Uma mulher linda, corpo escultural e mais uma que foi encontrada sem vida por feminicídio.
A morte de Samara Santos de Oliveira (21) está sendo investigada pela polícia após a jovem, ser encontrada sem vida na sexta-feira (1º/5), em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Segundo familiares, o ex-namorado é o principal suspeito do crime. O corpo da vítima foi deixado por pessoas ainda não identificadas em uma unidade de saúde do município.
De acordo com informações iniciais, Samara teria sido vítima de estrangulamento. A jovem morava em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, e trabalhava como promotora de eventos. As circunstâncias do crime ainda estão sendo apuradas.
O caso foi registrado inicialmente na 54ª DP e posteriormente encaminhado para a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, que assumiu as investigações. Em nota, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro informou que diligências estão em andamento para esclarecer a autoria e a motivação do crime.
O sepultamento de Samara aconteceu na tarde do sábado (2), no Cemitério Jardim da Saudade. Familiares e amigos cobram justiça e aguardam respostas das autoridades.
PRESO
Vinícius Gomes Castro da Silva (foto), apontado como o principal suspeito da morte de Samara Santos de Oliveira morta na sexta-feira (1º) em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, foi preso na segunda-feira (4) após ter a prisão temporária decretada pela Justiça.
Na noite de quinta-feira (30), véspera do feriado do Dia do Trabalhador, a jovem, que era promotora de eventos, retornava de uma festa de trabalho quando aceitou carona de um amigo, que a deixou em casa após o evento.
Segundo testemunhas, o ex-namorado da vítima a aguardava na porta do prédio e teria a coagido, mediante ameaças, a acompanhá-lo até um motel em Belford Roxo.
A principal linha de investigação aponta que Samara pode ter sido morta por estrangulamento. Testemunhas relataram que o suspeito teria levado a jovem já sem vida para a casa da mãe e do padrasto e, posteriormente, eles a encaminharam para a UPA da região, onde deu entrada sem vida.
Familiares afirmam que o investigado chegou a pedir ajuda, alegando que a vítima estava desacordada dentro do carro.
O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). De acordo com as investigações, Samara morava em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, e trabalhava como promotora de eventos.
Segundo a família da moça, apor conta de episódios anteriores de violência doméstica, ela tinha uma medida protetiva que proibia o suspeito de se aproximar dela.
Os pais de Samara relataram à polícia que, desde novembro de 2025, a filha tinha uma medida protetiva contra Vinícius por lesão corporal. A mãe, Amanda Santos, afirmou que a família sempre suspeitou da participação dele na morte.











