O CCS Maricá (Conselho Comunitário de Segurança) ligado ao ISP (Instituto de Segurança Pública do governo do estado) realizou no final da tarde e início da noite da terça feira 20/10, na CARIOCA PASTELARIA na avenida Gilberto de Carvalho, sua reunião ordinária de outubro, a pedido da AMVI (Associação de Moradores de Vivendas de Inoã), presidida por Marcos Pereira (Marcão).
Coordenada por Anna Maria Quintanilha (presidente do CCS Maricá), a reunião contou com a presença na mesa diretora do comandante do 1º Grupamento de Polícia Ambiental, Major Melichio, do sub-comandante do 12º BPM (Maricá-Niterói) - Major Toledo, do Capitão Araújo (comandante da 6ª Cia do 12º BPM), do Inspetor Frazão (representando a Guarda Municipal e a secretaria de segurança cidadã) e do Oficial de Polícia Cívil - Inspetor Alexandre Spinelli (representando a 82 DP). Também estiveram presentes membros da diretoria do CCS Maricá, Lucas assessor do Deputado Estadual Marcio Gualberto (presidente da Comissão de Segurança da ALERJ), o presidente do CCS do bairro de São Cristóvão no Rio de Janeiro Sr. Paulo Otávio de Lemos Aguiar e Anderson, assessor do deputado estadual Rodrigo Amorim.
Após as apresentações da mesa diretora, Anna Maria passou a palavra para os presentes. Na reunião moradores e comerciantes de Inoã, Santa Paula, Vivendas de Itaipuaçu, Bosque dos Flamboyants e entorno questionaram a Guarda Municipal, a Polícia Militar e a Polícia Civil, ações sobre o crescente número de moradores em situação de rua gerando assaltos, brigas e total insegurança. Os furtos e confusões acontecem durante todo o dia, inclusive à luz do dia. A certeza da impunidade é latente.
Marcão falou da insegurança que o loteamento Vivendas vem passando com constantes assaltos, furtos, invasões de cracudos solicitando mais apoio da Polícia Militar e denunciando a existência de um comércio no Risca Faca que funciona quase o dia todo, comprando material descartável, grande porte, fruto dos furtos e roubos na região.
Uma moradora do Bosque dos Flamboyants (no Jardim Atlântico Central) também reclamou da cidade largada, dos inúmeros moradores de rua que fazem uso de entorpecentes e das condições das vias públicas largadas na sua região e em quase toda Itaipuaçu.
Na região do Vivendas e no centro de Inoã, o problema não é diferente, segundo relatou o morador e comerciante Antônio Mauro, que informou ter tido prejuízos materiais com furtos de fiação elétrica do seu empreendimento, e de comerciantes da região, que ficaram por muito tempo sem energia elétrica aumentando o prejuízo. Denúncia semelhante foi apresentada pelo corretor de seguros Osir Vieira que também ficou sem luz por várias horas devido a furtos de fiação de energia elétrica na rua Dr. João Gomes Sobrinho, no centro de Inoã. Aproveitou para denunciar o descarte irregular de 'entulhos' na região da restinga (local onde mora).
O representante da Guarda Municipal - Inspetor Frazão, declarou que levará a demanda para o grupamento ambiental da corporação.
Contribuindo com a fala do comerciante Antônio Mauro, o morador Wellington solicitou que aconteçam ações conjuntas da secretaria de postura, polícia militar, polícia civil e Guarda Municipal para coibir e FECHAR os 'ferro-velhos', onde considerou (e é fato), que muitos funcionam na clandestinidade.
O representante da 82 DP, Alexandre Spinelli, lembrou dos quatro ferros velhos fechados em Maricá, fazendo com que o índice de furtos de viciados e moradores (meliantes) em situação de rua, diminuísse, embora tenha conhecimento da abertura de outros, mas, se comprometeu a levar a demanda ao delegado Marcelo Machado para novas ações.
D. Natália, proprietária da Carioca Pastelaria (local da reunião), também falou de furtos em sua residência no Vivendas e furto de fiação e cabos de energia na sua loja, quando ficou três dias esperando que ENEL refizesse a ligação. Natalia assim como os demais se mostravam além de revoltados, esquecidos e largados naquela que segundo o prefeito, se apresenta como a cidade mais segura do estado, o que sabemos que está longe da desta afirmação, pois a realidade é bem diferente.
Também usaram na palavra, o Bispo Renê, D. Vanessa, Sr. Anderson, o jornalista Pery Salgado (diretor de comunicação do CCS Maricá) e o vice-presidente do CCS Maricá, Misael Santos.
Ao término da reunião bastante produtiva, Marcão agradeceu à proprietária da Carioca Pastelaria pela cessão do espaço e à diretoria do CCS Maricá e todas as autoridades presentes, clamando que as demandas sejam me breve atendidas.
























































