DECRETO PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DEFINE GRUPO RESPONSÁVEL POR MONITORAR ENCERRAMENTO DA FUNDAÇÃO DE SAÚDE DO MUNICÍPIO
E dá-lhe desordem, e dá-lhe mais dinheiro gasto com formação de grupo para monitorar encerramento que deveria ser monitorado pela própria secretaria de saúde e de governo (mas como não tem competência, precisam contratar ou arrumar outros 'profissionais').
Depois da informação exclusiva do jornal Barão de INohan sobre os cortes na saúde do município UTÓPICO e BIOLIONÁRIO (https://obaraoj.blogspot.com/2026/05/urgente-e-exclusivo-grandes-cortes-na.html), a FEMAR já extinta, precisará de grupo para monitorar sua extinção (o que, não entendi!!!???).
Nas redes sociais, povo detona prefeito utópico e a sacanagem feita com a extinção da FEMAR.
"Isso aí foi umas das maiores canalhices já feitas em um concurso público no Estado do RJ. Normalizar isso é ir de contra a lei e todos os princípios da administração pública."
"Esse prefeito irresponsável destruiu o sonho de todos os aprovados no concurso da Femar"
"Muita bagunça... fazem o que querem... os vereadores não fazem nada, omissos, de rabo preso."
"Quem fez o concurso da Saúde em várias áreas foram aprovados e ficaram aguardando serem chamados. Depois com a mudança do governo o concurso foi extinto. Simplesmente pagaram taxas de inscrição, perderam dias estudando, foram aprovados. Ficaram e ficarão na ilusão. Isto é triste"
"Extinguir secretaria ninguém quer né??? Nunca vi um prefeito tão ruim"
A Prefeitura de Maricá oficializou a criação de uma comissão especial responsável por acompanhar o processo de extinção da FEMAR - Fundação Estatal de Saúde de Maricá. A medida foi publicada no DOM - Diário Oficial de sexta-feira (22/5), assinado pelo prefeito utópico Washington Siqueira (o Quaquá).
Segundo o texto, o grupo terá a função de monitorar todas as etapas relacionadas ao encerramento das atividades da fundação, extinta nos primeiro dias do seu governo em janeiro de 2025, que vinha sendo alvo de debates e questionamentos desde o anúncio de sua extinção.
A comissão será formada por três representantes da Secretaria Municipal de Saúde: Alexandre Figueira Cardoso, Danielly Tomé de Lima e Marcello Guilherme Assis da Matta Xavier. O decreto estabelece ainda que os integrantes não receberão remuneração adicional pela função, considerada de interesse público relevante (será???).
A extinção da FEMAR começou a gerar repercussão ainda no início de 2025, após a Câmara Municipal de Maricá aprovar o projeto encaminhado pelo Executivo autorizando o encerramento da fundação.
A decisão impactou diretamente os aprovados no concurso público realizado pela fundação para contratação de profissionais da saúde. Desde então, candidatos passaram a questionar o futuro das vagas previstas no edital e a validade dos contratos que seriam firmados.
Na época da aprovação do projeto, a prefeitura afirmou que a medida fazia parte de um pacote de austeridade fiscal e reorganização administrativa, com o objetivo de reduzir despesas e ampliar a capacidade de investimentos do município, onde a FEMAR ficaria responsável pelo gerenciamento dos gastos da secretaria de saúde e com isso, poderia acabar com a necessidade de contratação das famigeradas OSs que sugam o dinheiro do município (em contratos duvidosos) e aviltam os profissionais por elas contratados.
O caso também foi acompanhado pelo MPRJ - Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, que chegou a solicitar esclarecimentos à Procuradoria do Município sobre os impactos da extinção da fundação, especialmente em relação aos concursados.
Posteriormente, o órgão arquivou o procedimento relacionado diretamente ao encerramento da FEMAR, mas informou que continuaria acompanhando a contratação emergencial de uma organização social para administrar serviços da saúde municipal.
Ou seja, muita incompetência e SACANAGEM com o povo e com o dinheiro público.






