O ativista e líder comunitário Thiago Nunes entregou ao MPRJ - Ministério Público do estado do Rio de Janeiro (confira documentação na íntegra acima), documentação contra a MARICÁ GLOBAL INVEST, empresa contratada pela prefeitura de Maricá para gerir o FUNDO SOBERANO da cidade (hoje em cerca de R$ 2,5 bilhões) além de outros recursos advindos de fundos do governo federal tais como educação, saúde, meio ambiente dentre outros, após esta pagar R$ 8.109.000,00 para um empresa chamada GS STRATEGY com R$ 100.000,00 de capital social para o serviço de CONSULTORIA onde a mesma deverá fazer relatórios, assessoria e indicações, embora a empresa nos cadastros da receita federal não esteja registrada para estes fins, e sim para 'Gestão Empresarial', onde dentro de sua estrutura societária, aparece uma HOLDING (*) chamada GREEN URBAN com apenas R$ 1.000,00 de capital social. Como uma empresa com aporte de apenas R$ 1.000,00 e sendo HOLDING poderá assegurar e controlar sua principal acionista com capital de R$ 100.000,00?
Mas o mais grave e gritante, é que todo este valor pago (R$ 8.109.000,00) é apenas para dizer onde a prefeitura de Maricá deverá colocar e/ou usar o dinheiro do Fundo Soberano. A incompetência dos nossos gestores é tão grande que não conseguem enxergar aonde devem aportar estes preciosos recursos (já que o prefeito afirma que é melhor usar do que deixar no banco - como uma poupança e com a finalidade inicial do Fundo Soberano - para dar lucro para banqueiro?).
No vídeo, Thiago Nunes fala mais sobre o assunto e entrega no MPRJ representação contra essas empresas e contra a MALVERSAÇÃO (**) do dinheiro público do cidadão maricaense.
(*) Uma holding é uma empresa criada com o objetivo principal de administrar, controlar e gerenciar o patrimônio (bens, imóveis, empresas e participações) de outras empresas ou de uma família. O termo vem do inglês "to hold" (deter, segurar) e funciona como uma estrutura "guarda-chuva".
(**) Malversação refere-se ao ato de gerir mal, de forma ruinosa ou fraudulenta, negócios ou recursos (públicos ou privados). O termo abrange tanto a incompetência administrativa (desperdício) quanto o desvio intencional de verbas e bens para benefício próprio.























































