quarta-feira, 28 de maio de 2014

COMERCIANTES DA PÇA ORLANDO PIMENTEL PROTESTAM



Independente da chuva que segundo a prefeitura foi a responsável pelo cancelamento do show do MUMUZINHO na noite desta quarta feira 28 de maio nas "comemorações" dos 200 anos de Maricá, os comerciantes da praça Orlando de Barros Pimentel fizeram um protesto inusitado e de grande repercussão:
TODOS FECHARAM AS PORTAS devido a uma ação intempestiva da secretaria de postura, feita pela fiscal Flávia Valente (mat. 5588-3) na tarde desta quarta feira.


A fiscal da secretaria INTIMOU todos os comerciantes em um prazo absurdo de 24 horas, para pagarem na prefeitura valores também absurdos para que pudessem continuar usando suas mesas no calçadão criado justamente para tal função.
Comerciantes estes que pagam seus impostos (exorbitantes) e diversas outras taxas e ajudas que fazem durante o ano todo e que em épocas de shows e eventos ainda tem que disputar espaço e clientes com BARRACAS que favelizam nossa praça.

Comerciantes dividem clientes com barracas vindas de outros municípios
que sujam, enfeiam, produzem alimentos de origem duvidosa
e levam nosso dinheiro

O interessante que estas barracas estavam funcionando com suas mesas sem serem incomodados, uma vez que ao ALUGAREM o espaço da festa tiveram o direto de uso de diversas mesas.

Comerciantes do Ponto Chic, ao Maria da Praça, passando pelo Torre de Pizza e outros comércios do local se uniram contra a arbitrariedade, informando inclusive à nossa reportagem que estiveram na tarde de hoje na prefeitura tentando pagar para poderem trabalhar com suas mesas na praça como fazem há anos mas ninguém na prefeitura sabia informar como deveriam proceder.


Um fato interessantíssimo aconteceu no Restaurante Maria da Praça onde a proprietária (Carla) mostrou a fiscal a taxa paga e a mesma informou que a taxa paga não lhe daria direito a usar a mesa sem que o processo fosse aprovado.

Pagamento de taxa de nada vale segundo a fiscal

E por que uma INTIMAÇÃO de 24 horas e não de 30 dias, uma vez que não houve nenhuma notificação anterior?
Será que o secretário Allan Novaes está ciente e realmente autorizou tal arbitrariedade?
Enquanto isso os camelôs continuam mandando nas nossas calçadas.
E as sexta e sábados, a praça Conselheiro Macedo Soares continua virando um favelão, com alimentos sendo feitos sem nenhuma higiene e público usando apenas dois banheiros químicos ou mijando atrás da secretaria de turismo.
Os comerciantes estimam em prejuízos na ordem de R$ 4 a 5 mil reais por estabelecimento.

MÃOS AO ALTO, a prefeitura chegou!!!!

200 anos, comemorar o que?










Barrcas sujam e fazem o que querem



Comerciantes legalizados são impedidos de colocar suas mesas como fazem há anos
mas as barracas fazem o que querem


Chuva cancelou show do MUMUZINHO

Frio e público ZERO

Show foi cancelado por volta das 21:30h

No palco secundário banda também não tocou


Comerciantes falam com agentes que apenas cumpriram às ordens ABSURDAS

Lúpulo também aderiu ao protesto