Um paciente de aproximadamente 35 anos, sofreu um acidente em abril de 2025, tendo fraturas em três vértebras. Foi atendido por médicos e neurologistas do hospital municipal de São José (aquele que tem nome de genocida reconhecido pela ONU) que após exames, viram a gravidade do fato e reconheceram ser ainda um milagre após o acidente, o mesmo não ter ficado tetraplégico.
Uma cirurgia foi marcada e ainda assim deram alta ao paciente pedindo que aguardasse o dia da intervenção cirúrgica.
Com fortes dores e passando um ano, o paciente foi ao hospital Conde Modesto Leal onde médico e enfermeiros ministram TRAMAL e DIPIRONA sem saber de maiores detalhes (mesmo o paciente tendo explicado a grave situação à qual vive) e deram alta.
No dia seguinte, o mesmo foi ao hospital de São José e médicos lembrando do caso dele (ficou famoso do hospital pela gravidade) o internaram dizendo que o caso iria para outro hospital para uma cirurgia, preferencialmente para o INTO.
PRIMEIRA PERGUNTA: aonde foi parar o pedido de cirurgia feito em abril de 2025?
Será que equipe médica já recebeu pela cirurgia sem que a mesma tenha sido realizada (não queremos acreditar neste absurdo).
O paciente foi transferido para a enfermaria cirúrgica onde aguarda a cirurgia. Enquanto isso, já registra infecção urinária e segundo informações, não está recebendo o devido tratamento.
SEGUNDA PERGUNTA: quando vão operar o paciente?
TERCEIRA PERGUNTA: vão deixar que o mesmo fique TETRAPLÉGICO?
O caso nos faz lembrar outro lamentável fato de um homem que com fortes dores foi a este mesmo hospital e o liberaram ACHANDO NÃO SER NADA e poucos minutos depois, o mesmo morreu dentro de um vermelhinho (https://obaraoj.blogspot.com/2026/04/caos-na-saude-homem-morre-apos-passar.html).
O jornal Barão de INohan cede o espaço que for necessário para que tanto o hospital, médicos, enfermeiros, funcionários, secretaria de saúde, o capeta e quem mais quiser falar, para esclarecer sobre mais este terrível e absurdo caso que está se configurando em outra OMISSÃO DE DEVIDO ATENDIMENTO.




















































