quarta-feira, 8 de março de 2017

JB ALIMENTOS AINDA NÃO PAGOU RESCISÃO CONTRATUAL AOS EX-FUNCIONÁRIOS EM MARICÁ


Na sexta feira 17 de fevereiro, com exclusividade, o Barão de Inohan informou do possivel calote que a JB ALIMENTOS, empresa que havia contratado no governo Washington Siqueira cerca de 200 funcionários para a área administrativa do hospital Conde Modesto Leal e UPA de Inoã, estaria dando nestes funcionários, ao não pagar os salários de janeiro e a recisão contratual, uma vez que em 11 de fevereiro terminou o aviso prévio destes.

Nossa redação entrou em contato com o vereador Filipe Poubel (DEM), que se sensibilizou com o problema destes funcionários e abraçou a causa, entrando em contato com membros da JB (após receber os telefones através de nossa redação), e descobriu que o calote não era da JB, e sim da prefeitura, que não pagava a empresa desde agosto de 2016.


Na tribuna, na sessão da Câmara em 20 defevereiro, expos o assunto e pediu que o lider do governo - Fabricio Bittencourt intervisse junto ao executivo. No prineiro momento, Fabricio disse que qualquer empresa contratada deveria ter um lastro de sobrevivência, mas a dívida, já passava dos R$ 8 milhões e antes do final da sessão, Fabricio garantiu que o problema seria resolvido ainda na mesma semana.

Na tarde da terça feira 21/02, recebemos a informação que os salários de janeiro foram pagos devidamente e que a verba rescisória seria pago logo após o carnaval

Apesar da vitória do Barão de Inohan com a grande ajuda do vereador Poubel e do lider do governo Fabricio Bittencourt na solução do problema salarial, os cerca de 200 funcionários ainda estão aguardando o pagamento da verba rescisória prometido para depois de carnaval, lembrando que o aviso prévio foi concluído em 11 de fevereiro.

Resta a saber, se a JB recebeu todo o montante devido e não fez o repasse total aos seus ex-funcionários, ou se a prefeitura ainda nãi honrou todo seu compromisso com a empresa contratada pelo péssimo governo de Washington Siqueira, que deixou em vários setores, uma terrível herança para Fabiano Horta.