Não é apenas uma fase, é um alerta de saúde pública. O excesso de telas está moldando o cérebro das crianças de forma perigosa.
O que estamos observando nas clínicas:
- Crises de ansiedade e agressividade precoce.
- Insônia e dissociação (a criança parece "fora" da realidade).
- Atrasos no desenvolvimento que antes eram raros nessa idade.
O cérebro precisa de:
- Vínculo real e olho no olho.
- Movimento físico e tédio (sim, o tédio faz o cérebro criar!).
- Presença e limites claros.
A tela pode parecer uma solução prática agora, mas ela não substitui a regulação emocional que só o contato humano oferece.
Menos tela, mais infância.





