Uma técnica inovadora de congelamento de tumores, testada na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), apresentou 100% de eficácia contra o câncer de mama nos testes iniciais. Essa abordagem pode representar um avanço importante no tratamento da doença.
O que é a crioablação?
A crioablação é uma técnica já utilizada em países como Estados Unidos e Japão. Ela consiste na aplicação de nitrogênio líquido diretamente no tumor, atingindo temperaturas de aproximadamente -140 °C. Esse congelamento forma uma espécie de esfera de gelo que destrói as células cancerígenas. ❄️🦠
✨ Principais vantagens do procedimento:
- Técnica minimamente invasiva
- Procedimento indolor e de alta precisão
- Realizado com anestesia local
- Não exige internação
- Incisão menor que a de uma biópsia tradicional
Primeira pesquisa na América Latina
O estudo conduzido pela Unifesp, no Hospital São Paulo, é a primeira pesquisa realizada em uma instituição pública da América Latina para testar essa técnica. Pesquisas como essa são essenciais para comprovar a eficácia do tratamento e ampliar o acesso à crioablação tanto no SUS quanto na rede privada.
Para quem é indicado?
O procedimento é indicado para pacientes com tumores de até 2,5 cm e que tenham indicação inicial de cirurgia.
Situação atual no Brasil
Atualmente, o tratamento ainda não é coberto pelos planos de saúde no país. No entanto, a aprovação pela Anvisa e os estudos em andamento podem acelerar sua inclusão no SUS sistema único de saúde.
A imagem que circula nas redes sociais, celebrando a saúde de Maricá como referência internacional, contrasta de forma brutal com a experiência vivida diariamente por quem depende do sistema público no município. Enquanto a gestão do prefeito Washington Siqueira (o Quaquá) 'comemora premiações e certificados em eventos fora do país', moradores enfrentam uma rede de saúde que, em muitos casos, não consegue responder sequer às demandas mais básicas de atendimento.
Na prática, o que deveria ser um sistema estruturado para garantir respostas rápidas em situações de emergência acaba revelando fragilidades graves. Pacientes que sofrem infarto, por exemplo, continuam sendo direcionados ao setor de trauma do Hospital Conde Modesto Leal, quando o correto seria o encaminhamento imediato para uma unidade preparada para atendimento cardiológico especializado. Em casos como esse, cada minuto conta. A ausência de uma estrutura adequada pode significar a diferença entre a vida e a morte.
Outro ponto que expõe as limitações do sistema é a incapacidade do município de realizar procedimentos considerados essenciais dentro da medicina cardiovascular moderna. Um exemplo emblemático é o cateterismo cardíaco, exame fundamental para diagnosticar e tratar obstruções nas artérias do coração. Hoje, quando esse procedimento se torna necessário, pacientes de Maricá precisam ser transferidos para hospitais em cidades vizinhas, como Niterói ou São Gonçalo. A logística dessas transferências, muitas vezes demorada, aumenta os riscos em situações clínicas graves.
A realidade se torna ainda mais angustiante para familiares que aguardam notícias sobre seus parentes internados. Há relatos recorrentes de pessoas que permanecem por mais de doze horas sem qualquer atualização sobre o estado de saúde de pacientes internados em unidades municipais. A ausência de comunicação mínima entre hospital e familiares transforma momentos já delicados em situações de profunda angústia e insegurança.
Outro elemento que tem gerado forte debate entre moradores é o Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara. A unidade, inaugurada com grande aparato político e carregando o nome de uma figura histórica associada à revolução cubana, foi apresentada como um símbolo de modernidade na saúde pública da cidade. No entanto, para parte da população, a realidade vivida no acesso ao atendimento não corresponde à narrativa institucional. Há relatos persistentes de que o atendimento pleno não ocorre de forma universal e que, em determinadas situações, o acesso a serviços e encaminhamentos depende de influência política ou de indicações internas.
Esse tipo de percepção cria um ambiente de descrédito no sistema público. Quando o cidadão começa a acreditar que direitos básicos passam a depender de relações políticas ou de proximidade com estruturas de poder, o princípio de universalidade do Sistema Único de Saúde, previsto na Constituição Federal, perde sentido na prática.
A contradição entre propaganda e realidade também se reflete em outras áreas sensíveis do município. Em uma cidade que recebe bilhões de reais em royalties do petróleo, moradores frequentemente relatam dificuldades no acesso a vagas em creches, oportunidades de emprego e serviços públicos essenciais. A sensação que se consolida em parte da população é a de que o discurso institucional apresenta uma cidade que não corresponde ao cotidiano vivido nos bairros.
Premiações internacionais, por si só, não são necessariamente sinônimo de qualidade concreta no atendimento à população. Muitas dessas certificações avaliam programas, iniciativas específicas ou projetos administrativos, mas não conseguem captar a experiência real do usuário do sistema de saúde. O reconhecimento institucional pode até existir no papel, em relatórios e cerimônias oficiais. Porém, quando confrontado com a vivência de quem aguarda horas por atendimento, de quem precisa ser transferido para outro município para realizar um procedimento básico ou de quem permanece sem informações sobre um familiar internado, o discurso de excelência se fragiliza.
A população de Maricá não precisa apenas de troféus institucionais ou fotografias em eventos internacionais. Precisa, antes de tudo, de um sistema de saúde capaz de oferecer atendimento rápido, estrutura adequada, transparência nas informações e igualdade no acesso aos serviços. Sem isso, qualquer premiação corre o risco de se tornar apenas uma peça de propaganda, distante da realidade enfrentada por quem depende da rede pública todos os dias.
Texto: Luana Gouvêa, mãe atípica, fundadora do 'Simplifica Down', presidente do partido Novo em Maricá (RJ), analista política e colunista do portal Circuito Aberto News. Integra a coluna 'Verdade em Movimento', espaço dedicado à reflexão crítica sobre política, democracia e sociedade.
Uma forte polêmica envolvendo o deputado federal Otoni de Paula e lideranças evangélicas ganhou repercussão após a divulgação de uma circular ministerial do Ministério de Avivamento Apostólico do Caminho (MAAC). No documento, a igreja declara oficialmente a destituição da autoridade pastoral do parlamentar, afirmando que ele não é mais reconhecido como pastor pela denominação.
A decisão foi assinada pelo bispo Léo Assis e afirma que Otoni de Paula está impedido de assumir púlpitos, ministrar a palavra e exercer funções pastorais dentro da igreja. A carta também estabelece medidas disciplinares religiosas contra o deputado, citando que ele não poderá participar de determinadas atividades ministeriais até que haja mudança de postura.
Segundo o documento, a decisão foi tomada após o posicionamento político do parlamentar em uma votação relacionada à presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados, episódio que provocou reação de setores religiosos ligados à denominação.
A circular afirma ainda que a igreja não reconhece mais Otoni de Paula como autoridade espiritual, orientando líderes e ministérios a adotarem cautela em relação à participação do deputado em atividades pastorais.
Nos bastidores do meio evangélico, o episódio já começa a gerar reflexos. De acordo com relatos de lideranças e integrantes de igrejas, alguns ministérios têm reconsiderado ou abandonado a possibilidade de convidar Otoni de Paula para pregar em seus púlpitos, ampliando a repercussão da crise entre o parlamentar e setores religiosos.
Apesar da controvérsia no campo religioso, Otoni de Paula segue normalmente no exercício de seu mandato como deputado federal.
A situação tem provocado debates entre fiéis e líderes evangélicos sobre os limites entre atuação política e liderança espiritual dentro das igrejas.
É, o deputado (que virou a casaca sobre Lula) amigo do prefeito de Maricá, que veio a cidade apoiar a construção da 'Arca de Noé' (???), perdeu o rumo!!!
Abaixo, reproduzimos um belíssimo texto do Pastor Leandro Angelo sobre Jesus, Homossexualidade e a formação da família: "Ele está reafirmando a estrutura original da criação. Jesus não baseou sua ética na cultura do momento. Ele baseou sua ética no projeto original de Deus."
"O Silêncio de Jesus que Desmonta o Debate Moderno
Uma pergunta tem aparecido cada vez mais nos debates atuais:
“Se Jesus nunca falou diretamente sobre homossexualidade, então Ele aprovava?”
Essa pergunta parece inteligente… mas na verdade revela desconhecimento histórico e bíblico.
A primeira coisa que precisa ser entendida é simples: a prática homossexual já existia no tempo de Jesus.
E não apenas existia — ela era comum em várias regiões do Império Romano.
Cidades como Corinto, Éfeso e a própria Roma eram conhecidas por uma vida moral extremamente permissiva. Prostituição masculina, relações entre homens adultos e jovens e outras práticas sexuais eram socialmente toleradas em muitos ambientes da cultura greco-romana.
Portanto, o tema não era desconhecido no primeiro século.
Então surge a pergunta:
Por que Jesus não fez um discurso específico sobre isso?
A resposta é histórica.
Jesus era judeu e falava a um público judeu. Para os judeus do seu tempo, a moral sexual já estava claramente estabelecida nas Escrituras, especialmente em textos como Levítico.
Não era um assunto em debate dentro do judaísmo.
Por isso Jesus não saiu repetindo cada mandamento da Lei. Em vez disso, Ele fez algo muito mais profundo: voltou ao princípio da criação.
Quando questionado sobre casamento, Jesus respondeu:
“Não tendes lido que aquele que os fez no princípio os fez homem e mulher?” (Mateus 19:4)
Nesse momento, Cristo não está apenas falando sobre casamento.
Ele está reafirmando a estrutura original da criação.
Jesus não baseou sua ética na cultura do momento.
Ele baseou sua ética no projeto original de Deus.
Mais tarde, quando o Evangelho começou a alcançar o mundo pagão, os apóstolos precisaram tratar dessas práticas de forma direta.
Especialmente Paulo de Tarso, que escreveu a igrejas inseridas em cidades profundamente influenciadas pela cultura greco-romana.
Na Epístola aos Romanos capítulo 1 e na Primeira Epístola aos Coríntios capítulo 6, ele menciona claramente essas práticas dentro de uma lista de pecados humanos.
Mas o texto não termina em condenação.
Ele diz algo poderoso:
“E tais fostes alguns de vós; mas fostes lavados, santificados e justificados.”
Esse versículo revela o coração do Evangelho.
A mensagem cristã não é: “alguns pecadores não têm esperança.”
A mensagem é: “todos os pecadores precisam de transformação.”
E isso inclui cada ser humano.
O grande problema do nosso tempo é que o debate foi deslocado daquilo que Jesus ensinou.
Hoje a discussão não é mais sobre arrependimento, redenção e transformação.
Hoje o debate gira em torno de redefinir o que é pecado.
Mas a verdade permanece: Jesus nunca relativizou o pecado.
Ele ofereceu graça.
Ofereceu perdão.
Ofereceu nova vida.
Mas sempre disse:
“Vai e não peques mais.”
A geração atual tenta reinterpretar Cristo para que Ele se encaixe na cultura moderna.
Mas Jesus nunca se moldou à cultura.
Na verdade, Ele confrontou a cultura e transformou o mundo.
E dois mil anos depois, a pergunta continua ecoando:
Queremos um Jesus que confirme nossas escolhas
ou um Jesus que transforme nossas vidas?
Porque o verdadeiro Cristo nunca veio apenas para afirmar pessoas.
Ele veio para salvar pecadores.
E isso continua sendo a mensagem mais revolucionária da história."
Segundo denúncias recebidas (de pessoas de dentro da própria prefeitura) a antiga secretária alugou uma casa no Parque Eldorado pela bagatela de R$ 20 mil mensais e 'mobiliou' a casa com móveis planejados (que segundo as denúncias)que posteriormente teriam outros fins (????).
Então vamos as análises; móveis planejados em uma casa alugada com supostos outros fins???? Quem pagou por isso? A secretária, a secretaria, ou escorreu pelo ralo como infelizmente é corriqueiro?
Outro questionamento: as melhores casa do Parque Eldorado tem o aluguel entre R$ 5 a 7 mil (o que já é um absurdo estratosférico), mas então por que pagar R$ 20 mil por esta casa que serviu de 'apêndice' da secretaria de comunicação até a chegada o novo secretário que findou o absurdo contrato? O que teria de especial essa casa? Quem lucrou com isso?
O jornal Barão de INonhan cede o espaço que for necessário para que os envolvidos e citados direta ou indiretamente na matéria se posicionem.
a partir de matéria do MMM - Movimento Maricá Melhor
Um projeto de lei em tramitação na Câmara Municipal de Maricá propõe a distribuição gratuita de spray de pimenta para mulheres vítimas de violência doméstica no município. A proposta estabelece critérios de segurança para o uso do equipamento e prevê treinamento obrigatório antes da entrega do item de defesa pessoal.
De acordo com o texto do Projeto de Lei nº 0351/2025, de autoria do vereador Ricardo Gutierrez (Ricardinho Netuno - foto abaixo), a iniciativa autoriza o Poder Executivo a fornecer o spray de pimenta para mulheres residentes em Maricá que sejam vítimas de violência doméstica ou que estejam protegidas por medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha. O objetivo é oferecer um instrumento adicional de defesa pessoal para mulheres que enfrentam situações de risco.
O equipamento deverá seguir padrões técnicos específicos para garantir o uso seguro. Entre as exigências previstas estão concentração máxima de 20% de extrato, frascos com volume de até 50 mililitros e recipientes com capacidade máxima de 70 gramas, dentro dos limites permitidos para uso civil.
TREINAMENTO OBRIGATÓRIO PARA PORTE E USO
O projeto também determina que a Guarda Municipal de Maricá seja responsável por oferecer treinamento obrigatório às mulheres beneficiadas. A capacitação deverá incluir noções de defesa pessoal, orientações sobre riscos, alcance e limitações do produto, além de procedimentos legais após a utilização e cuidados para evitar acidentes.
De acordo com a proposta, a entrega do spray de pimenta somente poderá ocorrer após a participação e conclusão do treinamento pelas beneficiárias. O texto também prevê que a Secretaria de Segurança e a Secretaria de Assistência Social possam firmar parcerias com entidades especializadas para ampliar a rede de proteção às mulheres e aperfeiçoar o processo de capacitação.
Na justificativa do projeto, é destacado que a violência doméstica ainda representa um dos problemas sociais mais graves enfrentados pelas mulheres em todo o país. Segundo o texto, embora as políticas públicas de acolhimento, proteção e investigação sejam fundamentais, também é importante oferecer instrumentos práticos que aumentem a capacidade de autoproteção em situações de risco imediato.
INSTRUMENTO NÃO LETAL
A proposta ressalta ainda que o spray de pimenta é considerado um instrumento não letal amplamente utilizado para defesa pessoal, podendo ajudar a reduzir a vulnerabilidade das vítimas quando utilizado de forma adequada e responsável.
O projeto ainda será analisado e colocado em votação pelos vereadores da Câmara Municipal de Maricá. Caso seja aprovado pelo Legislativo, o texto seguirá para sanção ou veto do prefeito de Maricá, Washington Siqueira (o Quaquá). Somente após essa etapa a proposta poderá entrar em vigor e passar a valer como lei no município.
Vamos ver se os vereadores de oposição (principalmente as mulheres votarão a favor do projeto de lei).
Mas o importante é que a União de Maricá subiu para o grupo especial.
A Prefeitura de Maricá (RJ), por meio da Secretaria de Justiça e Cidadania, em parceria com OAB-RJ, lançou, em janeiro (22), o programa Advoga Social. A política pública inédita amplia o acesso à Justiça e promove cidadania para a população em situação de vulnerabilidade social.
O programa oferece orientação e assistência jurídica digital, gratuita e qualificada, contribuindo para reduzir a sobrecarga da Defensoria Pública. Os casos serão encaminhados a advogados e advogadas moradores do município, devidamente credenciados, para acompanhamento de processos judiciais, demandas administrativas e atendimentos em áreas como Família, Saúde e Previdenciária.
A presidente da OAB-RJ, Ana Tereza Basilio, participou da cerimônia de lançamento do programa e ressaltou a relevância da iniciativa.
“É uma conquista da advocacia, mas, sobretudo, da cidadania. Maricá demonstra sensibilidade social ao reconhecer o papel fundamental de advogadas e advogados na promoção do acesso à Justiça. O Advoga Social vai permitir um atendimento jurídico mais rápido e digno para quem mais precisa, fortalecendo a atuação da OAB na defesa dos direitos fundamentais”, afirmou.
Além de ampliar o acesso à Justiça, o Advoga Social fortalece a advocacia do município, gerando oportunidades de renda e inserção profissional. O edital de credenciamento de advogados e advogadas foi lançado na sexta-feira (23/1).
“É um momento histórico para Maricá. Este trabalho é motivado por um juramento que todo advogado faz ao conquistar sua carteira da OAB: o compromisso com a justiça social. Com o Advoga Social, conseguimos levar os serviços jurídicos a quem mais precisa. Pessoas que buscam aposentadoria, tratamento médico ou enfrentam outras demandas poderão contar com esse apoio”, explicou o secretário de Justiça e Cidadania, Eduardo Carlos de Souza.
Serviço
O atendimento é feito de forma totalmente digital, por meio do site https://advoga.marica.rj.gov.br. Na plataforma, o cidadão faz um relato escrito da sua demanda jurídica, que é analisada pela equipe técnica e encaminhada a um advogado ou advogada especialista na área.
Os profissionais credenciados no programa serão remunerados em moeda social Mumbuca, integrando o Advoga Social às políticas públicas do município e fortalecendo a economia local. Com informações da assessoria de imprensa da OAB-RJ.
Aconteceu no domingo 8 de março durante a inauguração do SITIO ABÈBÈ no bairro do Caxito (zona rural de Maricá - RJ) o Panelaço de São Joaquim, evento já tradicional na região oceânica de Niterói que rolou pela primeira vez em Maricá através de Bruno Onilú e Iya Kel de Osún (proprietários do sítio Abèbè).
Recebendo lideres do candomblé e seguidores da religião de matriz africana, o evento que aconteceu das 12 às 21 horas contou com Palestras, encontros, vivências, música e o artesanato da artesã Pricilla Darmont.
Mocotó de São Joaquim
Mas o ponto alto foi o tradicional 'Mocotó de São Joaquim'. Remetendo a feira de Salvador (BA), onde gastronomia é memória, identidade e celebração, Bruno Onilú (Mestre dos Tambores e das Panelas) trouxe o verdadeiro MOCOTÓ DA FEIRA DE SÃO JOAQUIM que contou com Cozinha sonora ao vivo, Cultura viva e a Tradição que pulsou durante as 9 horas do encontro.
Não foi apenas um almoço. Foi uma vivência ancestral, um grande encontro com uma gigantesca energia coletiva.
MARAEY RECEBE 'OSCAR DE EMPREENDIMENTO TURÍSTICO', MESMO QUE O EMPREENDIMENTO AINDA SEJA APENAS UMA GRANDE MAQUETE E MUITOS DESENHOS ARQUITETÔNICOS (lembrando que as obras prometidas pelo prefeito para começarem em 06 de março, ainda não começaram!)
O Maraey foi premiado no MIPIM Awards 2026 na categoria "Best New Mega Development (Melhor Novo Mega Desenvolvimento)"! Que bacana esse reconhecimento, sensacional o prêmio, mas... o empreendimento já existe?
Está pronto? Ou por enquanto é apenas uma enorme maquete, e muitos desenhos arquitetônicos para impressionar quem os vê e aprecia?
De coração, (eu jornalista Pery Salgado), sempre torci pelo empreendimento pois sempre trouxe a possibilidade de muitos empregos primários (fase de construção) e a promessa dos empreendedores de formação para geração de vários empregos secundários e terciários nas fases seguintes e pós conclusão das obras. Na minha opinião, essa sim será a redenção de Maricá (me perdoe os ambientalistas), mas ganhar um prêmio equivalente ao 'Oscar' de empreendimento turístico de algo que ainda não existe, é chamar TODOS de imbecis.
Mas, vamos relembrar o que o nosso prefeito utópico escreveu nas suas redes sociais:
"O Maraey foi premiado no MIPIM Awards 2026 na categoria 'Best New Mega Development'! Esse é um reconhecimento gigante, mundial, que estampa Maricá pro mundo inteiro ver! São anos trabalhando pra esse projeto acontecer e me dá muito orgulho ver uma premiação internacional nos dar essa honra!
O Maraey é o maior complexo turístico da América Latina e vai gerar muito emprego pra nossa cidade. Do taxista até os pescadores e agricultores que vão fornecer alimentos maricaenses pro resort, essa será uma nova e linda fase da economia de Maricá!
Obrigado a todos que fazem e que vão fazer parte desse projeto! TMJ e vamos em frente!"
O finalizando, me preocupa muito quando vejo o prefeito dizer que vai gerar muito emprego (sim, tenho certeza e acima falei dos empregos primários, secundários e terciários) mas cita empregos apenas para os taxistas, pescadores e agricultores. E os administradores, os agentes de turismo, os trabalhadores da hotelaria e tantos outros que precisarão existir neste imenso resort (ou será que novamente o povo daqui não terá oportunidades???)
Vamos ficar de olho e quanto ao OSCAR recebido pelo Maraey em um empreendimento que ainda não existe... deixa pra lá, o importante é que a União de Maricá subiu para o grupo especial.
Um programa mais do que especial da Praça é Nossa, herdeira da Praça da Alegria do grande Manuel de Nóbrega: as comemorações dos 90 anos de Carlos Alberto de Nóbrega, ator, humorista, editor, redator, escritor, diretor...
Um programa mais do que especial que você confere aqui na íntegra:
Neste programa, você assiste:
00:01:10 - Paulinho Gogó e Boninho
00:10:03 - Nina e Patricia Abravanel
00:16:00 - Os Falidos e Alexandre Frota
00:20:23 - Bruna Feitora e Renata Nobrega
00:29:55 - Porpetone e Raul Gil
00:36:05 - Kilbert Cesar e Fábio Rabin
00:41:57 - Dra. Rosângela e Ronie Von
00:47:19 - Mané Marreco e Marcelo Medici
00:52:23 - João Plenário e César Filho
00:56:11 - O açucareiro e Luis Ricardo
01:01:57 - Chico da Tiana e Nany People
01:08:01 - Saideria e Barnabela
01:12:14 - Mhel Marrer e Gaby Cabrini
01:19:27 - Cucurucho e Ratinho
01:24:42 - Musical em homenagem ao Cazalbé
Toda quinta
Toda quinta-feira é dia (ou noite, né!?) de A Praça é Nossa. Então, você já sabe que Carlos Alberto de Nóbrega e um time de humoristas da mais alta qualidade chegam com tudo nas telinhas do SBT com a missão de fazer você e o "Cazalbé" darem as melhores gargalhadas!
Sobre o programa
A Praça É Nossa surgiu com Manuel de Nóbrega (1913-1976), que, de férias, vislumbrou esse sucesso, que há três décadas, cativa o público brasileiro.
Atualmente apresentado por Carlos Alberto de Nóbrega, o humorístico reúne os personagens mais queridos da TV.
Paulinho Gogó, João Plenário, Porpetone, Sangue, Gaudêncio, entre outros, formam uma verdadeira seleção de craques do humor para fazer sua rotina muito mais divertida.
Carlos Alberto de Nóbrega (90) anos, renovou o contrato com o SBT, na quinta-feira, 12 de fevereiro. “O apresentador e humorista Carlos Alberto de Nóbrega acaba de assinar a renovação de seu contrato com o SBT, reafirmando a longa e bem-sucedida trajetória construída ao lado da emissora ao longo de quase quatro décadas”, informou a emissora, em um comunicado.
Décadas à frente do programa criado pelo pai, Manuel de Nóbrega (1913-1976), o humorista comemorou o novo acordo.
“É uma alegria enorme. Quando cheguei ao SBT, em 1987, tinha a dúvida se o público aceitaria que eu continuasse o trabalho do meu pai. Nunca imaginei que chegaríamos a 38 anos de A Praça é Nossa. Meu pai criou o programa, e eu só consegui seguir porque o público me escolheu com o me escolheu com o mesmo carinho que tinha por ele e pela atração”, disse.
Quem é Carlos Alberto de Nóbrega
Carlos Alberto de Nóbrega nasceu em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Além de humorista, é formado em direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mas por pouco tempo exerceu a profissão de advogado. Ainda é autor do livro A Luz Que Não Se Apaga, que fala sobre seu pai, Manuel de Nóbrega. Também escreveu uma autobiografia, "Essas Coisas só Acontecem Comigo", em que narra suas experiências pessoais e a carreira na televisão.
Uma de suas maiores marcas é o encerramento em A Praça é Nossa, que segue certo padrão: "Ah, que pena! Por hoje é só, pessoal, mas quinta-feira que vem estaremos de volta novamente. Eu aqui no meu velho e querido banco, e vocês aí em todo o Brasil, porque… A Praça é Nossa! Ela é muito nossa, tchau, pessoal!". Outra, é sua inconfundível risada.
Foi casado com Marilda de Nóbrega por 34 anos, com quem teve quatro filhos: Carlos Alberto de Nóbrega Filho, Marcelo de Nóbrega, diretor do programa A Praça é Nossa, Vinícius de Nóbrega e Maurício de Nóbrega; um casal de gêmeos (Maria Fernanda de Nóbrega e João Vitor de Nóbrega) é fruto de seu casamento de 13 anos com Andréa de Nóbrega (foto acima), de quem se separou em 2009. Em 2014, reatou o relacionamento cinco anos após a separação. Casou-se pela terceira vez em 24 de maio de 2018 com a médica nutróloga Renata Domingues de Nobrega.
Carreira
Iniciou a carreira em 1954, escrevendo quadros humorísticos para o Programa Manuel de Nóbrega, na Rádio Nacional, em São Paulo. Em 1956, começou a escrever para a televisão no programa Zilomag Show, atuando ao lado de Ronald Golias, na TV Paulista (canal 5). Depois passou a trabalhar em outros programas: Golias Show, Espetáculo Tamoyo, Escolinha do Golias e na Praça da Alegria, na qual atuou ao lado de seu pai.
No final da década de 1950, passou a trabalhar na extinta TV Rio, emissora em que participou dos programas: Rio Te Adoro, Noites Cariocas, O Riso é o Limite e Golias Show.
Em 1963, foi para a TV Record de São Paulo, passando a escrever e apresentar programas humorísticos como É Uma Graça Mora e Shows Internacionais. Em 1967, passou a escrever ao lado de Jô Soares a Família Trapo. Durante todo o tempo em que trabalhou na TV Record, foi o redator principal do Show do Dia Sete e do Troféu Roquette Pinto.
Na década de 1970, passou para a TV Tupi de São Paulo, escrevendo para o programa Os Trapalhões, sendo depois diretor da linha de shows de toda a rede. Em seguida, foi para a TV Globo, emissora na qual permaneceu por dez anos (entre 1977 e 1987), escrevendo, dirigindo e atuando no programa Os Trapalhões.
Passou também a escrever a segunda fase do humorístico Praça da Alegria, também na Globo. Passou então para a Rede Bandeirantes, onde apresentou o humorístico Praça Brasil, e pouco tempo depois para o SBT, atuando e escrevendo em A Praça É Nossa...
...na Escolinha do Golias, Maria Teresa Especial e SBT Palace Hotel. Em 1999, participou do humorístico Ô Coitado, também do SBT, e em 2011, do especial 30 Anos de Chaves, como o Professor Girafales.
"Ah, que pena! Por hoje é só, pessoal, mas quinta-feira que vem estaremos de volta novamente. Eu aqui no meu velho e querido banco, e vocês aí em todo o Brasil, porque… A Praça é Nossa! Ela é muito nossa, tchau, pessoal!"