domingo, 4 de outubro de 2026

AS PÉROLAS DE EDUARDO PAES QUE NOS CHAMOU DE BURROS E MARICÁ DE MER..!


Este cidadão que chamou Maricá de MERDA e os maricaenses de BURROS se não votassem nele, e que junto com Lula e Benedita PROIBIU que o vice-presidente nacional do PT (o utópico prefeito de Maricá) e seu 'filhote' DIEGO QUAQUÁ (ex-Zeidan - foi obrigado pelo seu PAIPAI a trocar de sobrenome para ter uma sobrevida política), presidente estadual do PT-RJ subissem no trio elétrico no comício de Lula em São Gonçalo, pode ser governador do estado do Rio de Janeiro. Estaremos preparados?

Vamos relembrar algumas verborragias e atos lamentáveis do PAES (merda e burro)!









CÚPULA DO EXÉRCITO COBRA DO STF O MESMO RIGOR USADO POR 'MORAES' CONTRA OS SEUS OFICIAIS

 Segundo reportagem de Robson Bonin, publicada pela Veja em 19 de setembro, integrantes da cúpula do Exército estariam revoltados com o que consideram uma omissão do Supremo diante das provas da Polícia Federal relacionadas a Alexandre de Moraes. A cobrança, segundo a revista, é para que a Corte aplique a Moraes o mesmo rigor que aplicou aos militares acusados de envolvimento na chamada trama golpista.


O caso envolve materiais extraídos do celular de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, que passaram a ser relacionados a uma investigação envolvendo o ministro. O julgamento que analisaria a abertura da investigação estava previsto para 15 de setembro, mas não avançou. Flávio Dino pediu vista após uma sessão marcada por tumulto, e o processo saiu de pauta antes da análise do mérito.

A Veja também relatou que integrantes do comando do Exército evitariam qualquer manifestação pública que pudesse ser interpretada como afronta institucional. Segundo um interlocutor ouvido pela revista, a frase interna teria sido direta: “O STF que lute com sua desgraça.”

Dias depois, no programa ALive de 2 de outubro, Claudio Dantas afirmou que militares já teriam enviado recados a ministros do Supremo, entre eles Gilmar Mendes e Edson Fachin. Segundo ele, a mensagem seria de que as Forças Armadas não deveriam ser chamadas a intervir caso a Corte provocasse uma crise, violasse a Constituição ou boicotasse a eleição.

São relatos atribuídos a fontes e veículos específicos, não uma manifestação oficial do Exército. O ponto central da reportagem é a existência de uma cobrança interna para que o STF aplique a Moraes o mesmo padrão de rigor utilizado anteriormente contra oficiais militares.

No programa ALive da sexta-feira (02/10), Claudio Dantas afirmou que militares já teriam enviado um recado a ministros do Supremo Tribunal Federal, entre eles Gilmar Mendes e Edson Fachin, de que não pretendem intervir caso a Corte provoque uma crise institucional ou envolva o país em um conflito com uma potência estrangeira.

Segundo Dantas, a mensagem atribuída aos militares teria sido direta: “Não contem conosco pra nada, não podemos, não queremos, não faremos.” A orientação, de acordo com o relato, seria para que os próprios ministros assumam as consequências caso provoquem uma crise, violem a Constituição, impeçam ou boicotem uma eleição ou dificultem a posse de um presidente eleito.

Dantas também afirmou que defende que o Supremo respeite a vontade popular, a legislação e a Constituição, evitando que conflitos internos sejam resolvidos por forças estrangeiras. Segundo ele, quando outro país intervém para “resolver” um problema brasileiro, também age de acordo com seus próprios interesses.

No mesmo programa, Dantas comentou a suspensão do atendimento das embaixadas dos Estados Unidos e da Austrália às vésperas da votação. Segundo ele, os governos teriam recebido alertas de inteligência sobre uma questão de segurança no Brasil. Os dois países falaram em segurança, mas não detalharam publicamente o motivo.

O relato apresentado no programa não é acompanhado, no texto, por uma nota oficial das Forças Armadas. A informação divulgada por Dantas é apresentada como um recado atribuído a militares aos ministros do Supremo.

Fonte: Veja / Claudio Dantas





sábado, 3 de outubro de 2026

A DITADURA MARICAENSE, CONFIRMADA POR ALDAIR DE LINDA. A CIDADE DO PREFEITO UTÓPICO E VINGATIVO (vídeo)

 Aldair de Linda reage à retirada de apoios a Alysson Elias e fala em “ditadura” em Maricá


O prefeito utópico de Maricá, mau querido pela grande maioria daqueles que o cercam e dos que são 'obrigados' a conviver com ele, conquistou mais um desafeto, este de grande pesos na política local.

Mas antes de falarmos deste mais novo desafeto, temos que lembrar que o prefeito utópico briga com todos. A cúpula do PT não o tolera mas o aceita pois é daqui que grande parte dos recursos para campanhas sai, em detrimento do povo da cidade.


O fato recente mais marcante foi a AUSÊNCIA do alcaide maricaense
(que não teria tanto peso se este não fosse também um dos 4 vice-presidentes nacionais do PT) no trio elétrico do comício de Lula em 24 de setembro passado (onde 54 ônibus foram pagos com o dinheiro do povo para levar funcionários comissionados e contratados para aplaudir Lula e Paes) e a também ausência do presidente estadual do PT, o seu 'filhote' Diego Quaquá (ex Zeidan), PROIBIDOS A SUBIR NO TRIO ELÉTRICO para ficar ao lado de Lula, Paes, Benedita (outro desafeto) e Pedro Paulo.

ALDAIR AFIRMA QUE ESTAMOS VIVENDO UMA DITADURA EM MARICÁ

E na reta final das Eleições 2026, na véspera do pleito, um novo capítulo sacudiu a cidade no sábado (03/10) com a declaração forte, contundente e DIRETA do presidente da Câmara Municipal de Maricá, Aldair Nunes Elias (Aldair de Linda - PT), que se manifestou após vereadores que vinham apoiando a candidatura de seu filho, Alysson Elias (PT), começarem a mudar de posicionamento e direcionar apoio para a deputada estadual Rosângela Zeidan, ex-esposa do prefeito utópico (PT).

Em uma mensagem aos apoiadores, Aldair afirmou que entende os vereadores que deixaram a campanha, mas sugeriu que a mudança não teria partido da vontade deles.

🗣️ “Sei que não é da vontade de vocês deixar de apoiar meu filho [...] porque eu sempre fui fiel a todos”, declarou.

Na sequência, o presidente da Câmara subiu o tom:

🗣️ “Hoje em Maricá a gente não vive uma democracia, a gente vive uma ditadura.”

Na mensagem, Aldair não confirma quem teria determinado a retirada dos apoios nem apresenta detalhes sobre eventuais pressões.

Nos bastidores, a movimentação ocorre em meio a uma reorganização de apoios dentro da própria base governista, com lideranças reforçando a candidatura de Zeidan (dona da secretaria de assistência social) nesta reta final.

Um dos vereadores que pularam o muro foi o vereador Marcos Bambam, que vinha apoiando Alysson, e que aos 45 do segundo tempo passou a declarar voto e pedir apoio para Zeidan.

Aldair também reforçou que “o voto é secreto” e convocou os apoiadores de Alysson a permanecerem nas ruas até o fechamento das urnas no domingo 04/10.

O domingo será tenso em Maricá.







BRIGA TRANS: Erika Hilton aciona TRE contra Benny Briolly por propaganda irregular

 Deputada paulista alega uso indevido de sua imagem em materiais de campanha de Benny Briolly.


A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) entrou com uma ação no Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro contra Benny Briolly, candidata a deputada federal pelo PT, por uso indevido de sua imagem em materiais de campanha. O processo, iniciado na quinta-feira (01/10), alega que a campanha de Benny utiliza nome, identidade visual e até número na urna de Erika, dando a entender um apoio que não existe.

Conflito eleitoral

Erika Hilton afirma que já havia solicitado diretamente a Benny Briolly que interrompesse o uso de sua imagem em sua campanha. A deputada paulista reforçou que seu apoio no Rio de Janeiro é exclusivo a Rick Azevedo (PSOL), um ativista conhecido por seu trabalho no Movimento Vida Além do Trabalho (VAT).

A representação no TRE inclui um pedido de liminar para cessar imediatamente a distribuição dos materiais de campanha de Benny (foto abaixo). Erika também busca a remoção definitiva dos conteúdos e a aplicação de multa conforme a legislação eleitoral vigente. O Tribunal ainda não tomou uma decisão sobre o caso.

Material de campanha polêmico

A polêmica ganhou destaque quando materiais de campanha de Benny Briolly, que inclui o rosto de Erika Hilton, foram divulgados com o slogan “rumo à bancada trans”. Além disso, os materiais apresentam imagens de outras candidatas como Thabatta Pimenta (PV-RN) e Duda Salabert (PSOL-MG), que também disputam uma vaga no Congresso.

A controvérsia foi antecipada por Erika em um vídeo divulgado na terça-feira (29), onde ela alertava seus eleitores sobre possíveis fraudes de candidatos que usavam seu nome sem autorização. Ela enfatizou que Rick Azevedo é seu único candidato apoiado no estado do Rio de Janeiro para compor a bancada LGBTQIA+.

Com a ação ainda pendente de análise pelo TRE, o caso segue gerando discussões no cenário político, evidenciando a importância da integridade nas campanhas eleitorais e o respeito ao apoio público dos parlamentares.

com informações do portal Tempo Real





sexta-feira, 2 de outubro de 2026

ARMAÇÃO??? TSE REVOGA LIMINAR E DETEMINA VOTOS DE 'GAROTINHO' "ANULADOS SUB JUDICE"

Decisão do ministro Floriano de Azevedo Marques ocorre a dois dias do primeiro turno; nome do ex-governador continuará na urna


O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revogou na sexta-feira (02/10) a liminar que havia garantido a Anthony Garotinho (Republicanos) prerrogativas de candidato ao governo do Rio de Janeiro. Com a nova decisão, os votos destinados ao ex-governador no primeiro turno serão registrados na condição de “anulados sub judice”, enquanto estiver em vigor a decisão que indeferiu seu registro.

O nome de Garotinho, no entanto, continuará aparecendo na urna eletrônica no domingo (4). A situação decorre da existência de recurso ainda pendente de julgamento no TSE.

O TRE-RJ havia indeferido o registro da candidatura de Garotinho por ausência de condição de elegibilidade e configuração de causa de inelegibilidade. A decisão foi mantida por unanimidade pela Corte estadual em 29 de setembro.

Votos ficam sob análise da Justiça Eleitoral

Na decisão da sexta feira 02, Floriano afirmou que, embora o nome do candidato permaneça na urna, os votos recebidos por ele não devem ser considerados válidos enquanto estiver vigente o indeferimento do registro.

A condição é provisória. Conforme orientação divulgada pelo próprio TRE-RJ, votos de candidatos com registro indeferido, mas ainda sob recurso, podem aparecer como “anulados sub judice”. Se a decisão que barrou a candidatura for posteriormente revertida, esses votos podem ser validados. Caso o indeferimento se torne definitivo, eles não serão considerados válidos.

Liminar que permitia campanha foi revogada

Anteriormente, Floriano havia concedido uma liminar permitindo que Garotinho retomasse atos de campanha enquanto a situação do registro permanecesse em discussão.

A medida também assegurava o acesso a recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), além da utilização do horário eleitoral gratuito.

Com a decisão desta sexta-feira, essas garantias foram retiradas. O ministro considerou o resultado do julgamento realizado pelo TRE-RJ, que manteve o indeferimento do registro, e apontou a necessidade de evitar incertezas no processo eleitoral.

Recurso de Garotinho ainda será julgado

A decisão desta sexta não representa o julgamento definitivo do recurso apresentado pela defesa de Garotinho contra o indeferimento da candidatura.

O recurso ordinário já foi apresentado e recebeu as contrarrazões. Segundo o ministro, o processo está próximo de ser encaminhado ao TSE para análise.

A defesa sustenta que o período de suspensão dos direitos políticos decorrente da condenação por improbidade administrativa já teria sido cumprido. A controvérsia envolve o momento a partir do qual deve ser contado esse prazo.

O TRE-RJ, por sua vez, entendeu que a suspensão dos direitos políticos ainda produz efeitos e, por isso, manteve o indeferimento do registro. A decisão inicial da Corte estadual, de 11 de setembro, foi baseada em condenação por improbidade administrativa que determinou a suspensão dos direitos políticos.

Processo foi enviado com urgência ao TSE

Na quinta-feira (1º), Floriano já havia determinado que o TRE-RJ encaminhasse imediatamente ao TSE os autos relacionados ao registro de Garotinho. A determinação ocorreu após pedido de urgência apresentado pela coligação de Eduardo Paes (PSD), que solicitou celeridade na tramitação do processo antes do primeiro turno.

O caso chegou ao TSE depois que a defesa recorreu da decisão do TRE-RJ.

Assim, Garotinho estará na urna no domingo, mas sua situação jurídica continuará dependendo da análise do Tribunal Superior Eleitoral. Até uma eventual reversão do indeferimento, os votos recebidos permanecem classificados como “anulados sub judice”.




Quem é a ministra do TSE nomeada por Lula que provocou cancelamento do debate da Globo

 A ministra Estela Aranha (conhecida como a ARANHA DO LULA), relatora da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que alterou as regras do debate presidencial da Globo e provocou o cancelamento do encontro, construiu sua carreira jurídica em uma sequência de postos de confiança e indicações políticas ligadas ao campo progressista.


Formada pela Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo), com atuação especializada em direito digital, proteção de dados, inteligência artificial e regulação de tecnologias, antes de exercer funções no Executivo federal, Estela Aranha atuou como advogada do senador Lindbergh Farias (PT).

A relação dela com o atual governo federal se consolidou a partir de 2023, quando assumiu a Secretaria Nacional de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública, então comandado pelo ministro Flávio Dino, hoje ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A função a colocou diretamente na estrutura do governo Lula em uma área estratégica para a administração petista, que naquele período avançava em propostas de regulação das plataformas digitais, responsabilização das redes sociais e combate à desinformação.

Depois, Estela passou pela Presidência da República como assessora especial em temas relacionados à inteligência artificial e relações internacionais. Em fevereiro de 2025, chegou ao próprio TSE como assessora do gabinete da Presidência.

Poucos meses depois, o nome dela foi escolhido por Lula para integrar a Corte eleitoral como ministra titular na classe dos juristas. A indicação de Estela para a lista tríplice que seria submetida ao presidente contou com o apoio de Flávio Dino e do presidente nacional do PT, Edinho Silva.

Em julho de 2025, Lula a nomeou para o TSE. Ela tomou posse em agosto, para um mandato de dois anos.

Estela também atuou em entidades jurídicas identificadas com o campo progressista. Foi presidente da Comissão de Proteção de Dados e Privacidade da OAB-RJ e do Conselho Federal da OAB, coordenadora da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD-RJ) e coordenadora adjunta do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCrim-RJ).

Também integrou o grupo Prerrogativas, coletivo de advogados criado em 2016 e conhecido pela atuação em defesa de pautas ligadas ao Estado de Direito e pela oposição a medidas da operação Lava Jato.

Voto declarado em Lula e doações a candidatos da esquerda

Estela declarou publicamente voto em Lula no segundo turno contra Jair Bolsonaro (PL), em 2022. “Voto em Lula no segundo turno. Eu voto 13”, afirmou em um vídeo na época.

Na gravação, ela disse que, como advogados, não haveria outra opção senão votar no petista para “estancar o aumento do autoritarismo” e “defender o Estado democrático de Direito e a democracia”. Também afirmou que os advogados deveriam votar em Lula “inclusive para salvar o próprio sistema de Justiça”.

Ao longo dos anos, a ministra fez doações eleitorais a candidatos do PT e do PSOL, antes de chegar ao TSE. Os registros apontam uma contribuição de R$ 800, em 2004, para Nabil Bonduki, então candidato a vereador pelo PT em São Paulo; de R$ 1 mil para Jean Wyllys (PSOL-RJ), em 2018; e de R$ 750 para Erika Hilton (PSOL-SP), em 2022. As contribuições foram feitas antes da nomeação para a Corte eleitoral.

Como ministra do TSE, Estela Aranha passou a ocupar uma posição particularmente sensível na eleição presidencial de 2026. Ela é a relatora do registro de candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), principal adversário de Lula na disputa presidencial, e passou a julgar uma série de ações envolvendo os dois candidatos.

Em agosto deste ano, Estela determinou a retirada do ar de propaganda da campanha de Lula que associava Flávio Bolsonaro a crimes e organizações criminosas. Em outra decisão, também havia determinado a remoção de publicações que relacionavam o candidato do PL a facções criminosas.

Liminar veio após decisões do STF

A decisão da ministra nesta quinta-feira foi o desfecho de uma série de decisões do STF. Poucas horas antes da realização do debate presidencial da TV Globo, o ministro Gilmar Mendes havia concedido uma liminar determinando a inclusão do candidato Renan Santos (Missão) na transmissão.

A decisão contrariou entendimentos prévios do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, e da ministra do STF Cármen Lúcia, intensificando o atrito institucional entre as duas cortes. Ao fundamentar a medida, o decano rebateu a tese de que a palavra final sobre o processo eleitoral caberia unicamente à Justiça Eleitoral, classificando a premissa como equivocada e reafirmando o papel do STF como guardião final da Constituição.

Na quinta-feira (1º/10), Estela concedeu uma liminar a pedido da coligação de Lula e suspendeu uma regra previamente acordada entre a Globo e as campanhas dos candidatos. A ata do debate previa que, na ausência de um candidato, seu púlpito permaneceria no cenário, identificado, e que os demais concorrentes poderiam formular uma pergunta dirigida ao ausente. Lula havia decidido não participar do debate.

Estela suspendeu o item 7 da ata e determinou que a Globo não exibisse de forma destacada o púlpito vazio de Lula nem permitisse a dinâmica de perguntas dirigidas ao candidato ausente. 

Para a ministra, a participação em debates é facultativa e a manutenção do púlpito identificado poderia produzir efeitos que ultrapassariam a simples informação ao eleitor sobre a ausência.

Após a decisão da ministra do TSE que alteraram as regras e a composição do debate, a Globo cancelou o encontro, apontando insegurança jurídica decorrente das interferências do Judiciário nas regras do evento. Lembrando que no primeiro debate presidencial realizado pela Band no início da campanha eleitoral, o púlpito de Lula, Flávio e Zema, ficaram vazios.


Confira abaixo, uma linha do tempo das 'atuações' da Ministra Aranha, a Aranha do Lula.

















Lançado edital para escolas oferecerem cursos de aviação em Maricá

 Programa da Secretaria de Educação em parceria com a CODEMAR, prevê até 70 bolsas integrais para formação de pilotos comerciais e mecânicos; seleção dos alunos será anunciada em edital próprio


A Prefeitura de Maricá lançou na quinta-feira (1º/10) o edital para credenciamento de escolas de aviação interessadas em oferecer cursos de formação profissional no município. A iniciativa é da Secretaria de Educação, em parceria com a Companhia de Desenvolvimento de Maricá (Codemar), e prevê, neste primeiro ciclo, até 70 bolsas integrais para formação de 20 pilotos comerciais e 50 profissionais de manutenção de aeronaves.

A seleção dos alunos será realizada posteriormente, por meio de edital próprio.

A iniciativa amplia o acesso da população a cursos de formação profissional na área da aviação, setor que vem ganhando espaço com o crescimento das atividades do Aeroporto Municipal de Maricá.

“Depois dessa etapa, vamos publicar o edital para os alunos realizarem suas inscrições. Quando investimos em cursos que antes não eram viáveis para as camadas populares, mostramos que queremos mudar a realidade. É dar condições para que essas pessoas cresçam, alcancem seus sonhos e participem do desenvolvimento da cidade”, afirmou o presidente da Codemar, Júlio Urdangarin.

Credenciamento das instituições

Podem participar do credenciamento instituições de ensino de aviação certificadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que poderão se habilitar para oferecer uma ou as duas formações previstas.

O curso de piloto comercial inclui formação para voo por instrumentos e multimotor. Já a formação para profissionais de manutenção contempla conhecimentos nas áreas de célula, grupo motopropulsor e aviônicos.

Os cursos terão duração máxima de 12 meses para a formação de pilotos e de 24 meses para a formação de profissionais de manutenção de aeronaves.

A formação também está relacionada ao crescimento das atividades do Aeroporto Municipal de Maricá e à demanda por profissionais qualificados para o setor.

Segundo a secretária de Desenvolvimento Econômico, Marta Magge (foto acima), a qualificação de mão de obra é importante diante das perspectivas de ampliação das operações do aeroporto, incluindo futuros voos comerciais, regionais e internacionais.

O piloto Pablio Fagundes (foto abaixo) também destacou a importância da iniciativa para o desenvolvimento da aviação no município e para a formação de novos profissionais.

Próximas etapas

Após o credenciamento das instituições, a Prefeitura de Maricá publicará edital específico para selecionar os alunos que receberão as bolsas integrais. As informações sobre inscrições, requisitos e critérios de seleção serão divulgadas no documento.

N.R.: Que o critério seja sério e não por 'dedo indicador'.