dezembro de 2021 - 17 anos
domingo, 26 de dezembro de 2021
CULTURARTEEN 240 - dezembro de 2021 - 17 anos
dezembro de 2021 - 17 anos
sábado, 25 de dezembro de 2021
A CHEGADA DO VERDADEIRO REI
Quando da Sua chegada à Terra, não houve mobilização humana, nem estardalhaço, ou qualquer movimento de massas para informar à Humanidade que o Rei Solar descera à sombra do mundo.
Anunciado secularmente como o Messias, fez-se preceder por preparadores dos caminhos e trabalhadores da abnegação, a fim de que o Seu se fizesse o ministério da ternura, da compaixão, do amor.
No silêncio de uma noite fria Ele chegou acolitado por seres angélicos invisíveis e sob a luz fulgurante de alguns astros em conjunção de órbitas, a fim de que a sombra fosse menos densa no mundo, que Ele renovaria moralmente, quando acendeu a claridade inapagável da Verdade.
....E a partir daquele dia memorável a Humanidade nunca mais seria a mesma..
Ele revolucionou os paradigmas existentes na sociedade, implantando novos códigos de justiça, de ética, de moral, de valores para a vida, centrados no dever e na solidariedade, na alegria de viver e na justiça com igualdade para todos.
A partir da sinfonia do sermão da montanha apresentou às criaturas de todos os tempos uma nova maneira de compreender o Pai e de comportar-se em relação ao seu próximo.
Demonstrou que fracos e infelizes são os que dominam os outros sem valor para dominar-se a si mesmos; que poderosos são aqueles que vencem as más inclinações e se libertam das paixões inferiores; que ricos são os que se caracterizam pela pobreza de inferioridade moral e de tendências para o mal: que triunfadores são os que amam e perdoam aos demais, renovando-se sempre no bem, tornando-se todos, desse modo, bem-aventurados...
Nunca mais ninguém falaria como Ele se expressou ou faria o que Ele fez, reverdecendo as terras áridas por onde passou e semeando esperança em todo lugar.
Jesus é inigualável! E o seu Natal é a epopéia da Luz que se encarcerou por momentos, a fim de que prosseguisse brilhando para sempre.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2021
BEZERRA 52 - 3º quadrimestre de 2021
3º quadrimestre de 2021
O MELHOR PASTEL DE MARICÁ, HOJE ATÉ ÀS 14 HORAS. NÃO HAVERÁ DELIVERY NESTE FIM DE SEMANA.
Hoje 24 de dezembro (assim como no dia 31), você terá apenas até às 14 horas para saborear os deliciosos sabores (salgados e doces), do Pastel do Scooby, os melhores pastéis de Maricá, também com o melhor atendimento, simpatia e aquele caldo de cana inigualável (com direito a muitos chorinhos).
Nos dias 25/12 e 01/01/22, não haverá atendimento, retornando normalmente de 26 à 30/12 das 9 às 18 horas e no dia 31 das 9 às 14h.
Nestes dois finais de semana (Natal e Ano Novo), excepcionalmente, o delivery não estará funcionando, retornando em janeiro, sempre de quinta a sábado das 17 às 23 horas.
Aproveite e um Feliz Natal!!!
quinta-feira, 23 de dezembro de 2021
CEIA DE NATAL NO RESTAURANTE POPULAR COM A PRESENÇA DO PREFEITO E DA PRIMEIRA DAMA
Prefeitura oferece ceia de Natal e leva esperança a quem precisa
Restaurante Municipal Mauro Alemão serve mais de 740 refeições especiais
Amor ao próximo, doação e esperança. Foi com esses sentimentos que a Prefeitura de Maricá promoveu um almoço de Natal no Restaurante Municipal Mauro Alemão, em Inoã, na quinta-feira (23/12). Para celebrar a confraternização, a união, a paz e a esperança de dias melhores, mais de 740 pessoas participaram da refeição comemorativa, com cardápio diferenciado e preço módico: apenas R$ 2.
Foi uma oportunidade de as famílias mais humildes poderem sentar à mesa, ter uma ceia antecipada de Natal e guardar para sempre essa lembrança. As opções eram fartas: chester e pernil assados, farofa, arroz e salpicão, além de rabanada de sobremesa.
”A cidade se reencontra aqui, em torno da mesa”, diz prefeito
De acordo com a Secretaria de Economia Solidária, o almoço natalino foi uma ideia conjunta com a empresa que administra o restaurante. O prefeito Fabiano Horta esteve no local acompanhado da primeira-dama Rosana Horta e do vice-prefeito, Diego Zeidan.
“Este fim de ano é de reencontro coletivo. Já temos 87,7% dos moradores vacinados e o espírito natalino carrega esse valor e agrega o afeto também. A cidade se reencontra aqui, em torno da mesa, de uma ceia de natal. Temos retorno positivo com a satisfação das pessoas que estão fazendo sua alimentação com comida de qualidade”, afirmou o prefeito.
Para atender mais pessoas, na véspera de Natal, sexta-feira, 24/12, o restaurante abrirá mais cedo, às 10h, e funcionará até as 13h. No cardápio, frango xadrez, copa lombo ao molho, batata sauté, arroz, feijão e salada de alface com pepino.
Segurança alimentar
Inaugurado no dia 25 de agosto de 2021, e aberto ao público cinco dias depois, o Restaurante Municipal Mauro Alemão oferece refeições de segunda a sexta-feira, com café da manhã a R$ 1 real e almoço a R$ 2 reais, com foco na segurança alimentar da população que mais precisa. Os pratos são preparados com alimentos orgânicos, de alta qualidade, produzidos em parte na Fazenda Pública Joaquín Piñero, no Espraiado, a partir de programa desenvolvido pela Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Pesca.
Infelizmente o restaurante não pode proibir quem pode ou não entrar, mas reza o bom senso que, o cidadão que tenha um melhor poder aquisitivo, não faça uso do restaurante, dando oportunidade a quem realmente precisa.
Outro lado negativo infelizmente, é o fechamento de alguns comércios do ramo alimentício no entorno do restaurante popular em Inoã, gerando desemprego e acabando com o sonho de pequenos empresários.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2021
E O PAT? Programa SuperaRJ será prorrogado até o fim de 2022
Agora está previsto um auxílio no valor de R$ 280 com adicional de R$ 50 por filho. Mas benefício é limitado a dois filhos. Projeto para ajudar a população durante a pandemia tem sido alvo de constantes reclamações. Em Maricá, última parcela do PAT foi paga em dezembro e não há nenhuma previsão de prorrogação.
O Programa Supera RJ será prorrogado até dezembro do ano que vem. Agora está previsto um auxílio no valor de R$ 280 com adicional de R$ 50 por filho.
Mas o benefício é limitado a dois filhos, e chega ao valor máximo de R$ 380.
O projeto, que foi criado para auxiliar famílias de baixa renda e pessoas que perderam o emprego durante a pandemia, tem sido alvo de constantes reclamações (veja alguns relatos abaixo).
O programa possui também uma linha de crédito de até R$ 50 mil para microempreendedores, cooperativas de pequenos produtores, agricultores familiares e autônomos.
O texto aprovado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) prevê ainda que as despesas do programa serão custeadas com valores derivados de superávits financeiros do orçamento de 2021.
Os relatos de problemas para receber o benefício continuam. Pessoas que receberam o cartão com atraso, mas já tinham direito às parcelas anteriores, disseram que o dinheiro ainda não caiu na conta do cartão.
"Eu fiz meu cadastro em junho, e o cartão foi feito agora no final de outubro. No começo de dezembro, peguei o cartão. Mas no Portal da Transparência está constando que estão pagas cinco parcelas, e até agora recebi duas", disse Robson Conceição Torres.
"Eu peguei meu cartão agora em novembro, e consta no Portal da Transparência que estou recebendo desde julho. Quando eu desbloqueei meu cartão, só tinha recebido duas parcelas", relatou Graciene de Oliveira da Silva.
Nova regra para inscritos no CadÚnico
De acordo com a proposta, pessoas que comprovarem renda mensal igual ou inferior a R$ 200 – abaixo da linha da pobreza -, que estejam inscritas no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) e não sejam beneficiárias de qualquer outro programa de complementação de renda federal ou municipal, poderão solicitar o auxílio.
Hoje o benefício do SuperaRJ é oferecido aos inscritos no CadÚnico sem necessidade de inscrição.
Já para os desempregados que perderam o emprego durante a pandemia e que quando empregados tinham renda mensal de até R$ 1.500, as regras para receber o benefício são as mesmas.
O grupo precisa se inscrever no site do superaRJ.rj.gov.br e clicar em "inscreva-se" na caixa "perdeu seu emprego".
EM MARICÁ, PAT SEM PREVISÃO DE NOVA PRORROGAÇÃO
Desde abril de 2020, o PAT - Programa de Amparo ao Trabalhador, maior sucesso de auxílio emergencial de todas as cidades brasileiras e que atendeu cerca de 21 mil beneficiários, teve sua última parcela (no valor de R$ 600,00) paga em dezembro (o valor inicial do PAT era de 1045 Mumbucas, equivalentes a R$ 1.045,00 valor do salário mínimo na época do início do benefício) e depois de três meses (outubro, novembro e dezembro com muitos problemas e atrasos no pagamento.
Segundo o prefeito Fabiano Horta, não há nenhuma previsão para prorrogação do benefício, embora boa parte dos beneficiários estejam se mobilizando em redes sociais, com abaixo-assinados eletrônicos, tentando comover o prefeito e os vereadores.
MORRE ANA JULIA, NOSSA MENINA DAS FLORES.
O velório acontecerá na manhã do dia 22, a partir das 8h na Capela 1 em frente ao cemitério de Maricá. O sepultamento será às 15h.
Ela deixa uma filha - Mayara Costa. A família enlutada postou em redes sociais: "Agradecemos todas as mensagens de conforto recebidas até agora. Sabemos que Ana era uma pessoa muito querida por todos pelo seu carinho, amizade e alegria. Para sempre a teremos em nossa memória e coração com muita gratidão e saudade. A despedida a nossa querida Ana Julia será hoje as 15:00 h no cemitério de Maricá. Nossa menina das flores."
A redação do jornal Barão de Inohan abraça a família neste momento de dor.
terça-feira, 21 de dezembro de 2021
CESTA BÁSICA DE DEZEMBRO É UM PRESENTÃO PARA AS FAMÍLIAS
As cestas básicas e kits de limpeza distribuídas pela prefeitura durante a pandemia da covid-19, em função dos alunos não terem aulas presenciais nas unidades de ensino de Maricá, vieram como grande ajuda e reforço no orçamento das famílias.
Alguns meses houveram problemas, alguns atrasos, (ainda afirmam que a prefeitura deve uma entrega referente ao primeiro semestre de 2021), alguns produtos com problemas, outros de baixa qualidade, mas o fato é que ajudou - temos que reconhecer - e ajudou muito. Ajudou até quem não tinha direito, pois famílias com dois três ou mais filhos, recebiam uma cesta e um kit de limpeza por aluno e estas famílias, por mais necessitadas que fossem, distribuíam para outros carentes.
Chegou dezembro e a cesta de natal, veio acompanhada de vários produtos da agricultura maricaense (verduras e frutas). Além do kit de limpeza, a cesta básica com os itens de sempre, veio acompanhada de panetones, chocolates, biscoitos, iogurtes, balas e outras delícias para fazerem o natal das crianças e de seus familiares mais felizes. Parabéns à prefeitura de Maricá, que neste item, fechou o ano com chave de ouro.
A MAIOR TRAGÉDIA DA HISTÓRIA DE NITERÓI COMPLETA 60 ANOS
A sexta feira dia 17/12 seria uma sexta-feira como outra qualquer. Mas não foi, pelo menos para os niteroienses. A sexta-feira, 17 de dezembro, traz o peso, o drama, uma tragédia que jamais será esquecida, principalmente pelos niteroienses. A data ficou tatuada na alma da cidade desde 1961, quando Niterói foi cenário da maior tragédia em número de mortes do Brasil, o incêndio do ‘Gran Circus Norte-Americano’. Outra triste marca: foi a maior tragédia ocorrida em um circo em todo o mundo.
Foram 503 mortos e mais de 1.500 feridos. Muitos levam as sequelas no corpo, o trauma que jamais esquecem. Milhares de outras pessoas envolvidas direta, ou indiretamente com o incêndio, revivem as cenas dramáticas de 1961. A tragédia do circo completa 60 anos.
Seria um exemplo para que as autoridades passassem a exercer pesadas fiscalizações em locais que recebem público, para que 1961 jamais voltasse a acontecer. Mas em 27 de janeiro de 2013, na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, 242 pessoas morreram e 636 ficaram feridas no incêndio da Boate Kiss, causado por negligência, irresponsabilidade e falta de fiscalização. Os responsáveis só foram julgados e condenados oito anos depois, na semana passada. Entre vários desleixos, a boate não tinha saída de emergência.
O jornalista e escritor Mauro Ventura, autor do livro “O espetáculo mais triste da Terra”, falou com o jornal A TRIBUNA e lamenta que nada tenha mudado. “Achei que as pessoas pudessem aprender um pouco. Depois que passa a comoção de uma tragédia a fiscalização começa a afrouxar. Os erros se repetem e o Brasil chora novamente. Essa tragédia do circo não serviu de lição e perpetuamos os mesmos erros. Me sinto frustrado pois no livro eu mostro toda a cadeia de irresponsabilidade, incompetência, desrespeito, negligência e imprudência para as regras de segurança. Hoje completamos 60 anos do incêndio do circo, ano que vem completamos nove anos do incêndio da Boate Kiss, onde também não tinha saída de emergência”, frisou.
O dia 17 de dezembro detona uma série de emoções na moradora de Tribobó, em São Gonçalo, Maria José Pedroza, de 71 anos. Dona Zezé, como é carinhosamente conhecida. Ela foi uma das sobreviventes da grande tragédia e tinha apenas 11 anos quando teve 90% do corpo queimado com queimaduras de 3º grau. Ao todo foram 20 dias em coma, 15 cirurgias e oito meses de internação.
“É impossível esquecer o que passei. Na cabeça passa um filme do horror com tudo o que vivi. Fui pisoteada e fiquei em cima de muitas pessoas, sentindo o baque de outras caindo em cima de mim. Lembro da sensação de calor do fogo e é tão difícil acreditar nisso tudo. Meus pais sofreram muito na época. Minha mãe não queria que eu fosse e meu pai deixou, acompanhada pela afilhada da minha mãe. Até hoje sinto minha pele repuxar, fiquei com uma mão atrofiada e preciso tomar um remédio para oxigenar o cérebro até o final da vida pelo excesso de fumaça que respirei”, lembrou muito emocionada a professora. O trauma transcende Dona Zezé. Suas duas filhas nunca foram ao circo e nem os seis netos e os dois bisnetos.
Indiretamente, a tragédia acompanha muitos niteroienses. É o caso da aposentada Ana Cristina Morais, 65 anos, que lembra como chorou quando, com 5 anos, queria ir ao circo. “Meu pai não tinha dinheiro para comprar o ingresso e não me levou. Eu chorei muito. No dia do incêndio, eu lembro da confusão que foi na minha rua e meu pai ajudou no resgate. Ele recolheu gelo na caçamba da caminhonete que ele tinha. Passava pela rua e as pessoas iam colocando gelo na carroceria. Ele levou muitos feridos para os hospitais, inclusive o Hospital Antônio Pedro. Eu tive um livramento”, contou emocionada.
A mesma correlação aconteceu com o jornalista Mauro Ventura, que lançou em 2011 o livro-reportagem ‘O espetáculo mais triste da terra’, resultado de uma apuração que durou dois anos e meio sobre a história do incêndio. Ele se interessou pelo assunto após dois episódios em que soube do incêndio. A primeira vez foi após passar pelas pilastras onde o profeta Gentileza escreveu as frases “Gentileza gera Gentileza”, no início da avenida Brasil, no Rio. “Aquelas frases me despertavam curiosidade. Mas a única coisa que eu sabia é que ele tinha perdido a família em um incêndio de um circo em Niterói”, contou. O segundo momento foi após ler a autobiografia de Ivo Pitanguy. “Ele conta que o atendimento das vítimas do circo tinha sido a experiência que mais o marcou. Pensei logo que eram dois personagens, tão conhecidos, que tiveram a vida impactada pelo incêndio. Mergulhei nesse assunto para escrever o livro, um assunto que repercutiu em escala mundial e tinha sido esquecido”, contextualizou.
Incêndio teria sido motivado por vingança
Existem várias versões sobre a causa do incêndio, que variam desde criminoso até negligência. A causa oficial, que foi investigada na época, julgada e sentenciada, é que o Gran Circus Norte-Americano, em 15 de dezembro de 1961, instalou sua tenda em Niterói e para a montagem de toda a estrutura foram contratadas algumas pessoas. Um homem, Adilson Marcelino Alves, apelidado de ‘Dequinha’, teria trabalhado na montagem e foi demitido por incompetência. Ele teria tentado entrar no circo, no dia do espetáculo, e foi barrado por um funcionário na entrada. Os dois brigaram e ele disse que voltaria e colocaria fogo no circo.
No dia 17, dia do espetáculo das 14h30min, o circo tinha mais de 3 mil pessoas, e na última apresentação do trapezista, a cobertura do circo começou a pegar fogo, que se alastrou muito rápido por ser de algodão, coberto de parafina. O trapezista foi o primeiro a gritar ‘fogo’. Desceu da armação metálica e conseguiu sair do circo. O espaço não tinha saída de emergência e as pessoas começaram a se pisotear na tentativa de fuga, já os funcionários conseguiram sair pela ‘entrada/saída’ do picadeiro, as tradicionais cortinas que escondem a passagem dos artistas e animais.
Com as chamas se propagando, parte da cobertura desabou em cima da elefanta Semba, que correu desesperada, rasgou o tecido e conseguiu sair do espaço. A abertura foi a salvação para muitas pessoas que conseguiram escapar pelo grande buraco. No entanto, dezenas de pessoas foram pisoteadas pelo animal.
‘Dequinha’ e mais dois cúmplices (Bigode e Pardal) foram julgados culpados pela justiça, ele foi condenado há 16 anos de prisão, fugiu da cadeia e acabou sendo assassinado. Os outros dois também foram presos.
A história que virou livro rendeu para Ventura o prêmio Jabuti e o livro foi relançado pela Companhia das Letras no final de novembro. O escritor lembrou alguns momentos da produção da obra. “Essa tragédia foi uma lembrança que incomodou muitas pessoas. Tive dificuldade de conseguir escrever sobre isso pois as pessoas não gostavam de falar sobre o assunto. Foi um trauma coletivo e individual muito grande. Mas quando as pessoas resolveram falar foi terapêutico para elas. Funcionou como uma catarse”, lembrou.
Hospital Antônio Pedro fez homenagem às vitimas
A Universidade Federal Fluminense fez na sexta-feira (17), às 10 horas, uma homenagem aos mortos do incêndio, seus familiares, também os sobreviventes e profissionais do Hospital Universitário Antônio Pedro (Huap) que foram marcados pela tragédia: ’60 anos do Incêndio do Gran Circo Norte-Americano e a História do Huap’.
O evento foi híbrido, de forma online, e para convidados presencialmente no Anfiteatro Aloysio de Paulo, no segundo andar. Mauro Ventura vai comentar o tema. Também falaram sobreviventes, servidores da unidade de saúde e acadêmicos de medicina e do Diretor da Faculdade de Medicina (Prof. Adauto Dutra Moraes Barbosa) e Superintendente do Huap (Prof. Tarcísio Rivello) e Reitor da UFF (Prof. Antônio Cláudio Lucas da Nóbrega).
Raquel Morais - A TRIBUNA

