sexta-feira, 12 de junho de 2026

Governo Federal garante mais de R$ 159 milhões para fortalecer a Economia Popular e Solidária

 Em abertura de festival no Píer Mauá, MTE assina Plano Nacional, lança editais de incubação e firma cooperações com Petrobras, BNDES e Fundação Banco do Brasil


O ministro do Trabalho e Emprego em exercício, Francisco Macena, anunciou, na quarta-feira (10/6), mais de R$ 159,4 milhões para ampliar empreendimentos e cooperativas da economia solidária. O investimento expande oportunidades de trabalho, renda, inclusão produtiva e desenvolvimento territorial sustentável.

"Estamos reunindo Estado, empresas públicas, sistema financeiro de desenvolvimento, universidades e movimentos sociais em torno de um objetivo comum: democratizar as oportunidades econômicas no Brasil", disse Macena.

O ministro fez a declaração durante a abertura do 1º Festival Nacional de Economia Popular e Solidária, realizado no Píer Mauá, no Rio de Janeiro (RJ), com apoio institucional do Ministério do Trabalho e Emprego. No evento, o ministro em exercício assinou a portaria que institucionaliza o 2º Plano Nacional de Economia Solidária (PNES), aprovado em agosto de 2025 durante a 4ª Conferência Nacional de Economia Popular e Solidária (Conaes).

"Há uma ideia muito poderosa por trás da Economia Popular e Solidária. A ideia de que as pessoas não são apenas beneficiárias das políticas públicas; elas são protagonistas do desenvolvimento. Elas produzem riqueza. Elas geram inovação. Elas constroem soluções. Elas organizam suas comunidades. Elas transformam seus territórios", afirmou Macena.

O 2º Plano Nacional de Economia Solidária é amparado pela Lei nº 15.068/2024, conhecida como Lei Paul Singer, que instituiu a Política Nacional de Economia Solidária e criou o Sistema Nacional de Economia Solidária (Senaes).

Durante o evento, também foram entregues certificados de registro no Cadastro Nacional de Empreendimentos Econômicos Solidários (Cadsol). Os trabalhadores e grupos que se enquadram nos princípios da economia solidária podem buscar o reconhecimento formal por meio do cadastro, o que permite maior visibilidade e acesso a políticas públicas.

Festival da Economia Solidária

O 1º Festival Nacional de Economia Popular e Solidária reuniu trabalhadores, empreendedores, movimentos sociais, pesquisadores, gestores públicos, coletivos culturais e organizações de diferentes estados do Brasil.

Com programação prevista de 10 a 14 de junho, no Píer Mauá, o evento conta com debates, feira nacional, atividades culturais, encontros e oficinas que conectam território, trabalho e cultura.

O festival é coorganizado pela Secretaria de Economia Solidária da Prefeitura do Rio de Janeiro, pelo Instituto Paul Singer, pela Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários do Brasil (Unisol Brasil) e pela Rede de Gestores Públicos de Economia Solidária, com patrocínio do Sebrae, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Fundação Banco do Brasil e da Petrobras.

Na abertura oficial do evento, realizada no dia 10, Chico Macena reforçou a dimensão do Brasil representada pelo festival: "Este festival é uma demonstração concreta de que existe um Brasil que produz, trabalha, coopera e resiste todos os dias. Um Brasil que muitas vezes não aparece nas estatísticas tradicionais da economia, mas que movimenta territórios, gera renda, produz alimentos, recicla resíduos, preserva culturas, cria tecnologias sociais e constrói soluções coletivas para os desafios do nosso tempo", declarou.

O secretário nacional de Economia Popular e Solidária do MTE, Fernando Zamban, também participou da programação. "Estas entregas representam um marco para a Economia Popular e Solidária no Brasil. Estamos combinando fortalecimento institucional com o lançamento do 2º Plano Nacional de Economia Solidária e a implementação do Sistema Nacional de Economia Solidária, com investimentos concretos em incubação, cooperação, formação e apoio aos empreendimentos", disse Zamban.

O secretário destacou que as medidas representam um modelo de desenvolvimento que coloca as pessoas no centro da economia, baseado na cooperação e na justiça social: "Cada iniciativa anunciada reafirma o compromisso do Governo Federal com um modelo de desenvolvimento que coloca as pessoas, a cooperação e a justiça social no centro da economia, fortalecendo comunidades, organizações populares e trabalhadores em todo o país."

Principais anúncios do Festival Nacional de Economia Popular e Solidária

Confira as entregas divulgadas pelo MTE durante o evento:

• 2º Plano Nacional de Economia Solidária – Assinatura da portaria de institucionalização do PNES, principal instrumento de planejamento estratégico do setor, construído a partir das deliberações da 4ª Conferência Nacional de Economia Popular e Solidária.

• Sistema Nacional de Economia Solidária (Sinaes) – Adesão de quatro governos estaduais (Bahia, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte) e de 11 prefeituras, que assumem o compromisso de criar planos e conselhos locais de economia solidária.

• Fundação Banco do Brasil (R$ 15 milhões) – Em parceria com o MTE, a Fundação Banco do Brasil fará aporte financeiro para o fomento de redes de cooperação solidária, do Circuito Brasileiro de Feiras Solidárias e da implantação de Centros Públicos de Economia Solidária nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.

• Editais do Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares (Proninc) – Quatro chamadas públicas somam mais de R$ 108 milhões para incubadoras de cooperativas populares:

- Ministério da Saúde: R$ 1,5 milhão, com foco em saúde mental;

- Ministério da Educação (MEC) e Institutos Federais: R$ 3 milhões;

- Ministério da Cultura (MinC): R$ 2,9 milhões, com foco na economia criativa;

- Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI): R$ 100 milhões para tecnologias sociais;

Termos de Fomento Coopera Mais Brasil – Assinatura dos termos de fomento com as organizações selecionadas no edital do programa Coopera Mais Brasil, realizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), no valor de R$ 37 milhões.






Quaquá trata a Executiva Nacional do PT como “cacho de banana” e a cúpula já planeja a conta - TVC


 Xingamentos a dirigentes, votos contra a linha do partido e veto a decisões da cúpula: o comportamento do prefeito de Maricá acumula registros que membros do PT classificam como violações ao estatuto e à disciplina partidária. A expulsão, segundo bastidores revelados por Lauro Jardim, virá após as eleições.

A crise entre Washington Quaquá e a direção nacional do PT não nasceu de uma divergência pontual. Ela foi se construindo ao longo de meses em xingamentos públicos a dirigentes, em votos contrários à linha do partido e em decisões tomadas de forma unilateral, como se a Executiva Nacional fosse uma instância que o prefeito de Maricá pudesse simplesmente ignorar.

O resultado está nos bastidores: a cúpula petista planeja, para depois das eleições de outubro, iniciar o processo de afastamento definitivo de Quaquá da legenda.

Segundo informações divulgadas pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo, a intervenção da Executiva Nacional no diretório estadual do Rio de Janeiro marca apenas o início de um período conturbado para Quaquá dentro da legenda.

A cúpula petista já traçaria os próximos passos e pretenderia, somente após as eleições, dar início ao processo para afastá-lo definitivamente da sigla.

Mas para entender por que a conta chegou, é preciso reconstituir uma série de episódios que, somados, compõem um retrato de indisciplina partidária sem precedentes recentes no PT fluminense.

Os xingamentos: Gleisi é “máquina particular”, Lindbergh tem “baixo nível”

Em outubro de 2025, o que estava nos bastidores veio a público de forma explosiva.

Em vídeo publicado nas redes sociais e em mensagens privadas enviadas a aliados, Quaquá acusou Lindbergh Farias, André Ceciliano e a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, de usarem suas posições no governo federal para “fazer política própria” e de descaso com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O tom foi além da crítica política. Em mensagens adicionais enviadas pelo WhatsApp, Quaquá escreveu: “Aqui no Rio, o uso da máquina federal por Lindbergh e Ceciliano serve só pra eles! Não falam sequer do Lula! Não organizam nada pra fazer campanha pro presidente Lula e Eduardo Paes!” E foi mais duro com a ministra: “Ministra Gleisi, pare de usar a máquina do governo federal pra fazer política particular! Não vamos tolerar isso!”

A resposta foi à altura. Lindbergh Farias rebateu publicamente: “Dá preguiça e uma sensação de perda de tempo ter de responder a uma figura que eu, cada vez mais, considero desprezível. Sabe baixo nível, cheiro de esgoto.”

Mas Lindbergh não parou nos xingamentos. Ele foi além e foi direto ao ponto que interessa ao estatuto do partido.

“Posições avessas ao PT”: a acusação que abre caminho disciplinar

O que diferencia a briga de outubro de 2025 de uma simples rusga entre correligionários é o enquadramento formal que Lindbergh usou.

O líder do PT na Câmara afirmou que Quaquá “frequentemente adota posições avessas ao PT, prejudicando as ações partidárias e nossa retomada política”. E elencou dois casos concretos: a defesa da anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro e o apoio à PEC da Blindagem.

Ambos os episódios representam, na leitura de setores da cúpula, descumprimento das orientações aprovadas pelos órgãos de direção da legenda exatamente o tipo de conduta que o estatuto do PT tipifica como infração disciplinar.

O Artigo 24 da Lei dos Partidos Políticos é claro ao determinar que o filiado deve subordinar sua ação às diretrizes dos órgãos de direção partidários.

Ao fim de sua declaração, Lindbergh foi conclusivo: “Sinceramente, esse Quaquá sobra no PT.”

A intervenção: quando a Executiva foi tratada como obstáculo

Se os episódios de outubro apontaram para uma crise de conduta, a decisão de maio de 2026 revelou uma crise institucional dentro do partido. Por 19 votos favoráveis, nenhum contrário e três abstenções, a Executiva Nacional do PT decidiu avocar para si a competência exclusiva sobre a indicação, definição e homologação dos nomes destinados à primeira e segunda suplências da pré-candidatura de Benedita da Silva ao Senado Federal pelo Rio de Janeiro.

Na resolução aprovada, a cúpula justificou a medida alegando “a importância de garantir a unidade partidária na construção de uma robusta chapa majoritária no estado do Rio de Janeiro”.

A decisão esvaziou o diretório estadual controlado por aliados de Quaquá de sua principal prerrogativa no processo eleitoral de 2026. Na prática, a medida enfraqueceu a influência de Quaquá, que detinha maioria no diretório estadual e vinha resistindo à indicação de Manoel Severino como primeiro suplente da chapa.

A reação de Quaquá ao resultado da votação instância máxima do partido entre congressos foi reveladora. Ao Metrópoles, ele declarou que “esse pessoal perdeu a noção”. Em seguida, avisou ao PT que não fará campanha para Benedita da Silva.

Tratar uma decisão aprovada por 19 votos na Executiva Nacional como algo que “perdeu a noção” e anunciar publicamente que descumprirá a orientação partidária de campanha é exatamente o tipo de conduta que membros do partido citam, nos bastidores, como violação ao dever de solidariedade e disciplina previstos no estatuto petista.

O nome que está no centro de tudo e seus antecedentes

A disputa em torno dos suplentes de Benedita também levanta questões que a TVC, com apura. Manoel Severino, o nome que Benedita insistia em emplacar como primeiro suplente, foi presidente da Casa da Moeda no primeiro governo Lula e deixou o cargo durante o escândalo do mensalão.

À época, o empresário Marcos Valério entregou à Polícia Federal um documento que o citava como beneficiário do esquema.

Anos depois, Severino admitiu ter recebido R$ 100 mil em caixa dois para quitar dívidas da campanha de Benedita ao governo do Rio, em 2002. É este o nome cuja imposição Quaquá resistiu e que a Executiva Nacional, ainda assim, decidiu homologar.

O que está em jogo para Maricá

A medida da Executiva Nacional reflete o crescente isolamento do prefeito dentro da legenda, onde ele era considerado uma figura de forte influência no estado do Rio de Janeiro. Com a intervenção consumada, o controle sobre o diretório fluminense que o grupo de Quaquá havia consolidado após a eleição do filho Diego Zeidan para a presidência estadual do partido começa a ser contestado a partir do próprio comando nacional.

Se a informação de Lauro Jardim se confirmar, Quaquá pode chegar a outubro de 2026 ainda como prefeito de Maricá, mas politicamente divorciado do PT o partido que ele próprio ajudou a edificar no município ao longo de décadas. O custo para a cidade, em termos de acesso a recursos e influência política junto ao governo federal e ao estado, ainda está por ser calculado.

A TVC solicitou posicionamento à assessoria de comunicação do prefeito Washington Quaquá. O espaço permanece aberto para manifestação.

O comportamento de Quaquá dentro do PT prejudica Maricá? 

matéria de Ricardo Canterelle - TVC - TV Copacabana Web





AMAR (ou odiar?): O DESRESPEITO E DESVALORIZAÇÃO DOS VERDADEIROS PRODUTOS LOCAIS

 


A AMAR firmou, junto ao Gabinete do Prefeito e à Secretaria de Agricultura e Pecuária de Maricá, um Termo de Fomento com a Associação de Agricultura Familiar de Maricá (AFAMAR), com o objetivo de fortalecer a produção agrícola no município.

Serão destinados recursos para o desenvolvimento de culturas agrícolas, com incentivo à mecanização, acesso a insumos e adoção de práticas agroecológicas.

A iniciativa reforça o compromisso com a valorização dos agricultores locais, o desenvolvimento sustentável e a ampliação da produção de alimentos saudáveis em Maricá.

Essa notícia postada nas redes sociais do prefeito em início de maio, ainda não entrou em prática e o que vemos (através de denúncias e reclamações) são produtores com pouca perspectiva, reclamando que pagamentos seguem atrasados, não recebem os devidos insumos e apoio da secretaria de agricultura e o que vemos sobre a tal AMAR (que parece ODIAR o produtor local em detrimento de produtores externos), que é uma instituição que vive de falácias, trazendo produtos de fora de Maricá (não produzidos aqui - a exceção da banana desidratada industrializada na fábrica que leva o nome do prefeito Édio Muniz - para raiva do atual prefeito) e empacotados em Maricá (e segundo outras informações, nem isso é feito), como o tal café, o tal chocolate e as latas de pescados que - também segundo informações - por enquanto são iguais a pasteis de vento.


'TÁ' DE SACANAGEM COM A CARA DO POVO, SÓ PODE!!!

"Hoje encerramos a participação da AMAR na Brasil Origem Week, em Porto, com a certeza de que apresentamos os produtos e a agricultura familiar de Maricá para turistas de toda a Europa. Ao longo do evento, também contamos com a participação da AVIVA, Associação dos Vitivinicultores da Serra do Rio de Janeiro, da Rede Colmeia, que apresentou o artesanato das mulheres de Maricá, da Universidade Livre do Vinho, representada pelo reitor Leonardo Cury, e das chefs Ana Paula e Taiana Rodrigues, que prepararam um prato especial com produtos da AMAR. Uma vitrine internacional para mostrar a força da produção local e ampliar oportunidades para Maricá. De Maricá para o mundo. Isso é Amar!" sacramentou o presidente da AMAR em mais uma exposição que levou uma comitiva à passeio e não trouxe nenhum fruto (literal) para o povo e principalmente para o produtor maricaense



Desde a sua criação, a AMAR só firmou até o momento duas parcerias, o que é MUITI POUCO para o gigantesco investimento até agora realizado e o CABIDAÇO de emprego que existe na empresa. Por que será que o prefeito não usa a faca????


EMPÓRIO I PIATTI
Alimentos saudáveis com origem local

A AMAR e o Empório I-Piatti se uniram para desenvolver uma nova linha de massas e farinhas sem glúten, feitas com ingredientes da agricultura familiar de Maricá.

A parceria valoriza quem planta, gera renda local e oferece alimentos saudáveis, sustentáveis e acessíveis.


Associação de agricultura familiar de Maricá

A AMAR – Associação Maricá Alimentos nasceu para valorizar quem planta, impulsionar a economia local e levar alimentos saudáveis da roça para a mesa.

Com base na agroecologia, no cooperativismo e no fortalecimento da agricultura familiar, a AMAR apoia produtores locais, gera renda para as comunidades e promove uma alimentação mais justa, acessível e sustentável.

Mas tudo isso é verdade ou falácia? Em recente seminário que aconteceu no Condado (onde não foi visto nenhum produtor local e a claque estava repleta de funcionários da prefeitura, só se ouviu coisas que dificilmente acontecerão. 

Confira abaixo o triste relato de um importante produtor maricaense, único na cidade que se esmerava na produção de cogumelos por vários anos, e que sem ter tido o devido valor (isso nos últimos quatro anos), teve que abandonar sua produção e seus maravilhosos produtos, ÚNICOS EM MARICÁ.







STJ LIBERA INÍCIO DAS OBRAS DO MARAEY (será que agora vai???)


 Após anos de embates judiciais, o complexo turístico Maraey, em Maricá, se prepara para dar início às obras e intensifica uma ofensiva para atrair investidores. Avaliado em R$ 11 bilhões, o empreendimento recebeu sinal verde do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e começará a primeira fase das intervenções na área de 844 hectares localizada entre a praia e a lagoa, na região oceânica do município já em meados de junho, três meses depois da promessa do prefeito informando que em 06 de março as obras começariam.

Enquanto se prepara para colocar o projeto em prática, o grupo responsável pelo empreendimento busca recursos no mercado. A meta é captar cerca de R$ 800 milhões até o fim deste ano por meio de operações de dívida e participação acionária.

O empresário espanhol Emilio Izquierdo (sobrenome que agradou muito o prefeito utópico), CEO do projeto, pretende apresentar o empreendimento à Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), entidade que reúne fundos de pensão com patrimônio próximo de R$ 1,4 trilhão. Os recursos captados devem se somar a um acordo de intenções de R$ 3,5 bilhões firmado com três instituições internacionais, incluindo a International Finance Corporation (IFC), do Banco Mundial.

Nas últimas semanas, representantes do Maraey realizaram apresentações para potenciais investidores em cidades como Nova York, Miami e Madri. Novas rodadas de negociações estão previstas para Londres e países do Oriente Médio.

Primeira fase terá hotéis de luxo e escola de hotelaria

A primeira etapa do empreendimento está orçada em R$ 4,5 bilhões e prevê a construção de três hotéis, com capacidade para cerca de 1,1 mil quartos, além de 244 branded residences e uma escola de hotelaria certificada pela École Hôtelière de Lausanne (foto abaixo). Entre os projetos anunciados estão o primeiro resort temático da marca Rock in Rio, o primeiro hotel da bandeira Ritz-Carlton Reserve na América do Sul e um resort all-inclusive da rede JW Marriott.

As obras previstas para começarem ainda em junho, envolvem a implantação da infraestrutura básica do complexo, incluindo redes de água, esgoto e energia, além de aproximadamente 23 quilômetros de pavimentação. Essa etapa deve durar cerca de dois anos.

Será que agora vai?







quinta-feira, 11 de junho de 2026

DEPUTADO POUBEL DESMENTE VERSÃO DE DENIZE CARDIM. MP PEDE PROVIDÊNCIAS (vídeo)


Em suas redes sociais, o Deputado Estadual Filippe Poubel abriu o verbo e 'detalhou' alguns pontos denunciados pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.


"Vou detalhar aqui, em poucas palavras, alguns dos muitos pontos denunciados pelo MP, contra esse pessoal da 'mala de Maricá'. A Moça tentou se explicar, mas eu vou resumir aqui pra vocês. Pega a pipoca aí…", convidou o deputado. Confira o vídeo abaixo:
 







COMEÇOU A COPA 2026. Acompanhe pelo Barão de INohan ao vivo!


 A cerimônia oficial de abertura da Copa do Mundo 2026 começa às 14:30h (horário de Brasília) no Estádio Azteca. 

Logo em seguida, às 16 horas (horário de Brasília), a bola rola para a partida inaugural entre México e África do Sul.

O evento festivo e a partida contam com as seguintes opções de transmissão ao vivo:

TV Aberta: TV Globo e SBT

TV Fechada: SporTV e N Sports

Streaming e Internet: Globoplay e CazéTV

Lembrando que a Globo transmitirá 54 jogos (inclusive todos do Brasil). O SBT fará a transmissão de 32 jogos (inclusive todos do Brasil) e a CazéTV será a única emissora que fará a transmissão de TODOS OS JOGOS DA COPA 2026.




MINC REALIZA SEMINÁRIO DA REDE DE CULTURA E ECONOMIA CRIATIVA NO RIO DE JANEIRO


 O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Economia Criativa, convida para dois importantes encontros sobre fomento e financiamento da Economia Criativa, que acontecerão no Edifício Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro.

No dia 16 de junho de 2026, será realizado o Seminário Internacional: Caminhos para Fomento e Financiamento em Economia Criativa, reunindo bancos, agências de fomento, empreendedores e gestores públicos para debater novas formas de financiamento e experiências inovadoras do Brasil e do mundo.

Já nos dias 17 e 18 de junho de 2026, acontece o Fórum Brasil Criativo + Seminário da Rede de Cultura e Economia Criativa – Região Sudeste, espaço de diálogo e escuta com agentes culturais, empreendedores culturais criativos, gestores públicos e especialistas, com palestras, mesas temáticas, oficinas e oitiva para construção do Plano Nacional de Economia Criativa.

Enquanto o Seminário Internacional terá foco na troca de experiências e modelos inovadores de financiamento, o Fórum será voltado à escuta regional e à construção coletiva de políticas públicas para o setor.

Confirmações de presença:

https://forms.cloud.microsoft/r/hMLb1aT05z

Acompanhe também pelo canal do MinC no YouTube:

https://www.youtube.com/user/ministeriodacultura

Contamos com sua presença!






Witzel lança pré-candidatura a governo do Rio, após impeachment durante a pandemia,

 Wilson Witzel, ex-governador fluminense que sofreu impeachment em 2021, lançou na segunda feira 08/6, sua pré-candidatura ao Governo do Estado do Rio.

O que aconteceu

Witzel planeja concorrer pelo Partido Democrata. Fundada em 2008 como Partido da Mulher Brasileira, a legenda mudou de nome em dezembro do ano passado. Na primeira vez em que disputou o Palácio Guanabara, o ex-governador concorreu pelo PSC, oficialmente incorporado pelo Podemos em 2023.

"O povo fluminense merece mais do que medo, abandono e omissão", afirmou ex-governador em anúncio da pré-candidatura. "Eles me derrubaram, mas não me quebraram", disse Witzel em publicação nas redes sociais. 

Circulou uma informação falsa de que a filiação de Witzel teria sido barrada pelo partido Democracia Cristã com a alegação de já ter "doidos demais", porém Witzel negou categoricamente tal fato.

Witzel sofreu impeachment em abril de 2021. 

Primeiro governador fluminense a passar pela situação desde a redemocratização, ele foi condenado por irregularidades na construção de hospitais de campanha e outros problemas ocorridos durante a pandemia de Covid-19. Ele passou cinco anos inelegível.

"O sistema tentou me calar. Mas juiz conhece a lei. Militar conhece a missão. E Deus conhece o meu coração. Estamos de volta. E desta vez, o Rio não vai nos parar no meio do caminho" disse Wilson Witzel (Democrata), nas redes sociais.

Plataforma de campanha

Pré-candidato renova aposta em discurso militarizado. No lançamento da pré-candidatura, Witzel defendeu o que chamou de "segurança com tolerância zero" e a implantação de 100 escolas cívico-militares.

- Aceno a eleitorado religioso também integra plataforma.

Witzel defendeu a criação de uma Secretaria Estadual de Capelania, órgão para trabalhar a "fé como política pública". O artigo 19 da Constituição Federal prevê que governos estaduais não podem "estabelecer cultos religiosos ou igrejas" ou "manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança", exceto nos casos em que há interesse público.

Valorização de servidores públicos e do interior do estado também foram citados

O lançamento da pré-candidatura aconteceu na sede estadual do Democrata, na avenida Rio Branco, no Centro do Rio.

Na foto abaixo, Witzel com Thiago Nunes (morador e ativista em Maricá), pré-candidato a deputado federal.


Quem é Thiago Nunes

Thiago Nunes, 44 anos, maricaense de coração e cristão, é formado em Direito. Conservador, defende Deus, Pátria, Família e Liberdade.

Entrou na política em 2018 como ativista e, em 2024, disputou a eleição para vereador em Maricá, tornando-se uma das principais vozes de oposição da cidade.

Destacou-se como agente de assessoramento parlamentar e idealizador de projetos de lei de relevância, voltados à melhoria da qualidade de vida nas áreas da Saúde, Educação, Segurança e Ordem Pública.

Em janeiro de 2023, foi preso por ordem do ministro Alexandre de Moraes, em decorrência dos inquéritos que considera ilegais e inconstitucionais, abertos para perseguir opositores de direita, sendo obrigado a usar tornozeleira eletrônica sem ter sido condenado por qualquer crime.

Suportou a prisão e as tentativas de censura impostas a quem defende um Brasil melhor, sem corrupção, sem censura, sem ideologia e sem aborto.

Seguiu intensificando o trabalho pela renovação política e pela conscientização da população sobre os males que a corrupção e a falta de responsabilidade com o dinheiro do pagador de impostos vêm causando à sociedade.

O nome de Thiago é marcado por coragem e fé, estando pronto para lutar por um país melhor — sempre ao lado do cidadão de bem.