quinta-feira, 9 de julho de 2020

MAIS CINCO ÓBITOS, SENDO 3 DE ITAIPUAÇU E 2 DE ITAPEBA. MARICÁ REGISTRA 62 VITIMAS DA COVID.


A Prefeitura, através da Secretaria de Saúde, vem por meio de boletim divulgar diariamente as informações a respeito das medidas de prevenção quanto à propagação do novo coronavírus, mesmo não tendo caso confirmado na cidade.

Vale ressaltar que a Prefeitura criou uma área específica no site com todas as informações referentes ao Novo Coronavírus. 

O jornal Barão de Inohan e o Informativo CulturarTEEN estão juntos com a prefeitura nesta luta, pelas informações corretas e VERDADEIRAS, sem promover pânico desnecessário.


• Maricá registra, até esta quinta-feira (09/07), 1.650 casos confirmados de Covid-19, com 62 óbitos e 1.379 pacientes curados da doença. Os cinco óbitos divulgados neste boletim são de mulher de 85 anos de Itaipuaçu, homem de 82 anos de Itaipuaçu, homem de 53 anos de Itapeba, homem de 74 anos de Itapeba e uma mulher de 61 anos de Itaipuaçu.

O Sargento Bruno que faleceu no novo hospital de Maricá e o Sargento Bittencourt ainda não foram computados pelo estado como vitimas do Covid-19.

• A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro informa que registra, até esta quinta-feira (09), 128.324 casos confirmados e 11.115 óbitos por coronavírus no estado, e 106.678 pessoas se recuperaram da doença.


DOIS PMS QUERIDOS EM MARICÁ MORREM DEVIDO A COVID-19: SARGENTO BRUNO E SARGENTO BITTENCOURT

Arquivo e montagem: MaricáInfo
Em menos de 24 horas, Maricá se despediu de dois queridos policiais militares que serviam em Maricá. Na noite da terça feira 07/7, o sargento André Bittencourt faleceu no Hospital da Polícia Militar no Rio de Janeiro.

De acordo com informações, André começou a sentir os sintomas no dia 21 de junho e na mesma data seguiu até o Polo de Atendimento do Centro de Maricá localizado nas dependências do Esporte Clube Maricá, onde foi diagnosticado com a doença.


O PM recebeu licença de sete dias e foi orientado a permanecer em isolamento social porém no sétimo dia, os sintomas se agravaram e o sargento foi internado no Hospital da Polícia Militar, onde infelizmente veio a falecer na terça-feira (07).

Menos de 24 horas da morte do sargente André, outro sargento, muito querido dos maricaenses, também veio a óbito devido a Covid-19. O Sargento Bruno Viegas, de 48 anos, faleceu na quarta-feira (08) no novo hospital de Maricá.

Segundo informações, o Sargento começou a sentir os sintomas da doença e no dia 29 de junho foi ao Hospital Militar de Niterói, onde ficou internado.

No dia 2 de julho, o PM foi transferido para o novo Hospital Municipal de Maricá, em Maricá. Na quarta-feira (08), o sargento Bruno infelizmente não resistiu as complicações causadas pelo Covid-19 e faleceu.

Bruno, cria de Maricá, trabalhou por anos no DPO de São José do Imbassai e fez várias prisões e apreensões em Maricá. Muito querido pela população e dentro da corporação, estava nos últimos meses trabalhando no centro de munições da PM.

Foto: LSM

Na manhã da quinta (09/7) colegas fizeram uma carreata da sede da 4ª Cia até o cemitério municipal, onde junto com seus familiares prestaram as últimas homenagens à Bruno.

Maricá registrou nas últimas horas, mais cinco óbitos pela Covid-19, subindo para 62 as vitimas da doença.

Foto: LSM

ACM INFORMA O FALECIMENTO DE JORGE MONTEIRO




MORRE O GOVERNADOR DO ROTARY CLUBE, MAÇON E JORNALISTA JORGE MONTEIRO


Editorial: Nos deixou na quinta feira 09 de julho uma das figuras mais simpáticas que conheci nestes meus 40 anos de Maricá. Jorge Manuel Ramalho Monteiro, jornalista (com ele troquei muitas ideias e muito aprendi), Maçon (Venerável Mestre Instalado "ad vitta") da loja Archicteckton 124 (localizada no bairro do Flamengo em Maricá - RJ), Governador do Rotary Clube do Rio de Janeiro e com grande atuação no Rotary Clube de Maricá onde fez crescer a instituição ao lado do ex-prefeito Edio Muniz, publicitário (proprietário da JOMON Publicidade), braço direito de vários presidentes da Associação Comercial de Maricá e por anos, responsável pelo jornal impresso da associação que tanto sucesso fazia, se definia como o AFRO-LUSO-BRASILEIRO mais maricaense que existia.

Mesmo morando por anos no Brasil, tinha um sotaque português bastante carregado e fumava tal qual uma chaminé, o que às vezes (tenho que admitir), me incomodava muito em nossa longas conversas nas tardes ainda calmas de Maricá, em sua sala na Associação Comercial, regado é claro por muitos cafés.

Flamenguista, Mangueirense, Jorge tinha a língua afiada e não guardava para o jantar aquilo que podia resolver no almoço. Passou pelo poder público maricaense, foi assessor da presidência da Câmara pela década de 90 (confesso que não me lembro de qual presidente, mas ainda vou me inteirar e atualizar esta matéria, me perdoem) e era sempre visto andando com seu Astra alemão 1990 vinho (seu grande companheiro por quase duas décadas) pelas ruas de Maricá.

Há alguns anos se recolheu e devido a problemas de saúde, se afastou do dia a dia maricaense. Hoje (quinta feira 09 de julho) de madrugada o grande arquiteto do Universo, chamou o Maçon (que em francês também quer dizer pedreiro, pois os primeiros Maçons eram grandes construtores de templos, catedrais e monumentos), para com certeza ajudar na construção deste novo mundo pelo qual ainda temos que habitar, e preparar a horda celestial para os novos momentos que hão de vir. Seu sepultamento aconteceu no cemitério municipal de Maricá às 11 horas.

Jorge, pelo qual eu chamava às vezes de português e ele me corrigia: "Português não, AFRO-LUSO-BRASILEIRO. Português é sabão de côco e tamanco". Vai lá meu irmão, não sei quando, mas vamos nos encontrar. Prepara o terreno aí por cima e muito grato pelas conversas, brigas, puxões de orelha e ensinamentos que você me deixou!   José Pery Salgado  (jornalista)

O jornalista Ricardo Cantareli também prestou sua homenagem em rede social:

Jorge Manuel Ramalho Monteiro,descanse em paz meu amigo...
Considero que sou uma pessoa de sorte por ter lhe conhecido. Eu tive sua amizade, convivi com você e mesmo que já tenha partido, levo sempre nossas lembranças no peito.
Ao seu lado, querido amigo, tive momentos de risos assim como de aprendizado.
Espero que possa me ouvir aí de cima e saiba a
Importância de ter sido meu amigo tenha a certeza quê nunca irá ser esquecido. Levo seu carinho, sua amizade e seu companheirismo na memória e agradeço sempre os momentos que vivemos.
Desejo que esteja em paz, que Deus esteja ao seu lado e que, de alguma forma, minha fé possa levar estas palavras até você. Meus sentimentos a família...


quarta-feira, 8 de julho de 2020

SÃO JOSÉ CONTINUA SENDO O EPICENTRO DA COVID EM MARICÁ COM 160 CASOS.


A Prefeitura, através da Secretaria de Saúde, vem por meio de boletim divulgar diariamente as informações a respeito das medidas de prevenção quanto à propagação do novo coronavírus, mesmo não tendo caso confirmado na cidade.

Vale ressaltar que a Prefeitura criou uma área específica no site com todas as informações referentes ao Novo Coronavírus. 

O jornal Barão de Inohan e o Informativo CulturarTEEN estão juntos com a prefeitura nesta luta, pelas informações corretas e VERDADEIRAS, sem promover pânico desnecessário.


• Maricá registra, até esta quarta-feira (08/07), 1.611 casos confirmados de Covid-19, com 57 óbitos e 1.379 pacientes curados da doença. São José continua sendo o bairro com mais casos confirmados: 160. A seguir vem Inoã com 134, Jardim Atlântico Central com 116 e o Centro da cidade com 113. Como o Jardim Atlântico (maior loteamento do Brasil) é um bairro com grande extensão territorial, foi dividido em Jardim Atlântico Central, Oeste e Leste. Porém se somarmos os números das três partes do Jardim Atlântico, teremos 251 casos até a quarta feira 08/7.

• A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro informa que registra, até esta quarta-feira (08), 126.329 casos confirmados e 10.970 óbitos por coronavírus no estado, e 105.231 pessoas se recuperaram da doença.

Programas de suporte econômico em Maricá têm freado a queda nos postos de trabalho no município

Foto: Clarildo Menezes
No quarto mês de enfrentamento à pandemia da Covid-19, a restrição na circulação de pessoas em determinados locais, principalmente em estabelecimentos comerciais não essenciais, tem provocado uma redução na economia e, como consequência, gerado demissões em todo país.

No entanto, pelo segundo mês consecutivo, as ações de proteção econômica e social executadas pela Prefeitura de Maricá no combate à doença têm freado a queda dos postos formais de trabalho em Maricá, além de criar novas oportunidades de trabalho. A cidade. com isso, vem sendo um ponto fora da curva dentro da crise causada pela pandemia.

De acordo com levantamento feito pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), referente ao mês de maio e divulgado no último dia 30/06 pelo Ministério da Economia, o município de Maricá manteve o segundo melhor saldo acumulado – de janeiro a maio – dentre os municípios fluminenses com mais de 150 mil habitantes. A primeira posição ficou com Belford Roxo, que gerou 23 novos postos de trabalho. Porém, o município da Baixada Fluminense, quase quatro vezes mais populoso que Maricá, tem um grau de informalidade muito mais alto.

Segundo os índices, na relação entre a quantidade de pessoas contratadas e demitidas, Maricá gerou um saldo positivo de 14 empregos por carteira assinada, resultado de 276 admissões e 262 desligamentos no estoque total de empregos na cidade, em meio à crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus. Com isso, Maricá obteve o 5º melhor resultado no Estado do Rio de Janeiro, ficando atrás apenas dos municípios de São José do Vale do Rio Preto, Seropédica e São Francisco de Itabapoana, todos com menos de 150 mil habitantes, e Belford Roxo.

“O pacote econômico que produzimos para proteção à economia local tem seus efeitos comprovados a partir dos resultados que já começamos a obter. Os números registrados pelo Ministério da Economia referentes ao Caged, demonstram que mesmo com a forte política de isolamento social, Maricá está conseguindo manter a estabilidade no emprego e proteção aos trabalhadores informais”, avaliou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Comércio, Indústria, Petróleo e Portos, Magnum Amado, referindo-se às ações de proteção econômica como o Programa de Amparo ao Trabalhador (PAT) e o Programa de Amparo ao Emprego (PAE).

Neste último, o município concede o pagamento de um salário mínimo (R$ 1.045), durante o período de três meses, ao empregado vinculado a microempreendedor individual (MEIs) e a trabalhadores de micro e pequenas empresas instaladas na cidade com até 49 funcionários. Ao todo foram 266 empresas aprovadas pelo programa que vai proteger 2.183 empregos formais.

O documento do governo federal aponta que no mês de maio, o resultado no conjunto de empregos no Estado do Rio de Janeiro foi negativo com menos 35.959 vagas, o que significa uma variação de menos 1,1% no estoque total de empregos celetistas. Já com relação ao acumulado dos cinco primeiros meses do ano, o Estado do Rio de Janeiro perdeu 164.226 postos de trabalho, o que significa uma variação de menos 5% no estoque do emprego em todo o Estado. Enquanto isso, Maricá teve uma perda de 78 postos, o que representa uma variação de menos 0,4% do total do seu estoque.

“Esse saldo é menor do que vínhamos apresentando no Caged nos últimos 24 meses. Mas, considerando o contexto de crise decorrente da pandemia, esse saldo é positivo. Isso significa que Maricá está conseguindo manter o seu estoque de empregos por carteira assinada. No comparativo com outros municípios, a cidade acaba se destacando porque o Estado como um todo está perdendo muito emprego nesse contexto”, analisou o gerente de Projetos do Instituto Municipal de Informação e Pesquisa Darcy Ribeiro (IDR), Diego Moreira Maggi.

Comprovando a resiliência do município em manter e gerar novos empregos através dos programas implementados pela Prefeitura, o cozinheiro Amauri Ferreira dos Santos, de 51 anos, conseguiu um novo trabalho em meio à crise sanitária, depois de ficar dois meses desempregado.

“Estou muito feliz com essa nova oportunidade. Para mim, está sendo muito bom porque abre um leque de possibilidades na minha profissão. Eu saio um pouco da cozinha de restaurante em e entro na de pizzaria. Estou aprendendo uma profissão nova”, comentou o cozinheiro que agora trabalhará em uma pizzaria no centro da cidade.

Assim como Amauri dos Santos, a balconista de laticínios Carolina Pinheiro da Costa, de 19 anos, também ganhou uma nova oportunidade nesse período em que muitos estão perdendo emprego. “Conseguir um novo trabalho é muito satisfatório. Ficar desempregada é muito ruim ainda mais com um filho de três anos para criar porque as necessidades vão aparecendo e o desespero vai batendo. Foi uma oportunidade muito boa de ter começado a trabalhar aqui”, relatou a nova funcionária de um mercado no bairro Flamengo.

No âmbito nacional, o Caged indica que o país perdeu 331.905 empregos por carteira assinada somente no mês de maio. No acumulado de janeiro a maio, a perda chega 1.144.875 vagas, ou menos 2,9% do estoque brasileiro de empregos celetistas. Até este momento, o pior mês foi abril, quando o saldo foi de menos 902.841 vagas.

terça-feira, 7 de julho de 2020

COMEÇA ATENDIMENTO PARA COVID EM SÃO JOSÉ. 6ª FEIRA TERMINA TESTAGEM PARA IDOSOS.


A Prefeitura, através da Secretaria de Saúde, vem por meio de boletim divulgar diariamente as informações a respeito das medidas de prevenção quanto à propagação do novo coronavírus, mesmo não tendo caso confirmado na cidade.

Vale ressaltar que a Prefeitura criou uma área específica no site com todas as informações referentes ao Novo Coronavírus. 

O jornal Barão de Inohan e o Informativo CulturarTEEN estão juntos com a prefeitura nesta luta, pelas informações corretas e VERDADEIRAS, sem promover pânico desnecessário.


• Graças à eficiência das medidas adotadas pela Prefeitura de Maricá, a taxa de ocupação dos leitos para pacientes com Covid-19 no Hospital Municipal Conde Modesto Leal, no Centro de Maricá, caiu de 93% no dia 3 de maio para 7% no dia 2 de julho, o que corresponde a uma queda de 86%. Em 2 de junho essa taxa era de 40%. A unidade de Saúde da rede de urgência e emergência segue com um total de 15 leitos disponíveis para pacientes com Covid-19, e regulando pacientes para o novo Hospital Municipal de Maricá, em São José do Imbassaí. Nesta segunda-feira, 6 de julho, não havia pacientes com o novo coronavírus em tratamento no Conde;

• Termina nesta sexta-feira (10/07) a testagem em pessoas com 60 anos ou mais assintomáticas para detectar contaminação por Sars-CoV-2. As Unidades de Saúde da Família (USF) do município recebem nesta quarta feira (08) idosos com iniciais S e T; na quinta-feira (09), os nomes que começam com U, V e X; e no último dia, sexta-feira, 10/07, as iniciais W, Y e Z. Até segunda-feira (06/07) foram testados 10.132 idosos assintomáticos, sendo 10.010 negativos e 122 positivos;

• A Prefeitura está montando na Arena São José mais uma estrutura destinada à Covid-19. A previsão é de que a estrutura seja concluída essa semana e o atendimento ao público iniciado na próxima segunda-feira, dia 13/07. Instalado na quadra da arena (Estrada Real de Maricá, em frente à Praça Gilmar dos Santos Trindade), o espaço será destinado ao atendimento de quem mora no bairro de São José do Imbassaí e vai funcionar das 8h às 20h. A instalação deverá funcionar no local por, a princípio, 60 dias;

• Maricá registra, até esta terça-feira (07/07), 1.574 casos confirmados de Covid-19, com 57 óbitos e 1.379 pacientes curados da doença;

• A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro informa que registra, até esta terça-feira (07), 124.086 casos confirmados e 10.881 óbitos por coronavírus no estado, e 101.554 pessoas se recuperaram da doença.

Taxa de pacientes internados com Covid cai de 93% para 7% no Hospital Conde Modesto Leal. Em Saquarema 100% dos leitos estão ocupados.


Graças a eficiência das medidas adotadas pela Prefeitura de Maricá, a taxa de ocupação dos leitos para pacientes com Covid-19 no Hospital Municipal Conde Modesto Leal, no Centro de Maricá, caiu de 93% no dia 3 de maio para 7% no dia 2 de julho, o que corresponde a uma queda de 86%.

Em 2 de junho essa taxa era de 40%. A unidade de Saúde da rede de urgência e emergência segue com um total de 15 leitos disponíveis para pacientes com Covid-19, e regulando pacientes para o novo Hospital Municipal de Maricá, em São José do Imbassaí. Nesta segunda-feira, 6 de julho, não havia pacientes com o novo coronavírus em tratamento no Conde.

Para o diretor médico responsável técnico (RT) do Hospital Municipal Conde Modesto Leal, Glauco Pontes, os números representam a efetividade do isolamento social e, por isso, a diminuição do contágio.

“As ações implementadas pela Prefeitura para aumentar o isolamento social foram importantes, porque controlaram a taxa de contágio, diminuindo a transmissão. Por isso, foi possível conseguir dar o suporte necessário aos pacientes na cidade. Não tivemos superlotação e esgotamento dos leitos, que é uma das preocupações da Organização Mundial da Saúde (OMS)”, pontua Glauco.

De acordo com a secretária de Saúde Simone Costa, a testagem dos maricaenses feita pela Estratégia de Saúde da Família de Maricá, a testagem e isolamento dos familiares dos contaminados e a inauguração do novo Laboratório Central Dr. Francisco Rimolo Neto, no Centro da cidade, corroboraram para o êxito de todas as ações.

ALERTA: DEPOIS DE FLEXIBILIZAÇÃO ANTECIPADA, SAQUAREMA TEM 100% DOS LEITOS DE UTI OCUPADOS

A prefeita de Saquarema, Manoela Peres, foi às redes sociais junto com a diretora do Hospital Municipal Nossa Senhora de Nazareth (HMNSN), Dra. Renata, comunicar sobre a ocupação de 100% dos leitos de CTI da unidade de saúde destinados aos pacientes de coronavírus.

Conforme a diretora, nas últimas duas semanas houve um aumento no número de atendimento de pacientes com sintomas de COVID-19. Além das unidades no HMNSN, também há pacientes internados no PU de Saquarema.

O aumento do número de casos acontece justamente após o início das flexibilizações no município há cerca de três semanas.

Segundo a secretaria de saúde de Saquarema, o município tem 376 casos confirmados, 162 recuperados, 1756 descartados, 25 óbitos e 5 suspeitos.

ALERTA: DEPOIS DE FLEXIBILIZAÇÃO ANTECIPADA, SAQUAREMA TEM 100% DOS LEITOS DE UTI OCUPADOS


A prefeita de Saquarema, Manoela Peres, foi às redes sociais junto com a diretora do Hospital Municipal Nossa Senhora de Nazareth (HMNSN), Dra. Renata, comunicar sobre a ocupação de 100% dos leitos de CTI da unidade de saúde destinados aos pacientes de coronavírus.

Conforme a diretora, nas últimas duas semanas houve um aumento no número de atendimento de pacientes com sintomas de COVID-19. Além das unidades no HMNSN, também há pacientes internados no PU de Saquarema.

O aumento do número de casos acontece justamente após o início das flexibilizações no município há cerca de três semanas.

Segundo a secretaria de saúde de Saquarema, o município tem 376 casos confirmados, 162 recuperados, 1756 descartados, 25 óbitos e 5 suspeitos.

EM PRONUNCIAMENTO BOLSONARO CONFIRMA QUE ESTÁ COM COVID 19. "NÃO ERA SÓ UM RESFRIADINHO"


Conforme o jornal Barão de Inohan publicou em primeira mão na noite da segunda feira 06/7, o presidente Jair Bolsonaro está com COVID 19 (https://obarao.blogspot.com/2020/07/urgente-com-febre-de-38-graus-bolsonaro.html).

No pronunciamento Bolsonaro disse que ao fazer o exame no domingo, fez também uma raio x dos pulmões e que estariam limpos, mas com o resultado confirmado no final da manhã da terça feira 07/7, Bolsonaro disse que estará iniciando um repouso (embora não consiga ficar parado) e sua agenda foi alterada.

Falando EDUCADAMENTE com a imprensa Bolsonaro pela primeira vez admitiu que a população tem que se cuidar, mas mesmo assim, culpou governadores e prefeitos pelo estado de pânico pelo qual o Brasil passa. Bolsonaro afirmou que está usando Hidroxicloroquina e que está se sentindo muito melhor.


Mulher que atacou verbalmente fiscal da Vigilância Sanitária no final de semana é demitida

Fiscal da Vigilância Sanitária do Rio diz após ataque: 'As agressões não me atingiram. Estou ali para protegê-los'


Tratou mal, se expôs e expôs os outros e DANÇOU!

A mulher que foi gravada atacando verbalmente o superintendente de educação e projetos da Vigilância Sanitária do Rio, Flávio Graça, foi demitida. Ela é engenheira química, com especialização em administração de empresas, e tem 39 anos. Em nota, a empresa de transmissão de energia Taesa, onde ela trabalhava, confirmou a decisão e afirmou que "compartilha a indignação da sociedade em relação a este lamentável episódio, sobretudo em um momento no qual o número de casos da doença segue em alta no Brasil e no mundo".

O episódio que gerou bastante repercussão, principalmente nas redes sociais, foi exibido neste domingo no programa "Fantástico", da TV Globo. Durante uma fiscalização em um bar por volta de 21h de sábado, dia 4, um casal foi filmado atacando Graça, que é médico-veterinário e conduzia a operação. Ambos excluíram perfis que mantinha em redes sociais.


— Você não vai falar com o seu chefe, não? — perguntou o homem a Graça, dando a entender que ele pagava o salário do superintendente.

Na mesma sequência, a mulher interrompe a conversa e afirma:

— A gente paga você, filho.

No momento da confusão, Flávio tenta explicar ao casal que existiam diversas irregularidades no espaço e que os frequentadores não poderiam ficar aglomerados para evitar uma contaminação em massa. Pelo decreto da Prefeitura, cada mesa com as cadeiras deve ficar com pelo menos dois metros de distância umas das outras. Ao informar a determinação, o cliente, alterado, disse:

— Cadê a sua trena? Eu quero saber como você mediu as pessoas.

Por fim, ao chamar o homem de cidadão, o ataque por parte da mulher:

— Cidadão, não. Engenheiro civil formado e melhor que você.

O espaço onde o casal estava foi multado, e o dono teve que fechar o bar. Após a veiculação da reportagem, Flávio — que é mestre e doutor pela Universidade Federal Rural do Rio (UFRRJ) — conversou com o EXTRA e lamentou a atitude da dupla. Ainda segundo o superintendente, outro homem, que num primeiro momento se apresentou com advogado do estabelecimento, quis interromper a inspeção. Não conseguiu. Logo depois, o advogado teria ido aos policiais militares que acompanhavam a ação e teria dito que era ele delegado e que a fiscalização tinha que ser suspensa. No entanto, a ação seguiu.

— Naquele dia, nós encontramos uma grande aglomeração no estabelecimento. Eu sempre registro a ação com um celular, para dar legitimidade. Quando eu passei a gravar, as pessoas começaram a se levantar. Não só aquela moça, mas outro rapaz. Eles vieram e disseram que eu não tinha direito de gravá-los e pediram direito à imagem. Logo em seguida, falaram que iriam anotar o meu nome — afirma Flávio.

Leia a nota da Taesa na íntegra:

A Taesa é uma companhia comprometida com a segurança e a saúde não apenas de seus empregados, mas também com o bem-estar de toda a sociedade. Desde o início da pandemia da Covid-19, a Taesa implementou inúmeras iniciativas para proteger a saúde de seus profissionais e seus familiares, como o home-office para 100% do seu quadro administrativo, e a adoção de diversas outras medidas de proteção para as equipes que operam em campo.

A companhia não compactua com qualquer comportamento que coloque em risco a saúde de outras pessoas ou com atitudes que desrespeitem o trabalho e a dignidade de profissionais que atuam na prevenção e no controle da pandemia.

A Taesa tomou conhecimento do envolvimento de uma de suas empregadas em um caso de desrespeito às leis que visam reduzir o risco de contágio pelo novo coronavírus e compartilha a indignação da sociedade em relação a este lamentável episódio, sobretudo em um momento no qual o número de casos da doença segue em alta no Brasil e no mundo.

A Taesa ressalta que segue respeitando o isolamento e as mais rigorosas regras de prevenção ao coronavírus e que a empregada em questão desrespeitou a política vigente na empresa. Diante dos fatos expostos, a Taesa decidiu por sua imediata demissão.

Fiscal da Vigilância Sanitária do Rio diz após ataque: 'As agressões não me atingiram. Estou ali para protegê-los'


Falta de respeito, intimidação e agressão verbal, quase física, por parte de alguns frequentadores de bares e restaurantes da cidade. É o que a Vigilância Sanitária e a Guarda Municipal do Rio têm enfrentado na reabertura de alguns estabelecimentos — que ficaram fechados por mais de três meses na pandemia do coronavírus — nos últimos dias, ao tentar conscientizar, fiscalizar e multar possíveis irregularidades. Na noite deste domingo, uma inspeção da Vigilância Sanitária, em comércios da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, terminou em agressão verbal a servidores da prefeitura. No local, muita gente sem máscara, grandes aglomerações e clientes tentando impedir a fiscalização municipal.

Na segunda-feira, após a reportagem do "Fantástico", da TV Globo, o superintendente de educação e projetos da Vigilância Sanitária, Fllávio Graça, atacado por um grupo de frequentadores, afirmou ao EXTRA que “a atitude deles manchou a imagem do carioca e dos estabelecimentos do Rio”. A fiscalização aconteceu por volta de 21h do último sábado, dia 4 de julho. Ao chegarem ao espaço, agentes da Vigilância Sanitária e da Guarda foram hostilizados por frequentadores. Nem mesmo diante das câmeras, um casal de clientes se inibiu. Sem nenhuma cerimônia, a dupla, que se apresentou como consumidores do espaço, atacou Flávio Graça, que é médico-veterinário e conduzia a operação.

— Você não vai falar com o seu chefe, não? — perguntou o homem a Flávio, dando a entender que ele pagava o salário do superintendente.

Na mesma sequência, a mulher interrompe a conversa e afirma:

— A gente paga você, filho.

No momento da confusão, Flávio tentou explicar ao casal — referindo-se ao homem como cidadão — que existiam diversas irregularidades no espaço e que os frequentadores não poderiam ficar aglomerados para evitar uma contaminação em massa. Pelo decreto da Prefeitura, cada mesa com as cadeiras deve ficar com pelo menos dois metros de distância uma das outras. Ao informar a determinação, o cliente, alterado, disse:

— Cadê a sua trena? Eu quero saber como você mediu as pessoas.

Por fim, ao chamar o homem de cidadão, o ataque por parte da mulher:

— Cidadão, não. Engenheiro civil formado e melhor que você.

Naquele dia, o espaço onde o casal estava foi multado, e o dono teve que fechar o bar. Após a veiculação da reportagem, Flávio — que é mestre e doutor pela Universidade Federal Rural do Rio (UFRRJ) — conversou com o EXTRA e lamentou a atitude do casal.

— Naquele dia, nós encontramos uma grande aglomeração no estabelecimento. Eu sempre registro a ação com um celular, para dar legitimidade. Quando eu passei a gravar, as pessoas começaram a se levantar. Não só aquela moça, mas outro rapaz. Eles vieram e disseram que eu não tinha direito de gravá-los e pediram direito à imagem. Logo em seguida, falaram que iriam anotar o meu nome — afirma Flávio.

— Posteriormente, começaram a falar palavrões, todos muito agressivos. Aquelas agressões não me atingiram, porque ali estou representando o estado para proteger a vida deles. Mas quando um deles chegou com o celular perto do nariz do repórter e iria agredi-lo, eu disse que, se ele encostasse no jornalista, eu iria dar voz de prisão e levá-lo para a delegacia — afirmou o superintendente.

'Ela achou que cidadão é ofensa e não é'
Ainda na confusão, um homem que se apresentou como representante do estabelecimento interveio:

— Um rapaz apareceu e afirmou que era um dos advogados (do espaço), tentando nos intimidar, e disse que era para parar a inspeção. Eu disse que não iríamos parar de fiscalizar. Então, ele foi aos PMs que nos ajudavam e pediu para me levarem para a delegacia. Naquele instante, ele se apresentou como delegado. Os militares disseram que a Vigilância Sanitária não estava fazendo nada de errado e só estava cumprindo a legislação — destaca Graça.

Indagado se ficou ofendido com os ataques dos frequentadores, o representante da Vigilância Sanitária foi categórico:

— Não cabe mais no Brasil o “Você sabe com quem está falando?”. Isso está ficando cada vez mais banido. Todo cidadão contribui com seus impostos para justamente nós o protegermos. Esse foi o princípio da cidadania que eles não exerceram. Ela achou que cidadão é ofensa e não é. Quando eles falam aquilo, não nos atingem. Todos são formados e com curso superior. Ficou feio para ela, para a imagem do carioca. Fica ruim para o estabelecimento, porque ele não representa a maioria dos lugares que sofreu tanto pela pandemia. Uma classe que foi arrasada, e agora muitos tentam retornar. Aquilo mancha a categoria. A Vigilância está a postos para proteger a sociedade do mau fornecedor — diz o fiscal.

As imagens que chocaram o país, segundo a Vigilância Sanitária, têm sido rotineiras nos últimos dias. No entanto, o órgão tem feito uma capacitação de seus agentes para que eles estejam preparados para receber provocações.

— Temos encontrado, principalmente nos últimos dias, pessoas que não estão entendendo o nosso papel. Estamos ali para defendê-las. Mas, infelizmente no Brasil, a gente não tem a cultura de prevenção. Muitos não gostam da fiscalização e se sentem agredidos. E muitas das vezes vão contra nós. Então, fazemos uma capacitação psicológica e técnica para estabelecer um padrão técnico durante as abordagens. Somos orientados a não responder às agressões. Quem está agredindo não está agredindo o fiscal. A pessoa, por estar errada, tenta desviar o foco do problema, tentando desestabilizar o fiscal. Então, dizemos que não é para eles revidarem a essa armadilha. Não queremos nos rebaixar àquele nível. Quem está errado que fique nervoso — diz o servidor.

Mais de 132 multas em quatro dias

Entre a última quinta-feira, dia 2, e este domingo, dia 5, a Vigilância inspecionou 180 estabelecimentos comerciais pela cidade. Desse número, 132 foram multados. Do total das operações, 108 foram em bares e restaurantes. Cinco foram fechados, e 56 multas foram aplicadas por falta de higiene, funcionamento irregular e aglomeração. No sábado, no dia em que a equipe da Vigilância Sanitária foi agredida na Barra da Tijuca, o órgão esteve dentro do restaurante onde a dupla de agressores estava.

No estabelecimento — que foi interditado e multado por aglomeração e falta de higiene, principalmente na cozinha e nos banheiros —, os fiscais apreenderam 94 quilos de carnes e queijos impróprios para consumo. Caso o empresário queira reabrir seu negócio novamente, ele terá que readequar as instalações.

De acordo com a Vigilância, até agora os fiscais estiveram em quase 30 bairros da capital fluminense. Entre eles, Leblon e Botafogo, na Zona Sul; Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Bangu e Campo Grande, na Zona Oeste; e na Zona Norte, na Tijuca e em Bonsucesso.

Para o empresário e presidente do Sindicato de Bares e Restaurantes, Fernando Blower, “alguns clientes se excederam, de fato, e a gente é contra qualquer tipo de aglomeração que gere risco. É importante que a população respeite as regras e também o funcionamento dos estabelecimentos”.

A assessoria da Vigilância Sanitária afirmou que o órgão “continuará exercendo seu papel de proteger a população dos riscos higiênico-sanitários que existem nas aglomerações e no comportamento descuidado de uma parcela da população. E seguirá nas ações de fiscalização. Os fiscais são orientados a continuar seu trabalho, sem responder a hostilidades”.

A reportagem não conseguiu localizar o casal de agressores.


Fonte: EXTRA

segunda-feira, 6 de julho de 2020

URGENTE: Com febre de 38 graus, Bolsonaro tem suspeitas de coronavírus. Primeiro teste dá positivo para Covid

Presidente, que suspendeu a agenda, já fez o teste de Covid-19 e resultado oficial sai nesta terça-feira, mas extraoficialmente, o resultado deu positivo para Covid


O presidente Jair Bolsonaro, que recorrentemente é visto sem usar máscara de proteção, está com sintomas e suspeitas de ter sido infectado pela Covid-19.


Bolsonaro tem 65 anos e integra o grupo de risco. Ao repórter Leandro Magalhães, da CNN Brasil, o capitão da reserva informou que está com 38 graus de febre.


Ele já realizou o teste de Covid-19 com médicos no Palácio da Alvorada e suspendeu sua agenda até sexta-feira (10). O resultado oficial do exame sai nesta terça-feira (7). De acordo com a CNN Brasil, Bolsonaro já estaria, inclusive, tomando cloroquina.


O Palácio do Planalto ainda não se pronunciou oficialmente sobre as suspeitas, mas fontes de dentro do Palácio afirmam que o primeiro teste deu positivo para Covid 19.


MARICÁ ULTRAPASSA OS 1500 CASOS CONFIRMADOS DE COVID. PAT É PRORROGADO E PEQUENOS EMPRESÁRIOS RECEBEM 7 MILHÕES EM AUXÍLIOS.


A Prefeitura, através da Secretaria de Saúde, vem por meio de boletim divulgar diariamente as informações a respeito das medidas de prevenção quanto à propagação do novo coronavírus, mesmo não tendo caso confirmado na cidade.

Vale ressaltar que a Prefeitura criou uma área específica no site com todas as informações referentes ao Novo Coronavírus. 

O jornal Barão de Inohan e o Informativo CulturarTEEN estão juntos com a prefeitura nesta luta, pelas informações corretas e VERDADEIRAS, sem promover pânico desnecessário.


• Lançado pela Prefeitura de Maricá em maio, como uma das principais medidas de suporte à economia local durante a pandemia de Covid-19, o Fomenta Maricá já liberou mais de R$ 7 milhões para micro e pequenos empresários maricaenses. Atualmente, há 21 pedidos em análise de documentação, e já foram firmados 210 contratos. O Fomenta Maricá tem duas linhas de crédito: uma com juro zero, para valores entre R$ 300 e R$ 21 mil, e outra, de R$ 21.001 até R$ 40 mil, com juros de 3% ao ano e tarifas subsidiadas. Segundo o secretário Magnum Amado, ainda há centenas de solicitações em triagem, devido à falta de alguma documentação. Técnicos da secretaria estão entrando em contato com esses empresários, para ajudá-los a obter e encaminhar os documentos exigidos;

• Outra medida de combate aos efeitos econômicos da pandemia, o Programa de Amparo ao Trabalhador (PAT) foi ampliado por mais três meses. A prorrogação foi aprovada na Câmara Municipal nesta segunda feira (06/07) e segue para sanção do prefeito Fabiano Horta. Iniciado em abril, o PAT beneficia mais de 20 mil pessoas, que recebem um salário mínimo (R$ 1.045), convertido em Mumbucas. Com isso, já foram injetados cerca de R$ 64 milhões na economia local;

• Maricá registra, até esta segunda-feira (06/07), 1.510 casos confirmados de Covid-19, com 57 óbitos e 1.302 pacientes curados da doença;

• A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro informa que registra, até esta segunda-feira (06), 121.879 casos confirmados e 10.698 óbitos por coronavírus no estado. Foram descartados 301 casos e 101.554 pacientes se recuperaram da doença.

CONFORME O BARÃO INFORMOU DESDE O DIA 16/6, PAT É PRORROGADO POR MAIS 3 MESES


Conforme informamos em primeira mão (e em parceria com o Itaipuaçu Site) em 16 de junho, o PAT (Programa ede Auxilio ao Trabalhador) de Maricá foi prorrogado por mais três meses. Criado como uma das medidas de combate aos efeitos econômicos provocados pela pandemia da Covid-19, como forma de proteger e ajudar a economia local.

Mas nesse meio tempo, fomos chamados de BOATEIROS pelo site LSM e as demais mídias de Maricá não publicaram noticia sobre o fato, achando que o fato poderia não acontecer. Porém, no dia 17 de junho, após a publicação do Barão de Inohan, o jornal O Dia fez a mesma publicação nas suas versões on line e impressa. Mas ainda assim pairava dúvidas pelos incrédulos e o Barão sempre manteve seu posicionamento e informava que o PAT seria prorrogado. Na sessão (on line) da segunda feira 29/6 da Câmara de Maricá, o presidente da casa de leis confirmou que o auxilio seria prorrogado. Ainda na última sessão de março, quando o programa foi aprovado, havia no texto a possibilidade de prorrogação por até três meses, fato que foi confirmado pelo prefeito Fabiano Horta em entrevista exclusiva de Marcelo Bessa durante a inauguração do parque a céu aberto no Parque Nancy na sexta feira 03/7 e votado na sessão da Câmara de 06 de julho.

A prorrogação foi aprovada na Câmara Municipal em sessão na segunda-feira (06/07) e agora segue para sanção do prefeito Fabiano Horta. Iniciado em abril, o programa desenvolvido pela Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Comércio, Indústria, Petróleo e Portos, conta com mais de 20 mil beneficiários. 

O PAT é uma medida para atender aqueles trabalhadores informais e autônomos prejudicados pela pandemia. O programa concede o pagamento de um salário mínimo (R$ 1.045), convertido em Mumbucas. Com isso, já foram injetados cerca de R$ 64 milhões na economia local desde seu início.

“A prorrogação é a continuidade da política implementada pela Prefeitura para manutenção da economia durante a pandemia. É garantir, assim como o  Renda Básica de Cidadania (RBC), a manutenção dos trabalhadores que seguem sofrendo o impacto direto pelas restrições referentes ao isolamento”, disse o responsável pela pasta, Magnun Amado. 

Ainda de acordo com o secretário, os impactos da Covid-19 seguem trazendo ao poder público a necessidade de garantir direitos básicos para manutenção e subsistência de milhares de trabalhadores formais e informais. Somente no último trimestre no Brasil, 7,8 milhões de pessoas perderam seus empregos, destes, 5,8 milhões eram trabalhadores informais. 

“Aqui em Maricá, no mês de maio conseguimos admitir mais do que demitir. No acumulado do ano somos uma das cidades que menos perdeu empregos, o que demonstra claramente o papel das políticas desenvolvidas. O PAT é uma delas e que vai garantir pelos próximos meses a manutenção dessas condições emergenciais aos informais, autônomos profissionais liberais e microempreendedores individuais”, afirmou. 

Para receber o benefício é preciso ser morador de Maricá (apresentar comprovante de residência de janeiro, fevereiro e março) e ter renda familiar de até cinco salários mínimos. 

Em março, foram votadas e aprovadas em sessão extraordinária na Câmara Municipal as alterações da lei que cria o PAT. Entre as mudanças estão a comprovação da atividade como autônomo, microempreendedor individual, profissional informal ou liberal como requisitos necessários para receber o benefício. Também foi revogada a medida que exigia do trabalhador a autorização para funcionamento emitido pela prefeitura.

CAPITAL COM MAIS MAIS MORTES PERCENTUAIS NO BRASIL, TEM RETORNO ÀS AULAS LIBERADO

Escolas particulares optam por retorno escalonado às aulas presenciais em Manaus


Com o início do quarto ciclo do plano de reabertura gradual do comércio e atividades não essenciais de Manaus na segunda-feira, 6/7, as creches, escolas e universidades da rede privada estão autorizadas a funcionar novamente. Entretanto, nem todas as instituições de ensino optaram pela volta das atividades presenciais .

A reportagem esteve em algumas escolas particulares da capital nesta manhã e constatou que parte delas optaram pela volta às aulas presenciais somente na próxima semana, pois ainda estão em fase de planejamento.

O Instituto Batista do Amazonas, no bairro Adrianópolis, e a Bebê Bombom, no bairro São Francisco, ambos na zona centro-sul de Manaus, por exemplo, ainda estão passando por uma fase de transição para o retorno das atividades.

O colégio Anchieta, no bairro Cachoeirinha, zona sul, retornou na manhã desta segunda com medição de temperatura dos alunos, ocupação de 50% das salas e rodízio de estudantes. Somente o Fundamental 1 e 2 foram retomados. O colégio ainda organiza a reabertura das séries seguintes e também do ensino infantil. A escola informou que todos os estudantes que estavam previstos para a volta no rodízio compareceram às aulas.


As escolas da rede pública estadual e municipal permanecem sem data definida para o retorno. Entretanto, há propostas apresentadas pela Seduc (Secretaria de Educação do Amazonas) para viabilizar o retorno, como a volta das atividades de forma híbrida (presencial e não presencial) e levantamento entre os professores e alunos para verificar as pessoas que estão em grupos de risco ou infectadas pelo coronavírus.

A Semed (Secretaria Municipal de Educação) iniciou na última semana os testes de Covid-19 em 11 mil professores e demais servidores como parte do protocolo de retorno às aulas da rede municipal.

Marcus Vinicius Guerra, doutor em infectologia e diretor-presidente da FMT (Fundação de Medicina Tropical Dr Heitor Vieira Dourado) alertou para a necessidade de testagem em massa e medidas de prevenção na volta às aulas como forma de reduzir riscos. Segundo o infectologista, a faixa etária dos estudantes foi a menos atingida até o momento, mas não livra as crianças e adolescentes do risco de contágio.