A Feira de Agricultura Familiar que deveria acontecer no sábado 19, em Araçatiba, das 8 às 13 horas, foi cancelada pegando os expositores e feirantes de surpresa no início da semana, com a justificativa que a secretaria de agricultura estaria participando da 1º Expo Rural no Espraiado (distante cerca de 30 quilômetros de distância) e PARTE destes expositores da feira em Araçatiba, poderiam participar de um feira na Expo Rural das 12 às 22 horas.
Além da oportunidade não ser dada à todos os participantes (as vagas seriam definidas por sorteio nos dias do evento (sexta 18, sábado 19 e domingo 20), os clientes da feira de Araçatiba ficarão sem seus produtos por mais de duas semanas, uma vez que a próxima edição só acontecerá em 03 de outubro (vésperas das eleições - SE NÃO CANCELAREM NOVAMENTE).
Essa é a cidade que ao invés de estimular a manutenção da tradicional feira em Araçatiba e dar novas oportunidades no evento rural, prefere CANCELAR e diminuir as chances dos expositores estarem tendo a possibilidade de aumentar seus ganhos, em épocas tão difíceis as quais passa a cidade e o país.
PRECISA TER ELEIÇÃO? DEIXA O COUTO DIRETO NO GOVERNO!!!
O governador em exercício do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, afirmou na sexta-feira (18/09) que o estado atingiu o equilíbrio fiscal e caminha para cumprir a meta de entregar a gestão com cerca de R$ 5 bilhões em caixa. A declaração ocorreu durante cerimônia oficial dedicada ao anúncio de novas medidas e ações integradas para a área de segurança pública.
De acordo com o chefe do Executivo estadual, a recuperação das contas do Rio é fruto do rigor no controle de divisas e da atuação conjunta das forças policiais. "O Estado do Rio de Janeiro, graças ao apoio que está tendo, já está superavitário. O que era um sonho hoje se torna realidade. Hoje o estado saiu do vermelho", declarou Couto, reforçando que o saldo positivo permitirá alcançar a meta de reserva financeira estipulada para o fim da gestão.
FORÇA-TAREFA CONTRA O ROUBO DE CARGAS E BARREIRAS FISCAIS
Além do balanço financeiro, a agenda oficial marcou o lançamento de uma força-tarefa voltada para o combate ao roubo de cargas em território fluminense. O plano prevê o fortalecimento do corredor de fluxo de mercadorias para conter os furtos e roubos de insumos, estimulando o comércio e a indústria local.
Em seu discurso, o governador em exercício defendeu que as políticas de segurança pública sejam conduzidas de forma técnica, sem ingerência partidária. "A segurança não pode caminhar com a visão errônea da política. Temos que seguir à frente com uma única direção: a de cumprir com a função do Estado", defendeu.
O plano de cooperação reúne órgãos das esferas municipal, estadual e federal — integrando polícias Civil e Militar, guardas municipais, Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Federal (PF). O governo estadual deve divulgar nos próximos dias os detalhes dos convênios e os objetivos de cada acordo.
"Dessa vez, nossas bicicletas vão percorrer Maricá em uma vivência cheia de cultura, conhecimento e pertencimento!"
O convite está sendo feito pela diretora do CIEC Ivanisa, a professora Mychelle Alencar.
No dia 21 de setembro, o Pedala CIEC ganha as ruas com visitas à Secretaria de Educação de Maricá e à Incubadora de Inovação Social em Cultura. Um passeio que transforma o território em sala de aula e aproxima nossos estudantes dos espaços que também contam a história e movimentam a nossa cidade.
Porque no CIEC, pedalar é muito mais do que chegar a um destino: é conhecer Maricá, ocupar seus espaços, aprender com o território e fortalecer o sentimento de fazer parte dele.
Saída: Praça Orlando de Barros Pimentel 8:40h 21 de setembro | Segunda-feira
Pedala CIEC — movimento, cultura, educação e pertencimento sobre duas rodas!
Em 2007, durante uma viagem ao Quênia, Kenton Lee presenciou uma cena simples, mas que nunca mais saiu da sua cabeça.
Uma menina caminhava com os sapatos tão pequenos que a única maneira de continuar usando era cortar a parte da frente para deixar os dedos para fora.
Aquilo fez Kenton perceber um problema que milhões de crianças enfrentam: crescer sem um calçado adequado, ficando mais expostas a ferimentos, parasitas e infecções causadas pelo contato direto dos pés com o chão.
Kenton não era designer de calçados, não entendia de fabricação e nunca tinha trabalhado nessa indústria.
Mas teve uma ideia.
E se existisse um sapato que pudesse crescer junto com a criança e durar por vários anos?
Ele apresentou o conceito a grandes empresas e chegou até a oferecer a ideia gratuitamente.
Mas não conseguiu apoio.
Segundo Kenton, uma das dificuldades estava justamente no modelo de negócio: um sapato que durasse anos e acompanhasse o crescimento da criança não parecia tão interessante para empresas acostumadas a vender novos pares com frequência.
Então ele decidiu tentar sozinho.
Depois de muitos testes, criou uma sandália resistente, com tiras, fivelas e ajustes que permitem aumentar o tamanho conforme o pé da criança cresce.
O modelo ficou conhecido como The Shoe That Grows.
A proposta era simples: um único par poderia acompanhar vários números, fazendo com que a criança não precisasse perder o calçado poucos meses depois de recebê-lo.
Foi assim que Kenton fundou a Because International e começou a levar a ideia para comunidades ao redor do mundo.
Com o tempo, centenas de milhares de pares foram distribuídos em mais de 100 países.
E tudo começou com uma menina caminhando com os dedos para fora do próprio sapato.
Kenton viu aquele problema e fez uma pergunta que mudou tudo:
E se, em vez de a criança precisar crescer para fora do sapato, o sapato pudesse crescer junto com ela?
Depoimentos revelam os padrões de abuso e manipulação dentro das igrejas evangélicas
O discurso da pastora Helena Raquel, principal líder da Assembleia de Deus Vida na Palavra, durante o Congresso dos Gideões em Balneário Camboriú (SC), no dia 2 de maio, expôs uma chaga até então varrida para debaixo dos púlpitos evangélicos: a pedofilia e o abuso sexual cometidos por pastores. Com uma pregação de uma hora e vinte minutos, Helena Raquel acusou a cúpula religiosa de silenciar sistematicamente as vítimas — um tabu que, segundo ela, precisa ser enfrentado de dentro para fora.
Enquanto denominações evangélicas, descentralizadas e sem uma autoridade única, resistem a adotar medidas protetivas consistentes, a fala de Helena Raquel expõe a inversão de valores que faz com que que faz com que agressores sejam acolhidos e vítimas, culpadas. A rara coragem da pastora, que nunca antes havia sido manifestada por uma liderança de seu porte, ecoou nas redes sociais e encorajou mulheres vítimas de abuso a romperem o silêncio, como mostram depoimentos inéditos colhidos pela revista VEJA e posteriormente por outras mídias.
Ane Almeida, 42 anos e o "deslize do Pastor"
A psicóloga tinha 16 anos quando foi abusada sexualmente por um pastor de sua confiança, que a levou a um motel após meses de aproximação. Quando conseguiu contar o absurdo à esposa dele, a igreja tratou o caso como um “deslize” do pastor e se voltou contra Ane, que passou a ser vista como “a sedutora”. “A comunidade orou por ele. A vítima nem é ouvida ou olhada”, relata. Hoje trabalha com mulheres cristãs vítimas de abuso: “Muitas não entendem que foram vítimas”.
Aos 17 anos, a catarinense foi apalpada dentro da piscina de um retiro jovem por um pastor da Assembleia de Deus de Balneário Camboriú, que depois passou a enviar mensagens dizendo que estava apaixonado e que tinha sonhos eróticos com ela. Ao levar as denúncias a uma conselheira e ao pastor presidente, foi orientada a apagar tudo e não fazer escândalo.
O abusador foi apenas transferido de congregação e só preso meses depois, quando outras adolescentes foram violentadas por ele. “Se eu tivesse sido ouvida, as outras crianças não teriam sido abusadas depois”, afirma Jéssica, que se afastou da igreja após ser chamada de “espírito de pomba gira” pela esposa do agressor.
Vanilda Bordieri, 52 anos
Cantora gospel, ela tinha apenas 16 anos quando líderes da igreja a incentivaram a se aproximar de um obreiro recém-separado, sob a justificativa de que seria um “plano de Deus”. No primeiro encontro, foi levada a um sítio, estuprada e abandonada sozinha no local. Punida e julgada pela comunidade enquanto o agressor era acolhido, Vanilda só se reconheceu como vítima por dos 30 anos. “Fui jogada a um predador. O abuso é uma marca que você carrega independente do tempo. Não é que eu demorei para falar, eles demoraram para me ouvir”, diz ela.
Claudia Almeida Matos Nogueira, 57 anos
A violência começou aos 5 anos, quando a família foi como missionária para a Bolívia. Claudia passou a ser abusada sexual, física e espiritualmente por seu pai, um pastor evangélico. Ao contar para a mãe, foi espancada pelo pai, obrigada a desmentir tudo e dormiu de castigo. Os abusos se estenderam até os 21 anos, dentro e fora da igreja, enquanto a instituição religiosa apenas transferia o pai de cidade ou país a cada escândalo. “Meu pai era um homem que falava de Deus. Era considerado exemplar. Era um ungido, líder. Em casa, ele era um demônio”, diz Claudia, que tentou suicídio duas vezes e, mesmo depois de adulta e missionária, foi mandada embora da instituição ao publicar um livro sobre o caso.
Adrielle Garcia, 40
A terapeuta tinha cerca de 20 anos e frequentava uma igreja batista pentecostal em Ricardo de Albuquerque, no Rio de Janeiro, onde via o pastor como um irmão mais velho e brincalhão. Durante uma viagem ao monte com o pastor, o marido e a sobrinha, ao dormirem na casa do religioso, ele colocou a mão em seu seio. Envergonhada, fingiu que nada havia acontecido. No dia seguinte, o pastor pediu perdão pelo toque “com maldade”, mas logo ela descobriu que uma amiga do ministério de dança havia passado pela mesma situação na mesma semana: ele havia passado a mão na perna dela e também se desculpado em seguida. “Ninguém acredita quando a gente denuncia o pastor”, diz Adrielle. “Hoje acho que a igreja é um dos piores ambientes para mulher sobreviver. Falta voz!!!"
Ana Carollo, 30 anos
Com apenas 12 anos, a estudante foi chamada por um pastor auxiliar à sala onde ele supostamente gravaria um programa de rádio. Sozinha com ela, o homem começou a se masturbar e a se masturbar e a massagear seu corpo. Quando o caso foi levado ao pastor líder, o agressor negou tudo, e a esposa dele, grávida, disse que Ana estava destruindo a família. Silenciada e tomada pela culpa, a menina ainda permaneceu na mesma igreja por algum tempo. “A igreja prefere tratar tudo internamente para não manchar a imagem. Por isso escondem violências, abusos e adultério”, afirmou Ana.
Casal de pastores oferecia Pix e punia vítimas para silenciar estupros
Líderes religiosos usavam dinheiro, transferências via Pix e ameaças de expulsão da igreja para impedir denúncias
Os pastores evangélicos Wenderson Lima de Souza, de 32 anos, e Arielly Kamyla Moraes de Souza, de 24, foram indiciados pela Polícia Civil de Roraima (PC-RR) por crimes sexuais contra adolescentes.
A investigação concluiu que o casal se valia da posição de liderança religiosa para cometer os abusos e, em seguida, oferecia dinheiro em espécie e transferências via Pix às vítimas ao mesmo tempo em que as ameaçava com punições internas da própria igreja para garantir o silêncio delas.
Ao mesmo tempo, documentos da própria instituição religiosa previam sanções para quem promovesse “rebeldia” ou “dissidência” contra a liderança.
Na prática, denunciar os pastores equivalia a ser acusado de causar divisão entre os fiéis, o que poderia resultar em expulsão da comunidade. Integrantes que ocupavam cargos em ministérios ou na diretoria da igreja também corriam o risco de perder suas funções caso fossem vistos como desleais à liderança. O ambiente criado pelo casal tornava a denúncia, para as vítimas, um ato de alto custo pessoal e espiritual.
Instrumentalização da fé
O relatório final do inquérito destaca que os investigados recorriam, sistematicamente, à posição de autoridade religiosa para intimidar fiéis e manter as vítimas sob influência, desencorajando adolescentes e membros da comunidade a questionar suas condutas.
A delegada Kamilla Basto, responsável pelo caso, foi direta ao nomear o que a investigação encontrou.
“Estamos diante de um caso desafiador, especialmente pelo ambiente em que os crimes teriam sido praticados, valendo-se da fé e da vulnerabilidade espiritual das vítimas. O que tornou a investigação particularmente complexa foi o elevado grau de dissimulação dos investigados, que utilizavam justamente a confiança das vítimas como instrumento de dominação e silenciamento”, destacou.
A PC-RR concluiu que não houve consentimento livre das vítimas e que os fatos se deram em um contexto de manipulação psicológica, abuso de autoridade religiosa e coerção. A fé, nesse caso, não era apenas pano de fundo: era o instrumento central de controle.
Indiciamentos e próximos passos
Com a conclusão do inquérito, Wenderson Lima de Souza foi indiciado por seis crimes: estupro de vulnerável, importunação sexual, favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança, adolescente ou pessoa vulnerável, registro não autorizado de intimidade sexual, fraude processual e falsidade ideológica.
Arielly Kamyla Moraes de Souza responderá, em tese, por estupro de vulnerável, importunação sexual e fraude processual.
A investigação também apurou tentativa de destruição de provas. Uma mulher de 20 anos foi indiciada por fraude processual e corrupção de menores por ter participado, segundo a PC-RR, da destruição do celular do pastor, com a ajuda de uma adolescente e de uma das próprias vítimas.
Uma das jovens envolvidas teria sido orientada a registrar um boletim de ocorrência (BO) falso para justificar o desaparecimento do aparelho. O caso agora segue para o Ministério Público (MP), que decidirá sobre o oferecimento de denúncia e o início da ação penal.
Pastor faz sexo com fiéis para “livrá-los da morte” e é preso no DF
Na quarta-feira (22/5/24), a Polícia Civil do Distrito Federal prendeu um pastor evangélico acusado de abusar da fé dos fiéis para obter favores sexuais. O homem de 41 anos, que pregava em uma igreja em Samambaia, era visto como uma figura quase profética na comunidade religiosa local.
O pastor alegava ter visões de um futuro sombrio que envolviam a morte de parentes das vítimas. Para “salvar” as pessoas desse destino trágico, ele as coagia a participar de atos sexuais, incluindo sexo oral e relações sexuais, tanto com ele quanto com outros membros da igreja, conforme informações da coluna Na Mira, do Metrópoles.
Uma mulher de 58 anos, também pastora em Sobradinho, foi identificada como cúmplice do pastor. Ela ajudava nas ameaças aos fiéis, inclusive participando de atividades sexuais. Os pastores também obtinham vantagens financeiras dos membros do templo religioso e praticavam orgias em chácara bancada pelos fiéis.
Para satisfazer o desejo sexual, o pastor garantiu às vítimas que “Deus” teria dado ordem para que ele salvasse as esposas do obreiro da morte. A “revelação” consistia na realização de “sete unções” que teriam o poder de “quebrar a “maldição” e salvar a vida das mulheres. Para funcionar, as unções teriam que ser realizadas nas partes íntimas do fiel.
Milhares de outros casos
Um vídeo vazou em redes sociais do interior de São Paulo mostrando um pastor com 'duas servas (literalmente)' em sua sala enquanto acontecia o culto (podia-se ouvir os louvores ao fundo). Um delas 'prepara o pastor com sexo oral para que a seguir a outra fizesse sexo com o pastor. Após cerca de cinco minutos, ouve a troca e aquela que fez sexo oral anteriormente, passa a ter relações com o 'líder religioso' que abraça e faz carícias íntimas com a que acabou de ter relações.
Em 23 de dezembro de 2024, um líder religioso foi preso, acusado de usar da sua influência para cometer abusos sexuais, inclusive contra duas adolescentes. Até o momento, quatro pessoas já fizeram denúncias sobre os abusos. Dentre as menores de idade, uma alegou ter sido abusada pelo suspeito dos 12 aos 17 anos de idade.
Devido as intempéries do clima, a quarta edição da FEIRA DE EMPREENDEDORISMO VIRTUOSAS que deveria ter acontecido no sábado dia 12, foi adiada para o sábado dia 26, mas a festa já começa no sábado dia 19, com o lançamento da exposição CORES DE UM SUPERAÇÃO, do jovem artista plástico Daniel Brandão (um jovem autista que cria obras incríveis).
E na abertura desta quarta edição da FEIRA VIRTUOSAS, o jovem artista plástico Daniel Brandão (filho de Andréa Brandão) estará presente com seus familiares, para a abertura da exposição CORES DE UMA SUPERAÇÃO, a partir das 11 horas do sábado dia 19.
A exposição ficará em cartaz até o dia 10 de outubro (data da quinta edição da FEIRA DE EMPREENDIMENTO VIRTUOSAS) e estará aberta à visitação e aquisição das obras de segunda à sexta das 10 às 17 horas e aos sábado até às 13 horas, com exceção do dia 12 de setembro quando estará aberta até às 17 horas.
São desenhos, pinturas, camisas, bonés, canecas com as obras de Daniel. Mas quem é este jovem artista plástico, mais do especial?
Daniel Brandão — Um Milagre do Senhor Jesus que se Expressa pela Arte
Daniel Brandão tem 14 anos e sua história é, para sua família, um verdadeiro testemunho do poder, da graça e do amor do Senhor Jesus.
Daniel nasceu prematuro, com oito meses, e enfrentou momentos muito delicados desde os primeiros dias de vida. Passou por situações extremamente difíceis, mas venceu cada etapa. Para sua família, sua vida é um milagre e uma prova de que o Senhor Jesus esteve presente em todos os momentos.
Ao longo de sua infância, Daniel enfrentou muitos desafios, mas também descobriu uma forma muito especial de se expressar: a pintura.
Para Daniel, pintar é mais do que uma atividade. A pintura é uma forma de terapia, de expressão e de comunicação. Ele não precisa de uma tela perfeita ou de materiais especiais para criar. O que estiver à sua frente pode se transformar em arte.
Pode ser uma tela, uma caixa de papelão, uma gaveta, um cartão ou qualquer outro objeto. Daniel olha, imagina e cria.
Certa vez, sua mãe perguntou: “Daniel, por que você pinta assim?”
E ele respondeu, do jeito simples e espontâneo dele: “É coisa que vem da minha cabeça.”
E é exatamente assim que sua arte acontece. Algo surge em sua mente e ele transforma essa ideia em cores, formas e pinturas.
Cada trabalho é único porque nasce de sua imaginação e da maneira particular como Daniel enxerga o mundo.
Hoje, aos 14 anos, Daniel participará desta exposição na quarta edição da FEIRA DE EMPRRENDIMENTO VIRTUOSAS ao lado de Andréa Brandão, sua mãe e grande incentivadora, a convite do jornalista. Para ela, ver seu filho apresentando suas obras é motivo de muita gratidão ao Senhor Jesus por cada etapa vencida e por cada talento que floresceu.
"Esta exposição representa muito mais do que mostrar pinturas. Representa vida, superação, inclusão, terapia, expressão, talento, fé e propósito. Daniel nos ensina que a arte pode nascer em qualquer lugar, em qualquer objeto e, principalmente, dentro de uma mente cheia de imaginação", definiu emocionada Andréa através da rede social WhatsApp conversando com o jornalista Pery Salgado. "Quero agradecer muito esta oportunidade que você está nos dando e a pastora Líbia por ter aberto as portas da AMVM para mim e ter me acolhido", concluiu Andréa, que estará presente com seus cosméticos naturais e veganos.
Daniel Brandão, 14 anos.
Um milagre do Senhor Jesus, que encontrou na arte uma forma de expressar aquilo que vem de sua mente e transformar cada desafio em uma nova criação.
Venha participar deste sábado mais do que especial, na abertura da exposição CORES DE UMA SUPERAÇÃO, abrindo a quarta edição da FEIRA DE EMPREENDIMENTO VIRTUOSAS, na rua Eraldo da Costa Marins nº 6 (rua do colégio Carlos Magno), com entrada franca e fácil estacionamento.