terça-feira, 26 de maio de 2026

SECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO PREMIA QUEM ESTÁ "POR TRÁS DA CENA" (vídeo explicativo)


 E tem edital também para a galera da graxa e dos bastidores! O papo de CPF para CPF é com vocês que fazem a magia acontecer atrás das cortinas!

 O edital 'Por Trás da Cena' é um reconhecimento inédito da SECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO para valorizar quem 'segura o piano'. 

"Estamos investindo R$ 1,4 milhão nessa chamada super especial de PREMIAÇÃO. Sem burocracia de execução de projeto, o foco é o seu portfólio!", informou Daniella Barros secretária de estado de cultura e economia criativa.

Serão premiados projetos com R$ 10 mil cada. 

QUEM PODE PARTICIPAR

Mas afinal, quem pode concorrer? Profissionais de áreas técnicas ligadas diretamente à realização de projetos culturais. Dá uma olhada em alguns exemplos:


Confere a escalação aqui embaixo.

Assistentes (de Câmera, Cenotécnica, Criação, Direção, Edição, Figurino, Iluminação, Produção, Roteiro), Cenógrafos e Montadores de Palco, Cinegrafistas, Contrarregras e Figurinistas, Maquiadores e Sonoplastas... e muito mais profissionais da técnica!

ATENÇÃO AO PRAZO: As inscrições estão abertas apenas até o dia 8 de junho!

Não deixa para a última hora. O edital completo com todas as regras já está disponível no site da Secretaria de Cultura do Estado. Corre lá, ajeita o portfólio e vem com a gente garantir esse reconhecimento! 







UGANDA ENCONTRA UMA DAS MAIORES JAZIDAS DE OURO DO MUNDO

 


Uganda anunciou uma das maiores descobertas de ouro da história recente. As autoridades informaram a identificação de cerca de 31 milhões de toneladas métricas de minério aurífero, com potencial para produzir mais de 320 mil toneladas de ouro refinado, avaliadas em mais de US$ 12 trilhões.

A maior parte dos depósitos foi encontrada na região de Karamoja, conhecida por sua riqueza mineral, além de outras áreas do país. Segundo o governo, a descoberta representa uma oportunidade histórica para o desenvolvimento econômico nacional.

Caso seja explorada de forma eficiente, a reserva pode impulsionar significativamente o Produto Interno Bruto de Uganda, gerar empregos e atrair grandes investimentos internacionais. A notícia também deve influenciar o mercado global de ouro, reforçando a posição do país africano como um potencial grande produtor do metal precioso.





MARICÁ 212 ANOS. Conheça sua história!


 Cidade de grandes belezas naturais e com a presença de um povo lindo e acolhedor, a cidade completa 212 anos sendo acidade mais rica do país (que mais royalties do petróleo recebe), com o 8º PIB nacional, mas atualmente extremamente mal administrada, com o povo triste, revoltado (apenas os 'amigos do alcaide' sorriem, mesmo que alguns com um sorriso amarelo), com medo das vinganças e da possibilidade de exonerações da noite para o dia. 

Cidade bilionária, mas com um prefeito utópico que mais viaja do que permanece na cidade e que só apresenta projetos megalômanos e quase todos utópicos, ao invés de conservar o que foi feito nos últimos oito anos, briga com sua criação e pouco faz pela cidade que vive uma invasão de moradores em situação de rua e uma violência crescente que preocupa os moradores.

Mas, eu (jornalista Pery Salgado, que completarei 45 anos na cidade no mês de agosto), tenho certeza que a cidade é pujante, receptiva, com povo acolhedor e lindo e que em breve seremos libertados do julgo 'coronelista' ao qual vivemos.

A história 

A história de Maricá remonta ao século XVI, quando a região era habitada pelos índios tupinambás. O povoado começou a se formar com a doação de sesmarias a partir de 1574 e a fundação da Fazenda São Bento pelos monges beneditinos. A cidade atual floresceu após a construção da Igreja Nossa Senhora do Amparo, no início do século XIX.

Origem e Primeiros Habitantes
Antes da chegada dos colonizadores portugueses, a região era ocupada por povos originários do tronco linguístico macro-jê, e posteriormente pelos tupinambás (tamoios), que foram os habitantes encontrados no litoral no século XVI. O nome "Maricá" deriva de uma árvore abundante na área, o espinheiro-maricá (Mimosa sepiaria). 
Sesmarias e a Pesca Milagrosa
A colônia Maricá começou a ser povoada no início do século XVI, devido à necessidade da Coroa Portuguesa de defender o litoral de ataques dos corsários franceses. A partir de 1574, as terras foram doadas aos colonizadores portugueses, divididas em sesmarias (lotes de terras distribuídos em nome do rei de Portugal, com intenção de incentivar o cultivo em terras virgens).
A ocupação oficial teve início em 8 de janeiro de 1574, com a concessão de sesmarias. No século XVI, a região era constantemente visitada e alvo de expedições, como a do padre José de Anchieta em 1584, que ficou conhecida historicamente por ter realizado ali a chamada "pesca miraculosa". 
O primeiro centro efetivo de população, fundado por monges beneditinos em 1635, surgiu junto à Fazenda de São Bento, em São José do Imbassaí, onde foi construída a primeira capela dedicada à Nossa Senhora do Amparo.
Em 1814 (considerado o ano da fundação da cidade de Maricá), o local passou a se chamar Vila de Santa Maria de Maricá, em homenagem à rainha D. Maria I de Portugal. Em 1889, o recém-criado governo republicano elevou a vila à categoria de cidade quando de sua emancipação do município de Niterói ao qual fazia parte. O nome Maricá vem de uma árvore denominada Mimosa sepiaria Benth, popularmente conhecida como espinheiro-maricá, muito comum e abundante na região.
A Estrada de Ferro de Maricá também faz parte da história da cidade. Seu primeiro trecho, em 1888, ligava as estações de Alcântara e Rio do Ouro. Entre 1911 e 1940, a ferrovia viveu seu auge, e o trecho foi ampliado até Cabo Frio, onde registrava um grande volume de cargas da produção local. Com o declínio da atividade agrícola, os trechos foram sendo desativados até o encerramento definitivo, em 1966.
Familia imperial
A história de Maricá também é rica em personagens ilustres e nomes de representatividade, como o do padre José de Anchieta, responsável, em 1584, pela a “pesca milagrosa” na Lagoa de Araçatiba (no episódio, ele dizia antecipadamente aos índios os peixes que conseguiriam fisgar, e a pescaria foi tão proveitosa que não havia homens suficientes para recolher tudo). Em 1868, a Princesa Isabel e o Conde D´Eu hospedaram-se na sede da Fazenda do Pilar (Ubatiba).
Caminhos de Charles Darwin
Já o naturalista britânico Charles Darwin incluiu Itaipuaçu em seu roteiro de pesquisas sobre fauna e flora da Mata Atlântica, em 1832. Os estudos resultaram em observações escritas no livro “A Origem das Espécies”, que tornou o cientista famoso no mundo todo. O circuito de trilhas por onde andou ficou conhecido como “Caminhos de Darwin” e é hoje uma atração turística de Maricá.
Fundação do Centro Atual
Originalmente, o povoado ficava próximo à margem da lagoa, mas devido a surtos de doenças (malária/dengue), o Padre Vicente Ferreira Noronha decidiu transferir o núcleo urbano para o lado oposto. Em 1781, foi lançada a pedra fundamental da Igreja Nossa Senhora do Amparo, inaugurada em 1802, dando origem ao atual Centro da cidade. 
Desenvolvimento e Emancipação

A localidade progrediu como uma importante área de pescadores e ligação com municípios vizinhos. Em 1889, graças ao seu desenvolvimento, a antiga vila foi elevada à categoria de cidade. O século XX marcou a expansão dos loteamentos na cidade, impulsionados pela construção da Rodovia Amaral Peixoto. 
Jacintho Luiz Caetano foi o maior visionário e progressista maricaense. Construiu um império, trouxe a luz elétrica para a cidade, ajudou muitos a terem seu próprio comércio, ajudou a construir escolas e fundou a Viação Nossa Senhora do Amparo em 10 de maio de 1950, hoje um orgulho para o povo maricaense.
Geografia

A cidade é rodeada por maciços costeiros. As serras principais são Calaboca, Mato Grosso (onde fica o ponto mais alto do município, o Pico da Lagoinha, com 890 metros), Lagarto, Silvado, Espraiado e Tiririca.

No município está localizado um grande complexo lagunar, que contempla as lagoas de Maricá, Barra de Maricá, do Padre, Guarapina, Jacaroá, Araçatiba, Boqueirão e Jaconé. Elas são ligadas ao mar por meio dos canais de Ponta Negra e Itaipuaçu.

Maricá também é conhecida por suas praias oceânicas, entre as quais se destacam as de Jaconé, Ponta Negra, Barra de Maricá, do Francês e Itaipuaçu. A topografia peculiar cria um ambiente propício à prática de esportes radicais como voo livre, trekking e mountain bike, entre outros.

A Serra da Tiririca, entre Maricá e Niterói, é um parque estadual com valioso trecho de Mata Atlântica.

A Área de Proteção Ambiental Estadual de Maricá, tipicamente de restinga, localizada na costa do município, é formada pela antiga fazenda São Bento da Lagoa, a Ponta do Fundão e a Ilha Cardosa. Abriga ainda a comunidade pesqueira tradicional de Zacarias, presente desde o século XVIII, os sítios arqueológicos e o complexo ecossistema de restinga.

Território e limites

Atualmente, o território municipal estende-se por 362.480 km², dividido entre os distritos Maricá (sede), Ponta Negra, Inoã e Itaipuaçu. Sua população é estimada em 215.000 pessoas (IBGE, 2024).

Personagens ilustres atuais

Figuras de destaque da cultura brasileira também tiveram ligação estreita com a cidade e a escolheram para fixar residência ou ter casa de veraneio. São, por exemplo, os casos das cantoras Maysa e Beth Carvalho, do antropólogo Darcy Ribeiro e do jornalista João Saldanha.

Como forma de preservar a memória dessas relações de afeto, a Prefeitura vem adquirindo os imóveis que pertenceram a eles em vida para transformá-los em museus e espaços culturais. São todos bem próximos, na extensão das belas praias do Cordeirinho e de Barra de Maricá. O projeto recebeu o nome de Circuito Cultural Caminho das Artes.

Pesquisa: Pery Salgado (jornalista) baseado em informações de Renata Gama, Maria da Penha, Alexandra Lambraki, Cezar Brum e Luisete Furtado
Imagens: arquivo CULTURARTE e Prefeitura de Maricá
Realização: PR PRODUÇÕES











segunda-feira, 25 de maio de 2026

"Entre o dever favor e o dever obediência", por Sérgio Mesquita

Mais uma vez temos a deputada Tábata do Amaral em mais um polêmica política. Desta vez no entorno da PL 1424/26. Uma PL bem próxima a última Lei aprovada no parlamento israelense, que condena a morte o palestino que enfrentar ou simplesmente defender sua moradia. Aqui, Tábata tenta criminalizar os Movimentos Sociais que denunciam o sionismo judeu, transformando estes Movimentos em criminosos contra o semitismo. Mistura alhos com bugalhos. Mas, vamos ao título.

É sabido que ela foi beneficiada com uma bolsa de estudos em Harvard, financiada pelo Leman, aquele das manobras orçamentárias fraudulentas da Lojas Americanas. Como ela, outros políticos ainda em carreiras iniciais também foram agraciados, como Eduardo Leite e Renan Ferreirinha. A estranheza é sobre o teor da PL que transforma em crime qualquer crítica ou ação que questione o sionismo criminoso e suas políticas fascistas de extermínio contra o povo palestino e, porque não estende-la ao povo árabe e mulçumano, em geral.

Com certeza Tábata não deve ter aprendido em Harvard que a Inglaterra imperialista dominava a região, com seus massacres cotidianos dos povos considerados por eles, incivilizados. Assim como a Bélgica, Alemanha, França, Holanda entre outros e também os EUA, que massacraram sua população indígena, para depois se arvorarem como os senhores da democracia e da paz mundial - desde que os obedecessem. Nós, incivilizados, é que sabemos como foi e ainda persiste em ser.

A Inglaterra dominava a região da Palestina e, durante a Segunda Grande Guerra, prometeu ao povo palestino a sua independência, se lutassem ao lado dos ingleses. A Guerra termina, Inglaterra não devolve aos palestinos sua soberania e ainda trabalha na ONU para entregar aos sionistas a região. Há época eram mais de 1.300.000 árabes/palestinos e 600.000 judeus, fora os cristãos em menor número. A ONU destina 60% do território palestino para o Estado de Israel e, até hoje, não chancelou o Estado Palestino. A título de curiosidade, Herzl, principal pensador a criação de um estado judeu, no 1º Congresso Sionista, em 1897 na Suíça, apontava com solução para criação do estado judeu, terras na Argentina ou na Palestina. Predominou o interesse pela Palestina devido a possibilidade da manipulação religiosa, por conta do Monte Sião, daí o movimento se chamar sionista.

Agora vamos apresentar a Tábata quem são os terroristas da Região.

Entre 1897 e 1947, ano da criação do estado judeu, os “colonos” se organizaram em várias denominações que praticavam o terrorismo (1):

a) Haganah que chegou a ter 40 mil homens nos campos e nas cidades, além de um exército de 16 mil homens especializados. E o Palmach, com 6 mil soldados armados e motorizados, que teve como um dos seus líderes David Ben-Gurion, que se tornou o primeiro ministro de Israel de 1948-50;

b) Yrgun (Etzel) dissidência do Haganah, que praticou vários assassinatos, sequestros e atentados a bomba contra os ingleses, comandado pelo Menachen Begin, depois primeiro ministro.

c) Sterm, uma dissidência do Yrgun que, como o movimento original, tinham o Benito Mussolini como referência e mantiveram contato com os nazistas entre 1941-42. Uma das liderança foi Yitzahk Shamir, depois, primeiro ministro nos anos 80;

d) Esquadrões Noturnos Especiais organizados pelo major britânico Orde Wingate. Atacavam a população palestina que se rebelava contra a tomada de suas terras e casas. Um de seus membros: Moshe Dayan, que comandou o exército judeu na Guerra dos Seis Dias em junho de 1967.

Estes grupos acima são a base do exército de Israel e fruto do pensamento sionista. Nação criada a partir de assassinatos e atentados a bombas, que perduram até o momento. Será que Tábata sabe disso?

Termino com uma ideia para ela: Visite Israel. Aproveite que a temporada está quente. Visite suas petrolíferas, usinas de água, os aeroporto de Haifa e Tel Avive, e depois dê uma chegadinha até Gaza. Mas, se seu namorado não pensa igual a você, deixe-o aqui.

(1) Retirado do livro: A questão Palestina de Marcelo Buzetto

por Sérgio Mesquita





Monica Benicio cobra explicações após retirada de bandeira do Brasil de obra com referências a religiões de matriz africana na Câmara do Rio

 Vereadora pediu explicações à presidência da Casa após bandeira imersa em banho de ervas ser removida da obra. Peça, parte da exposição, fazia referência a rituais de cura de religiões afro-ameríndias. Casa afirma que elemento poderia gerar interpretação incompatível com normas relacionadas ao uso de símbolos nacionais em espaço público institucional

A vereadora Monica Benicio (PSOL) enviou um ofício à presidência da Câmara do Rio após uma obra em exposição no saguão do Palácio Pedro Ernesto, de iniciativa do mandato, com referências a religiões de matriz africana e indígena, ter sido alterada sem consulta prévia. No documento, encaminhado na sexta-feira (22/5), a parlamentar cobrou explicações sobre a retirada de uma bandeira do Brasil que integrava a instalação artística “Mãe-Preta Erveira”, da fotógrafa Marina Silva Alves (foto abaixo).

A peça faz parte da exposição “Amamentamos esse País”, montada no hall principal da Câmara durante o mês de maio, em alusão ao Dia das Mães. A obra, segundo Benício, traz homenagens a mães negras que perderam seus filhos pela violência estatal.

Segundo a parlamentar, a bandeira havia sido colocada em uma bacia com ervas, em referência a rituais de cura ligados a religiões de matriz afro-ameríndia, como a Umbanda, o Candomblé e a Jurema Sagrada. De acordo com a vereadora, o gabinete foi procurado extraoficialmente pela presidência na quarta-feira (20/5) com um pedido para retirada da bandeira da instalação após reclamações de parlamentares que teriam considerado a obra ofensiva.

Segundo Monica (foto abaixo), ainda no mesmo dia foram enviados esclarecimentos à presidência explicando o contexto simbólico da peça e o significado religioso e cultural da composição. A bandeira, no entanto, acabou sendo retirada da obra no dia seguinte.

No ofício enviado, a vereadora pede esclarecimentos sobre a remoção do item, a apuração das circunstâncias da retirada e a restituição da bandeira à instalação artística.

A retirada da bandeira da obra é um absurdo. Essa atitude só demonstra como parte da política nacional ainda acha normal violentar a população negra, a diminuir e desrespeitar a cultura preta, que ao fim e ao cabo, é a origem do que hoje conhecemos como identidade brasileira”, declarou Monica Benício (foto abaixo).

Em resposta, a Câmara Municipal do Rio afirmou que “respeita plenamente a liberdade de manifestação artística e cultural”. A Casa informou, porém, que teria havido uma alteração posterior na obra sem o conhecimento do Centro Cultural do parlamento, setor responsável pela curadoria das exposições no Palácio Pedro Ernesto (foto abaixo).

Segundo o posicionamento, por conta da alteração, houve entendimento interno de que um dos elementos da instalação “poderia gerar interpretação incompatível com normas relacionadas ao uso de símbolos nacionais em um espaço público institucional”, motivo pelo qual foi realizada uma “adequação pontual”.

O QUE DIZ O COMUNICADO

A Câmara Municipal do Rio respeita plenamente a liberdade de manifestação artística e cultural. No caso da exposição em questão, porém, houve alteração posterior em uma obra sem conhecimento do Centro Cultural da Câmara, setor responsável pela curadoria das exposições. Diante da modificação, houve entendimento interno de que um dos elementos da instalação poderia gerar interpretação incompatível com normas relacionadas ao uso de símbolos nacionais em um espaço público institucional, motivo pelo qual foi feita uma adequação pontual”, diz o comunicado.

O QUE DIZ AS NORMATIVAS SOBRE O RESPEITO AOS SÍMBOLOS NACIONAIS

O respeito aos símbolos nacionais é um dever cívico fundamental que fortalece a identidade, a soberania e a união do país. No Brasil, eles representam a história e os valores democráticos, devendo ser reverenciados por todos os cidadãos, independentemente de posições políticas. 
Os Quatro Símbolos Nacionais Oficiais
Segundo o Artigo 13 da Constituição Federal e a Lei nº 5.700, o Brasil possui quatro símbolos oficiais:
  • Bandeira Nacional: Representa a soberania, a pátria e a união do povo.
  • Hino Nacional: Expressão de amor à pátria e exaltação da história brasileira.
  • Armas Nacionais (Brasão): Usado para identificar os poderes da República e documentos oficiais.
  • Selo Nacional: Utilizado para autenticar atos do governo e documentos oficiais. 
Como o Respeito é Aplicado na Prática
A legislação brasileira determina diretrizes claras de conduta: 
  • Exibição correta: A Bandeira Nacional deve ser tratada com dignidade. É proibido usá-la como vestimenta (camisetas, cangas, etc.), como pano de mesa ou em painéis de inauguração.
  • Conservação: Apresentar a bandeira rasgada, desbotada ou em mau estado de conservação é considerado desrespeito.
  • Hino e Cerimônias: Durante a execução do Hino Nacional ou o hasteamento da Bandeira, a postura esperada é de respeito e silêncio. 
Por que o respeito importa?
Esses emblemas servem como um elo entre o passado, o presente e o futuro da nação. Utilizá-los corretamente e honrá-los nas cerimônias adequadas demonstra respeito pela própria história e pelos direitos e deveres da cidadania. 
QUEM É A FOTÓGRAFA MARINA ALVES
Marina S. Alves
Marina, 38 anos, nasci em Belo Horizonte - Minas Gerais, mas sou cria da Zona Sul do Rio de Janeiro. Fotógrafa educadora, curadora independente, artvista, praticante de Capoeira Angola e articuladora do espaço multidisciplinar Ateliê Casa 3 localizado em Inoã-Maricá. Entro na militância no momento em que me descubro mulher negra há mais de 10 anos atrás. A partir desse momento começo a desenvolver projetos dentro do campo de empoderamento das populações marginalizadas. Dentre eles atuei no projeto A Cor da Cultura, onde participei como formadora com educadores das Escolas Públicas e Privadas em Educação das Relações Étnico-raciais e mais tarde no Centro de Articulação das Populações Marginalizadas (CEAP) quando coordenei um grupo de formação de professores na temática das relações raciais em diferentes distritos do Rio de Janeiro. Na fotografia, atuo como fotógrafa de eventos, principalmente de eventos produzidos pelos movimentos sociais de Mulheres e Movimentos Negros, e no cinema trabalho como Operadora de câmera, Diretora de fotografia e Assistente de câmera. Fui diretora de Fotografia do longa-metragem Sementes: Mulheres Pretas no poder (Dir. Julia Mariano e Ethel Oliveira), SobreNós (Dir. Naína de Paula - Globoplay) e dos curtas Um grito parado no ar de Leonardo Souza - LabCurta) e do Que minhas únicas cicatrizes sejam de Sk8, esse último vencedor do Júri técnico no Festival Internacional Fazendo Gênero. Jurada do concurso de fotografia Prix da Aliança Francesa durante dois anos. Atuei como videomaker na equipe de Photo & AV da Netflix na série Os quatro da Candelária e em meu último trabalho fui 1a assistente de câmera no longa-metragem ficcional Percursos dirigido pela cineasta Sil Azevedo. Foi coordenadora da Oficina de Audiovisual do Programa Cultura de Direitos oferecido pela Secretaria de Direitos Humanos da Prefeitura de Maricá e integro a equipe de curadoria do FotoRio desde 2023.  
Amamentamos esse país - 2019
Fotografia digital 
Nasce da reflexão sobre como a arte pode servir como resposta política para os assassinatos de jovens em prol de uma interminável “guerra às drogas” declarada pelo Estado Brasileiro contra a população em situação mais vulnerável. Sabemos a quem tal guerra é verdadeiramente declarada. Como não lembrar das mães pretas que tiveram seus filhos, se não assassinados, retirados de seus seios de forma tão precoce para alimentar os filhos dos barões? Como não permitir que essa história de passado-presente cheia de nuances e continuidades seja silenciada ou enviesada pela grande mídia, que faz a manutenção da lógica do sistema pautado pelo racismo estrutural? Este ensaio fotográfico busca valorizar outro ponto de vista. Estamos concebendo uma obra de arte que conta um pouco das histórias desses filhos pretos separados de suas mães pela estrutura racista que caracteriza e mantém passado e presente nesse país. É urgente voltarmos nossos olhos para essas Vidas. Quem foram eles? O que sonhavam? A quem interessa ouvir essas histórias interrompidas por tantas gerações? 
Este ensaio buscou acionar a partir do registro dos objetos guardados dos filhos que já não estão mais vivos histórias sobre a vida e trajetórias desses meninos e suas mães pretas.

A mostra segue em exibição no hall do Palácio Pedro Ernesto  até a próxima segunda-feira (29).