A Esclerose Múltipla era uma sentença de paralisia progressiva, onde o corpo do paciente ataca os próprios nervos.
Até que o hematologista brasileiro Júlio Voltarelli executou uma manobra de ficção científica em Ribeirão Preto. Em vez de entupir o paciente com remédios por anos, a equipe extrai as células-tronco saudáveis da medula, aplica uma quimioterapia intensiva para "zerar" o sistema imunológico defeituoso, e então devolve as células puras para o corpo.
O resultado? O organismo reinicia novamente como era antes. Pessoas que já não conseguiam mover as pernas levantaram da cama em questão de semanas, com a doença completamente estagnada.





