RJ suspendeu também o Pregão Eletrônico para compra de pedras de enrocamento, de R$ 94,8 milhões, reconhecendo a presença de irregularidades graves no edital que conferiam “potencial restritivo” à concorrência.

A questão que fica no ar

No Ceará, o COAF detectou R$ 29 milhões em movimentações atípicas e a Polícia Federal entrou pela porta. Em Maricá, o próprio Tribunal de Contas do Estado suspendeu, em série, licitações que somam mais de R$ 1 bilhão em contratos com irregularidades documentadas e nenhuma força federal bateu à porta.

Em apenas uma das suspensões, a do mergulhão de Inoã, o TCE identificou sete graves irregularidades no edital, incluindo memória de cálculo deficiente, divergências entre orçamento e projeto, duplicidade de serviços e ausência de projetos de remanejamento e desapropriação. Não são falhas de digitação. São, na linguagem técnica dos auditores, indícios de que algo no processo foi construído de forma a dificultar a fiscalização.

O modus operandi cearense desvendado pela Operação Rota Fantasma tem um nome: empresas sem estrutura real participando de licitações, recursos federais fluindo para dentro e parte desse dinheiro escorrendo para fora, em direção a agentes públicos.

matéria de Ricardo Cantarelle - TVC - Tv Copacabana Web