quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

FUNCIONÁRIOS DA CEMPES SEM DINHEIRO E MANIFESTAÇÃO ESTÁ SENDO ARQUITETADA

 


A SACANAGEM com centenas de funcionários da CEMPES (terceirizada dos postos de saúde e de outros setores da combalida saúde municipal - ai que saudades do governo Horta) está desmedida e muitos funcionários além de não honrarem mais seus compromissos, já estão começando a pedir ajuda para se alimentar.

Diversos são as mídias, grupos a se manifestarem contra esse descaso com os servidores da saúde e um deles (Fabinho Sapo) em suas redes sociais em tom de briga e ameaça, não só abraçou a causa dos funcionários da CEMPES, como está organizando uma manifestação conclamando todos a uma paralisação total a partir do sábado, dizendo que NÃO HAVERÁ CARNAVAL se os salários não caírem até sexta feira 13 (putz sexta 13 - pé de pato mangalô três vezes *) nas contas dos funcionários.

Confira:

"A mobilização dos trabalhadores da CEMPES não é só legítima.

Ela é necessária.

Quando um trabalhador levanta a voz, não é por luxo.

É por dignidade.

É por salário atrasado.

É por comida dentro de casa.

É por contas vencidas.

É por respeito.

Nenhum direito foi dado de presente na história.

Todo direito foi conquistado com luta, união e coragem.

Quando os trabalhadores se organizam, eles deixam de ser invisíveis.

Eles mostram que não aceitam mais o silêncio, o descaso e o abandono.

Mobilização não é baderna.

Mobilização é o grito de quem já tentou esperar e não foi ouvido.

É a ferramenta legítima de quem só quer receber pelo que trabalhou.

E aqui fica um recado claro:

quem trabalha merece receber.

quem sustenta sua família com suor merece respeito.

A união dos trabalhadores da CEMPES é exemplo.

Porque quando um cai sozinho, ninguém vê.

Mas quando todos se levantam juntos, ninguém consegue ignorar.

Direitos não se pedem de cabeça baixa.

Direitos se reivindicam de cabeça erguida."



(* Pé de pato, mangalô três vezes)

A expressão "Pé de pato, mangalô, três vezes" é um esconjuro popular brasileiro, um sortilégio para afastar o azar, má sorte e energias negativas, funcionando como um "sai urucubaca", similar a "bate na madeira três vezes" ou "tá amarrado", mas com um tom mais místico e folclórico, invocando elementos de superstição para proteção.