segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Mercado despenca e amplia temor sobre contas públicas após vitória inesperada de Lula

 Ibovespa caiu 10% e acionou o mecanismo de 'circuit breaker' logo na abertura dos negócios , enquanto o real perdeu 11% e os contratos de juros dispararam quase 300 pontos-base, em uma reação à derrota de Flávio Bolsonaro que surpreendeu investidores. Dólar abriu com 9% de alta e até o fechamento desta matéria está cotado a R$ 5,47. Na sexta feira, fechou a menos de R$ 5,00.


O mercado financeiro foi pego de surpresa com a vitória de Lula (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, e vive um dia de forte baixa na bolsa de valores. Como o resultado da eleição contrariou a expectativa, houve uma corrida nesta segunda-feira (26) para realocar recursos, com forte pressão vendedora nas ações brasileiras e no real. O ajuste ocorre porque a maioria dos agentes de mercado preferia a agenda econômica de Flavio Bolsonaro à de Lula, considerada mais favorável ao equilíbrio fiscal.

Virada inesperada gerou pânico

O forte ajuste no mercado, com queda de até 17% no Ibovespa, é reflexo de um evento que quebrou as expectativas. O mercado estava esperando a vitória de Flávio Bolsonaro, dado o seu desempenho superior ao de Lula no primeiro turno.

Negociações na Bolsa foram paralisadas por 30 minutos após a abertura, quando o Ibovespa desabou 10%

O mercado financeiro foi pego de surpresa com a vitória de Lula (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, e vive um dia de forte baixa na bolsa de valores. Como o resultado da eleição contrariou a expectativa, houve uma corrida nesta segunda-feira (26) para realocar recursos, com forte pressão vendedora nas ações brasileiras e no real. O ajuste ocorre porque a maioria dos agentes de mercado preferia a agenda econômica de Flavio Bolsonaro à de Lula, considerada mais favorável ao equilíbrio fiscal.

As pesquisas de intenção de voto da véspera mostravam o candidato Flávio Bolsonaro (PL) à frente na disputa eleitoral. Levantamentos de institutos como AtlasIntel, Quaest, Datafolha, BTG/Nexus, Palver e CNT/MDA indicavam o bolsonarista com vantagem numérica no segundo turno, mas em empate técnico com Lula.

Lula garantiu a vitória de virada, com 51,79% dos votos válidos contra 48,21% de Flávio Bolsonaro. Foi a primeira vez na história do país que um candidato que ficou em segundo lugar no primeiro turno conseguiu reverter o resultado na etapa final, e o primeiro quarto mandato de um presidente da República. No primeiro turno, o liberal marcou 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do petista.

Agentes do mercado financeiro correram para ajustar posições e reavaliar o prêmio de risco do país. Muitos investimentos e recursos haviam sido alocados considerando a vitória de Flávio como certa.

Por que o mercado preferia Flávio a Lula

Os investidores temem que Lula expanda gastos públicos e a dívida bruta do país. O endividamento público do Brasil atinge 82,5% do PIB. O mercado também é contra o histórico do PT de maior intervenção estatal e oposição a reformas liberais.

O governo Lula reforçou esta visão ao tomar medidas que expandem os gastos públicos na véspera da eleição. Entre elas estão o perdão das dívidas dos MEIs (microempreendedores individuais), o aumento do Bolsa-Família e a criação do Desenrola 3, para reduzir o endividamento das famílias

Havia expectativa de uma política fiscal mais rígida com Bolsonaro. Analistas e economistas previam que um governo de Flávio priorizaria o controle rigoroso de despesas, a contenção da dívida pública, privatizações e reformas econômicas, como a administrativa e a previdenciária.

Analistas financeiros esperavam que os eventuais ajustes abririam espaço para queda na taxa de juros, inflação mais baixa e valorização do real. Com juros menores, empresas endividadas teriam redução de custos, favorecendo o consumo, novos investimentos privados, contratações e o crescimento da Bolsa de Valores.

O otimismo foi alimentado pelo crescimento da bancada do Partido Liberal (PL) no Congresso Nacional. Na Câmara dos Deputados, o PL terá 121 cadeiras no ano que vem. No Senado, serão 28. O cenário facilitaria a aprovação rápida de medidas econômicas.

Ajuste de rota

Negociações na Bolsa foram paralisadas na abertura de hoje por 30 minutos, quando o Ibovespa desabou 10%. Às 10h50, a queda acumulada atingiu 16,6%. Este é o primeiro "circuit breaker" desde 2020.

O dólar comercial disparou mais de 12% nos primeiros minutos de negócios e atingiu a máxima de R$ 5,60. A forte volatilidade levou a Bolsa a ampliar os limites de variação para os contratos futuros de câmbio e de juros. O Tesouro Nacional cancelou os leilões de títulos públicos agendados para esta semana.

Os juros futuros de longo prazo dispararam até 182 pontos-base diante do aumento da incerteza. Analistas apontam que a alta do câmbio e o risco fiscal elevado podem pressionar a inflação e levar o Banco Central a interromper precocemente o ciclo de cortes da Selic, a taxa básica que guia os juros em todo o Brasil, que atualmente está em 13,75% ao ano.





'NÃO BASTA CONFIAR: É PRECISO PODER CONFERIR!' por Amaro Siqueira Barros

OPINIÃO: A democracia não deveria exigir confiança cega. Deveria oferecer meios concretos para que o cidadão pudesse verificar a legitimidade dos resultados eleitorais.


Minha preocupação com os rumos políticos do Brasil vem aumentando diante dos acontecimentos recentes, das disputas pelo poder e do que considero uma crescente concentração de autoridade em instituições distantes do controle direto dos eleitores.

Mas quero chamar a atenção para uma questão específica, que considero fundamental para a credibilidade de qualquer processo eleitoral: a possibilidade de conferir, por meios independentes, se os votos registrados eletronicamente correspondem efetivamente aos resultados totalizados.

Não falo como alguém que desconhece o funcionamento de uma seção eleitoral. Já trabalhei como secretário de mesa e acompanhei o processo desde a época das cédulas de papel, nos anos 1960, até a implantação da urna eletrônica.

A tecnologia trouxe rapidez e praticidade. Não proponho abandoná-la. Proponho aperfeiçoá-la.

O documento que vemos e o arquivo que não vemos

Ao término da votação, a urna eletrônica imprime o Boletim de Urna (BU), documento que apresenta os totais de votos de cada candidato, além de outras informações da seção. O procedimento inclui a emissão de documentos e registros destinados a dar publicidade e permitir a fiscalização do encerramento da votação.

Entretanto, os resultados utilizados na totalização também são transmitidos por meio de arquivos digitais gravados em uma mídia de resultado.

E aqui surge uma pergunta legítima: como o cidadão pode verificar, de maneira independente, que os valores apresentados no boletim impresso correspondem exatamente aos dados utilizados na totalização?

Existem procedimentos oficiais de auditoria e mecanismos de conferência dos resultados digitais. Reconheço que eles fazem parte do sistema de fiscalização eleitoral. Minha questão, porém, é outra: por que não acrescentar uma segunda fonte física de verificação, capaz de permitir uma recontagem independente dos votos?

Não estou afirmando que exista uma divergência comprovada entre o boletim impresso e os arquivos digitais. Estou defendendo que a sociedade tenha mais um mecanismo para detectar e esclarecer eventuais divergências.

Minha proposta: manter a urna e acrescentar uma prova física

A ideia é simples: conservar a urna eletrônica atual e instalar, ao lado dela, um dispositivo que imprima uma cédula física correspondente ao voto escolhido.

Depois de selecionar seu candidato na tela, o eleitor veria, através de um visor, o registro impresso. Confirmada a correspondência, a cédula seria depositada automaticamente em um recipiente lacrado, sem contato manual e sem qualquer identificação do eleitor.

O cidadão não levaria comprovante para casa, e o sigilo do voto seria preservado.

A apuração eletrônica continuaria funcionando normalmente, com a rapidez que conhecemos. Mas teríamos também uma segunda fonte de registro: as cédulas físicas, preservadas e protegidas para permitir uma conferência independente.

Rapidez na divulgação, segurança na conferência

Este é um ponto fundamental da minha proposta: não seria necessário esperar a contagem física das cédulas para divulgar o resultado eletrônico.

A totalização eletrônica continuaria seguindo seu procedimento normal, e o resultado seria divulgado com a rapidez habitual. Paralelamente, as cédulas físicas permaneceriam lacradas e sob fiscalização, disponíveis para uma segunda contagem, conduzida por uma instituição independente, com credibilidade pública, procedimentos transparentes e acompanhamento de representantes autorizados.

Concluída essa contagem, os resultados seriam confrontados.

Se os números coincidissem, teríamos uma confirmação adicional de que a contagem física corresponde ao resultado eletrônico anunciado. Se houvesse divergência, seria necessário investigar sua origem, conferir os registros e, quando cabível, realizar uma recontagem das cédulas e os demais procedimentos necessários para esclarecer o resultado.

A contagem física, portanto, não teria a finalidade de substituir a apuração eletrônica nem de atrasar a divulgação inicial. Sua função seria oferecer uma possibilidade independente de verificação.

Para que esse mecanismo tivesse credibilidade, seria indispensável estabelecer regras claras para a preservação das cédulas, a cadeia de custódia, a independência da contagem, a fiscalização pública e o tratamento de eventuais divergências.

É importante reconhecer que a coincidência entre os resultados, isoladamente, não provaria a inexistência de qualquer falha. Mas constituiria uma evidência adicional relevante, desde que os procedimentos fossem efetivamente independentes e auditáveis.

Não se trata de escolher entre velocidade e segurança, mas de buscar as duas: divulgar rapidamente o resultado eletrônico e preservar uma prova física independente que permita conferir sua correspondência com os votos depositados.

Confiar é importante. Verificar é fundamental.

Quando fazemos uma aposta na loteria, recebemos um comprovante dos números registrados. Quando realizamos uma operação bancária, existem registros que permitem conferir o que foi feito.

Por que, então, não podemos discutir seriamente a adoção de um mecanismo físico independente para conferir os resultados de uma eleição?

A resposta não pode se limitar à afirmação de que o sistema é seguro. É preciso apresentar os mecanismos de segurança, explicar como funcionam e permitir que sejam examinados. Se uma proposta apresenta riscos, que sejam identificados, testados e confrontados com possíveis soluções.

A discussão sobre o voto impresso não precisa partir da acusação de fraude, nem da certeza antecipada de que determinado modelo resolverá todos os problemas. Precisa partir de uma pergunta objetiva: é possível desenvolver um sistema que preserve o sigilo, mantenha a rapidez da apuração e permita uma conferência física independente?

Essa possibilidade merece ser examinada tecnicamente, sem preconceitos e sem que o simples questionamento seja confundido com uma tentativa de deslegitimar a democracia.

O problema vai além das urnas

Minha apreensão também está relacionada à concentração de poder e à dificuldade que o cidadão comum encontra para fiscalizar decisões que afetam diretamente o futuro do país.

Defendo o Federalismo Pleno porque acredito na descentralização do poder, na autonomia dos cidadãos e na necessidade de aproximar as decisões públicas das pessoas que suportam suas consequências.

Uma democracia saudável precisa de instituições fortes, mas também de instituições fiscalizáveis. Nenhuma autoridade deveria estar acima do questionamento fundamentado, e nenhuma instituição deveria considerar a crítica uma ameaça apenas porque ela exige explicações.

Não afirmo que a vitória eleitoral de determinado candidato seja, por si só, prova de irregularidade. O que questiono é a necessidade de mecanismos cada vez mais claros, independentes e verificáveis para que a confiança pública não dependa exclusivamente das declarações de quem administra o processo.

Afinal, a raposa não deveria ser a única responsável por garantir a segurança do galinheiro. É preciso haver meios de fiscalização que não dependam apenas da palavra de quem está sendo fiscalizado.

Não basta afirmar que o sistema é confiável. É preciso permitir que sua confiabilidade seja comprovada.

por Amaro Siqueira Barros (jornalista e radialista)







Moraes manda Flávio entregar passaporte e o proíbe de deixar o país

 Embora a decisão esteja em segredo de Justiça, ela foi divulgada pelo senador.


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu na segunda-feira (26/10), um dia após as eleições, o senador Flávio Bolsonaro (PL) de deixar o país. O parlamentar será obrigado a entregar os seus passaportes à Polícia Federal (PF). 

A decisão está em segredo de justiça e foi tornada pública pelo senador em suas redes sociais. A ordem judicial faz parte do processo em que Flávio e o advogado Willer Tomaz são investigados no STF. 

"Hoje de manhã, eu fui visitar meu pai. Quando eu estava saindo, a Polícia Federal do Lula estava na porta da casa dele e, no meio da rua, eu fui intimado a entregar meus passaportes e também estou proibido de deixar o país", relatou. 

Na semana passada, Moraes determinou o bloqueio de até R$ 6 bilhões de Willer, investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro relacionado a negócios envolvendo bets.

Conforme a apuração preliminar da Polícia Federal, Flávio seria beneficiário de recursos da Alcazar Holdings, uma empresa sediada na Ilha da Madeira, em Portugal, e que também é investigada pela PF. 

Irmão nos Estados Unidos

Segundo Flávio, a decisão de Moraes está baseada em uma fala de seu irmão, Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos, apesar de constar contra ele um mandado de prisão em aberto no Brasil. Na declaração, dada na semana passada, Eduardo, que teve o mandato de deputado federal cassado, defendeu que Flávio deveria deixar o Brasil se perdesse a eleição.

O senador questionou a decisão do ministro Alexandre de Moraes de impedi-lo de viajar. 

"Isso é motivo para tirar meu passaporte? Isso é justiça? Essa decisão foi tomada no domingo à noite, logo depois do resultado da eleição. Se eu tivesse ganhado as eleições, iria acontecer a mesma coisa?", indagou.

Eduardo Bolsonaro foi condenado a quatro anos de prisão por articular sanções contra autoridades brasileiras e o tarifaço dos Estados Unidos contra as exportações do país, em uma tentativa de evitar a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, no processo da trama golpista.

Derrota nas eleições

Flávio Bolsonaro disputou o segundo turno das eleições presidenciais com Luiz Inácio Lula da Silva, que foi reeleito no domingo (25/10) com uma vantagem de mais de 4 milhões de votos. 

No entanto, o candidato do PL não reconheceu a vitória do adversário e disse, em seu discurso após a apuração, que pedirá a anulação do pleito. O senador contestou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Cristiano Zanin que determinou a ampliação do horário de votação em duas horas.

Zanin atendeu a um pedido da campanha do PT, que denunciou falta de transportes em diversas cidades do Brasil, o que descumpre decisão da Justiça Eleitoral de oferta de transporte gratuito no dia das eleições. 

Apesar disso, tanto a campanha de Lula quanto a do próprio Flávio haviam feito o pedido de extensão do horário de votação ao Tribunal Superior Eleitoral, que não tomou uma decisão antes do fechamento das urnas. No caso da campanha de Flávio, a justificativa apresentada eram fortes chuvas nas regiões Sul e Sudeste, que dificultaram o deslocamento do eleitor.

fonte: Agência Brasil





domingo, 25 de outubro de 2026

LULA VENCE NO CENÁRIO NACIONAL, MAS PERDE NOVAMENTE EM MARICÁ


A maioria da população brasileira escolheu Luiz Inácio Lula da Silva pela quarta vez, presidente do Brasil. Estamos preparados para mais quatro anos de governo petista? Serão os últimos quatro anos de vida política de Lula e segundo a maioria dos analistas o fim da era petista no país que ainda não se organizou para ter uma figura que venha a lhe suceder.

Mas em Maricá, pela quarta eleição consecutiva, os Bolsonaro vencem com boa margem. Mesmo com a vitória de Lula (possível trunfo do prefeito utópico), o povo maricaense mais uma vez mostrou o descontentamento com o atual mandatário e mesmo com as ameaças na semana que antecederam as eleições do segundo turno (https://obaraoj.blogspot.com/2026/10/voto-tem-consequencias-prefeito-de.html) uma virada histórica de Lula, Flávio Bolsonaro manteve-se à frente de Lula em Maricá com 2.231 votos de diferença. 


A abstenção diminuiu em relação ao primeiro turno que foi de 41.093 eleitores (22,14% do total), para 38.298 eleitores (20,63% do total). A diferença de votos entre Bolsonaro e Lula também diminuiu sensivelmente em relação ao primeiro turno quando Flávio obteve uma diferença de 9.221 votos, mas o recado foi dado mais uma vez: O POVO ESTÁ DESCONTENTE COM O ATUAL GOVERNO MUNICIPAL, mesmo com as ameaças sofridas na semana que antecedeu o pleito do segundo turno.

Será que teremos mais vinganças na semana que se inicia?





INDICADO POR LULA PARA O STF, ZANIN PRORROGA ELEIÇÕES ATÉ ÀS 19 HORAS (vídeo)

ZANIN IGNORA TSE, PASSA POR CIMA E 'ARREBENTA' TODO O PROCESSO ELEITORAL DE 2026 NO SEGUNDO TURNO

 Cristiano Zanin foi indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 1º de junho de 2023. Campanha de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) pediram mais cedo a prorrogação da votação em estados que haviam sido afetados por falhas, redução de frotas e cobrança indevida no transporte público e pelas chuvas.


O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou neste domingo (25) a prorrogação do horário de encerramento da votação até as 19h em todas as seções do país.

"Considerando a gravidade dos fatos narrados, que chegaram ao conhecimento do Supremo Tribunal Federal em 16:32:49, da data de hoje, e diante da urgência evidente na medida, determino prorrogação por duas horas, até às 19h, horário de Brasília, do encerramento do recebimento dos votos em todas as seções de todo o Brasil, cabendo ao TSE dar cumprimento".

Por conta da decisão, a totalização dos votos, que já havia sido iniciada, foi paralisada.

VÁRIAS URNAS FORAM FECHADAS EM TODO O BRASIL E URNAS NÃO PODEM SER REABERTAS. RESULTADO POR QUALQUER LADO, PODER[A SER JUDICIALIZADO

Na tarde do domingo 25/10 (curiosamente Dia Nacional do Eleitor), a coligação do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolou uma petição com pedido de liminar de urgência, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no STF, solicitando a prorrogação do horário de encerramento da votação até as 19h, em municípios atingidos por problemas no transporte público.

A medida abrangia pelo menos nove estados: São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Roraima, Piauí, Paraíba, Pará, Paraná e Rio de Janeiro. A decisão do ministro Zanin abrange todos os estados do Brasil.

O documento é desdobramento de um outro pedido feito no início da tarde para três municípios baianos: Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.

Os advogados da campanha de Lula dizem que relatos de falhas no transporte de eleitores se multiplicaram ao longo do dia por diversas regiões do país.

De acordo com a petição, eleitores que dependem do transporte coletivo enfrentaram dificuldades para chegar aos seus locais de votação.

Entre as principais irregularidades descritas no pedido ao TSE constam:

São Paulo: o pedido aponta que, mesmo com determinação judicial para 100% da frota na capital, cerca de 60% dos veículos estariam circulando, com poucos ônibus no Centro, Zona Leste e Avenida Paulista.

Alagoas: falta de transporte complementar intermunicipal, vans e micro-ônibus, com filas superiores a uma hora e denúncias de cobrança indevida de passagem a eleitores, o que demandou atuação do Ministério Público.

Pernambuco: relatos de dificuldades no acesso à gratuidade em ônibus intermunicipais.

Roraima: recusa de empresas contratadas em cumprir rotas eleitorais, prejudicando o deslocamento de comunidades indígenas.

Piauí e Paraíba: queixas de redução da frota em Teresina e vídeos em João Pessoa mostrando coletivos passando direto por pontos em uma região da cidade.

Rio de Janeiro e Pará: notificações de frota reduzida e longas esperas em Petrópolis e São Gonçalo (RJ). E dificuldades de deslocamento na região do Marajó (PA).

A coligação também pediu a determinação à Polícia Federal e às demais autoridades policiais para que efetuem a prisão em flagrante de responsáveis "pelo embaraço" ao exercício do voto.

A Federação Brasil da Esperança também solicitou que os juízos eleitorais dos municípios determinem que, às 17h, distribuam senhas a todos os eleitores presentes nos locais de votação, inclusive nas áreas externas e no acesso ao prédio.

Pedido campanha de Flávio

A campanha do candidato à Presidência da Repúblcia Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu neste domingo (25) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que prorrogue por duas horas o horário de votação, marcada para encerrar às 17h, em municípios de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul atingidos por fortes chuvas.

A campanha pediu que a extensão fosse aplicada em:

Minas Gerais: Belo Horizonte, Poços de Caldas e municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte que tenham locais de votação sem energia elétrica;

Rio Grande do Sul: São Borja, Itaqui e Uruguaiana, atingidas por chuvas e pela cheia do rio Uruguai.




HOMEM DE 60 ANOS MORRE AO IR VOTAR NO CIEP 259, NO CENTRO DE MARICÁ

Homem de 60 anos que passou mal durante votação para presidente no CIEP 259 no centro de Maricá e depois de socorrido foi levado ao hospital Conde Modesto leal, não resiste e vai a óbito


Faleceu o eleitor que passou mal enquanto aguardava para votar no segundo turno das eleições presidenciais, na manhã do domingo, 25/10, no CIEP 259, no Centro de Maricá. O homem chegou a ser socorrido em estado grave, foi levado ao Hospital Municipal Conde Modesto Leal mas não resistiu.

O fato aconteceu por volta das 9:40h e segundo informações das pessoas presentes na mesma sessão eleitoral (que não estava cheia e a votação fluía bem e em ordem), o eleitor estava na fila para votar quando começou a passar mal e caiu desacordado. Pessoas que estavam no local e integrantes da Justiça Eleitoral prestaram os primeiros atendimentos e acionaram o socorro.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros do Destacamento de Maricá e do SAMU - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram deslocadas para a unidade escolar e realizaram os procedimentos de emergência.

O homem de 60 anos foi socorrido em parada cardiorrespiratória e encaminhado ao Hospital Municipal Conde Modesto Leal, no Centro da cidade. Apesar dos esforços das equipes médicas, ele não resistiu e morreu na unidade hospitalar. A identidade da vítima ainda não foi divulgada assim como a causa da morte também não foi informada.




sábado, 24 de outubro de 2026

EXCLUSIVO: FIGURÃO MARICAENSE LEVA SURRA DURANTE JOGO DO FLAMENGO E RECEBE AVISO PARA 28

 


Um video que circula desde sexta feira na rede social Instagram dá conta que teve muita porrada no jogo do Flamengo x Estudiantes, onde, primeiro o Flamengo em sua soberba, tomou uma porrada do time argentino perdendo a oportunidade de ir para mais uma final da Libertadores.

Depois (que vergonha), em um dos camarotes do Maraca, que reunia 'bons amigos' políticos, uma grande (literalmente) figura de Maricá, do altíssimo escalão teria se envolvido em uma briga com uma turma de Itaboraí e a porrada rolou solta, com o figurão batendo, mas também levando um grande sacode.

Apesar da 'turma do deixa disso', a confusão foi grande, mas o pior estava reservado para o FINAL DO CONFRONTO, quando foi deixado um recado para este figurão levar para o executivo municipal maricaense: 'EM 2028 EU VOU TOMAR A PREFEITURA DE MARICÁ!!!'

Começaram e já com um clima bastante tenso, a campanha para prefeitura de Maricá em 2028. O prefeito utópico ficou PREOCUPADO!!!









DOMINGO (25) PODE SER DECISIVO PARA A SOBREVIVÊNCIA DOS JORNAIS

 A união da imprensa regional é fundamental diante das ameaças econômicas e do poder das plataformas digitais.


Domingo, 25 de outubro, é uma data importantíssima para o futuro e a sobrevivência dos nossos jornais. Precisamos refletir sobre os desafios que ameaçam a sustentabilidade da imprensa regional e a independência do jornalismo.

Durante o governo Bolsonaro, iniciativas como propostas para retirar empresas jornalísticas do Simples Nacional, reduzir a obrigatoriedade de publicação de editais e balanços nos jornais impressos e a distribuição insuficiente de publicidade institucional para veículos do interior despertaram preocupação no setor. Medidas dessa natureza podem comprometer receitas, elevar custos e enfraquecer empresas essenciais à informação da sociedade.

Hoje, enfrentamos também um desafio ainda maior: o poder das plataformas digitais. Facebook e Instagram, controlados pela Meta, disputam diretamente a audiência dos nossos sites. Seus algoritmos determinam a visibilidade dos conteúdos e podem reduzir drasticamente o alcance das notícias produzidas pelos nossos veículos.

As controvérsias envolvendo a distribuição de conteúdos políticos durante a campanha presidencial de Lula reforçam a necessidade de discutir transparência e critérios justos. Não podemos ignorar o risco de depender de plataformas privadas que controlam a circulação de informações sem que tenhamos domínio sobre suas regras.

Amanhã precisa ser um marco de mobilização. Precisamos defender condições tributárias justas, publicidade legal, distribuição transparente das verbas públicas e maior autonomia diante das grandes plataformas.

Se não nos unirmos agora, poderemos perder audiência, receitas e, consequentemente, a capacidade de manter nossas redações e cumprir nossa missão.

A sobrevivência dos jornais é a sobrevivência do jornalismo independente. O momento de agir é agora.

O Brasil e a imprensa aguentam mais 4 anos de governo petista? Estamos preparados para 4 anos de no governo Bolsonaro?

Literalmente, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come!!!



NA ONDA DE MARICÁ, NITERÓI INAUGURA PRIMEIRA LINHA DE TARIFA ZERO


 A Prefeitura de Niterói oficializou, no sábado (24/10), a criação da primeira linha alimentadora de ônibus totalmente gratuita do município. Identificada como AL01 (alimentadora 01), a nova ligação atenderá moradores do conjunto habitacional Jardim das Paineiras, conectando a comunidade ao centro do bairro Badu, na Região de Pendotiba.

A medida foi formalizada por meio de uma portaria assinada pelo secretário municipal de Mobilidade e Infraestrutura, Renato Barandier, que representou o prefeito Rodrigo Neves durante o anúncio.

O novo serviço busca facilitar o deslocamento das famílias que vivem no residencial, construído pelo programa Minha Casa, Minha Vida. A iniciativa atende a uma antiga solicitação dos moradores, que enfrentam dificuldades de acesso ao transporte público e a serviços essenciais.

Com a implantação da linha gratuita, a expectativa é ampliar as possibilidades de deslocamento para unidades de saúde, estabelecimentos comerciais, escolas e outros serviços da região, sem custos de passagem para os passageiros.

Durante o anúncio, o secretário destacou que a mobilidade urbana também faz parte das condições necessárias para garantir qualidade de vida e acesso aos direitos básicos.

A novidade foi recebida com entusiasmo pelos moradores do Jardim das Paineiras, que veem na medida uma oportunidade de facilitar a rotina e reduzir os gastos com transporte.






sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Magnésio ou melatonina para dormir? Entenda os efeitos e as diferenças entre os dois

 Dormir mal pode levar muitas pessoas a buscar alternativas para conseguir pegar no sono. Entre as opções que ganharam popularidade estão os suplementos de melatonina e magnésio, dois produtos que costumam aparecer juntos em recomendações sobre descanso, embora não desempenhem a mesma função no organismo.


A melatonina é um hormônio diretamente relacionado ao ritmo circadiano, mecanismo interno que regula os momentos de sono e vigília. O organismo aumenta sua produção quando escurece, como um sinal de que a hora de dormir está se aproximando.

Já o magnésio é um nutriente essencial que participa de diversas funções do corpo, entre elas a atividade nervosa e muscular. Sua possível relação com o descanso estaria ligada ao relaxamento, mas as evidências sobre sua utilidade para tratar problemas de sono ainda são limitadas.

Diferenças

A melatonina conta com décadas de pesquisa e pode ser útil em situações específicas, especialmente quando há alteração do ritmo circadiano, como no jet lag após uma viagem. Sua utilidade para a insônia comum, porém, é menos clara.

Com o magnésio, os estudos sobre o efeito no sono ainda são escassos e apresentam limitações.

Uma pesquisa da NBJ analisou 155 adultos saudáveis com problemas de sono. Os participantes receberam 250 miligramas de glicinato de magnésio entre 30 e 60 minutos antes de dormir ou um placebo. O grupo que recebeu magnésio apresentou melhorias significativas nos sintomas de insônia, embora os pesquisadores tenham ressaltado que as mudanças foram modestas.

Por isso, os resultados são promissores, mas ainda não permitem estabelecer o magnésio como uma solução definitiva para os problemas de sono. São necessárias pesquisas com amostras maiores e metodologias mais robustas.

Magnésio

O magnésio participa do funcionamento dos nervos e dos músculos e tem sido associado a mecanismos que favorecem o relaxamento. Uma das explicações estudadas é sua relação com o ácido gama-aminobutírico, conhecido como GABA, um neurotransmissor que reduz a atividade do sistema nervoso.

Também foi sugerido que o mineral pode influenciar processos relacionados à produção natural de melatonina. Isso não significa que o magnésio funcione como uma dose direta de melatonina. Seu possível efeito sobre o descanso seria indireto e estaria relacionado a diferentes processos do organismo.

Além disso, nem todas as formas de magnésio são iguais. O citrato e o óxido de magnésio, por exemplo, podem provocar diarreia, náuseas ou cólicas, enquanto o glicinato e o L-treonato costumam ser preferidos quando se busca evitar esses efeitos.

A produção natural de melatonina também muda com a idade e pode ser afetada pela exposição à luz durante a noite. A luz artificial, incluindo a emitida por telas, pode reduzir sua produção e alterar os sinais que o organismo recebe sobre o momento de dormir.

Melatonina

Os suplementos podem ser úteis quando o problema está relacionado ao ritmo circadiano. Para a insônia habitual, porém, os resultados são mais discutíveis.

A melatonina pode provocar efeitos colaterais como sonolência durante o dia, dor de cabeça, tontura, sonhos vívidos, náuseas e desconforto estomacal. Em algumas pessoas, também pode ocorrer o efeito contrário ao esperado, com surgimento de insônia.

Independentemente de qual dos dois suplementos seja mais popular, recorrer a eles pode fazer com que a causa de um problema persistente de sono passe despercebida.

A insônia crônica e outros transtornos, como a apneia do sono, exigem avaliação e tratamento adequados. Utilizar um suplemento por conta própria para tentar melhorar o descanso pode atrasar a identificação de um problema que necessita de atenção médica. 








quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Anderson Terra presente no "Diálogo no Território: Cultura, Juventude e Periferias", com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes


 Anderson Terra (produtor cultural há 40 anos), presidente do Instituto Terra do Saber um dos maiores vencedores de editais (municipais, estaduais e federais) 
em todo o país, participou na tarde da quarta feira 21 de outubro do "Diálogo no Território: Cultura, Juventude e Periferias", com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes.

O evento aconteceu no Espaço Tamarilândia na rua José do Patrocínio, 86 – em Porto Novo (São Gonçalo/RJ) e Anderson pediu que a cultura continue sendo respeitada como vem fazendo a Ministra Margareth Menezes em sua gestão.

Confira o vídeo na íntegra abaixo: