segunda-feira, 20 de abril de 2026

SEGUNDO PREFEITO MOTOS ELÉTRICAS TRAZEM MAIS BENEFÍCIOS DO QUE PPT (putz!!!)

MAIS UMA FALÁCIA DO PREFEITO UTÓPICO???


Na cidade do DEVERÁ, PODERÁ, ACONTECERÁ... agora o prefeito utópico disse que Mototaxistas e entregadores de Maricá poderão receber motos elétricas por meio de um programa da prefeitura. O anúncio foi feito na noite da quarta-feira (15/04) pelo prefeito Washington Siqueira (o Quaquá), em publicação nas redes sociais.

Segundo o prefeito, a proposta é garantir motos elétricas para cerca de 2 mil mototaxistas e entregadores da cidade. Além disso, o município também pretende disponibilizar carros elétricos para aproximadamente 300 a 400 taxistas que atuam no transporte de passageiros.

MELHOR ISSO DO QUE PPT QUE COLOCAVA MAIS DE R$ 10 MILHÕES NA ECONOMIA DA CIDADE, GERAVA EMPREGOS E FAZIA A RODA DA ECONOMIA GIRAR LIVREMENTE NA CIDADE

De acordo com o prefeito, o investimento estimado no projeto será de cerca de R$ 100 milhões. O prefeito afirmou que o valor é inferior aos cerca de R$ 150 milhões que eram gastos anualmente pela prefeitura com o antigo PPT - Programa de Proteção ao Trabalhador.

Cidade que não tem energia para os moradores, segundo o prefeito terá Pontos de apoio e recarga e local para 'entregadores' descansarem 

Além da entrega de veículos elétricos, a prefeitura pretende construir pontos de apoio para motoboys e entregadores em diferentes áreas da cidade. Os espaços devem oferecer estrutura para descanso enquanto os profissionais aguardam chamadas para entregas.

O  projeto também prevê a instalação de pontos de recarga para motos e carros elétricos, facilitando o uso dos veículos durante a rotina de trabalho.

Cooperativas podem integrar nova economia da cidade

Durante o anúncio, o prefeito também sugeriu que motoboys e entregadores se organizem em cooperativas. Segundo ele, essas organizações poderão ter papel importante na chamada nova economia local.

A ideia é investir em quem trabalha e produz, gerando emprego e renda”, afirmou o prefeito na publicação.

Mas fica aqui uma pergunta e uma sugestão: não que essa classe não mereça, mas se a intenção É INVESTIR EM QUEM TRABALHA E PRODUZ, GERANDO EMPREGO E RENDA, por que a prefeitura não investe nos também cerca de 2 mil artesãos (muitos passando fome por falta reais de oportunidades, término de feiras e falta total de incentivos para a classe), dando barracas padronizadas ou tendas tipo gazebo (cerca de R$ 700,00 e R$ 350,00 respectivamente) e voltando a criar feiras e exposições por toda a cidade (preferencialmente em locais fixos para economizar no monta e desmonta)?

Se fizermos as contas, sairá INFINITAMENTE mais barato do que as tais moto elétricas para os entregadores, onde muitos já são contra. 

Confira a matéria da TVC sobre o assunto que o Jornal Barão de INohan reproduz na íntegra, acessando https://obaraoj.blogspot.com/2026/04/marica-utopica-cidade-do-podera-devera.html




Mais uma história de DERROTA para o JOGO DO TIGRINHO. Até quando??? (vídeo)

 Mulher que perdeu casas por vício em jogos online se separou do marido devido às dívidas: 'Ele não aguenta mais'

Conforme a jovem, o ex-marido, que é pai de sua filha caçula, tentou ajudá-la a quitar os débitos, mas acabou se prejudicando por conta do vício dela.

A extensionista de cílios Assíria Macêdo, de 29 anos, moradora da cidade de Fortaleza, que perdeu duas casas por conta do vício em jogos de aposta online, também separou do marido devido à dívida de R$ 50 mil que ela adquiriu com plataformas como o "Jogo do Tigrinho".

"Hoje em dia, a gente está separado por conta das dívidas. Ele não aguenta mais (o relacionamento) e eu entendo, porque ele foi a pessoa que mais lutou por mim", falou Assíria Macêdo em um vídeo publicado na rede social.

Conforme a jovem, o ex-marido, que é pai de sua filha caçula, tentou ajudá-la a quitar os débitos, mas acabou se prejudicando por conta do vício dela. O mesmo aconteceu com os pais da extensionista, que eram donos dos imóveis que a família precisou vender para pagar as dívidas da filha.

"Meu esposo fez de tudo para ajudar e pagar as dívidas, mas acabou se afundando também, pois eu não falava a verdade e acabava jogando de novo"

Pedido de ajuda

O relato feito pela jovem foi divulgado na rede social dela como forma de alerta e com um pedido de ajuda. O vídeo (CONFIRA ABAIXO) já alcançou mais de 200 mil visualizações.

"Eu estou muito arrependida de todas as escolhas que eu fiz. O primeiro passo é o reconhecimento. Hoje eu reconheço que estou doente, mas antes eu não reconheci, nunca assumi, nunca aceitei ser viciada ou ser doente. 

[…] Só eu sei o que eu faço para poder ficar bem e não consigo. Esse é meu último pedido de socorro e eu espero ser ajudada”, falou a mulher.

Sem renda fixa e com várias contas acumuladas, Assíria, as filhas e os pais idosos estão morando de favor.

"A gente realmente está sobrevivendo com a ajuda de pessoas mais próximas que conhecem a situação", disse a extensionista.

Após a repercussão do vídeo, Assíria conseguiu um acompanhamento psicológico gratuito e segue em busca de juntar a quantia necessária para quitar o que deve.

De acordo com uma amiga da extensionista, ela foi afastada das redes sociais e do acesso ao celular por conta do abalo emocional ocasionado pelas dívidas.







MARICÁ UTÓPICA: A CIDADE DO "PODERÁ", "DEVERÁ", "ACONTECERÁ", MAS A UTOPIA NÃO PERMITE!!!

 A MARICÁ QUE O MARKETING NÃO CONSEGUE MAIS ESCONDER

Um jovem motoboy disse em dois minutos o que milhões em publicidade tentam calar



São 20 horas de uma quinta-feira. O gabinete virou cenário, os vereadores viraram figurantes e Washington Quaqua entrou em cena no papel mais ensaiado de sua vida pública: o gestor incansável, o que trabalha quando o povo dorme, o que pensa no trabalhador enquanto a cidade para.

O anúncio da vez: motos elétricas para 2 mil entregadores, táxis elétricos, 14 pontos de apoio com ar-condicionado, café e carregamento tudo financiado a juros zero pelo Banco Mumbuca.

E para dar sabor ao roteiro, aproveitou o palco para atacar o legado do antecessor Fabiano Horta, classificando o PPT programa que ajudou centenas de trabalhadores maricaenses a construir seus próprios negócios como dinheiro desperdiçado, recurso que, nas palavras do próprio prefeito, “ia para fora” e não servia ao povo.

Foi o gatilho que faltava.

Um jovem motoboy, sem assessoria, sem palanque e sem roteiro, pegou o celular e devolveu ao Instagram do prefeito a única coisa que nenhum real de publicidade consegue editar: a verdade de quem vive Maricá todos os dias.

O que Quaqua destruiu e tentou fazer o povo esquecer…

O PPT foi criado pelo ex-prefeito Fabiano Horta para estimular a produção dos microempreendedores individuais e garantir direitos como férias e décimo terceiro para trabalhadores informais e seu fim gerou indignação imediata, com beneficiários organizando abaixo-assinado e protestos nas ruas.

O programa chegou a ser destaque na imprensa nacional, reconhecido como iniciativa inovadora e replicável por estados e municípios de todo o Brasil. Era a Maricá real ajudando gente real MEIs, autônomos, trabalhadores invisíveis que o poder público raramente enxerga.

Quaqua extinguiu o PPT e contabilizou a economia como parte de um pacote de cortes de R$ 512 milhões, destinando os recursos a projetos como shopping center e complexo de tratamento de câncer infantil.

Obras que, como tantas outras nessa gestão, existem apenas em vídeos, discursos e artes de assessoria sem projeto aprovado, sem prazo concreto, sem nenhuma realidade fora das redes sociais do prefeito.

O motoboy respondeu sem rodeios: “O PPT ajudou muita gente a fazer obra, comprar equipamento, fazer um investimento. Era a realidade, era o presente diferente do senhor, que só vive na promessa.”*

Enquanto o trabalhador perde, o padrinho gasta.

Maricá lidera o ranking nacional de arrecadação de royalties do petróleo, com R$ 2,40 bilhões arrecadados 13% de tudo distribuído aos municípios brasileiros. Com esse volume extraordinário de dinheiro público, o que a população concretamente recebeu nesse primeiro ano de mandato?

Recebeu R$ 8 milhões de subvenção pública para a escola de samba União de Maricá desfilar no carnaval valor nove vezes maior do que cada escola do Grupo Especial do Rio recebeu da Prefeitura carioca.

O dirigente executivo da escola ocupa cargo de secretário municipal. Quaqua é presidente de honra da agremiação. A escola venceu a Série Ouro e garantiu o acesso ao Grupo Especial mas a vitória chegou marcada por tragédia e caos dentro do próprio desfile.

Um segundo carro alegórico pegou fogo na região da Apoteose, gerando coluna de fumaça visível de diferentes pontos do Sambódromo. A última alegoria saiu do eixo e atropelou três pessoas. Itamar de Oliveira, de 65 anos, teve uma perna amputada, permaneceu internado por dois meses e veio a falecer no dia 17 de abril de 2026 (https://obaraoj.blogspot.com/2026/04/morre-o-integrante-da-uniao-de-marica.html).

A prefeitura emitiu nota de pesar. O prefeito, presidente de honra da escola, já anunciou novo investimento de R$ 30 milhões para o próximo carnaval. Itamar saiu da Sapucaí em maca e não voltou. A população de Maricá aguarda respostas sobre a responsabilidade pela segurança de um evento gerenciado com dinheiro público, onde um cidadão perdeu a vida.

Recebeu também um clube de futebol sustentado com recursos do Banco Mumbuca a mesma instituição criada para gerir políticas sociais cujo presidente acumula cargo de secretário de Governo. Samba e futebol com o cartão do povo, enquanto ruas afundam, hospital superlota e motoboys trabalham na sorte, sob sol e chuva, sem nenhum dos pontos de apoio prometidos.

E recebe, diariamente, a conta da comunicação institucional. Contratos milionários de publicidade firmados pela prefeitura com veículos de comunicação** prática formalmente legal, mas que levanta questões legítimas e inevitáveis sobre independência editorial quando esses mesmos veículos deixam de registrar as irregularidades documentadas pelo próprio Tribunal de Contas do Estado.

A Maricá que aparece nesses espaços comprados é uma cidade de projetos faraônicos, BRICS, bases de lançamento de foguetes e “revolução dentro da revolução.” A Maricá que aparece nas ruas é outra.

Uma licitação de R$ 106 milhões para pavimentação está sob apuração do TCE-RJ e do Ministério Público de Contas após uma empresa com histórico na Operação Lava Jato assumir a liderança do processo, com propostas mais baratas de concorrentes sendo desclassificadas.

Outra licitação, de R$ 86,6 milhões, foi suspensa por violações a princípios constitucionais como eficiência, economicidade e moralidade administrativa. As irregularidades não são rumor de esquina.

Estão documentadas, publicadas e assinadas pelo próprio Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro.

A imprensa que não se vende — e as autoridades que não aparecem…

É aqui que reside um dos aspectos mais graves e reveladores desse cenário.

De um lado, uma estrutura de comunicação institucional abastecida com dinheiro público, alcançando veículos que, beneficiários de contratos publicitários com a prefeitura, mantêm uma cobertura que raramente questiona a gestão, raramente ouve o morador comum e raramente publica o que o Tribunal de Contas assina.

Não se trata de acusar ninguém de má-fé trata-se de observar um padrão público, verificável e documentado: onde há contrato, há silêncio; onde não há contrato, há cobertura.

Do outro lado, um punhado de veículos que escolheram o caminho mais difícil e mais honesto. Alguns veículos vem mostrando o abandono da limpeza urbana em diferentes bairros situação registrada em diversas reportagens antes de qualquer reação oficial.

O PlatôBR acompanhou de perto as licitações suspeitas e identificou as empresas envolvidas. O Notícia do Rio e outros portais de fora da cidade têm feito o que a imprensa comprometida com contratos públicos não faz: registrar os fatos, ouvir o cidadão, acompanhar os processos, nomear os números.

A imprensa séria como o Jornal Barão de INohan, a TVC, com audiência crescente a cada semana, são as provas vivas de que quando a imprensa fala a verdade sem medo, o povo reconhece e responde.

É esse conjunto de vozes independentes que amplificou o vídeo do motoboy. Sem eles, a resposta do jovem teria ficado num canto esquecido do Instagram. Com eles, virou o espelho que o prefeito não estava preparado para encarar.

Mas há um silêncio que pesa ainda mais pesado do que o da imprensa comprada: o silêncio das autoridades que deveriam agir.

As denúncias estão publicadas. Os processos no TCE estão abertos e numerados. As irregularidades nas licitações estão documentadas com dados, valores e nomes.

A população denuncia nas redes, os veículos independentes publicam, o Tribunal de Contas suspende processos e os órgãos que deveriam investigar, responsabilizar e proteger o dinheiro público e o cidadão permanecem em silêncio. Um silêncio que, a cada dia que passa, não passa despercebido. E que, a cada dia que passa, alimenta uma revolta que já não cabe mais nos comentários do Instagram.

A pergunta que o gabinete não fez e o motoboy fez…

No vídeo do prefeito, com vereadores enfileirados e representante dos motoboys como adorno de cena, ninguém fez a pergunta óbvia. O motoboy fez todas:

“A autonomia dessas motos é uma “MERDA”.

Quando acabar a bateria lá em Cordeirinho, o senhor vai buscar a gente? Não vai, né? Acha que moto lotada de entrega vai até Ubatiba? Vai pros 'praiadinhos'?”

E completou com a precisão de quem conhece cada metro da cidade que administra: “Maricá nem tem energia direito para os moradores. Quando fica 4, 5 dias sem energia, a gente fica sem trabalhar.”

A promessa das motos, vale registrar, já havia sido feita em janeiro de 2025 e repetida em novembro sem que qualquer projeto fosse apresentado à Câmara de Vereadores. O jovem não sabia disso por pesquisa. Sabia porque simplesmente não viu a moto aparecer.

O vento está mudando.

Quaquá prometeu “fazer dez vezes mais em quatro anos” do que foi feito pelo antecessor, enquanto ataca publicamente Fabiano Horta, que mantém postura discreta desde o início do atual mandato. Quem sente necessidade de gritar o tempo todo costuma ser quem tem mais a justificar. Quem trabalha de verdade, entrega e deixa que os resultados falem.

A audiência que acompanha a TVC e os veículos independentes cresce exatamente porque a população percebe, sem precisar que ninguém explique, o contraste entre as duas Maricás: a do Instagram do prefeito, reluzente e cheia de futuro, e a da rua onde se vive, trabalha e paga conta todo mês.

Quaquá apostou que a juventude seria seu público mais fácil de seduzir com promessas de cooperativas, habilitações gratuitas e um amanhã vencedor. O vídeo do motoboy mostrou, com uma objetividade que nenhuma assessoria consegue rebater, que essa aposta estava errada.

Quando o mais jovem da conversa é também o mais lúcido, quando os poucos veículos que preservaram sua independência fazem o trabalho que o dinheiro público tenta silenciar, e quando a população vai às redes para cobrar o que as autoridades competentes ainda se recusam a apurar é sinal de que Maricá está acordando.

E acordada, ela não esquece.

E não perdoa.

Texto produzido com base em informações e decisões de caráter público, registradas pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, pelo PlatôBR, pelo Notícia do Rio, pela Secretaria Municipal de Saúde de Maricá e em declarações públicas do próprio prefeito Washington Quaquá em suas redes sociais oficiais.




domingo, 19 de abril de 2026

Prefeitura de Maricá firma contrato de R$ 116,4 milhões para montagem de prédios públicos


A Prefeitura de Maricá contratou a Metalúrgica Big Farm Ltda, conhecida como Quick House e apelidada de “lego da construção civil”, para montar prédios e galpões públicos usando módulos pré-fabricados. A licitação, homologada pela CODEMAR, prevê gastos de R$ 116,4 milhões.

De acordo com o edital, a empresa será responsável por projetar, fabricar e montar os módulos destinados ao uso da prefeitura. Serão construídos galpões, escritórios e estruturas de infraestrutura, como estações de tratamento de esgoto e subestações de energia.

A Quick House é uma companhia de construção modular que utiliza painéis de aço galvanizado para erguer casas, comércios e edifícios de até cinco andares de forma rápida. O sistema permite montar as estruturas sem o uso de cimento no local, promovendo maior sustentabilidade e menor desperdício de materiais.

A mesma companhia se envolveu numa polêmica em novembro de 2014, quando virou alvo do Ministério Público por um contrato sem licitação com o governo do Rio Grande do Sul, que teria gerado um prejuízo de R$ 1,6 milhão aos cofres públicos. Em 2016, quatro pessoas se tornaram rés pelo caso, incluindo a então secretária estadual Ana Maria Pellini.




Caserna histórica em Niterói passará por transformação após anos

Localizada na Avenida Feliciano Sodré, a Caserna General Castrioto é um dos marcos da história policial fluminense. Caserna histórica em Niterói passará por transformação após anos. Investimento de R$ 24 milhões promete revitalização.


Um dos prédios mais simbólicos da história da segurança pública no estado do Rio de Janeiro passará por uma grande transformação. A Prefeitura de Niterói assinou um acordo para a reforma da histórica Caserna General Castrioto, sede do 4º Comando de Policiamento de Área (4º CPA).

O prédio:

- já foi sede do Comando Geral da Polícia Militar do antigo Estado do RJ

- homenageia o Brigadeiro João Nepomuceno Castrioto

- funcionava como base das tropas (“caserna”)

- abriga hoje o 4º CPA e o Centro de Memória Treme Terra

Para muitos moradores, o local é mais do que um quartel: é parte da identidade histórica de Niterói.

Reforma promete modernizar estrutura e preservar memória

O projeto prevê uma requalificação completa do espaço, incluindo:

- restauração de fachadas e telhado

- modernização de áreas operacionais

- instalação de sistema contra incêndio

- reforma de espaços internos

- criação de um museu dedicado à história da corporação

A proposta combina preservação histórica com modernização da segurança pública.

Intervenção ocorre após mais de 50 anos

Segundo o prefeito Rodrigo Neves, o prédio não recebia uma grande reforma há mais de cinco décadas.

Vamos recuperar esse prédio histórico e, ao mesmo tempo, garantir melhores condições para a atuação da Polícia Militar”, afirmou.

A expectativa é que:

- edital seja lançado nos próximos dias

- obras comecem em julho

Segurança e história caminham juntas

A iniciativa reforça a parceria entre o município e a Polícia Militar, além de integrar políticas de segurança com valorização do patrimônio histórico.

O secretário da PM, Sylvio Guerra, destacou:

A integração entre município e Estado faz diferença para a segurança pública.

Como essa obra pode impactar sua segurança

A reforma da Caserna General Castrioto não é apenas uma obra em um prédio histórico. Na prática, ela pode influenciar diretamente a estrutura de apoio ao policiamento, o funcionamento da unidade e a capacidade de resposta das forças de segurança em Niterói.

- Melhores condições de trabalho para os policiais

- Mais eficiência no funcionamento da unidade

- Integração entre Prefeitura e Estado

- Preservação histórica com uso estratégico

Por que essa obra chama atenção

Não é apenas uma reforma comum. Trata-se de um dos espaços mais tradicionais da segurança pública no estado.

O projeto reúne:

- investimento milionário

- valorização histórica

- reforço na segurança

- impacto direto na cidade

O que está em jogo

A revitalização da Caserna General Castrioto pode representar:

- melhoria na estrutura policial

- fortalecimento da segurança local

- preservação de um patrimônio histórico

- valorização da memória de Niterói

O que se sabe até agora

- prédio histórico será reformado

- investimento supera R$ 24 milhões

- local abriga o 4º CPA

- intervenção não ocorria há décadas

obras devem começar em breve

Entenda a importância da Caserna General Castrioto

Localizada no Centro de Niterói, a Caserna General Castrioto é um dos prédios mais importantes da história da segurança pública no estado do Rio de Janeiro.

Além de sua função operacional, o espaço representa a estrutura histórica das forças de segurança no estado e guarda parte da memória institucional da Polícia Militar, sendo referência para estudiosos e visitantes.

O que muda com a reforma?

A requalificação vai preservar o patrimônio histórico ao mesmo tempo em que moderniza a estrutura, permitindo melhores condições de trabalho para os policiais e garantindo a continuidade da memória do local.





19 DE ABRIL: DIA DOS POVOS INDÍGENAS

 O Dia dos Povos Indígenas (antigo Dia do Índio) é celebrado anualmente em 19 de abril no Brasil. Esta importante data serve para lembrar e reforçar a identidade do povo indígena brasileiro e americano na história e cultura atual. 

Antes da chegada dos primeiros europeus em terras americanas, todos os países que formam este continente eram amplamente povoados por grandes nações indígenas. Infelizmente, a ganância e a crueldade humana fizeram com que muitas tribos fossem totalmente dizimadas e grande parte da cultura indígena foi esquecida.

Na tentativa de preservar as tradições e identidade dos indígenas, o Dia dos Povos Indígenas (antigo Dia do Índio) surgiu para não deixar as novas gerações esquecerem das verdadeiras raízes que formam o povo brasileiro.

História do Dia dos Povos Indígenas

O dia 19 de abril foi escolhido como data para se comemorar a cultura indígena em homenagem ao Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, que ocorreu em 19 de abril de 1940.

O objetivo deste congresso era de reunir os líderes indígenas das diferentes regiões do continente americano e zelar pelos seus direitos.

No Brasil, esta data foi oficializada através do decreto-lei nº 5.540, de 2 de junho de 1943, com assinatura do então presidente Getúlio Vargas.

A nível internacional, a Organização das Nações Unidas (ONU) também criou o Dia Internacional dos Povos Indígenas (9 de agosto) para conscientizar os governos e população mundial sobre a importância de preservar e reconhecer os direitos dos indígenas.

Atividades para o Dia dos Povos Indígenas

Durante o Dia dos Povos Indígenas, as escolas e demais instituições culturais e de ensino incentivam as crianças e os jovens a conhecerem as diferentes práticas culturais dos indígenas.

A FUNAI - Fundação Nacional dos Povos Indígenas (antiga Fundação Nacional do Índio) - é uma das principais instituições brasileiras que se dedica a defender a cultura e os direitos dos povos indígenas do país.



Para isso, são organizadas algumas atividades, como trabalhos criativos e palestras informativas, por exemplo.

A situação atual dos indígenas do Brasil

De acordo com a FUNAI - Fundação Nacional dos Povos Indígenas, a atual população indígena do Brasil é de aproximadamente 818.000 indivíduos, representando 0,4% da população brasileira. Vivendo em aldeias somam 503.000 indígenas. Há, contudo, estimativas de que existam 315 mil vivendo fora das terras indígenas, inclusive em áreas urbanas.

A população indígena no País vem aumentando de forma contínua, a uma taxa de crescimento de 3,5% ao ano. Esse número tende a crescer devido à continuidade dos esforços de proteção dos índíegnas brasileiros, queda dos índices de mortalidade, em razão da melhora na prestação de serviços de saúde, e de taxas de natalidade superiores à média nacional. Existem cerca de 53 grupos ainda não contatados, além daqueles que esperam reconhecimento de sua condição indígena junto ao órgão federal indigenista FUNAI.

Cerca de 60% dos indígenas do Brasil vive na região designada como Amazônia Legal, mas registra-se a presença de grupos indígenas em praticamente todas as Unidades da Federação. Somente nos estados do Rio Grande do Norte, Piauí e no Distrito Federal não registra-se a presença de grupos indígenas.

De acordo com a FUNAI os indígenas brasileiros estão divididos em três classes: 

- os isolados, considerados aqueles que “vivem em grupos desconhecidos ou de que se possuem poucos e vagos informes através de contatos eventuais com elementos da comunhão nacional”;

- os em via de integração, aqueles que conservam parcialmente as condições de sua vida nativa, “mas aceitam algumas práticas e modos de existência comuns aos demais setores da comunhão nacional”; e 

- os integrados, ou seja, os nativos incorporados à comunhão social e “reconhecidos no pleno exercício dos direitos civis, ainda que conservem usos, costumes e tradições características da sua cultura”. Segundo a legislação brasileira, o nativo adquire a plena capacidade civil quando estiver razoavelmente integrado à sociedade. Para que tal aconteça, é necessário que tenha boa compreensão dos usos e costumes da comunhão nacional, conheça a língua portuguesa e tenha a idade mínima de vinte e um anos.


Participação: Darci Tupã Nunes de Oliveira e Helen Ferreira (Aldeia Mata Verde Bonita)
Imagens: arquivo CULTURARTE
Pesquisa: Pery Salgado (jornalista)
Realização: PR PRODUÇÕES