Incesto é crime?
Andressa Urach revelou na sexta (02/1) que gravou seu primeiro vídeo íntimo com o filho mais velho, Arthur Urach. A influenciadora explicou que foi cobrada pelos assinantes de suas plataformas de conteúd0 adu1to para fazer a produção com o herdeiro. Arthur chegou a abrir sua própria página no OnlyFans no ano passado, mas desistiu de continuar na rede.
A ex-Fazenda contou que o material foi "desenvolvido com planejamento e segurança emocional". "Gravei com meu filho Arthur! Esse é o vídeo que mais me pediram. Eu só gravei quando tive certeza de que estava pronta. Tá do jeito que você imaginou e melhor do que esperava", afirmou.
Mas uma declaração de Andressa, chocou até os mais pervertidos: "É meu filho, um dia você tomou meu leite, agora eu que vou beber o teu".
O debate sobre incesto voltou ao centro das discussões no Brasil após declarações de Andressa Urach nas redes sociais. A criadora de conteúdo afirmou ter produzido material íntimo envolvendo o próprio filho, o que gerou forte repercussão e críticas públicas. O caso reacendeu questionamentos sobre o tratamento do tema na lei, na religião e no campo moral.
Incesto é crime?
No âmbito jurídico, especialistas destacam que a prática sexual entre parentes adultos, com consentimento e sem violência, não é tipificada como crime específico no Código Penal Brasileiro.
No entanto, projetos em tramitação no Congresso, como o PL 603/21 e o PL 4224/21, buscam criminalizar expressamente a conduta e estabelecer penas. Já no Direito de Família, o casamento civil entre parentes próximos é proibido pelo Código Civil.
No entanto, a produção e a divulgação pública de conteúdo sexual envolvendo familiares podem configurar outros crimes, a depender do contexto. Situações assim podem ser analisadas sob enquadramentos como violação à dignidade da pessoa humana, exposição sexual indevida, exploração econômica, abuso psicológico ou outros ilícitos, especialmente quando há monetização do conteúdo ou ampla repercussão pública.
Além disso, qualquer indício de coação, dependência emocional, vulnerabilidade ou histórico de abuso pode levar à abertura de investigação, mesmo que os envolvidos sejam adultos. Por isso, cada caso é analisado individualmente pelas autoridades.
Até o momento, não há informação sobre abertura de investigação formal.
O episódio segue repercutindo nas redes sociais, com debate intenso sobre limites, ética e responsabilidade na produção e divulgação de conteúdo.
E como afirmam muitos nas redes sociais e nas mídias nacionais, Andressa Urach que já havia chamado atenção e chocado por ter gravado com anões, pessoas com deficiência, com a sua irmã, agora passou de todos os limites.
Ela poderá sim ser enquadrada e responder criminalmente.











