quarta-feira, 15 de julho de 2020

MAIS UMA VEZ SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO NÃO ATUALIZA OS NÚMEROS DA COVID-19


A Prefeitura, através da Secretaria de Saúde, vem por meio de boletim divulgar diariamente as informações a respeito das medidas de prevenção quanto à propagação do novo coronavírus, mesmo não tendo caso confirmado na cidade.

Vale ressaltar que a Prefeitura criou uma área específica no site com todas as informações referentes ao Novo Coronavírus. 

O jornal Barão de Inohan e o Informativo CulturarTEEN estão juntos com a prefeitura nesta luta, pelas informações corretas e VERDADEIRAS, sem promover pânico desnecessário.


• Mais uma vez o estado (SES - SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE) não atualiza os dados da Covid-19. Maricá registra, até esta quarta-feira (15/07 - os mesmos números da terça 14), 1.759 casos confirmados de Covid-19, com 64 óbitos e 1.498 pacientes curados da doença;

• A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro registra, até esta quarta-feira (15), 134.449 casos confirmados e 11.757 óbitos por coronavírus no estado, e 114.351 pessoas se recuperaram da doença;

OBRA DE MACRODRENAGEM NO CENTRO DE MARICÁ REFORMULARÁ SANEAMENTO BÁSICO NA REGIÃO


Uma grande ação de drenagem começou na noite da segunda-feira (13/07) no Centro de Maricá. Às    21 h, homens e máquinas da Prefeitura iniciaram a instalação de uma rede cujo desague será feito no rio Mumbuca e vai passar pela Rua Abreu Sodré que, ao final, será ligada a outra rede já existente próximo ao terminal rodoviário do Centro.

As peças pré-moldadas a serem instaladas têm 3 metros de largura por 2,5 metros de altura e vão compor uma galeria com extensão de 350 metros. A previsão de duração total da obra é de quatro meses.

As primeiras peças que formam a galeria começaram a chegar no início da tarde nas margens do rio Mumbuca. De acordo com a autarquia Serviços de Obras de Maricá (Somar), a obra deverá reduzir os alagamentos causados pelas chuvas no Centro e no Parque Eldorado, já que a água proveniente do Flamengo e do próprio Centro será canalizada diretamente para o rio.

“Após a colocação desta galeria, a água que antes ia para o canal que corta o Parque Eldorado passa a desaguar no Mumbuca. Isso vai aliviar o leito daquele canal e fazer com que ele receba apenas o fluxo do bairro e, com isso, evitando alagamentos”, afirmou Jorge Heleno Silva, engenheiro responsável pela intervenção.

Na primeira etapa, a estrutura vai ser instalada partindo da área de estacionamento de fretes até a altura da Rua dos Quintanilhas, das 21 h às 6 h, que será parcialmente interditada até o trecho inicial da Rua Joaquim Eugênio dos Santos, no acesso ao Parque Eldorado, sendo liberada pela manhã. Durante o fechamento, quem utiliza a ponte da Mumbuca em direção ao Centro poderá acessar a Rua Abreu Rangel, seguindo então para o Parque Eldorado pela Rua Athaíde Parreiras e, assim, acessar também a Rua Barão de Inoã.

A segunda etapa das obras vai da Rua dos Quintanilhas até a Rua Deocleciano Damaceno Franca, e a terceira dali até as proximidades do terminal rodoviário. Para essas duas fases, o horário de execução e o esquema de trânsito ainda serão definidos.

PRESO SUPOSTO ASSASSINO DA JOVEM KATLEN DA SILVA, MORADORA DE ITAIPUAÇU

DH prende acusado de matar a ex-namorada, de 20 anos, em Maricá



Policiais da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) prenderam, na quarta-feira (15/7), um homem acusado do feminicídio de uma jovem de 20 anos, em novembro do ano passado, em Maricá. O homem estava sendo procurado pela especializada e foi capturado em cumprimento a mandado de prisão preventiva.

Ewerton Pereira (28)

De acordo com a unidade, Katlen da Silva Carmo (20) foi assassinada pelo ex-namorado no bairro Jardim Atlântico, no distrito de Itaipuaçu, no momento em que ia para a escola. A investigação apontou que o autor do crime teria abordado a jovem na rua e, após uma discussão, efetuou disparos de arma de fogo contra ela.



FAMILIARES DA JOVEM ESTUPRADA EM SÃO JOSÉ PEDEM JUSTIÇA E DÃO DECLARAÇÃO EM REDE SOCIAL


O triste fato de uma jovem de apenas 17 anos ter sido violentamente estuprada na madrugada de sábado (11), para domingo (12/7) em uma festa familiar no bairro de São José do Imbassai, revoltou familiares e amigos da vítima, mas o agressor, além de tranquilo, garante que a relação foi consensual, embora a jovem tenha ficado extremamente machucada e encontrada caída no chão do banheiro totalmente ensanguentada. Ao ser socorrida, teve muita dificuldade de andar. A família postou vídeo (confira ao final da matéria) e fez um desabafo em rede social:

"Eu gostaria de esclarecer algumas coisas sobre essa tragédia que aconteceu na nossa família, pois eu não consigo ficar quieta e ler certos comentários de pessoas que não sabem a dor que estamos passando nesse momento, e mesmo ficando indignada em saber que muitos tem a capacidade de estar do lado de um monstro desse que está solto ainda por aí, eu peço a Deus que nunca passem pelo que estamos passando nesse momento, porque é uma dor tão grande, mais tão grande... saber que sim, aconteceu sim dentro da nossa casa, que abrimos as portas para uma pessoa que achávamos que era amigo, que veio em uma festinha de família com poucas pessoas para comemorar um aniversário, e ele aproveitou o momento que o som estava alto e quando a minha prima foi ao banheiro ele pegou ela é a trancou lá dentro e a violentou sem direito de defesa, e depois saiu como se nada estivesse acontecendo, deixando a menina toda machucada, e quando fomos dar conta, ela estava no chão toda ensanguentada sem conseguir andar direito e expressar a agressão que teve.

Nossa primeira reação foi levá-la ao hospital para ser socorrida e tentar achar o monstro que saiu pela porta da frente se despendido como se não tivesse acontecendo nada, e quando achamos ele, ele estava em sua residência tranquilo. 

Chamamos a polícia, a viatura veio pegar ele em casa, e levou para a delegacia de MARIC. Uma das piores coisas é ver a expressão dele dentro do carro da polícia como se não tivesse feito exatamente nada, como se estivesse indo apenas fazer um passeio normal,.

Seu rosto não tinha expressão de susto e nem de surpresa que estava sendo levado, porque tinha acabado de destruir a vida de uma menina e uma família inteira. E ele foi levado sim, ele confessou sim, e temos provas sim do que ele fez, mas mesmo assim, por algum motivo que nos causa mais revolta ainda, após o depoimento dele, ele não foi preso, está SOLTO, ele está por aí, sabe Deus onde, e sabe Deus se não está tramando em se fazer de “amigo” e pronto para fazer outra vítima.


A única coisa que nossa família quer, é que a JUSTIÇA SEJA FEITA, e que ele pague por seus atos, não solto, mas preso em uma jaula que é aonde bichos e monstros devem estar."


ENTENDA O QUE ACONTECEU:

Um jogador de futebol de Maricá (que já fez vários testes para grandes times) está sendo acusado de ter estuprado uma jovem de 17 anos no banheiro da sua residência durante uma festa na madrugada de sábado (11/7) para domingo (12) onde o jogador (que não pode ter ser nome revelado por determinação da justiça) foi convidado.

Segundo os familiares da vítima, ela foi encontrada com dificuldade para andar, com dores e muito sangramento em suas partes íntimas. Questionada, relatou o fato o que chocou toda a família e presentes à festa. Ela foi levada ao Hospital Conde Modesto Leal onde recebeu atendimento e posteriormente levada à 82 DP para registrar o caso. Pela manhã, seguiu para o IML em Tribobó para fazer o exame de corpo de delito onde forma constatadas as graves lesões.

Já o acusado foi detido em sua residência por policiais militares do DPO de São José do Imbassai e levado para a 82 DP, onde confessou o que aconteceu o ato sexual, porém com o consentimento da jovem adolescente. Por não ter sido pego em flagrante, foi liberado, mas está à disposição da justiça para futuros esclarecimentos.

Os familiares da vitima estão revoltados com o acontecimento e postaram um vídeo denunciando o fato e pedindo justiça imediata.


Parente da vítima, pediu que a população compartilhe 
a live para mostrar a indignação do fato




À margem de qualquer ajuda: pessoas em situação de rua têm auxílio emergencial cortado em meio à pandemia


Em situação de rua há oito anos, o reciclador Claudemir Bezerra dos Santos, de 38 anos, conseguiu receber, com a ajuda do Padre Julio Lancellotti, da Paróquia de São Miguel Arcanjo, na Zona Leste de São Paulo, a primeira parcela do auxílio emergencial de R$ 600. No entanto, o alívio financeiro durou pouco. Quando foi sacar a segunda parcela, Claudemir recebeu a notícia de que seu benefício havia sido cancelado.

— Falaram que eu estava preso, mas eu já estou na rua há oito anos. Vou para o Fórum certinho a cada três meses, não dou trabalho pra ninguém, faço minha reciclagem. É uma injustiça, foi um abalo muito grande porque esse dinheiro ajudaria bastante — lamentou o catador, que tem esposa e quatro filhos, com quem divide "um barraquinho".

Ele contou que ganhava cerca de R$ 30 por dia como reciclador, mas que durante a pandemia o valor chega a cair pela metade em "dias ruins". Com isso, tem recorrido à ajuda do Padre Julio, que distribui cestas básicas e itens de higiene a pessoas em situação de rua.

O pároco identificou dezenas de casos de pessoas que, assim como Claudemir, receberam a primeira parcela do auxílio emergencial, mas tiveram a segunda parte do benefício suspensa. Segundo ele, o auxílio é cancelado ou volta para análise, muitas vezes sem que um motivo seja informado.

— Eles ficam muito chocados porque passam por toda a experiência de alugar um lugar para morar numa pensão e depois têm que voltar para a rua. Alguns compraram panos para vender, outros chegaram a comprar carroças, parceladas em duas vezes, para trabalhar como recicladores. Ficam desesperados, é uma frustração terrível. É um impacto muito corrosivo que esse cancelamento do auxílio tem para essas pessoas. É como se o governo desse o doce, e na hora que a pessoa está comendo, desse um tapa na mão — explica o padre.

Falhas na base de dados do sistema penitenciário
Para Juliana Hashimoto, advogada da Pastoral do Povo da Rua, uma das suspeitas é que a suspensão do auxílio esteja sendo feita para pessoas com antecedentes criminais, como é o caso de Claudemir. Segundo o padre Julio, cerca de 42% da população de rua de São Paulo já passou pelo sistema penitenciário.

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, chegou a reconhecer em junho que havia falhas na liberação do pagamento a presos do regime semiaberto, aberto e pessoas que já cumpriram suas penas, em razão de problemas na atualização da base de dados do governo. Pela lei, essas pessoas têm direito ao benefício, que é vetado apenas a presos do regime fechado e foragidos.

— Muitas dessas pessoas em situação de rua já cumpriram sua pena há cinco, dez anos atrás, e já são até réus primários novamente. A base de dados teria que ser atualizada de forma recorrente, porque as situações da vida são dinâmicas — aponta a advogada.

Por meio de uma parceria com o Departamento Jurídico 11 de Agosto, da faculdade de Direito do Largo de São Francisco, a Pastoral do Povo da Rua está ajudando essas pessoas a entrarem na Justiça para conseguir o pagamento das parcelas do auxílio emergencial que foram suspensas. Segundo Juliana, o projeto já ingressou com mais de 60 casos referentes a problemas com o recebimento desse benefício.

Vias judiciais pouco efetivas
No Rio de Janeiro, a situação é semelhante, contou o defensor regional de direitos humanos no estado Thales Arcoverde Treiger. Segundo ele, a Defensoria Pública da União (DPU) está sobrecarregada com ações envolvendo auxílios emergenciais negados e suspensos indevidamente, e as vias judiciais têm sido pouco efetivas.

— A via judicial ficou muito difícil, é pouco efetiva. Propor a ação é fácil, mas precisamos de um juiz que nos dê ganho de causa. O pouco que conseguimos, a União reverteu nos tribunais federais.

Segundo ele, entre as conquistas da DPU estão o acordo entre o Ministério da Cidadania e os Correios para que a população sem acesso aos meios eletrônicos, como os moradores de rua, pudessem se cadastrar para receber o auxílio. O período para fazer a inscrição, porém, foi encerrado no último dia 2 de julho.

A iniciativa, disse Treiger, surgiu depois de uma ação proposta pelo Ministério Público Federal (MPF) da Baixada Fluminense para que a população hiper vulnerável fosse acolhida pelo auxílio emergencial, por meio de um sistema simplificado, que não exigisse acesso digital.

O defensor público afirma ainda que falta "um pouco de boa fé" para entender o auxílio através de uma ótica mais ampla, e que é preciso ter senso de coletividade para perceber que as condições de vida da população em situação de rua afetam a todos.

— O que temos visto é a sociedade civil muito engajada com doação de máscaras e alimentação a essas pessoas. Isso é muito importante, mas o que está faltando é compreensão de que o auxílio não é um direito que beneficiará apenas aquela determinada pessoa. Na medida em que a pessoa em situação de rua recebe o dinheiro, ela poderá ficar isolada sem ter que ir para a rua, e vai estar preservando a saúde de todos. Existe esse mito de que estamos protegidos na medida em que somos privilegiados, mas isso não existe — apontou.

Procurado, o Ministério da Cidadania informou que o auxílio emergencial está sendo pago a mais de 65 milhões de brasileiros, e que os recursos investidos nessa ação passam dos R$ 121 bilhões.

"A suspensão dos pagamentos do auxílio é explicada pela análise e reanálise dos cadastros em que foram sinalizadas possíveis divergências, a partir da atualização das bases de dados utilizadas para concessão do auxílio. Confirmado que o cadastro respeita os critérios para o recebimento, os recursos serão liberados", explicou.

O ministério também informou que fez acordo com a Defensoria Pública da União (DPU) para realizar procedimentos extrajudiciais, o que beneficia os moradores de rua.

Governo restringe acesso de familiares de presos ao auxílio emergencial de R$ 600



O Ministério da Cidadania está restringindo o acesso de familiares de presos ao recebimento do auxílio emergencial de R$ 600 pago pelo governo federal a trabalhadores informais. A informação consta de um ofício enviado pela pasta ao Ministério Público Federal (MPF).

Segundo o ministério, há 39.251 requerimentos que foram apresentados por detentos ou seus parentes e estão parados por apresentarem "complexidade de cenários". Já a Dataprev — empresa do governo federal responsável pelo processamentos das solicitações — informou que esses pedidos estão retidos por "para processamento adicional".


No ofício enviado ao MPF, porém, o Ministério da Cidadania responde ao questionamento sobre a existência de restrições da concessão do auxílio aos parentes de detentos de presídios e abrigos.

"Para a identificação de detentos, o Ministério da Cidadania definiu a utilização das bases de dados do DEPEN/MJ (Departamento Penitenciário Nacional) e do regime fechado de São Paulo. Ficou estabelecida, pelo Ministério da Cidadania, ainda que de forma não definitiva, a restrição da concessão do Auxílio Emergencial a requerente ou membro de grupo familiar constante das bases de dados referenciadas", diz o ofício, que acrescenta ainda que essas pessoas serão enquadradas na classificação "retidos".

Pela lei que criou o auxílio emergencial de R$ 600, apenas familiares de presos que recebem o auxílio-reclusão deixariam de ter direito ao benefício. Isso porque a lei impede o acúmulo de benefícios previdenciários (aposentadoria, pensão por morte e auxílio-reclusão), assistenciais (BPC/Loas), seguro-desemprego e programas de transferência de renda federal. A exceção são os beneficiários do Bolsa Família.

Procurado, o Ministério da Cidadania afirmou nesta quinta-feira (dia 14) que familiares de detentos não têm restrição ao recebimento do auxílio-emergencial, apenas presos e beneficiários do auxílio-reclusão. A Dataprev também declarou, por meio de nota, que "não negou auxílio para parentes dos detentos. Os requerimentos estão retidos para processamento adicional", explicou a empresa.

Esse "processamento adicional", segundo a Dataprev, se refere a cenários não previstos inicialmente e que demandam novas regras para seu adequado tratamento.

De acordo com a empresa, é preciso checar se o familiar do detento não está recebendo outro benefício da União como o auxílio-reclusão.

"As equipes do Ministério da Cidadania seguem trabalhando com urgência para finalizar a regra desse processamento adicional. A Dataprev aguarda a definição da medida para finalizar o processamento. O objetivo é garantir que o recurso chegue a quem precisa e evitar fraudes dos pedidos", reforçou.

Dos 98 milhões de requerimentos processados pela empresa, foi identificado 1,5 milhão de CPFs que apresentaram complexidade de cenários, ou seja: 1,5%. Deste total (1,5 milhão), 39.251 requerimentos foram apresentados por detentos ou contém detentos na sua composição familiar.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou que há 32.342 auxílios-reclusão ativos no país atualmente, segundo os dados de abril.

terça-feira, 14 de julho de 2020

MORADOR DE UBATIBA É 64ª VÍTIMA DA COVID EM MARICÁ. POLO DE PONTA NEGRA É DESMONTADO.


A Prefeitura, através da Secretaria de Saúde, vem por meio de boletim divulgar diariamente as informações a respeito das medidas de prevenção quanto à propagação do novo coronavírus, mesmo não tendo caso confirmado na cidade.

Vale ressaltar que a Prefeitura criou uma área específica no site com todas as informações referentes ao Novo Coronavírus. 

O jornal Barão de Inohan e o Informativo CulturarTEEN estão juntos com a prefeitura nesta luta, pelas informações corretas e VERDADEIRAS, sem promover pânico desnecessário.


• O novo polo de triagem e atendimento para Covid-19 instalado em São José do Imbassaí começou a funcionar nesta terça-feira (14/07). A estrutura tem capacidade para atendimento de cerca de 200 pessoas por dia e funciona igual aos demais polos de segunda a sexta-feira, das 8 h às 20 h. Montada na Arena São José, faz parte da estratégia de contenção do contágio do novo coronavírus, pois ficou constatado o aumento dos casos
confirmados para Covid-19 no bairro;

• A unidade de atendimento a Covid em São José do Imbassaí realiza testes rápidos (uma gota de sangue) e swab (cotonetes na narina e na garganta coletam material) para detecção de Covid-19 nas pessoas sintomáticas, de acordo com a avaliação das equipes que atendem no local. Até o momento foram atendidos, em todos os polos de triagem (Centro, Itaipuaçu e Ponta Negra, este desativado) 4.757 pessoas, de 1º de junho a 12 de julho, sendo 356 positivos. E foram feitos 4.369 testes;

• Maricá registra, até esta terça-feira (14/07), 1.759 casos confirmados de Covid-19, com 64 óbitos e 1.498 pacientes curados da doença. O 64º óbito é de um homem de 73 anos que morava em Ubatiba;

• A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro registra, até esta terça-feira (14), 132.822 casos confirmados e 11.624 óbitos por coronavírus no estado, e 112.355 pessoas se recuperaram da doença;

Novo polo de atendimento para a Covid-19 começa a funcionar em São José do Imbassaí


O novo polo de triagem e atendimento para Covid-19 instalado em São José do Imbassaí começou a funcionar na terça-feira (14/07). A estrutura tem capacidade para atendimento de cerca de 200 pessoas por dia. Montada na Arena São José, faz parte da estratégia de contenção do contágio do novo coronavírus, pois ficou constatado o aumento dos casos confirmados para Covid-19 no bairro. Seu funcionamento é igual ao dos demais polos: de segunda a segunda, de 8h às 20h.

O novo polo realiza testes rápidos (uma gota de sangue) e swab (cotonetes na narina e na garganta coletam material) para detecção de Covid-19 nas pessoas sintomáticas, de acordo com a avaliação das equipes que atendem no local. Até o momento foram atendidos, em todos os polos de triagem (Centro, Itaipuaçu e Ponta Negra, este desativado) 4757 pessoas, de 1º de junho a 12 de julho, sendo 356 positivos. E foram feitos 4369 testes.

“Vamos fazer sempre o que estiver ao nosso alcance para acompanhar a evolução da pandemia. Embora muitas cidades do estado e do país estejam flexibilizando o isolamento, precisamos lembrar que ainda não acabou. Seguimos por aqui com as precauções necessárias e evitando aglomerações”, comenta a secretária de Saúde, Simone Costa e Silva, reiterando o cuidado com as equipes que atuam nos polos.

A aposentada Neuza Azevedo, de 59 anos, começou a sentir sintomas que associou aos da Covid-19: tosse, coriza, corpo dolorido e, como mora com o marido e seu neto, que está gripado, achou melhor ir ao polo em busca de atendimento.

“Moro em Maricá há três anos. Antes, morava em São Gonçalo. A diferença é enorme no atendimento prestado à população. Não tenho do que me queixar daqui, é só satisfação com relação à Saúde. Tenho psicólogo, neurologista, psiquiatra, cardiologista… Sem contar a médica e enfermeiras da Unidade de Saúde da Família do meu bairro que são ótimas”, comenta a moradora de São José do Imbassaí.

O coordenador de enfermagem do polo de São José, Wellington Rodrigo, explica o passo a passo quando a pessoa chega a um polo de atendimento da cidade:

“Primeiro há o acolhimento, com a triagem (sem febre ou com febre). Em seguida, o paciente vai para a recepção, para preenchimento do boletim de atendimento médico, passa pela enfermagem (aferição de pressão, batimentos cardíacos) e segue para o atendimento médico”, conta Wellington. “A partir da orientação médica, levando em conta os sintomas, é determinado o tipo de teste que será feito e se será feito – swab ou teste rápido”, afirma.

De acordo com o protocolo seguido pela Secretaria de Saúde, se o paciente estiver com sintomas graves, é encaminhado para uma unidade de Saúde, e se for positivo, mas estiver se sentindo bem, com sintomas brandos ou assintomático, vai para casa ficar em isolamento.

POLO DE ATENDIMENTO EM PONTA NEGRA É DESMONTADO

A análise epidemiológica que apontou a necessidade de um polo em São José, detectou também o decréscimo do número de atendimentos e de casos em Ponta Negra. De acordo com a secretaria de Saúde, está sendo possível controlar os casos sintomáticos com uma tenda externa à Unidade de Saúde da Família em Ponta Negra.

A tenda tem capacidade para cerca de 30 pessoas, em média, que era a quantidade de atendimentos diários que o polo estava recebendo. Foi montada para impedir que as pessoas que procurem atendimentos no posto de Saúde cruzem com pessoas sintomáticas para Covid-19. Permanecem montados os polos do Centro e de Itaipuaçu.


SERÁ? Contágio desacelera no Rio e 79 dos 92 municípios têm queda nos casos confirmados. Saquarema preocupa!


Além da queda contínua nos casos e óbitos na capital, o coronavírus dá sinais de desaceleração na maior parte do interior do Rio. Um levantamento realizado pelo GLOBO com base em dados oficiais da Secretaria estadual de Saúde mostra que, dos 92 municípios fluminenses, 79 (86%) registraram, na semana passada, queda no total de notificações de testes positivos de Covid-19, na comparação com os sete dias anteriores. Duas cidades — Araruama e Pinheiral — mantiveram o mesmo patamar. Quando a análise é feita por regiões, o mapa da doença no estado indica que houve aumento de casos apenas no Norte Fluminense, impulsionado por uma alta significativa em Macaé.

Quanto às mortes, os números continuam oscilando, mas prefeituras e especialistas acreditam que boa parte deles é referente a óbitos antigos — que estavam em investigação ou demoraram a ser lançados no sistema de controle — e que há, sim, um achatamento da curva epidemiológica.

— Há mais ou menos três semanas, começamos a verificar o início dessa queda progressiva no estado. Ficamos até assustados com o fenômeno. O que pode explicá-lo é a hipótese de muito mais gente do que esperávamos ter pegado a doença. O certo, no entanto, é que a população precisa manter a disciplina, tomando medidas como o uso de máscaras. Afinal, continuaremos convivendo com o coronavírus por um bom tempo — afirma o professor Lisandro Lovisolo, integrante do Observatório Fluminense sobre a Covid-19, da Uerj.


Menos notificações
As cidades populosas do interior que, na virada do mês, ainda inspiravam grande preocupação, agora experimentam um certo alívio. Volta Redonda (com 180 novos casos), Campos dos Goytacazes (139), Angra dos Reis (118), Cabo Frio (86) e Itaperuna (56) são alguns dos municípios que tiveram, entre os dias 5 e 11 deste mês, os menores números de confirmações nas últimas quatro semanas.

Em Campos, a prefeitura ressalta que, em linhas gerais, há uma melhora do quadro da pandemia na cidade, com o número de pacientes recuperados consideravelmente maior que o de casos ativos da doença. No entanto, afirma que a ocupação dos leitos continua alta, acima de 90% em UTIs e maior que 75% em enfermarias. O município destaca que, após o governo do estado cancelar a construção do hospital de campanha prometido para a cidade, foi preciso aumentar os esforços para abrir leitos dedicados ao tratamento da Covid-19, com uma ampliação da rede própria e busca por parcerias.

Angra, por sua vez, está com a ocupação dos leitos públicos para a Covid-19 perto dos 39%, o que impactou positivamente nos resultados da Baía da Ilha Grande. A região teve, em média, 22,6 casos por dia na semana passada, 50% a menos que na anterior (45,1) e 60% abaixo do resultado de 21 a 27 de junho (56,9).

Na Região Metropolitana I, que inclui o Rio e grande parte da Baixada Fluminense, a média também segue em queda. De um quadro alarmante de 1.552 testes positivos diários, entre 14 e 20 de junho, passou para 709,3 na semana entre os dias 5 e 11 do mesmo mês. Só para se ter uma ideia, apenas uma cidade da região (Magé, com 100 notificações) apresentou aumento de casos positivos na semana passada, em relação à anterior.

Apesar disso, os efeitos das últimas medidas de flexibilização do isolamento social na cidade do Rio, como a abertura de bares e restaurantes, ainda podem aparecer nas estatísticas dentro de alguns dias. Na semana passada, o município com mais casos da doença, depois da capital, foi Macaé, com 759 novos registros. Uma das hipóteses é que o crescimento esteja relacionado a uma testagem massiva.

Uma das medidas tomada pela prefeitura foi agendar testes para trabalhadores, sócios e proprietários de alguns segmentos da economia que já puderam retornar às atividades. A experiência focou em equipes de lojas com acesso para a rua ou que funcionam dentro de pequenas galerias, centros de treinamento em saúde e também de segurança voltada para o setor de petróleo.

Contrastes no interior
Outras cidades do interior, como Sapucaia — um dos primeiros municípios com menos de 20 mil habitantes a registrar casos da doença —, vêm investindo na desinfecção em perímetros urbanos, barreiras sanitárias e rastreamento dos contatos das pessoas que apresentam sintomas da Covid-19.

A nota dissonante, porém, é o aumento das mortes notificadas em cidades como Saquarema, Rio das Ostras, Magé e Volta Redonda. Nesta última, as mortes divulgadas nos boletins do estado passaram de oito, entre 28 de junho e 4 de julho, para 23, na semana passada. Na noite da última sexta-feira, a prefeitura precisou interditar uma casa de festas onde acontecia um evento de música eletrônica com grande aglomeração de pessoas.

Numa análise por região, o aumento na quantidade de mortes ocorreu na Baixada Litorânea, no Médio Paraíba, no Noroeste do estado, no Norte Fluminense e na Região Serrana. Juntas, essas regiões registraram, na semana passada, 159 óbitos. Mas, até o boletim de anteontem, só 43 (27% do total) tinham ocorrido, de fato, nesse período.

— Esses resultados nas mortes podem ser um diagnóstico de semanas passadas, quando os números estavam mais altos — observa Lovisolo.

As prefeituras afirmam o mesmo. Rio das Ostras, que na manhã de ontem tinha 40% dos leitos de Covid-19 ocupados, aponta um descompasso entre os seus números e os que são divulgados pelo estado. No dia 6 de julho, por exemplo, o município contabilizava 36 mortes, mas só 26 apareciam nas estatísticas da Secretaria estadual de Saúde. Essa diferença só começou a ser compensada nos dias seguintes da última semana, perfazendo um total de 41 mortos.

Já em Magé, segundo a prefeitura, há apenas um paciente internado em estado grave e quatro em leitos de isolamento. E o município afirma que as mortes divulgadas pelo estado na semana passada são casos antigos, que foram investigadas e confirmados como Covid-19.

Não obtivemos respostas das prefeituras de Saquarema e Volta Redonda.

PACIENTE RECLAMA DE ATENDIMENTO NO CDT, MAS SECRETÁRIA DE SAÚDE EXPLICA OS PROCEDIMENTOS.


Uma reclamação sobre um possível mal atendimento no Centro de Diagnóstico e Tratamento (CDT) localizado no bairro do Flamengo (Rua Ary Spindola) chegou à nossa redação e a redações de outros veículos.

Pacientes estariam reclamando da demora para fazer um exame de ultrassonografia e por ter de aguardar horas em jejum até as 13:30 h, hora esta que os exames começam a serem feitos.

Segundo uma paciente a reclamação foi a seguinte: “Poxa estou desde ontem sem comer, sem beber água, tenho problema no estômago, não posso ficar muito tempo sem ingerir algum alimento e me fazem esperar este tempo todo, não só eu, como muitos outros pacientes que estão aqui aguardando isto é um descaso TOTAL com as pessoas”

A paciente termina dizendo que ao falar com um funcionário que ia reclamar na ouvidoria da prefeitura, o mesmo disse: “NÃO ADIANTA RECLAMAR”.

Levando o caso à secretária de saúde de Maricá, ela esclareceu que como em qualquer clínica onde existem atendimentos pela manhã e pela tarde, (tanto públicas como privadas), para este tipo de tratamento, o paciente precisa ficar 8 horas de jejum. Se o mesmo será atendido a partir das 13:30 h, não há necessidade de ficar sem se alimentar ou beber água desde a noite do dia anterior, basta respeitar o período de oito horas de jejum, e que qualquer tipo de mal atendimento deve sim ser levado à ouvidoria da prefeitura.

Ainda segundo a secretária, esta paciente foi atendida no início da tarde e com certeza, por volta das 16 horas já deveria ter chegado em sua residência.

Dra. Simone Costa - secretária de saúde de Maricá

segunda-feira, 13 de julho de 2020

RIO DE JANEIRO SUPERA 132 MIL CASOS COM MAIS DE 11 MIL ÓBITOS. MARICÁ CONTINUA COM 63 VÍTIMAS.


A Prefeitura, através da Secretaria de Saúde, vem por meio de boletim divulgar diariamente as informações a respeito das medidas de prevenção quanto à propagação do novo coronavírus, mesmo não tendo caso confirmado na cidade.

Vale ressaltar que a Prefeitura criou uma área específica no site com todas as informações referentes ao Novo Coronavírus. 

O jornal Barão de Inohan e o Informativo CulturarTEEN estão juntos com a prefeitura nesta luta, pelas informações corretas e VERDADEIRAS, sem promover pânico desnecessário.


• Maricá registra, até esta segunda-feira (13/07), 1.759 casos confirmados de Covid-19, com 63 óbitos e 1.498 pacientes curados da doença;

• A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro informa que registra, até esta segunda-feira (13), 132.044 casos confirmados e 11.474 óbitos por coronavírus no estado, e 111.189 pessoas se recuperaram da doença;

Prefeitura orienta moradores sobre coleta de lixo no MCMV de Itaipuaçu. Salão de festas é usado como depósito de materiais.


A Prefeitura de Maricá realizou no início do mês uma ação de conscientização para o descarte correto do lixo com moradores do Residencial Carlos Marighella, do programa Minha Casa Minha Vida, em Itaipuaçu. O problema do descarte indevido já foi denunciado algumas vezes pelo Barão de Inohan.


Foram montadas seis tendas no condomínio, onde cerca de 10 agentes orientaram os moradores e esclareceram dúvidas. Também foram distribuídos folhetos explicativos sobre os dias de coleta e do número para solicitação de serviços da Prefeitura.


“Os agentes informam os moradores sobre os dias exatos da coleta, bem como o local e horário. Eles são orientados sobre como descartar corretamente, como embalar o vidro e ensacar o lixo. Passamos também as informações sobre o telefone do call center (3137-9633) para solicitações de retirada de inservíveis (móveis e eletrodomésticos), resíduo verde e onde podem ser sanadas dúvidas”, explicou a bióloga da equipe de projetos da autarquia Serviço de Obras de Maricá (Somar), Vanessa Rodrigues.

MORADORES RECLAMAM QUE HÁ MAIS DE UM ANO COZINHA DO SALÃO E É DEPÓSITO DE MATERIAL DE LIMPEZA DA SOMAR

Utilizando o espaço da cozinha do salão E e até mesmo os freezers (em péssimo estado de conservação), servidores da SOMAR (equipe de conservação) deixam vassouras, pás, carrinhos de limpeza na cozinha do salão E. O fato acontece há mais de um ano. Os freezers (que estão em péssimo estado de conservação) quando não são usados para festas (e desde que começou as restrições devido a pandemia do Covid-19, o salão não é usado para nenhuma atividade) viram "armários" para que os funcionários deixem suas mochilas e pertences pessoais, uma vez que não existe local adequado para o fato.


Tanto os moradores do condomínio quanto os servidores municipais esperam que uma solução seja dada o mais breve possível, neste problema que se arrasta há mais de um ano.

domingo, 12 de julho de 2020

MARICÁ ULTRAPASSA 1.700 CASOS CONFIRMADOS DE COVID-19. EPICENTRO CONTINUA EM SÃO JOSÉ DO IMBASSAI.


A Prefeitura, através da Secretaria de Saúde, vem por meio de boletim divulgar diariamente as informações a respeito das medidas de prevenção quanto à propagação do novo coronavírus, mesmo não tendo caso confirmado na cidade.

Vale ressaltar que a Prefeitura criou uma área específica no site com todas as informações referentes ao Novo Coronavírus. 

O jornal Barão de Inohan e o Informativo CulturarTEEN estão juntos com a prefeitura nesta luta, pelas informações corretas e VERDADEIRAS, sem promover pânico desnecessário.


• Maricá registra, até este domingo (12/07), 1.708 casos confirmados de Covid-19, com 63 óbitos e 1.481 pacientes curados da doença. O epicentro da doença em Maricá continua em São José do Imbassai com 162 casos confirmados (9,5% do total de casos em Maricá).
Araçatiba, com 6 óbitos, é o bairro com maior número de vítimas fatais;

• A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro informa que registra, até este domingo (12), 129.684 casos confirmados e 11.415 óbitos por coronavírus no estado, e 110.061 pessoas se recuperaram da doença

JOVEM É ESTUPRADA DURANTE FESTA EM SÃO JOSÉ DO IMBASSAI. FAMÍLIA PEDE JUSTIÇA.


Um jogador de futebol de Maricá (que já fez vários testes para grandes times) está sendo acusado de ter estuprado uma jovem de 17 anos no banheiro da sua residência durante uma festa na madrugada de sábado (11/7) para domingo (12) onde o jogador (que não pode ter ser nome revelado por determinação da justiça) foi convidado.

Segundo os familiares da vítima, ela foi encontrada com dificuldade para andar, com dores e muito sangramento em suas partes íntimas. Questionada, relatou o fato o que chocou toda a família e presentes à festa. Ela foi levada ao Hospital Conde Modesto Leal onde recebeu atendimento e posteriormente levada à 82 DP para registrar o caso. Pela manhã, seguiu para o IML em Tribobó para fazer o exame de corpo de delito onde forma constatadas as graves lesões.

Já o acusado foi detido em sua residência por policiais militares do DPO de São José do Imbassai e levado para a 82 DP, onde confessou o que aconteceu o ato sexual, porém com o consentimento da jovem adolescente. Por não ter sido pego em flagrante, foi liberado, mas está à disposição da justiça para futuros esclarecimentos.

Os familiares da vitima estão revoltados com o acontecimento e postaram um vídeo denunciando o fato e pedindo justiça imediata.


Parente da vítima, pediu que a população compartilhe 
a live para mostrar a indignação do fato

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