quarta-feira, 22 de abril de 2026

CAOS NA SAÚDE: Homem morre após passar mal depois de sair de hospital em Maricá. Prefeitura tenta se explicar!

 Um homem morreu na manhã da quarta-feira (22/4) após sofrer um mal súbito logo depois de sair do Hospital Municipal em São José do Imbassaí (aquele que tem nome do genocida reconhecido pela ONU).     


Segundo informações, ele havia procurado a unidade de saúde relatando indisposição. Após avaliação, foi classificado com pulseira verde — indicação utilizada para casos sem risco imediato — e teria recebido orientação para buscar atendimento em outro local.

OMISSÃO DE ATENDIMENTO???

Pouco depois de deixar o hospital, o homem embarcou em um “Vermelhinho”. Durante o trajeto, no entanto, ele voltou a se sentir mal e acabou desmaiando dentro do coletivo.

Diante da emergência, o motorista decidiu retornar imediatamente ao hospital de onde o passageiro havia saído e solicitou ajuda. Equipes da própria unidade, com apoio do SAMU - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, iniciaram os procedimentos de socorro ainda na entrada da emergência.

O paciente chegou a ser levado novamente para o interior do hospital, mas não resistiu. A identidade do homem ainda não foi divulgada.

DIREÇÃO DO HOSPITAL SE MANIFESTA APÓS RECUSA DE ATENDIMENTO QUE LEVOU A MORTE DE PACIENTE DENTRO DE VERMELHINHO

A direção do Hospital Municipal em São José do Imbassaí, se manifestou sobre a morte de um paciente na manhã desta quarta-feira (22/4), após ele passar mal dentro de um VERMELHINHO.

De acordo com a unidade, o homem havia procurado atendimento inicialmente com queixa de dor no ombro há cerca de sete dias. Já na manha da quarta-feira (22), ele retornou ao hospital por meios próprios, passou pela classificação de risco e recebeu pulseira verde, considerada de baixa urgência.

Segundo a direção, após avaliação médica, o paciente foi referenciado para outra unidade da rede municipal, seguindo os protocolos de atendimento (???).

Minutos após deixar o hospital, o homem sofreu um mal súbito dentro do coletivo e foi levado de volta à unidade. Ainda conforme a direção, ao retornar, ele foi atendido imediatamente pela equipe médica e multidisciplinar. Apesar das tentativas de reanimação, o paciente não respondeu aos procedimentos e morreu na unidade.

A direção do hospital ressaltou que, até o momento, não há indícios de falta de atendimento ou omissão por parte dos profissionais, destacando que o paciente foi avaliado, orientado e, ao retornar em estado grave, recebeu assistência imediata, ou seja, estão tentando JUSTIFICAR O INJUSTIFICÁVEL.

O caso gerou grande repercussão na cidade, principalmente nas redes sociais, onde relatos de testemunhas levantaram questionamentos sobre a dinâmica do atendimento e o descaso com pacientes nas unidades de saúde de Maricá, retrato da péssima administração do médico Marcelo Velho e da responsabilidade compartilhada do prefeito Washington Siqueira (o Quaquá), onde pessoas morrem sem o devido atendimento, crianças são assassinadas na maternidade e mães estão sofrendo na hora do parto e da sua devida preparação.

Diante da repercussão, a direção informou ainda que será instaurada uma sindicância interna para apurar detalhadamente todas as circunstâncias do ocorrido.

PREFEITURA EMITE NOTA E ANUNCIA SINDICÂNCIA APÓS MORTE DE PACIENTE

Após mais esse escândalo na saúde do município, a Prefeitura de Maricá se manifestou sobre a morte do paciente registrada na manhã da quarta-feira (22/4), em Maricá, e informou que irá instaurar uma sindicância administrativa para apurar o caso.

A administração municipal destacou que a abertura de sindicância é um procedimento padrão e tem como objetivo apurar detalhadamente todas as circunstâncias do ocorrido. Confira a nota oficial na íntegra abaixo:

A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Saúde, informa que o paciente procurou o Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara com queixa de dor no ombro. Ele passou por avaliação multiprofissional, foi orientado e direcionado para uma unidade da rede municipal de referência para o caso, seguindo todos os protocolos assistenciais.

Após um mal súbito, o paciente retornou ao hospital e recebeu atendimento imediato. Posteriormente, o caso evoluiu a óbito.

Como procedimento padrão em casos como esse, a Secretaria de Saúde vai instaurar uma sindicância administrativa interna.

Nota da redação do jornal Barão de INohan

Não basta uma sindicância que no máximo irá AFASTAR (temporariamente ou em casos extremos serem exonerados para averiguação do CREMERJ que normalmente solicita após 'apurações', a reintegração dos 'profissionais' envolvidos.

Não, isso não basta. Esses 'profissionais' precisam ser afastados e responderem por processos administrativos e na vara cível, por possivel ASSASSINATO, como vem ocorrendo na maternidade do Conde, com mães sofrendo dores do pré-parto e dores no pós parto pela morte dos seus filhos.

E, que com a PRISÃO PREVENTIVA destes 'profissionais', o secretário de saúde e o prefeito respondam também POR RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA!

Mas o importante é que a União de Maricá subiu para o grupo especial, mesmo carregando a morte do Sr. Itamar!