A advogada Barbara Hartmann Cardoso foi presa preventivamente pelo Gaeco, em Florianópolis (SC), na quinta-feira (27/8). Segundo o Ministério Público de Santa Catarina, ela é investigada por suspeitas de apropriação indébita, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
A prisão ganhou repercussão nas redes sociais depois que internautas resgataram uma publicação feita pela advogada em 8 de janeiro de 2023, na qual ela classificou os ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília, como um “movimento fascista, terrorista e golpista”.
A publicação também fazia críticas ao então presidente Jair Bolsonaro e defendia a responsabilização dos envolvidos nos atos.
Apesar da repercussão, a prisão não está relacionada às declarações feitas pela advogada sobre o 8 de Janeiro. De acordo com o Ministério Público, a medida faz parte de uma investigação sobre supostos desvios de dinheiro de detentos.
Como se trata de uma prisão preventiva, Barbara não foi condenada pelos crimes investigados e continua tendo direito à presunção de inocência.







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