quarta-feira, 22 de abril de 2026

E. C. ORIGINÁRIOS ESTREIA JOGANDO CONTRA O BARCELONA

 Barcelona (do bairro de Curicica no Rio de Janeiro), é o adversário na estreia do Esporte Clube Originários no Carioca série C

O sonho vai começar. A partida será em Xerém no próximo dia 03 de maio e o clube disponibilizará ônibus gratuito para torcedores.


O Esporte Clube Originários, em parceria com o Ceres Futebol Clube, fará sua estreia no Campeonato Carioca da série C fora de casa, contra o Barcelona, no estádio Los Larios, em Xerém, no dia 03 de maio, às 15h. Será a primeira partida de um time formado 100% por indígenas no Rio de Janeiro. A equipe segue em pré-temporada em Maricá. 

Um momento histórico no esporte brasileiro: pela primeira vez, um time 100% indígena estreia em um campeonato estadual no Rio, marcando resistência, cultura e orgulho ancestral em campo. Nosso time de guerreiros irá entregar muita luta, muita disposição e vai fazer bonito”, celebra o presidente do clube Tupã Darcy Nunes.

O clube irá disponibilizar transporte gratuito para os torcedores que desejarem acompanhar de perto essa partida histórica, com saída prevista para às 13h do Terminal Rodoviário de Itaipuaçu. 

Já o primeiro jogo em casa do Originários será no dia 10 de maio contra o Vera Cruz, também às 15h no estádio João Saldanha em Maricá, onde o time estreou no amistoso contra o '9 de abril' por 7 x 0, no dia dos povos indígenas em 19 de abril.








terça-feira, 21 de abril de 2026

'MC ZERO' PROCESSADO PELA SECRETARIA DE TRÂNSITO


Ele entrou para o anedotário e 'folclore' de Maricá. Mc Zero, figura engraçada, polêmica e às vezes agressiva, figurinha fácil nas ruas maricaenses, aprontou mais uma, tentando colocar ordem no caótico trânsito da cidade (e até conseguiu, com muito mas êxito que os orientadores e agentes de trânsito).

O fato poderia ter passado apenas como mais uma do anedotário, mas após o fato, recebemos uma notícia lamentável e bastante bizarra. Mc Zero foi processado pelo Ministério Público, após uma denúncia da SECTRAN.

O FATO

Sim, os caras que não resolvem nada no trânsito de Maricá denunciaram ele, por um episódio em que ele veste um colete de orientador de trânsito (que POUCO orienta o trânsito na cidade) e começa a “trabalhar”, nas proximidades da Praça Orlando de Barros Pimentel. 

Está errado? Sim, não deveria, mas quantas vezes já fiz (sem vestir qualquer colete), saindo do carro e indo 'descongestionar' o trânsito, dando ordem ao caos, pois quem deveria fazer, ou não estava no local (por outras atividades), ou estava em 1horário de almoço (???).

Mas ao meu ver, o 'processo', foi uma medida completamente desproporcional pelo acontecido. Porque não uma advertência? Ou até mesmo uma orientação? Logo de primeira, uma denúncia para o Ministério Público? Será ciúmes ou a confirmação da quase total incapacidade de resolverem os problemas no trânsito do centro de Maricá?

Diria eu, que esse dia em que ele “trabalhou como orientador”, tenha sido o dia em que mais o trânsito de Maricá fluiu. Com certeza as pessoas chegaram mais rápido em suas casas.

Enxergo a ação da folclórica figura como uma forma de protesto. Quantos de nós já não tivemos vontade de ter feito o mesmo. Eu acima já afirmei que fiz (será que irão me processar???)!!!

Medida exagerada, assustadora e opressora. O que querem com isso? Que ele pague cesta básica? Um cara que muito mal deve viver o mês com uma…

Mc Zero é um personagem da cidade que deve ser respeitado. MC Zero é conhecido por uma vida sofrida há muitos anos, por carregar lata de água na cabeça para sobreviver. 

Estou assustado com essa covardia, mas talvez eu esteja esperando demais de uma área que não consegue nem cuidar do que se propõe a fazer, quanto mais cuidar das pessoas da nossa cidade.

Todo nosso apoio ao MC Zero. Inclusive, esse ano vocês verão a cara do Mc Zero no cinema. Sim, NO CINEMA!






ENGODO OU REALIDADE NO NOVO CARRO BRASILEIRO TOTALMENTE ELÉTRICO?


 Flávio Figueiredo vendeu sua empresa de cartões.

Comprou um Tesla. Desmontou peça por peça para entender como funcionava. E decidiu criar a primeira montadora 100% brasileira de carros elétricos. A CAMPO.

O detalhe que ninguém esperava. O carro ainda não existe.

O protótipo apresentado era uma maquete em tamanho real. Isopor e papelão. E mesmo assim, compradores apareceram.

O projeto promete uma fábrica de R$ 1 bilhão no Espírito Santo. Parcerias com empresas de tecnologia. Um modelo popular chamado 459O número escolhido por obsessão com a numerologia de Nikola Tesla.

Sistema ADAS desenvolvido no Brasil para concorrer com a Tesla americana. Concessionárias dentro de lojas de seminovos. Executivos vendendo pelos stories do Instagram.

No exterior, todo mundo acredita. No Brasil, o ceticismo é alto.

Flávio diz que o maior desafio não é engenharia. É burocracia.

Mas a distância entre o que foi prometido e o que existe é gigante. E aqui está a lição de negócios mais intrigante dessa história. Às vezes você não precisa de um produto pronto. Precisa de uma narrativa tão bem construída que as pessoas acreditem antes de ver.

Flávio domina essa arte.

Se o protótipo funcional vai chegar ou se essa é a maior jogada de marketing da história do empreendedorismo brasileiro, o tempo vai dizer. Mas a história já está sendo contada. E as pessoas já estão comprando.





GE: E.C. Originários: clube só com jogadores indígenas reúne aldeias do Brasil todo e vai jogar o Carioca

Time de Maricá carrega o orgulho de um povo marginalizado. Cacique, que também é o presidente, se emociona a duas semanas da estreia: "Todos esses guerreiros foram preparados para estar aqui"

Em Maricá, cidade da Região Metropolitana do Rio de Janeiro que fica a menos de uma hora de distância da capital, a história anda sendo escrita. Pela primeira vez no país, um clube formado exclusivamente por jogadores de origem indígena vai disputar uma competição oficial. O Esporte Clube Originários faz os últimos ajustes para estrear na Série C do Carioca - o equivalente à quinta divisão.

O clube nasceu este ano com um propósito: o de abrir as portas do futebol para indígenas e transmitir o orgulho de um povo geralmente marginalizado. "A gente não é muito ouvido, né", lamenta Tupã Nunes, presidente do clube e cacique da Aldeia Mata Verde Bonita que lidera a resistência dos Guarani Mbya no distrito de Itaipuaçu.

Com o cocar de liderança feito com penas de mutum, o Tupã recebeu a reportagem do ge (Globo Esporte) em sua casa, na margem do Canal da Costa. Duas imagens imponentes do cacique penduradas na parede dão a ideia de quem é o dono do lugar. Ele quis ser jogador de futebol por um curto período entre a infância e a adolescência, mas, aos 16 anos, conta que precisou escolher o caminho da militância do seu povo.

Hoje, aos 51, o líder da aldeia vê o sonho de uma vida sendo realizado e se emociona.

"O povo indígena vive numa resistência muito forte por causa da desvalorização da sua terra. Acredito que, com o caminho da arte e o caminho do futebol, nossos filhos vão alcançar esse degrau e transmitir para o mundo que esse povo merece estar onde estar, merece ser respeitado no seu habitat original, onde sempre esteve", afirma, sem contar as lágrimas.

Tupã Nunes é o cacique de cerca de 300 indígenas Guarani Mbya que vivem em Maricá. Mas, como presidente do Originários, ele agora comanda jogadores de pelo menos outras 14 etnias diferentes, vindos de todos os cantos do Brasil.

Na equipe, tem gente de aldeia Xekriabá, tem também Potyguara, Pataxó, Guarani, Tupinikim, Kamaiurá, Guarani Nhandeva, Terena, Shanewana e por aí vai. Outros jogadores ainda devem chegar antes do primeiro jogo na competição, no dia 3 de maio, contra o Barcelona.

"Cada jogador que está lá é semente de cada família, de cada povo, de cada sonho. Se é do Xikrin, vai ser do Xikrin. Se é do Kaingang, vai ser do Kaingang. Se é do Xingu, vai ser do Xingu. Todos esses guerreiros foram preparados para estar aqui. Eles sabem onde estão, sabem o que eles vieram fazer", afirma o cacique.

"Todos eles terão essa transmissão importante para o mundo de que ele veio daquele território sagrado, daquela mata, daquela floresta, daquele pedaço do chão chamado 'pindorama'", completa ele, fazendo referência ao termo do tupi usado para definir o Brasil e toda a região da América do Sul antes da colonização.

Como seria necessário desembolsar R$ 1,3 milhão para registrar o clube (R$ 500 mil da taxa de filiação da Federação do Rio e cerca de R$ 800 mil da CBF), o Originários fechou um acordo com o Ceres, que não tinha planos de montar time nesta temporada, e vai jogar o Carioca com a inscrição do clube de Bangu.

Como esse time nasceu?

O Esporte Clube Originários até aqui se mantém com dificuldade, financeiramente falando. Existe apenas o patrocínio de uma empresa de proteção veicular de Maricá. O clube tem conversas avançadas com a prefeitura do município e com a Loterj e até correu atrás do registro autêntico de todos os jogadores para comprovar que são indígenas e, dessa forma, destravar a verba pública. Mas o dinheiro ainda não entrou.

O ônibus escolar que busca as crianças todos os dias na aldeia fez um acréscimo no seu itinerário para, duas vezes por semana, levar os jogadores para um campo alugado em Maricá. As atividades não podem terminar depois de 11h da manhã porque o coletivo tem horário para voltar - no caminho, deixa os jogadores que não são da cidade em um hotel onde estão hospedados.

Na Série C, o Originários vai mandar seus jogos no Estádio Municipal João Saldanha, no distrito de Ponta Negra. Com a ajuda de um aqui e o esforço de outro ali, as coisas vão se ajeitando.

"Eu sou grato a todos que se empenharam nesse projeto. Não é só Tupã, por trás do Tupã existe muitas pessoas que não dormem para isso poder acontecer, sabe?", agradece o cacique.

Anderson Terra é uma dessas pessoas a quem Tupã se refere. Presidente do Instituto Terra do Saber, que desenvolve trabalhos com os Guarani Mbya de Maricá há pelo menos cinco anos, ele é o homem por trás do projeto do Esporte Clube Originários.

De fala pausada, barba grisalha e postura inegociável quando se trata de defender a causa indígena, Anderson costuma prestar o papel de interlocutor da aldeia com o poder público e prefere caminhar nos bastidores. Mas se emociona tanto quanto o cacique ao testemunhar o projeto que ajudou a tirar do papel.

"Existe um contexto social em volta da aldeia que é muito pouco observado para quem não está aqui dentro. Um deles é a droga, o outro é o alcoolismo. Então o esporte é canalizador para que o menino tenha uma ocupação, se sinta parte da sociedade e tenha espaço para fazer outras coisas. Nessa ideia de trazer mais coisas para a aldeia é que surge, então, o time de futebol", explica Anderson, revelando o plano de, em breve, montar um time feminino.

A inspiração do Originários é o Gavião Kyikatejê, do Pará, o primeiro clube de futebol indígena do Brasil. Mas com uma proposta ainda mais ousada que a da equipe de Bom Jesus do Tocantins, que precisou recorrer a jogadores de outras etnias ao longo dos anos e nunca disputou uma competição com elenco formado 100% por indígenas.

A primeira missão, portanto, era encontrar esses atletas. Por esse motivo, o clube convidou Huberlan Silva, que no ano passado foi o treinador da Seleção Indígena de Futebol do Brasil e das Américas (SIFBA). Mas a tarefa não foi das mais fáceis, em especial porque a Série C do Carioca só permite elencos sub-23, com um limite de cinco jogadores acima dessa idade na relação para as partidas.

"A minha dificuldade foi mapear o Brasil inteiro para procurar esses atletas. Porque é só indígena, é 100% indígena. Não pode ser outro", esclareceu o treinador da equipe.

Com divulgação sobretudo nas redes sociais, o Originários promoveu uma peneira com mais de 400 inscrições. A maioria dos indígenas chegou a Maricá por conta própria. Mas, em alguns casos, o clube conseguiu ajudar com as passagens. O goleiro Sávio Conrado, que está no elenco que vai jogar a Série C, por exemplo, veio de Autazes, no interior do Amazonas.

Ele conta que levou quase quatro dias de viagem: saiu de lancha de sua aldeia, pegou a estrada sinuosa até Careiro, mais uma lancha e um carro de aplicativo só para chegar em Manaus. E não se arrepende.

"Eu nunca tive uma oportunidade como essa, de sair e jogar fora. Eu sou o único da minha comunidade que saiu para jogar em um clube profissional", se orgulha Sávio, da etnia Mura.

"As pessoas olham diferente"

No sacolejar do ônibus escolar, depois de mais uma sessão de treino sob a batuta do exigente treinador Huberlan, Jefter da Silva Pêgo canta com voz doce. Ele veio de uma aldeia Tupinikim em Aracruz, no Espírito Santo, e faz soar a canção na sua língua nativa, o tupi-guarani.

Em seguida, o lateral-direito do Originários traduz a música para a reportagem do ge:

"Eu tava lá dentro da mata, pra quê mandou me chamar?
Eu tava lá dentro da mata, pra quê mandou me chamar?
Eu sou o Índio Guerreiro, o Índio Guerreiro em todo lugar
Eu sou o Índio Guerreiro, o Índio Guerreiro em todo lugar".

Jefter tem 20 anos e aceitou deixar a sua terra para jogar a quinta divisão do Carioca porque tem o sonho de fazer carreira como jogador profissional. Ao mesmo tempo, quer ser um exemplo para o irmão caçula. O Esporte Clube Originários, nesse sentido, é a porta de entrada para ele e outros indígenas se provarem.

"Eles têm muito orgulho de se mostrarem, de ter essa causa defendida", afirma o treinador.

"Aqui a gente vai estar numa competição oficial, profissional e federada, mas também vamos estar levando a cultura de cada um. E a gente quer mostrar isso para o povo. Que esse povo merece respeito, merece apoio e merece ser visto. Nada melhor que o futebol para promover isso. Eles querem mostrar para o Brasil que existem", conclui Huberlan.

Na equipe, uma figura se destaca pelo lado direito do campo. Edílson Karai Mirim atua como ponta-direita, tem Everton Cebolinha, do Flamengo, como inspiração e atrai olhares por jogar com o rosto pintado.

Ele é um dos poucos jogadores do time que vivem entre os Guarani Mbya de Maricá e quer estender seu alcance para além das redes sociais, onde tem um perfil com mais de 50 mil seguidores em que compartilha os costumes e a rotina na aldeia.

"Sempre corri atrás do que eu queria na minha vida, desde criança. Passei por muitas coisas na minha vida durante essa caminhada, mas mesmo assim nunca desisti. Tinha pessoas que olhavam diferente para mim. Falavam 'você, indígena, está aqui jogando com a gente. Indígena não usa roupa, você usa roupa'", relata ele.

"Não é porque eu uso roupa, não é porque eu estou jogando no clube que eu vou deixar a minha cultura. A cultura vai sempre permanecer", completa Edílson, que vai se pintar para os jogos da Série C.

Para Anderson Terra, o fato de fundar um clube só com jogadores indígenas em Maricá, a um passo da Região dos Lagos do Rio, é ainda mais significativo. Foi pela área onde hoje ficam situadas as cidades de Cabo Frio, São Pedro da Aldeia e Saquarema que a resistência indígena sofreu sua maior derrota para os colonos portugueses, resultando na morte de aproximadamente 10 mil homens e mulheres nativos em 1575, de acordo com os relatos da época.

Os indígenas sobreviventes do massacre foram escravizados. A "Confederação dos Tamoios", como ficou conhecido o conflito, é apontado como um dos maiores genocídios que se tem registro no país.

"Por isso é tão importante retratar a história nesse momento porque nesse mesmo local, nessa mesma região onde houve o maior massacre da humanidade que guerreiros estão revertendo a história e trazendo alegria no pé, na alma e no coração. Mostrando que eles sobreviveram, resistiram a essa luta e vão conseguir formar um time de 11, de 22 e quantos mais jogadores surgirem", afirma ele.

"Quero um futebol bem jogado"

Flamengo não aprova jogo de estreia no Dia dos Povos Indígenas, na preliminar do jogo contra o Bahia para 'preservar a grama' (que feio!!!)

A cereja do bolo do projeto, a possibilidade que fazia os olhos das pessoas à frente do Originários brilharem, seria jogar no Maracanã no Dia do Orgulho Indígena, comemorado no domingo passado. A ideia era fazer a preliminar do jogo entre Flamengo e Bahia, pelo Brasileirão.

O clube recém-nascido não mediu esforços para que isso fosse possível, já que ver indígenas pisando no gramado do Maracanã no dia mais importante do ano para a causa provocaria o impacto que eles almejavam. Mas o Flamengo não aprovou o plano em nome da preservação da grama. Ao ge, o Fla informou que não realiza jogos preliminares no estádio desde 2007 e lembrou que o Maracanã recentemente recebeu quatro jogos no período de uma semana.

No final das contas, o Originários comemorou a data com um jogo festivo em Maricá e goleou o 9 de Abril, um time amador, por 7 a 0. Seja no Maracanã, no Estádio Municipal João Saldanha ou em qualquer outro campo, o Tupã Nunes tem a mesma convicção:

"Eu quero um futebol bem jogado, um futebol com arte, que há tanto tempo não vejo".

O cacique é um apaixonado pelo futebol da seleção brasileira de 1994, que conquistou o tetra nos Estados Unidos. Pouco tempo atrás foi a um jogo do América e quase tirou foto com Romário, mas a equipe do qual o ex-jogador é presidente sofreu dura derrota, e o registro ficou para outra hora.

O Tupã acredita que é possível fazer um futebol bonito com os indígenas que tem à disposição no seu elenco e projeta o sonho de infância nos seus atletas.

"Nosso depósito foi feito em cada um deles. E eles agora têm a responsabilidade de, não só jogar bem, fazer essa arte, mas mostrar para o mundo como o Brasil é bonito, com todos os povos. Acredito que vamos chegar em lugar bom com os guerreiros", afirma, antes de secar as lágrimas.

"Eu me emociono em falar porque eu não tive essa oportunidade de escolher ser jogador. Minha família precisava resistir no seu território pela invasão, pelo desrespeito, pelo preconceito. Eu tive que escolher desde os 16 anos ser militância do meu povo. E hoje sou cacique", completa.

O líder da aldeia e presidente do Esporte Clube Originários acrescenta que não se arrepende.

Por Tébaro Schmidt - ge








DEGRADAÇÃO DOS VERMELHINHOS E A TOTAL FALTA DE SEGURANÇA EM MARICÁ (pede pra sair!!!) - vídeo


O Portal FALA MARICÁ no seu Instagram fez uma postagem revoltante e preocupante para todos os usuários dos vermelhinhos (que vem se degradando pela péssima administração da EPT e pelo descaso com a segurança pela qual hoje vive Maricá - mesmo com a promessa esdrúxula do prefeito dizendo que vai trazer o BOPE para Maricá). 

Um homem usando droga livremente dentro do ônibus da linha E26 MCMV Inoã x MCMV Itaipuaçu, isso durante o dia e ao lado de passageiros.

"Agora é assim?

Vai de graça até a boca… e volta usando, no ar condicionado?

E as famílias? E as crianças dentro do ônibus?"




Aproveitamos para deixar um recado para o nosso utópico prefeito:






segunda-feira, 20 de abril de 2026

CIDADE BILIONÁRIA: ALUNOS DENUNCIAM CAOS NO IFF DE MARICÁ


Dois (magníficos) Alunos do IFF (Instituto Federal Fluminense) fizeram um MAGNÍFICO vídeo de denúncia de vários problemas pelos quais eles passam e que estão degradando a instituição federal com parceria municipal.

Confira a publicação:


De quem é a responsabilidade? Quem irá resolver os problemas do IFF?
Quando alunos, professores e visitantes serão respeitados?
Por que o prefeito da CIDADE BILIONÁRIA, deixa de lado suas utopias e resolve os problemas do IFF, REALIZANDO as devidas e necessárias intervenções?
POR QUE EM MARICÁ TUDO É COMPLICADO?





SEGUNDO PREFEITO MOTOS ELÉTRICAS TRAZEM MAIS BENEFÍCIOS DO QUE PPT (putz!!!)

MAIS UMA FALÁCIA DO PREFEITO UTÓPICO???


Na cidade do DEVERÁ, PODERÁ, ACONTECERÁ... agora o prefeito utópico disse que Mototaxistas e entregadores de Maricá poderão receber motos elétricas por meio de um programa da prefeitura. O anúncio foi feito na noite da quarta-feira (15/04) pelo prefeito Washington Siqueira (o Quaquá), em publicação nas redes sociais.

Segundo o prefeito, a proposta é garantir motos elétricas para cerca de 2 mil mototaxistas e entregadores da cidade. Além disso, o município também pretende disponibilizar carros elétricos para aproximadamente 300 a 400 taxistas que atuam no transporte de passageiros.

MELHOR ISSO DO QUE PPT QUE COLOCAVA MAIS DE R$ 10 MILHÕES NA ECONOMIA DA CIDADE, GERAVA EMPREGOS E FAZIA A RODA DA ECONOMIA GIRAR LIVREMENTE NA CIDADE

De acordo com o prefeito, o investimento estimado no projeto será de cerca de R$ 100 milhões. O prefeito afirmou que o valor é inferior aos cerca de R$ 150 milhões que eram gastos anualmente pela prefeitura com o antigo PPT - Programa de Proteção ao Trabalhador.

Cidade que não tem energia para os moradores, segundo o prefeito terá Pontos de apoio e recarga e local para 'entregadores' descansarem 

Além da entrega de veículos elétricos, a prefeitura pretende construir pontos de apoio para motoboys e entregadores em diferentes áreas da cidade. Os espaços devem oferecer estrutura para descanso enquanto os profissionais aguardam chamadas para entregas.

O  projeto também prevê a instalação de pontos de recarga para motos e carros elétricos, facilitando o uso dos veículos durante a rotina de trabalho.

Cooperativas podem integrar nova economia da cidade

Durante o anúncio, o prefeito também sugeriu que motoboys e entregadores se organizem em cooperativas. Segundo ele, essas organizações poderão ter papel importante na chamada nova economia local.

A ideia é investir em quem trabalha e produz, gerando emprego e renda”, afirmou o prefeito na publicação.

Mas fica aqui uma pergunta e uma sugestão: não que essa classe não mereça, mas se a intenção É INVESTIR EM QUEM TRABALHA E PRODUZ, GERANDO EMPREGO E RENDA, por que a prefeitura não investe nos também cerca de 2 mil artesãos (muitos passando fome por falta reais de oportunidades, término de feiras e falta total de incentivos para a classe), dando barracas padronizadas ou tendas tipo gazebo (cerca de R$ 700,00 e R$ 350,00 respectivamente) e voltando a criar feiras e exposições por toda a cidade (preferencialmente em locais fixos para economizar no monta e desmonta)?

Se fizermos as contas, sairá INFINITAMENTE mais barato do que as tais moto elétricas para os entregadores, onde muitos já são contra. 

Confira a matéria da TVC sobre o assunto que o Jornal Barão de INohan reproduz na íntegra, acessando https://obaraoj.blogspot.com/2026/04/marica-utopica-cidade-do-podera-devera.html




Mais uma história de DERROTA para o JOGO DO TIGRINHO. Até quando??? (vídeo)

 Mulher que perdeu casas por vício em jogos online se separou do marido devido às dívidas: 'Ele não aguenta mais'

Conforme a jovem, o ex-marido, que é pai de sua filha caçula, tentou ajudá-la a quitar os débitos, mas acabou se prejudicando por conta do vício dela.

A extensionista de cílios Assíria Macêdo, de 29 anos, moradora da cidade de Fortaleza, que perdeu duas casas por conta do vício em jogos de aposta online, também separou do marido devido à dívida de R$ 50 mil que ela adquiriu com plataformas como o "Jogo do Tigrinho".

"Hoje em dia, a gente está separado por conta das dívidas. Ele não aguenta mais (o relacionamento) e eu entendo, porque ele foi a pessoa que mais lutou por mim", falou Assíria Macêdo em um vídeo publicado na rede social.

Conforme a jovem, o ex-marido, que é pai de sua filha caçula, tentou ajudá-la a quitar os débitos, mas acabou se prejudicando por conta do vício dela. O mesmo aconteceu com os pais da extensionista, que eram donos dos imóveis que a família precisou vender para pagar as dívidas da filha.

"Meu esposo fez de tudo para ajudar e pagar as dívidas, mas acabou se afundando também, pois eu não falava a verdade e acabava jogando de novo"

Pedido de ajuda

O relato feito pela jovem foi divulgado na rede social dela como forma de alerta e com um pedido de ajuda. O vídeo (CONFIRA ABAIXO) já alcançou mais de 200 mil visualizações.

"Eu estou muito arrependida de todas as escolhas que eu fiz. O primeiro passo é o reconhecimento. Hoje eu reconheço que estou doente, mas antes eu não reconheci, nunca assumi, nunca aceitei ser viciada ou ser doente. 

[…] Só eu sei o que eu faço para poder ficar bem e não consigo. Esse é meu último pedido de socorro e eu espero ser ajudada”, falou a mulher.

Sem renda fixa e com várias contas acumuladas, Assíria, as filhas e os pais idosos estão morando de favor.

"A gente realmente está sobrevivendo com a ajuda de pessoas mais próximas que conhecem a situação", disse a extensionista.

Após a repercussão do vídeo, Assíria conseguiu um acompanhamento psicológico gratuito e segue em busca de juntar a quantia necessária para quitar o que deve.

De acordo com uma amiga da extensionista, ela foi afastada das redes sociais e do acesso ao celular por conta do abalo emocional ocasionado pelas dívidas.