sexta-feira, 6 de novembro de 2026

COMO O BARÃO ANUNCIOU EM 05/9, PREFEITURA COMPRA HMS (vídeo)

 


Conforme o jornal Barão de INohan informou com exclusividade em 05 de setembro passado, a prefeitura está adquirindo o tradicional colégio HMS, pertencente a família do vereador Filipe Bittencourt, atual secretário de esportes, por R$ 21 milhões (https://obaraoj.blogspot.com/2026/09/fim-de-linha-para-o-hms.html).


Segundo o prefeito de Maricá, a prefeitura irá 'FAZER UMA EDUCAÇÃO INFANTIL NA PARTE ONDE JÁ TINHA EDUCAÇÃO INFANTIL (?????) e segundo o prefeito, na parte principal (a educação infantil não faz parte da parte principal????) irá fazer uma escola técnica (interessante, o Brasil precisa cada vez mais de técnicos, portanto, nesse ponto, parabéns à prefeitura).

Com a efetivação da compra, a tradicional escola criada pelo Sr. Hamilton Moreira da Silva (HMS), encerrará suas atividades em 31 de dezembro e a partir de 2027, será mais uma escola municipalizada.





MAIS UMA COVARDIA COM O TRABALHADOR: FÁBRICA DE DESIDRATADOS ÉDIO MUNIZ IRÁ ACABAR?

Um projeto que nasceu da vontade de ajudar, promover a agricultura municipal, evitar desperdícios, gerar renda e empregos, pode estar com seus dias contados.


Gerida hoje pela 'tal' de AMAR (amar a quem???) - COMPANHIA MARICÁ DE ALIMENTOS (que quase nada produz), a Fábrica de Desidratados Édio Muniz criada em já recebeu reconhecimento internacional conforme informou o jornal do Barão de INohan em 25 de abril de 2024.


A Fábrica de Desidratados Prefeito Edio Muniz é outro destaque de Maricá. Utilizando técnicas modernas de desidratação de alimentos, a fábrica valoriza a produção local, captando produtos dos agricultores maricaenses que estão no projeto, reduz o desperdício de alimentos e oferece produtos saudáveis e de alta qualidade para a população.

Além disso, a fábrica contribui para a geração de empregos e o desenvolvimento econômico da região, demonstrando o potencial da agricultura familiar para impulsionar a economia local de forma sustentável.

Seleção e Reconhecimento Nacional 

As duas iniciativas criadas pelo então secretário de agricultura Júlio Carolino, foram selecionadas pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, em parceria com o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz, como exemplos inspiradores de práticas e tecnologias sociais que valorizam e fortalecem os sistemas agroalimentares.

Mas, infelizmente desde o começo do terceiro mandato do prefeito utópico Washington Siqueira (o Quaquá) que apresenta projeto megalômanos (que não acontecem) mas pouco consegue preservar o que já existe, que a Fábrica de Desidratados Édio Muniz vem passando por várias inconsistências.

O Barão de INohan já fez várias matérias sobre o assunto. Em 08 de setembro de 2025, com exclusividade, noticiamos a PARALISAÇÃO DAS ATIVIDADES pela primeira vez desde sua fundação (https://obaraoj.blogspot.com/2025/09/bomba-prefeitura-nao-faz-repasse-e.html).
A matéria surtiu efeito e a SOLARES (gestora da fábrica através do seu presidente), emitiu nota ao Barão no mesmo dia informando da reestruturação e também informando que aguardava a transição para a 'tal' AMAR (amar a quem???).

O jornal Barão de INohan publicou nova matéria em 09 de setembro de 2025 (https://obaraoj.blogspot.com/2025/09/apos-materia-do-barao-de-inohan-fabrica.html).
Mas, a bonança durou pouco e em março de 2026, mais problemas e desrespeito (https://obaraoj.blogspot.com/2026/03/covardia-amar-nao-faz-repasse-e.html).


O problema foi parcialmente resolvido e desde então, seus funcionários vivem e trabalham em um clima de incerteza e total abandono por parte da AMAR, culminando com a informação de que a gestora estará encerrando sua participação no projeto (já colocando todos os funcionários de aviso prévio) e sem que a AMAR (amar a quem???) passe qualquer informação concreta de continuidade ou não do projeto.

Em função deste impasse, seus funcionários lançaram um MANIFESTO à sociedade maricaense e aos gestores do município (se é que temos ainda temos algum!!!???!!!).

O FUTURO INCERTO DA FÁBRICA DE DESIDRATADOS
PREFEITO EDIO MUNIZ

Cerca de 30 trabalhadoras e trabalhadores maricaenses e a agricultura familiar à espera de uma decisão que não chega

A Fábrica de Desidratados Prefeito Edio Muniz, vinculada à Amar – Companhia Maricá Alimentos, vive um momento de profunda incerteza e angústia. A organização social responsável por sua gestão está encerrando o ciclo do projeto e, até agora, não há qualquer definição sobre a continuidade das atividades. Não se sabe quem assumirá a gestão ou se a fábrica continuará existindo. O silêncio diante de uma situação tão grave já diz muito.

Enquanto a decisão não chega, cerca de 30 trabalhadoras e trabalhadores seguem sem saber se terão emprego no próximo mês (a equipe já está cumprindo aviso prévio). São pessoas que dependem do trabalho para sustentar suas famílias; muitas são pessoas mais velhas, mulheres em  especial, que dedicaram anos de experiência, trabalho e cuidado às atividades na unidade e que encontraram ali uma oportunidade valiosa, nem sempre fácil de reencontrar no mercado de trabalho. Hoje, enfrentam a possibilidade  concreta de perder sua fonte de renda, sem qualquer perspectiva do que virá depois.

Os impactos, no entanto, vão muito além do quadro de funcionários. 

A fábrica mantém uma parceria profícua com agricultores familiares de Maricá, que encontram nela apoio, escoamento e valorização de sua produção. Essa parceria contribui para evitar o desperdício de alimentos e preservar uma tradição que faz parte da história e da identidade do município.

Os alimentos produzidos são destinados a projetos sociais sem fins lucrativos e equipamentos públicos, alcançando inúmeras pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar e nutricional, além de creches e pré-escolas, complementando a merenda das crianças, já que a banana desidratada se destaca como um alimento rico em nutrientes e sem adição de açúcares, alinhada à valorização de alimentos nutritivos e à promoção de hábitos alimentares saudáveis desde a infância, em consonância com os princípios do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que prioriza alimentos 'in natura' e/ou minimamente processados e valoriza a aquisição de produtos da agricultura familiar.

O que está em risco, portanto, não é apenas uma unidade produtiva. É uma rede que articula trabalho, geração de renda, agricultura familiar, alimentação escolar e assistência a quem mais precisa. Uma rede que beneficia, direta ou indiretamente, inúmeras famílias maricaenses.

Diante desse cenário, as perguntas são inevitáveis. Como explicar a quem estruturou a vida em torno desse trabalho que talvez não haja amanhã?

Como dizer aos agricultores que uma parceria essencial para sua produção pode simplesmente ser interrompida? Como dizer às escolas e aos projetos atendidos que esses alimentos podem deixar de chegar? E como justificar que tudo isso permaneça indefinido enquanto os prazos se esgotam e as pessoas continuam esperando?

A indefinição não é neutra. Ela produz efeitos concretos: insegurança, ansiedade e a dolorosa percepção de que o futuro dessas pessoas está sendo decidido sem que elas sejam ouvidas ou sequer informadas sobre o que realmente acontecerá.

É inaceitável que um projeto com impacto social tão significativo tenha sua continuidade ameaçada pela ausência de decisões. E quem paga por isso são justamente aqueles que menos podem esperar.

A equipe de trabalho, os agricultores e parceiros da fábrica merecem respostas claras, transparência e respeito.

AGUARDAMOS RESPOSTAS

O jornal Barão de INohan, sempre ao lado da população maricaense, CEDE o espaço que for necessário, para que o prefeito, o secretário de agricultura e pecuária, a direção (e/ou presidência) da AMAR (amar a quem???), gestores da Fábrica de Desidratados e/ou quaisquer outras pessoas que queiram explicar, e dar qualquer tipo de informação aos funcionários e produtores rurais sobre a continuidade desde lindo sonho realizado em 26 de maio de 2021. O sonho não pode acabar, ou será que Maricá será realmente a cidade das UTOPIAS onde nada é realizado e os objetivos não são alcançados???

Encerramos relembrando um pouco da história da Fábrica de Desidratados Prefeito Édio Muniz.

Você sabe como começou a FÁBRICA DE DESIDRATADOS ÉDIO MUNIZ?

Em matéria publicada em 08 de setembro de 2025, contamos um pouco desta linda história:

HISTÓRIA DA CRIAÇÃO DA FÁBRICA ÉDIO MUNIZ

Após o agricultor familiar, Sr. Liberino, conhecido como “Seu Nitinho” (foto abaixo), ter tido um grande desperdício da sua produção de tomate orgânico por não ter para onde vender ou tempo hábil para escoar sua produção, devido a sua perecibilidade.


Procurou a Secretaria de Agricultura (na época, governo de Fabiano Horta), que teve a ideia de aproveitar um espaço público, utilizado anos atrás como uma queijaria, e estava sendo utilizado como depósito de máquinas para criação de uma fábrica de alimentos em um local de fácil acesso, facilitando a logística de entrega de insumos e de distribuição de produto acabado.

Após visitar outras pequenas e grandes indústrias para maior conhecimento de como atender aos produtores locais, a fábrica foi equipada com equipamentos para produção de diversos segmentos de produtos. Oficialmente, ela foi inaugurada em 26 de maio de 2021 (dia festivo do aniversário de Maricá).

Hoje, temos em desenvolvimento banana prata e nanica desidratada, aipim minimamente processado, além de ter iniciado diversos testes para diferentes frutas e hortaliças, como abacaxi, limão e batata doce. Quanto aos resíduos gerados, temos um reaproveitamento feito pela compostagem e alimentação animal na fazenda pública de Maricá.


NÃO DEIXEMOS O SONHO ACABAR!!!








quinta-feira, 5 de novembro de 2026

A PERIGOSA FRAGILIDADE DA CASA MULHER

 Um local de total acolhimento deveria ser mais bem guardado e protegido.


Eu (jornalista Pery Salgado), estive há cerca de três semanas na Casa da Mulher, acompanhado uma senhora que estava com problemas em seu benefício AUXÍLIO RECOMEÇAR. Marcamos nos encontrar na CASA DA MULHER onde o problema deveria ser resolvido.

Recebi a informação desta senhora que ela já estava dentro da unidade sendo atendida (muito bem por sinal), por Daniele (responsável pela Casa da Mulher). Ao chegar no local, entrei facilmente (portão escancarado) e um servidor terceirizado que fazia o serviço de 'segurança', veio ao meu encontro de certa forma truculenta, porém falando ao celular e sem largar o mesmo (continuou o tempo todo na orelha do servidor), me explicou que eu não poderia entrar sem ser anunciado...

Mas o portão estava escancarado. E ai fica a primeira pergunta: por quê o portão NÃO ESTAVA FECHADO?

Logo a seguir, uma atendente da CASA DA MULHER veio ao meu encontro e explicou sobre o fato lamentável e ao entrar, na recepção, encontrei duas agentes da Guarda Municipal sentadas atrás de uma mesa.

E ai fica a segunda pergunta: de que adianta duas agentes da GM sentadas atrás de uma mesa?

Não seria melhor um agente (preferencialmente masculino), do lado de fora da sala, porém dentro da unidade atrás do portão que DEVERIA FICAR FECHADO e as agentes da GM dentro da recepção, em posição de melhor defesa?

Recebido por Daniele, ela explicou que o portão fica aberto depois que um homem foi ao local para entregar um documento e sendo barrado, acionou a secretaria por constrangimento.

Mas, eu questionei o que era melhor: ter o portão fechado e este só ser aberto após verificações por câmeras, ou deixar ali todas as mulheres vulneráveis?

Em reunião do CCS Maricá (Conselho Comunitário de Segurança ligado do ISP - Instituto de Segurança Pública) do mês de outubro, realizada em Vivendas de Itaipuaçu na tarde/noite do dia 20 de outubro, expus o problema, mas de imediato fui retrucado pelo Inspetor Frazão que afirmou que o portão da Casa da Mulher SEMPRE ESTÁ FECHADO, fato que não constatei em todas as outras vezes que passei pela frente da Casa da Mulher.

O portão está aberto e TODAS ESTÃO VULNERÁVEIS ali dentro, uma vez que fui informado que por algumas vezes homens entraram lá atrás de suas 'companheiras' cometendo desatinos e quase violências físicas.

Mais um grande motivo para o portão da CASA DA MULHER ficar SEMPRE FECHADO e só ser aberto após as câmeras serem acionadas e terem a certeza de quem quer ter acesso ao local, sagrado para acolher mulheres em vulnerabilidade.

Em tempo, o problema que fui resolver com o senhora relatado no início da matéria, foi rápida e prontamente resolvido. Ponto para o Barão!!!








PREFEITO TENTA CALAR VEREADOR NETUNO

PREFEITO TENTA CALAR VEREADOR NETUNO ATRAVÉS DE SECRETÁRIOS DE DIVERSAS PASTAS. NA TERÇA-FEIRA (03/11), NETUNO PASSOU O DIA NA POLÍCIA FEDERAL E NA QUINTA FEIRA (05/11) PASSOU A TARDE TODA DENTRO DO FÓRUM DE MARICÁ!


O prefeito utópico que não gosta de ser contrariado em suas vontades e desmandos, e que vem calando a imprensa séria de Maricá (cabe vez menor e mais limitada) e todos aqueles que tentam se insurgir contra ele, vem se movimentando para também 'minar' os vereadores de oposição, em especial Netuno, que nas suas redes sociais, explicou o que está acontecendo:

"Sabe por quê? Porque estão tentando me impedir de fazer aquilo para o qual fui eleito: FISCALIZAR, COBRAR E DENUNCIAR AQUILO QUE ACREDITO ESTAR ERRADO!

Muitas das denúncias que faço chegam até mim através da própria população, de pessoas que confiaram em meu trabalho e me deram a responsabilidade de representá-las.

E eu não vou ignorar a confiança dessas pessoas!

Exercer o mandato é também fiscalizar o dinheiro público, cobrar transparência e dar voz aos moradores.

O meu compromisso é com a população. 

E continuarei exercendo meu papel dentro dos limites da lei, com responsabilidade e transparência!

Afinal, fiscalizar é uma obrigação de quem representa o povo!"

Confira o vídeo denúncia:








ESCALPO? Mulheres entram para fazer exame obrigatório da CNH e saem com “buracos” no cabelo

MULHERES PASSAM POR VERDADEIROS ESCALPOS PARA TIRAR CNH


Kimberly Crivi entrou em uma clínica credenciada pelo Detran, em Porto Velho, Rondônia, para cumprir mais uma etapa do processo de obtenção da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Até aquele momento, ela nem sequer sabia que precisaria cortar o cabelo.

Ao chegar ao local, Kimberly descobriu que o exame toxicológico seria realizado a partir de fios retirados da cabeça. O que deveria ser um procedimento simples terminou, segundo ela, com uma falha visível próxima à raiz.

O caso não é isolado.

Mulheres têm utilizado as redes sociais para relatar cortes que consideram excessivos durante a coleta de material para o exame toxicológico. Fotos e vídeos mostram falhas aparentes no cabelo e levantam uma dúvida entre candidatos à habilitação: afinal, quanto cabelo realmente precisa ser retirado?

Foto após o exame revelou o “buraco”

A experiência de Kimberly começou a causar estranhamento antes mesmo do corte.

Ao se sentar para realizar o procedimento, ela afirma ter encontrado cabelos espalhados pelas laterais da poltrona.

Segundo Kimberly, o profissional responsável explicou que retiraria uma quantidade equivalente à espessura de uma caneta Bic.

Depois da coleta, porém, ela resolveu fotografar a própria cabeça para conferir o resultado. Foi quando percebeu a falha.

Ao questionar o funcionário, ouviu que ele costumava retirar “um pouquinho a mais” caso surgisse algum problema com o material.

A preocupação de Kimberly não ficou restrita à quantidade de cabelo perdida. A jovem também passou a questionar as condições em que a coleta havia sido realizada.

Outra mulher precisou cortar o cabelo duas vezes

Agatha Riesky passou por uma experiência semelhante.

Durante o procedimento, percebeu que uma quantidade que considerava grande estava sendo retirada e perguntou às profissionais por que era necessário cortar tanto.

Segundo Agatha, a resposta foi de que aquela era a quantidade necessária. As funcionárias ainda teriam oferecido devolver os fios cortados.

O problema, no entanto, não terminou ali.

Além da falha deixada no cabelo, Agatha afirma que precisou retornar ao estabelecimento para realizar uma segunda coleta. A justificativa apresentada teria sido de que o material retirado na primeira vez não havia sido localizado.

Na repetição do procedimento, algo chamou sua atenção.

Experiências como as de Kimberly e Agatha começaram a encontrar eco nas redes sociais, onde outras mulheres passaram a publicar imagens de falhas que atribuem à coleta do exame toxicológico.

Retirar uma grande mecha, porém, não deveria ser a regra.

Quanto cabelo realmente precisa ser retirado?

Apesar das imagens de grandes falhas relatadas por algumas mulheres, a coleta para o exame toxicológico não deveria exigir a retirada de uma grande mecha de cabelo. Na prática, utiliza-se uma pequena quantidade de fios, cortados o mais próximo possível do couro cabeludo.

Como o exame trabalha com uma janela retrospectiva mínima de 90 dias, normalmente são analisados cerca de 3 centímetros de cabelo a partir da raiz.

A regulamentação do Contran determina ainda a coleta de duas amostras, uma destinada ao exame e outra à eventual contraprova. O procedimento deve priorizar a região posterior da cabeça e os fios precisam ser escolhidos abaixo de uma mecha previamente separada justamente para que o corte não deixe falhas visíveis.

Quando não há cabelo disponível no comprimento necessário, pelos corporais podem ser utilizados como alternativa. Assim, o procedimento correto não exige raspar a cabeça nem deveria resultar nos “buracos” aparentes denunciados por algumas mulheres.

Técnica ajuda a evitar falhas aparentes

A forma como os fios são retirados também é importante.

A coleta deve ser feita com tesoura, evitando o uso de lâminas, aparelhos de barbear ou máquinas para retirar o material.

Existem situações específicas em que uma quantidade maior de cabelo pode ser necessária. Isso pode acontecer, por exemplo, quando a pessoa tem fios muito finos, baixa densidade capilar, cabelos quebradiços ou passou por procedimentos químicos que reduziram a quantidade de material aproveitável para a análise.

Essas situações, no entanto, não deveriam ser descobertas somente depois do corte.

Quando existe a necessidade de retirar uma quantidade maior de fios, a pessoa deve ser informada antes da coleta.

Por que o exame toxicológico usa cabelo?

O exame toxicológico exigido para a habilitação é diferente de testes destinados a identificar apenas o consumo recente de determinadas substâncias.

Segundo a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), trata-se de um exame de larga janela de detecção. A análise permite uma retrospectiva mínima de 90 dias para verificar o consumo, ativo ou não, de substâncias psicoativas.

Para isso, podem ser utilizadas amostras de cabelos ou pelos. Na ausência desses materiais, a regulamentação admite o uso de unhas mediante laudo médico de dermatologista que comprove alopecia universal.

A utilização dos fios está relacionada à possibilidade de identificar substâncias e seus metabólitos incorporados à estrutura capilar durante o crescimento, ampliando o período que pode ser analisado.

Exame também passou a ser exigido na primeira CNH

O número de candidatos sujeitos ao procedimento aumentou após uma mudança na legislação.

Historicamente, o exame toxicológico de larga janela de detecção estava associado principalmente aos condutores das categorias C, D e E, destinadas a diferentes tipos de veículos de carga, transporte de passageiros e combinações de veículos.

A Lei Federal nº 15.153/2025 alterou o Código de Trânsito Brasileiro e estendeu a exigência de resultado negativo no exame toxicológico à obtenção da primeira habilitação nas categorias A e B, destinadas, respectivamente, a motocicletas e automóveis.

O dispositivo havia sido vetado inicialmente, mas o veto foi derrubado pelo Congresso Nacional em dezembro de 2025, fazendo com que a exigência fosse incorporada à legislação.

O procedimento deve ser realizado em laboratório credenciado pela Senatran.

É possível fazer o exame sem cortar o cabelo da cabeça?

Sim, desde que exista material adequado para a análise.

Além do cabelo, pelos de outras regiões do corpo podem ser utilizados no exame toxicológico, desde que exista quantidade suficiente para a realização do teste.

Na prática, porém, essa alternativa nem sempre resolve o problema.

Patricia explica que muitas mulheres não apresentam quantidade suficiente de pelos corporais para fornecer uma amostra adequada. Nessas situações, os fios da cabeça acabam sendo a opção mais indicada.

Independentemente do local escolhido, a coleta precisa seguir os procedimentos adequados e fornecer material suficiente para a análise.

“Buraco” no cabelo pode gerar indenização?

Uma falha visível depois da coleta não significa automaticamente que haverá direito a uma indenização. Cada caso precisa ser analisado individualmente.

Uma eventual indenização pode ser discutida quando houver elementos capazes de demonstrar que o dano ocorreu em razão de uma atuação inadequada da clínica ou do profissional responsável pela coleta.

Caso a retirada excessiva provoque uma falha evidente, constrangimento, alteração relevante da aparência ou repercussões na vida pessoal e profissional, podem entrar em discussão danos materiais e morais e, dependendo das circunstâncias, dano estético.

Isso não significa, entretanto, que qualquer insatisfação com o procedimento resulte automaticamente em indenização.

Será necessário demonstrar que houve uma conduta inadequada, que o prejuízo efetivamente existiu e que há relação entre a atuação da clínica e o dano.

Mas os casos e reclamações se multiplicam por todo o país. Recentemente uma das mulheres que passou pelo constrangimento, fez matéria para Record. A atriz e cantora Hadassa Mazarrão relatou o absurdo que passou. Confira:









HELTER FERREIRA SURGE COMO NOME DE CONCICILIAÇÃO PARA PRESIDÊNCIA DA CÂMARA


Vendo que o imbróglio em que se meteu submetendo os vereadores da base em grande constrangimento ao obrigá-los a seguir as ordens do REI ou seriam retaliados, o prefeito utópico de Maricá, vendo que seu líder de governo está com a moral baixa perante a população, que continua apoiando o atual presidente da Casa de Leis - Aldair de Linda - na insana briga por poder perpetrada pelo prefeito utópico e traidor, este resolveu lançar o nome de conciliação de Hélter Ferreira, entre os vereadores e de certa forma, também de simpatia de Aldair (pois ambos foram eleitos para seus primeiros mandatos em 2008).

Com isso, a disputa pela presidência da Câmara Municipal de Maricá para o biênio 2027-2028 ganhou um novo ator. O então secretário municipal de Meio Ambiente e vereador licenciado Helter Ferreira (PT) passou a ser cotado como a possível escolha do grupo do prefeito utópico Washington Siqueira (o Quaquá) para comandar o Legislativo.

Até então, o nome do líder do governo na Câmara, vinha sendo apontado como uma das principais possibilidades para suceder Aldair de Linda, que por ações de traição do alcaide foi obrigado a romper publicamente com o prefeito.

A movimentação ocorre em meio à crise política entre antigos aliados e à disputa por influência sobre o Legislativo municipal. A presidência da Câmara é estratégica para a articulação de projetos do Executivo e para a relação entre governo e vereadores, até por que, o prefeito também vem tentando comandar o legislativo municipal (https://obaraoj.blogspot.com/2026/10/prefeito-de-marica-quer-mandar-e.html).

Helter ainda não foi anunciado oficialmente como candidato, e também não há confirmação de que o líder do governo tenha deixado a disputa. A eleição da Mesa Diretora está prevista para o dia 02 de dezembro, com posse em janeiro de 2027.




A MEMÓRIA DE UMA ENFERMEIRA NÃO PODE SER APAGADA!

OPINIÃO:


"Eu vivi a pandemia como profissional da saúde. Vi o medo nos olhos das pessoas, a angústia das famílias, a luta dos profissionais e a dor de quem não conseguiu voltar para casa. Por trás de cada número, existia uma vida, uma família e uma história.

Por isso, quando olho para aquele período, não penso apenas em políticos. Penso nas vidas perdidas, nos profissionais que se arriscaram, nas vacinas, nos leitos de UTI, no auxílio emergencial e em tudo aquilo que precisa ser lembrado e cobrado.

Não podemos transformar a dor de milhares de famílias em uma disputa de narrativas. A história precisa ser lembrada com responsabilidade, e toda denúncia precisa ser apurada. Nenhum político está acima das perguntas, da fiscalização ou da cobrança do povo.

Sou enfermeira. Sei o valor de uma vida e o peso de uma decisão quando alguém está entre a vida e a morte. Por isso, não aceito que a memória de uma das fases mais dolorosas da nossa história seja tratada como se não tivesse acontecido.

Não se trata de esquecer para agradar a um partido. Trata-se de lembrar, questionar e cobrar, independentemente de quem esteja no poder.

Que ninguém se esqueça das famílias que choraram, dos profissionais que lutaram e de tudo o que o Brasil precisa aprender para nunca mais enfrentar uma tragédia assim sem responsabilidade e humanidade.

A memória é um compromisso. A verdade precisa de evidências. E o povo merece respostas!

Mas nós também merecemos respeito e valorização. E fica aquela frase: se correr o bicho pega, se ficar o bicho come!

Que o povo acorde e em breve pense rápido em um novo nome para salvar o Brasil, os brasileiros e seus profissionais!"

relato de uma enfermeira, profissional do SUS





PREFEITURA ASSINA CONTRATO DE R$ 27 MILHÕES COM EMPRESA INVESTIGADA PELA PF



 O atual prefeito utópico de Maricá viu que o ex-prefeito Fabiano Horta (aquele que o TCE aprovou as contas mesmo que com ressalvas, para tristeza do atual alcaide) gastou milhões com placas solares, que ainda não foram ligadas a rede de energia.

Fazendo beicinho e mais um vez detonando sua criatura, Washington Nova York Lisboa Três Rios Siqueira (o Quaquá - OLHA A FACA!!!), resolveu fazer o mesmo! Assinou um contrato com MAIS UMA EMPRESA INVESTIGADA POR DESVIOS segundo apurou a Polícia Federal.

Confira no vídeo do EXPLANA MARICÁ o detalhamento da operação.

Por que o prefeito utópico tem o dedo podre para escolher essas empresas?






quarta-feira, 4 de novembro de 2026

VEREADOR NETUNO DENUNCIA R$ 52 MILHÕES PARA 'CARNATAL' ENQUANTO CIDADE VIVE O CAOS

 MAIS UMA VEZ, O PREFEITO DOBRA A APOSTA!


O vereador Ricardo Gutierrez (Ricardinho Netuno) durante a sessão de 03 de novembro, denunciou o absurdo valor de R$ 52 milhões para o NATAL BRASILIDADE que o vereador chama (corretamente) de CARNATAL. Disse da inversão de valores e das necessidades na cidade que vive um caos em diversos locais. Outro problema é que 'apenas os amigos' estarão comendo as migalhas dos desfiles do CARNATAL. 

"O Carnatal saltou de R$ 25 milhões para R$ 52 milhões! Um aumento de mais de 100%, em uma contratação sem licitação, tendo como empresa responsável a SKENA CENOGRAFIA.

A mesma empresa que organiza o Rock in Rio. E surgem questionamentos sobre a proximidade entre o empresário responsável e o prefeito, além da presença da primeira-dama em um camarote dentro do festival, situação que também levanta questionamentos sobre o que aconteceu em Portugal.

Enquanto isso, a realidade de Maricá é outra: Itaipuaçu está largada, postos de saúde enfrentam problemas e a população continua cobrando o básico.

Para grandes eventos, milhões e milhões. Para os serviços públicos, quando é que vai sobrar dinheiro?

Maricá precisa de prioridades, transparência e respeito ao dinheiro público!", declarou o vereador na tribuna da sessão de 03/11. Confira abaixo:


ENQUANTO ISSO, 'NATAL BRASILIDADE' SÓ PARA OS AMIGOS!!!

Prefeitura e organização do evento criam 'uma patotinha' e deixam trabalhadores maricaenses de fora do evento. Confira o vídeo: