Wilson Witzel, ex-governador fluminense que sofreu impeachment em 2021, lançou na segunda feira 08/6, sua pré-candidatura ao Governo do Estado do Rio.
O que aconteceu
Witzel planeja concorrer pelo Partido Democrata. Fundada em 2008 como Partido da Mulher Brasileira, a legenda mudou de nome em dezembro do ano passado. Na primeira vez em que disputou o Palácio Guanabara, o ex-governador concorreu pelo PSC, oficialmente incorporado pelo Podemos em 2023.
"O povo fluminense merece mais do que medo, abandono e omissão", afirmou ex-governador em anúncio da pré-candidatura. "Eles me derrubaram, mas não me quebraram", disse Witzel em publicação nas redes sociais.
Circulou uma informação falsa de que a filiação de Witzel teria sido barrada pelo partido Democracia Cristã com a alegação de já ter "doidos demais", porém Witzel negou categoricamente tal fato.
Witzel sofreu impeachment em abril de 2021.
Primeiro governador fluminense a passar pela situação desde a redemocratização, ele foi condenado por irregularidades na construção de hospitais de campanha e outros problemas ocorridos durante a pandemia de Covid-19. Ele passou cinco anos inelegível.
"O sistema tentou me calar. Mas juiz conhece a lei. Militar conhece a missão. E Deus conhece o meu coração. Estamos de volta. E desta vez, o Rio não vai nos parar no meio do caminho" disse Wilson Witzel (Democrata), nas redes sociais.
Plataforma de campanha
Pré-candidato renova aposta em discurso militarizado. No lançamento da pré-candidatura, Witzel defendeu o que chamou de "segurança com tolerância zero" e a implantação de 100 escolas cívico-militares.
- Aceno a eleitorado religioso também integra plataforma.
Witzel defendeu a criação de uma Secretaria Estadual de Capelania, órgão para trabalhar a "fé como política pública". O artigo 19 da Constituição Federal prevê que governos estaduais não podem "estabelecer cultos religiosos ou igrejas" ou "manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança", exceto nos casos em que há interesse público.
- Valorização de servidores públicos e do interior do estado também foram citados.
O lançamento da pré-candidatura aconteceu na sede estadual do Democrata, na avenida Rio Branco, no Centro do Rio.
Na foto abaixo, Witzel com Thiago Nunes (morador e ativista em Maricá), pré-candidato a deputado federal.
Quem é Thiago Nunes
Thiago Nunes, 44 anos, maricaense de coração e cristão, é formado em Direito. Conservador, defende Deus, Pátria, Família e Liberdade.
Entrou na política em 2018 como ativista e, em 2024, disputou a eleição para vereador em Maricá, tornando-se uma das principais vozes de oposição da cidade.
Destacou-se como agente de assessoramento parlamentar e idealizador de projetos de lei de relevância, voltados à melhoria da qualidade de vida nas áreas da Saúde, Educação, Segurança e Ordem Pública.
Em janeiro de 2023, foi preso por ordem do ministro Alexandre de Moraes, em decorrência dos inquéritos que considera ilegais e inconstitucionais, abertos para perseguir opositores de direita, sendo obrigado a usar tornozeleira eletrônica sem ter sido condenado por qualquer crime.
Suportou a prisão e as tentativas de censura impostas a quem defende um Brasil melhor, sem corrupção, sem censura, sem ideologia e sem aborto.
Seguiu intensificando o trabalho pela renovação política e pela conscientização da população sobre os males que a corrupção e a falta de responsabilidade com o dinheiro do pagador de impostos vêm causando à sociedade.
O nome de Thiago é marcado por coragem e fé, estando pronto para lutar por um país melhor — sempre ao lado do cidadão de bem.