quinta-feira, 29 de outubro de 2026

RENOVANDO A FROTA, AMPARO RECEBE OS PRIMEIROS 15 VERMELHINHOS EURO 6

 


Continuando a renovação da frota que faz anualmente (cerca de 25 a 30% do total da frota - ônibus intermunicipais - TARIFA A e urbanos - duas portas), a Viação Nossa Senhora do Amparo acaba de receber e já será incorporada à frota, 15 novos ônibus (os primeiros urbanos EURO 6), vermelhinhos.

Os ônibus chegaram na garagem de Rio do Ouro na segunda feira 26 e na quinta feira 29 já foram conduzidos para a garagem do centro de Maricá.

A previsão é que já estejam emplacados e vistoriados e já rodando no início de novembro.


Os ônibus Euro 6 são veículos de transporte coletivo equipados com motores a diesel que seguem a sexta e mais rigorosa geração de normas ambientais para redução de emissões. No Brasil, essa tecnologia corresponde ao Proconve P8, em vigor desde janeiro de 2023.




Sessão parlamentar ou sessão PRA LAMENTAR - parte 2. Vereadores cospem na cara do povo!!!


Mais uma vergonhosa sessão parlamentar (29/10), que na verdade é PRA LAMENTAR, onde a briguinha do chefe do executivo que quer interferir diretamente no legislativo municipal (já que se acha DONO DAS TERRAS MARICAENSES e dos seus asseclas - https://obaraoj.blogspot.com/2026/10/prefeito-de-marica-quer-mandar-e.html), com o presidente da Casa de Leis (chefe do legislativo - Aldair de Linda), vem tomando proporções alarmantes e lamentáveis, com o povo se indignando cada vez mais com as atitudes autoritárias do prefeito utópico e prejudicando DIRETAMENTE a população, pois várias pautas de relevância estão sendo preteridas e não votadas.

Dentre elas, o plano de saúde aos funcionários do legislativo municipal, benesse que o presidente da Câmara quer deixar como um dos seus legados na presidência da Casa de Leis.

Segundo Aldair, mesmo fazendo todos os pagamentos devidos, a Câmara irá devolver ao executivo municipal ao término do ano legislativo, cerca de R$ 50 milhões.

A população não PODE esquecer do nome destes vereadores que estão DESRESPEITANDO A POPULAÇÃO e atrapalhando o bom andamento da Câmara de Maricá, neste, que segundo analistas, é considerado o PIOR LEGISLATIVO da história de Maricá.

Este fato lamentável é o segundo ocorrido na mesma semana (https://obaraoj.blogspot.com/2026/10/sessao-parlamentar-ou-sessao-pra.html).

Lamentamos também que os vereadores se curvem às solicitações (e ORDENS) do prefeito da cidade, que aonde coloca sua mão, consegue remeter a confusão e desagrados.


Assista abaixo a mais uma sessão com a presença de 3 (três) vereadores (Aldair, Netuno e Chiquinho) e a ausência dos 18 vereadores da base governista.
 





quarta-feira, 28 de outubro de 2026

PREFEITO DE MARICÁ QUER MANDAR E INTERFERIR DIRETAMENTE NA CÂMARA DE MARICÁ (???)


Em matéria publicada pela TVC (TV Copacabana Web, do jornalista Ricardo Cantarele), o prefeito utópico de Maricá teria AFIRMADO que vai ACABAR COM REELEIÇÕES NA PRESIDÊNCIA DA CÂMARA DE VEREADORES de Maricá.

Diz a matéria:

"Quaquá anuncia fim da reeleição para presidente da Câmara de Maricá"


"Em conversa com Ricardo Cantarelle, prefeito defende rodízio permanente para dar oportunidade a outros vereadores de comandar o Legislativo.

O prefeito de Maricá, Washington Quaquá, confirmou ao jornalista Ricardo Cantarelle, da TV Copacabana (TVC), que pretende acabar com a possibilidade de reeleição para a presidência da Câmara Municipal.

A proposta é estabelecer um rodízio permanente, permitindo que outros vereadores também tenham a oportunidade de comandar a Mesa Diretora.

A conversa ocorreu após Cantarelle procurar o prefeito para saber se haveria mudanças na direção do Legislativo diante da recuperação do vereador Hadesh, que enfrenta um problema de saúde.

Em resposta ao jornalista, Quaquá esclareceu que a principal mudança pretendida vai além de uma eventual substituição na presidência.

'A partir de agora não irá ter mais reeleição. O objetivo é que aconteça um rodízio permanente, dando oportunidade para outros também poderem ser presidente da Mesa Diretora', afirmou o prefeito em mensagem enviada ao jornalista.

Para que a proposta se torne efetiva, será necessário observar os procedimentos legais e regimentais aplicáveis à Câmara Municipal.

A TVC continuará acompanhando os desdobramentos dessa discussão política em Maricá.

E você, o que pensa?

Quem deveria assumir a presidência da Câmara de Maricá? Você concorda com um rodízio entre os vereadores?"

Abaixo, o jornal Barão de INohan esclarece que o Executivo municipal não pode interferir de forma abusiva no legislativo municipal. Confira:

EXECUTIVO NÃO PODE INTERFERIR NA AUTONOMIA ADMINISTRATIVA OU FINANCEIRA NEM SUBORDINAR VEREADORES 

O Poder Executivo (prefeitura, representado pelo prefeito) não pode interferir de forma abusiva, mandar ou subordinar o Poder Legislativo (Câmara Municipal, representada pelos vereadores), pois ambos são independentes e harmônicos entre si, conforme o princípio da separação dos poderes (art. 2º da Constituição Federal).

No entanto, o Executivo possui atribuições constitucionais e legais que participam do processo legislativo e da relação institucional, o que não configura subordinação, mas sim freios e contrapesos:

• Iniciativa privativa de leis: Certas matérias (como criação de cargos na prefeitura, aumento de despesas do Executivo ou estrutura da administração) são de proposta exclusiva do prefeito. Se a Câmara legislar sobre isso sem autorização, a lei pode ser declarada inconstitucional.

• Veto e sanção: Após a Câmara de Vereadores aprovar um Projeto de Lei, ele é enviado ao prefeito, que pode sancioná-lo (transformando em lei) ou vetá-lo (total ou parcialmente) se entender que há ilegalidade ou contrariedade ao interesse público. O veto, contudo, pode ser derrubado pela maioria absoluta dos vereadores.

• Pedido de urgência: O prefeito pode solicitar regime de urgência para a votação de projetos de sua autoria na Câmara, acelerando os prazos regimentais.

O que o Executivo NÃO pode fazer:

• Interferir na autonomia administrativa ou financeira: O prefeito não pode alterar a organização interna da Câmara Municipal e não pode reter ou contingenciar unilateralmente os repasses financeiros (duodécimos) destinados ao Legislativo previstos na Lei Orçamentária Anual.

• Subordinar os vereadores: Ordens diretas, ameaças de corte de verbas ou tentativas de impedir a fiscalização exercida pela Câmara são ilegais e ferem o Estado Democrático de Direito.

Mas infelizmente sabemos que essa subordinação existe e é a olhos vistos.







PRESOS EM OPERAÇÃO CONTRA EXPLORAÇÃO SEXUAL DE ADOLESCENTES EM MARICÁ

 Operação contra exploração sexual de adolescentes tem ações em Maricá, Niterói e São Gonçalo. Oito pessoas são presas. Na investigação foram apuradas suspeitas de abusos, torturas, ameaças e chantagem contra adolescentes.


Uma operação da Polícia Civil realizada na manhã da quarta-feira (28/10) mobilizou agentes em Maricá, São Gonçalo e Niterói, para combater uma suposta rede criminosa investigada por exploração sexual de adolescentes, tortura, ameaças e chantagem.

Em Maricá, a ação chamou a atenção pela presença de equipes envolvidas no cumprimento de mandados de busca e apreensão e na coleta de provas relacionadas ao caso. A operação também mobilizou agentes em diferentes endereços de São Gonçalo e Niterói.

Batizada de Operação NXIVM, a ação resultou, até o momento, na prisão de oito pessoas. Entre os detidos está um terceiro-sargento da Polícia Militar, de 35 anos, que atuava como segurança do deputado federal eleito Diego Quaquá, filho do prefeito utópico de Maricá, Washington Siqueira (o Quaquá).

Outro preso é um Personal Trainer de 24 anos que foi localizado no Jardim Atlântico; equipamentos eletrônicos foram apreendidos na residência e são apontados como parte das investigações.

No endereço, foram recolhidos um telefone celular e um notebook que, segundo informações divulgadas, armazenavam arquivos relacionados a abuso sexual de menores de idade.

A operação é coordenada pela 74ª DP (Alcântara), com apoio de unidades do 4º Departamento de Polícia de Área (DPA) e da Corregedoria-Geral da Polícia Militar.

Segundo a Polícia Civil, as investigações começaram em julho, após a prisão de um assessor parlamentar denunciado por estupro de vulnerável no bairro de Icaraí, em Niterói.

Durante as investigações, os agentes analisaram celulares, computadores e imagens apreendidas. O material teria revelado a existência de uma suposta rede que registrava abusos sexuais e utilizava as gravações para ameaçar e chantagear adolescentes, submetendo as vítimas a novos episódios de violência dentre os quais vários estupros e cárcere privado.

Além das oito prisões, os policiais trabalham no cumprimento de mais um mandado de prisão e de 18 medidas de busca e apreensão em Maricá, São Gonçalo e Niterói.

A Polícia Civil busca identificar outras possíveis vítimas, reunir novas provas e esclarecer a participação dos investigados. Em Maricá, as diligências também devem contribuir para verificar a extensão da atuação do grupo e possíveis conexões com outros envolvidos. As diligências continuam em andamento.




terça-feira, 27 de outubro de 2026

Sessão parlamentar, ou SESSÃO PRA LAMENTAR? Vereadores desrespeitam população!!!

O que está acontecendo com as sessões da Casa de Leis do povo maricaense? Briga entre prefeito e presidente da Câmara esvazia as sessões e vereadores desrespeitam povo que votou neles


Desde que o povo promoveu a fragorosa derrota ao líder do executivo municipal ao término do primeiro turno do pleito eleitoral de 2026 (https://obaraoj.blogspot.com/2026/10/povo-impoe-derrota-fragorosa-ao.html), onde Allyson Elias, o filho do presidente da Câmara dos Vereadores foi eleito deputado estadual (o mais votado de Maricá) deixando para trás nomes já 'consagrados' como Rosângela Zeidan e Renato Machado (que ainda aguarda posicionamento do TSE para confirmar ou não sua eleição), onde o ex-prefeito Fabiano Horta deu um 'banho' no Diego Quaquá (ex-Zeidan), embora os dois tenham sidos eleitos (mas o recado foi dado ao prefeito pelos números), e após os discursos de Aldair sobre a conduta do prefeito utópico durante a campanha, principalmente às vésperas, MANDANDO OS VEREADORES inverterem o apoio ao filho de Aldair, para a deputada Zeidan, o clima na Casa de Leis ficou literalmente INSUPORTÁVEL, com o prefeito 'SUGERINDO' que os vereadores da base FALTEM nas sessões para minar Aldair.

O clima azedou de vez após recado enviado ao prefeito pelos 'correligionários' de Aldair (https://obaraoj.blogspot.com/2026/10/aliados-de-aldair-e-allyson-eleito.html). 

Abaixo, utilizando farto material do MMM - Movimento Maricá Melhor, traçamos uma linha do tempo de todos os embates dos dois maiores nomes da política maricaense no momento:




E AS VINGANÇAS E RETALIAÇÕES COMEÇARAM, ATINGINDO DIVERSOS TRABALHADORES E FAMÍLIAS



E O CLIMA AZEDOU ENTRE O PRESIDENTE DA CASA DE LEIS E LÍDER DO GOVERNO
, que disse que foi ameaçado, fez R.O. na 82 DP e pediu até carro blindado para poder 'andar com segurança' em Maricá.

.

ALDAIR RETRUCOU


Nesse meio tempo, o prefeito aparece às vésperas do segundo turno dizendo que NÃO VOTAR em Lula poderia trazer 'consequências' negativas ao bilionário município, quarta economia nacional (https://obaraoj.blogspot.com/2026/10/voto-tem-consequencias-prefeito-de.html).

Mas não adiantou muito, pois pela quarta vez consecutiva, os Bolsonaro venceram em Maricá (https://obaraoj.blogspot.com/2026/10/lula-vence-no-cenario-nacional-mas.html). Novas vinganças acontecerão? 

Enquanto isso, Aldair em mais uma sessão vazia denuncia que a prefeitura tem dinheiro de sobra para carnaval, festas, mas deixa de lado mães de PCDs para o pagamento do AUXÍLIO CUIDAR (https://obaraoj.blogspot.com/2026/10/prefeitura-covarde-nao-tem-dinheiro.html).

Em 21 de outubro o Barão de INohan publicou mais um capítulo da briga de foices dos mandatários do poder executivo e legislativo:


BRIGA DE FOICES NA CÂMARA DE MARICÁ. BASE DO GOVERNO TENTA ATINGIR ALDAIR ESVAZIANDO AS SESSÕES
(https://obaraoj.blogspot.com/2026/10/briga-de-foices-na-camara-de-marica.html).

Mas a grande vitória aconteceu na sessão de 22 de outubro, onde em uma tentativa de mudar as regras do FUNDO SOBERANO, a mensagem enviada pelo prefeito utópico FOI REJEITADA e ALDAIR vibrou, com o comentário auspicioso do vereador Ricardo Netuno. 


SEM QUÓRUM E SEM RESPEITO AO POVO

Mas o ápice aconteceu na sessão da terça feira 27/10, onde Aldair de Linda abriu a sessão SEM NENHUM VEREADOR e de forma regimental aguardou vinte minutos. passados esse tempo, abriu novamente a sessão já com a presença dos dois vereadores da oposição (Netuno e Chiquinho). Netuno foi convidado para assumir a primeira secretaria e fez a leitura do nome dos vereadores. 18 AUSENTES (todos da base) e 3 presentes, dois de oposição e Aldair, que não pertence mais a base do governo.


Sem quórum, a sessão não pode ser aberta e os desrespeito dos vereadores da base governista além de gritante precisa acabar, afinal, o povo que os elegeu, quer vê-los trabalhando e fiscalizando o executivo municipal, ou são todos marionetes do prefeito?

Confira abaixo a vergonhosa sessão de 27/10:



Como será a próxima sessão, em 29/10???







FLÁVIO ABANDONA O BRASIL E 60 MILHÕES DE BRASILEIROS QUE VOTARAM NELE (vídeo)

 


Uma semana antes da eleição, no debate da Band, Lula avisou Flávio Bolsonaro: "Você se prepare, porque você vai perder imunidade e vai ter problema, porque a sua vida tem muito inquérito que agora vai andar". Nove dias depois, Flávio deixou o Brasil com a mulher e as duas filhas. Uma autoridade dos Estados Unidos confirmou que ele está a caminho do país.

Abaixo, uma linha do tempo feita pelo site FATO EM DIA e o vídeo detalhado a seguir: 

Domingo (25), 21h09: o TSE oficializa a vitória de Lula. Às 21h16, sete minutos depois, o pedido da PF para apreender os passaportes de Flávio já estava no STF. Alexandre de Moraes autorizou na mesma noite, sem ouvir a PGR.

Segunda (26): a PF intima Flávio na saída da casa de Jair Bolsonaro. Flávio chama a medida de tentativa de intimidação e anuncia que vai pedir a cassação da chapa de Lula.

Terça (27): o prazo das 11h vence sem a entrega; a PF cancela os passaportes comum e diplomático. A Argentina nega a entrada dele. Segundo aliados, Michelle Bolsonaro confirmou a viagem; Flávio pretende pedir asilo político e encontrar Eduardo na Flórida. O advogado mexicano Simón Levy, ligado a Trump, afirmou que Marco Rubio articulou a saída.

As investigações: o filme Dark Horse (lavagem e corrupção; R$ 134 milhões em tratativas com Daniel Vorcaro, ao menos R$ 61 milhões transferidos), o caso Willer Tomaz (lavagem e evasão de divisas, relator Alexandre de Moraes) e um inquérito por calúnia contra Lula. Flávio nega irregularidades.

A decisão de Flávio Dino: inquérito sobre suposto financiamento estrangeiro da campanha, aberto dentro de uma ação sobre mineração.

O mandato de senador termina em fevereiro de 2027, e com ele a imunidade parlamentar.

No vídeo abaixo, a sequência completa e detalhada: 






Governo aprova indenização milionária para Dilma Rousseff por crimes da ditadura

A ex-presidente receberá por mês R$ 17. valor foi fixado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), além de R$ 6,6 milhões retroativos. E o povo que se lasque!!!


O Ministério dos Direitos Humanos aprovou a indenização da ex-presidente Dilma Rousseff por perseguição e tortura sofridas na ditadura militar. Com base na Lei da Anistia, ela receberá R$ 17.562,80 mensais pela demissão arbitrária da FEE-RS em 1977, além de um montante retroativo de R$ 6,6 milhões, sujeito a deduções de valores quitados previamente. A decisão oficializa a reparação histórica pelas perdas impostas pelo regime de exceção à sua trajetória profissional.

A validação do direito de reparação econômica à ex-presidente Dilma Rousseff foi oficializada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) nesta terça-feira (27). A portaria publicada no Diário Oficial da União concede uma prestação mensal no valor de R$ 17.562,80 à ex-chefe do Executivo, como compensação pelas arbitrariedades e pela perseguição política vivenciadas por ela ao longo do regime militar (1964-1985).

Demissão por perseguição política e amparo legal

Contudo, a base jurídica do benefício apoia-se estritamente nos preceitos da Lei nº 10.559, dispositivo legal encarregado de regulamentar o regime de anistia para cidadãos que tiveram carreiras interrompidas por atos de exceção. Conforme o órgão ministerial, a remuneração foi estipulada tomando como referência os vencimentos do cargo que a ex-mandatária ocupava na Fundação de Economia e Estatística (FEE) do Rio Grande do Sul, instituição da qual foi sumariamente afastada em 1977.

À época do regime de exceção, a ex-presidente foi colocada em uma lista de supostos insurgentes elaborada por Sílvio Frota, então ministro do Exército, o que motivou a perda de seu posto de trabalho. Reconhecida oficialmente como anistiada política por ter sofrido detenção e tortura no período, a ex-mandatária terá a defasagem financeira de sua trajetória profissional corrigida.

Retroativo milionário e aplicação dos descontos

Além disso, a deliberação estabeleceu o montante retroativo bruto fixado em R$ 6.616.492,19, referente às perdas acumuladas desde outubro de 1997. Diante disso, a quantia final a ser paga passará por deduções obrigatórias para abater valores eventualmente já quitados pela administração pública no passado, respeitando os parâmetros judiciais de atualização e apuração.

Portanto, o ato formal assinado pela ministra dos Direitos Humanos, Janine Mello, encerra uma longa tramitação administrativa no âmbito do Governo Federal. Sendo assim, o processo consolida o direito de reparação histórica previsto na legislação às vítimas de atos arbitrários cometidos pelo Estado brasileiro.

Presidente do Banco dos BRICS

Fora as benesses que recebrá do governo brasileiro, Dilma Rousseff recebe cerca de US$ 500 mil por ano — o equivalente a aproximadamente R$ 220 mil a R$ 290 mil por mês (variando conforme a cotação do dólar e benefícios adicionais) como presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como o Banco dos BRICS, com sede em Xangai, na China.

E o povo que se lasque!!!



segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Mercado despenca e amplia temor sobre contas públicas após vitória inesperada de Lula

 Ibovespa caiu 10% e acionou o mecanismo de 'circuit breaker' logo na abertura dos negócios , enquanto o real perdeu 11% e os contratos de juros dispararam quase 300 pontos-base, em uma reação à derrota de Flávio Bolsonaro que surpreendeu investidores. Dólar abriu com 9% de alta e até o fechamento desta matéria está cotado a R$ 5,47. Na sexta feira, fechou a menos de R$ 5,00.


O mercado financeiro foi pego de surpresa com a vitória de Lula (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, e vive um dia de forte baixa na bolsa de valores. Como o resultado da eleição contrariou a expectativa, houve uma corrida nesta segunda-feira (26) para realocar recursos, com forte pressão vendedora nas ações brasileiras e no real. O ajuste ocorre porque a maioria dos agentes de mercado preferia a agenda econômica de Flavio Bolsonaro à de Lula, considerada mais favorável ao equilíbrio fiscal.

Virada inesperada gerou pânico

O forte ajuste no mercado, com queda de até 17% no Ibovespa, é reflexo de um evento que quebrou as expectativas. O mercado estava esperando a vitória de Flávio Bolsonaro, dado o seu desempenho superior ao de Lula no primeiro turno.

Negociações na Bolsa foram paralisadas por 30 minutos após a abertura, quando o Ibovespa desabou 10%

O mercado financeiro foi pego de surpresa com a vitória de Lula (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, e vive um dia de forte baixa na bolsa de valores. Como o resultado da eleição contrariou a expectativa, houve uma corrida nesta segunda-feira (26) para realocar recursos, com forte pressão vendedora nas ações brasileiras e no real. O ajuste ocorre porque a maioria dos agentes de mercado preferia a agenda econômica de Flavio Bolsonaro à de Lula, considerada mais favorável ao equilíbrio fiscal.

As pesquisas de intenção de voto da véspera mostravam o candidato Flávio Bolsonaro (PL) à frente na disputa eleitoral. Levantamentos de institutos como AtlasIntel, Quaest, Datafolha, BTG/Nexus, Palver e CNT/MDA indicavam o bolsonarista com vantagem numérica no segundo turno, mas em empate técnico com Lula.

Lula garantiu a vitória de virada, com 51,79% dos votos válidos contra 48,21% de Flávio Bolsonaro. Foi a primeira vez na história do país que um candidato que ficou em segundo lugar no primeiro turno conseguiu reverter o resultado na etapa final, e o primeiro quarto mandato de um presidente da República. No primeiro turno, o liberal marcou 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do petista.

Agentes do mercado financeiro correram para ajustar posições e reavaliar o prêmio de risco do país. Muitos investimentos e recursos haviam sido alocados considerando a vitória de Flávio como certa.

Por que o mercado preferia Flávio a Lula

Os investidores temem que Lula expanda gastos públicos e a dívida bruta do país. O endividamento público do Brasil atinge 82,5% do PIB. O mercado também é contra o histórico do PT de maior intervenção estatal e oposição a reformas liberais.

O governo Lula reforçou esta visão ao tomar medidas que expandem os gastos públicos na véspera da eleição. Entre elas estão o perdão das dívidas dos MEIs (microempreendedores individuais), o aumento do Bolsa-Família e a criação do Desenrola 3, para reduzir o endividamento das famílias

Havia expectativa de uma política fiscal mais rígida com Bolsonaro. Analistas e economistas previam que um governo de Flávio priorizaria o controle rigoroso de despesas, a contenção da dívida pública, privatizações e reformas econômicas, como a administrativa e a previdenciária.

Analistas financeiros esperavam que os eventuais ajustes abririam espaço para queda na taxa de juros, inflação mais baixa e valorização do real. Com juros menores, empresas endividadas teriam redução de custos, favorecendo o consumo, novos investimentos privados, contratações e o crescimento da Bolsa de Valores.

O otimismo foi alimentado pelo crescimento da bancada do Partido Liberal (PL) no Congresso Nacional. Na Câmara dos Deputados, o PL terá 121 cadeiras no ano que vem. No Senado, serão 28. O cenário facilitaria a aprovação rápida de medidas econômicas.

Ajuste de rota

Negociações na Bolsa foram paralisadas na abertura de hoje por 30 minutos, quando o Ibovespa desabou 10%. Às 10h50, a queda acumulada atingiu 16,6%. Este é o primeiro "circuit breaker" desde 2020.

O dólar comercial disparou mais de 12% nos primeiros minutos de negócios e atingiu a máxima de R$ 5,60. A forte volatilidade levou a Bolsa a ampliar os limites de variação para os contratos futuros de câmbio e de juros. O Tesouro Nacional cancelou os leilões de títulos públicos agendados para esta semana.

Os juros futuros de longo prazo dispararam até 182 pontos-base diante do aumento da incerteza. Analistas apontam que a alta do câmbio e o risco fiscal elevado podem pressionar a inflação e levar o Banco Central a interromper precocemente o ciclo de cortes da Selic, a taxa básica que guia os juros em todo o Brasil, que atualmente está em 13,75% ao ano.





'NÃO BASTA CONFIAR: É PRECISO PODER CONFERIR!' por Amaro Siqueira Barros

OPINIÃO: A democracia não deveria exigir confiança cega. Deveria oferecer meios concretos para que o cidadão pudesse verificar a legitimidade dos resultados eleitorais.


Minha preocupação com os rumos políticos do Brasil vem aumentando diante dos acontecimentos recentes, das disputas pelo poder e do que considero uma crescente concentração de autoridade em instituições distantes do controle direto dos eleitores.

Mas quero chamar a atenção para uma questão específica, que considero fundamental para a credibilidade de qualquer processo eleitoral: a possibilidade de conferir, por meios independentes, se os votos registrados eletronicamente correspondem efetivamente aos resultados totalizados.

Não falo como alguém que desconhece o funcionamento de uma seção eleitoral. Já trabalhei como secretário de mesa e acompanhei o processo desde a época das cédulas de papel, nos anos 1960, até a implantação da urna eletrônica.

A tecnologia trouxe rapidez e praticidade. Não proponho abandoná-la. Proponho aperfeiçoá-la.

O documento que vemos e o arquivo que não vemos

Ao término da votação, a urna eletrônica imprime o Boletim de Urna (BU), documento que apresenta os totais de votos de cada candidato, além de outras informações da seção. O procedimento inclui a emissão de documentos e registros destinados a dar publicidade e permitir a fiscalização do encerramento da votação.

Entretanto, os resultados utilizados na totalização também são transmitidos por meio de arquivos digitais gravados em uma mídia de resultado.

E aqui surge uma pergunta legítima: como o cidadão pode verificar, de maneira independente, que os valores apresentados no boletim impresso correspondem exatamente aos dados utilizados na totalização?

Existem procedimentos oficiais de auditoria e mecanismos de conferência dos resultados digitais. Reconheço que eles fazem parte do sistema de fiscalização eleitoral. Minha questão, porém, é outra: por que não acrescentar uma segunda fonte física de verificação, capaz de permitir uma recontagem independente dos votos?

Não estou afirmando que exista uma divergência comprovada entre o boletim impresso e os arquivos digitais. Estou defendendo que a sociedade tenha mais um mecanismo para detectar e esclarecer eventuais divergências.

Minha proposta: manter a urna e acrescentar uma prova física

A ideia é simples: conservar a urna eletrônica atual e instalar, ao lado dela, um dispositivo que imprima uma cédula física correspondente ao voto escolhido.

Depois de selecionar seu candidato na tela, o eleitor veria, através de um visor, o registro impresso. Confirmada a correspondência, a cédula seria depositada automaticamente em um recipiente lacrado, sem contato manual e sem qualquer identificação do eleitor.

O cidadão não levaria comprovante para casa, e o sigilo do voto seria preservado.

A apuração eletrônica continuaria funcionando normalmente, com a rapidez que conhecemos. Mas teríamos também uma segunda fonte de registro: as cédulas físicas, preservadas e protegidas para permitir uma conferência independente.

Rapidez na divulgação, segurança na conferência

Este é um ponto fundamental da minha proposta: não seria necessário esperar a contagem física das cédulas para divulgar o resultado eletrônico.

A totalização eletrônica continuaria seguindo seu procedimento normal, e o resultado seria divulgado com a rapidez habitual. Paralelamente, as cédulas físicas permaneceriam lacradas e sob fiscalização, disponíveis para uma segunda contagem, conduzida por uma instituição independente, com credibilidade pública, procedimentos transparentes e acompanhamento de representantes autorizados.

Concluída essa contagem, os resultados seriam confrontados.

Se os números coincidissem, teríamos uma confirmação adicional de que a contagem física corresponde ao resultado eletrônico anunciado. Se houvesse divergência, seria necessário investigar sua origem, conferir os registros e, quando cabível, realizar uma recontagem das cédulas e os demais procedimentos necessários para esclarecer o resultado.

A contagem física, portanto, não teria a finalidade de substituir a apuração eletrônica nem de atrasar a divulgação inicial. Sua função seria oferecer uma possibilidade independente de verificação.

Para que esse mecanismo tivesse credibilidade, seria indispensável estabelecer regras claras para a preservação das cédulas, a cadeia de custódia, a independência da contagem, a fiscalização pública e o tratamento de eventuais divergências.

É importante reconhecer que a coincidência entre os resultados, isoladamente, não provaria a inexistência de qualquer falha. Mas constituiria uma evidência adicional relevante, desde que os procedimentos fossem efetivamente independentes e auditáveis.

Não se trata de escolher entre velocidade e segurança, mas de buscar as duas: divulgar rapidamente o resultado eletrônico e preservar uma prova física independente que permita conferir sua correspondência com os votos depositados.

Confiar é importante. Verificar é fundamental.

Quando fazemos uma aposta na loteria, recebemos um comprovante dos números registrados. Quando realizamos uma operação bancária, existem registros que permitem conferir o que foi feito.

Por que, então, não podemos discutir seriamente a adoção de um mecanismo físico independente para conferir os resultados de uma eleição?

A resposta não pode se limitar à afirmação de que o sistema é seguro. É preciso apresentar os mecanismos de segurança, explicar como funcionam e permitir que sejam examinados. Se uma proposta apresenta riscos, que sejam identificados, testados e confrontados com possíveis soluções.

A discussão sobre o voto impresso não precisa partir da acusação de fraude, nem da certeza antecipada de que determinado modelo resolverá todos os problemas. Precisa partir de uma pergunta objetiva: é possível desenvolver um sistema que preserve o sigilo, mantenha a rapidez da apuração e permita uma conferência física independente?

Essa possibilidade merece ser examinada tecnicamente, sem preconceitos e sem que o simples questionamento seja confundido com uma tentativa de deslegitimar a democracia.

O problema vai além das urnas

Minha apreensão também está relacionada à concentração de poder e à dificuldade que o cidadão comum encontra para fiscalizar decisões que afetam diretamente o futuro do país.

Defendo o Federalismo Pleno porque acredito na descentralização do poder, na autonomia dos cidadãos e na necessidade de aproximar as decisões públicas das pessoas que suportam suas consequências.

Uma democracia saudável precisa de instituições fortes, mas também de instituições fiscalizáveis. Nenhuma autoridade deveria estar acima do questionamento fundamentado, e nenhuma instituição deveria considerar a crítica uma ameaça apenas porque ela exige explicações.

Não afirmo que a vitória eleitoral de determinado candidato seja, por si só, prova de irregularidade. O que questiono é a necessidade de mecanismos cada vez mais claros, independentes e verificáveis para que a confiança pública não dependa exclusivamente das declarações de quem administra o processo.

Afinal, a raposa não deveria ser a única responsável por garantir a segurança do galinheiro. É preciso haver meios de fiscalização que não dependam apenas da palavra de quem está sendo fiscalizado.

Não basta afirmar que o sistema é confiável. É preciso permitir que sua confiabilidade seja comprovada.

por Amaro Siqueira Barros (jornalista e radialista)







Moraes manda Flávio entregar passaporte e o proíbe de deixar o país

 Embora a decisão esteja em segredo de Justiça, ela foi divulgada pelo senador.


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu na segunda-feira (26/10), um dia após as eleições, o senador Flávio Bolsonaro (PL) de deixar o país. O parlamentar será obrigado a entregar os seus passaportes à Polícia Federal (PF). 

A decisão está em segredo de justiça e foi tornada pública pelo senador em suas redes sociais. A ordem judicial faz parte do processo em que Flávio e o advogado Willer Tomaz são investigados no STF. 

"Hoje de manhã, eu fui visitar meu pai. Quando eu estava saindo, a Polícia Federal do Lula estava na porta da casa dele e, no meio da rua, eu fui intimado a entregar meus passaportes e também estou proibido de deixar o país", relatou. 

Na semana passada, Moraes determinou o bloqueio de até R$ 6 bilhões de Willer, investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro relacionado a negócios envolvendo bets.

Conforme a apuração preliminar da Polícia Federal, Flávio seria beneficiário de recursos da Alcazar Holdings, uma empresa sediada na Ilha da Madeira, em Portugal, e que também é investigada pela PF. 

Irmão nos Estados Unidos

Segundo Flávio, a decisão de Moraes está baseada em uma fala de seu irmão, Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos, apesar de constar contra ele um mandado de prisão em aberto no Brasil. Na declaração, dada na semana passada, Eduardo, que teve o mandato de deputado federal cassado, defendeu que Flávio deveria deixar o Brasil se perdesse a eleição.

O senador questionou a decisão do ministro Alexandre de Moraes de impedi-lo de viajar. 

"Isso é motivo para tirar meu passaporte? Isso é justiça? Essa decisão foi tomada no domingo à noite, logo depois do resultado da eleição. Se eu tivesse ganhado as eleições, iria acontecer a mesma coisa?", indagou.

Eduardo Bolsonaro foi condenado a quatro anos de prisão por articular sanções contra autoridades brasileiras e o tarifaço dos Estados Unidos contra as exportações do país, em uma tentativa de evitar a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, no processo da trama golpista.

Derrota nas eleições

Flávio Bolsonaro disputou o segundo turno das eleições presidenciais com Luiz Inácio Lula da Silva, que foi reeleito no domingo (25/10) com uma vantagem de mais de 4 milhões de votos. 

No entanto, o candidato do PL não reconheceu a vitória do adversário e disse, em seu discurso após a apuração, que pedirá a anulação do pleito. O senador contestou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Cristiano Zanin que determinou a ampliação do horário de votação em duas horas.

Zanin atendeu a um pedido da campanha do PT, que denunciou falta de transportes em diversas cidades do Brasil, o que descumpre decisão da Justiça Eleitoral de oferta de transporte gratuito no dia das eleições. 

Apesar disso, tanto a campanha de Lula quanto a do próprio Flávio haviam feito o pedido de extensão do horário de votação ao Tribunal Superior Eleitoral, que não tomou uma decisão antes do fechamento das urnas. No caso da campanha de Flávio, a justificativa apresentada eram fortes chuvas nas regiões Sul e Sudeste, que dificultaram o deslocamento do eleitor.

fonte: Agência Brasil