segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Após suspensão por atraso em repasse, Bilhete Único volta a funcionar no RJ



As empresas de ônibus e o metrô do Rio de Janeiro suspenderam nesta segunda-feira (5) o desconto do Bilhete Único Intermunicipal, devido a um atraso de uma semana nos repasses do governo do Estado, responsável por subsidiar benefício. Notificadas da decisão liminar da Justiça fluminense, publicada no domingo (4), as concessionárias que administram os serviços de transporte público informaram que "estão tomando providências" para voltar a cobrar tarifa reduzida aos usuários.
Em nome das outras concessionárias, a Fetranspor (Federação de Empresas de Transporte de Passageiros do Rio) informou, em nota, que "o sistema de cobrança de cada modal já está sendo atualizado para a continuidade do benefício tarifário". Às 18h10, a reportagem do UOL foi avisada por passageiros de que ônibus ainda cobravam o valor sem descontos. Pouco antes, outra usuária disse que o Bilhete Único já funcionava normalmente.
A Fetranspor informou ainda que as empresas vão recorrer da decisão judicial. "A suspensão do repasse do subsídio previsto em lei pode comprometer a manutenção e a continuidade das operações das empresas", justificou.
A liminar abrange todo o sistema integrado de ônibus, barcas, metrô, trens e vans legalizadas da região metropolitana fluminense.
Pela manhã, os cartões do Bilhete Único eram aceitos normalmente, mas sem o desconto estipulado pelas regras contratuais. Com isso, no deslocamento integrado entre municípios, o usuário paga o teto tarifário de R$ 6,50 nos ônibus intermunicipais e no metrô.
Em caso de descumprimento da medida, a pena estipulada pela juíza Andréia Florêncio Berto era de R$ 500 mil por dia.
Mais cedo, a central de atendimento do Riocard (cartão do Bilhete Único) confirmou a suspensão do desconto no sistema metroviário para passageiros de fora da capital fluminense.
A Supervia e a Barcas S/A informaram ter cumprido desde o início do dia a decisão da Justiça e que o benefício foi mantido nos dois modais.
Para a Justiça, a recusa do Bilhete Único provoca prejuízo à mobilidade urbana. Em despacho, a magistrada Andréia Florêncio Berto, do Plantão Judiciário do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio), a suspensão do benefício não pode ser feita de "maneira abrupta e unilateral".
Andréia diz ainda não ser "razoável" que o "atraso de apenas uma semana" justifique a interrupção do desconto no Bilhete Único. Ela lembra que, de acordo o contrato, isso só poderia ocorrer após 90 dias de inadimplência. A Fetranspor e a Secretaria de Estado de Transporte foram consultadas, mas não souberam precisar o período atualizado de atraso nos repasses.
"Os contratos administrativos só podem ser rescindidos se o atraso superar 90 dias. Não é razoável que o atraso de apenas uma semana no pagamento do subsídio possa gerar a interrupção de um programa que foi integral e pontualmente cumprido ao longo dos últimos seis anos", afirmou a juíza.

GOVERNO DO ESTADO GARANTE PAGAMENTO ATÉ DIA 15

Em reunião hoje a tarde no Palácio Guanabara, o governo do estado garantiu que fará o repasse até o próximo dia 15. Até lá, o valor deverá ultrapassar os R$ 15 milhões.

CERCO SE FECHA: Renan é afastado da presidência do Senado

Ministro do STF Marco Aurélio Mello acatou pedido da Rede


Renan Calheiros (PMDB-AL) foi afastado da presidência do Senado Federal nesta segunda-feira (5). 

A decisão foi acatada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello, que atendeu a um pedido feito pelo partido Rede Sustentabilidade. A decisão é liminar, ou seja, provisória.

O ministro concordou com o argumento de que réu não pode estar na linha de sucessão da Presidência da República.

"Defiro a liminar pleiteada. Faço-o para afastar não do exercício do mandato de Senador, outorgado pelo povo alagoano, mas do cargo de Presidente do Senado o senador Renan Calheiros. Com a urgência que o caso requer, deem cumprimento, por mandado, sob as penas da Lei, a esta decisão. Publiquem", diz decisão do ministro divulgada no início desta noite no site do STF.

Réu

No dia 1º, a maioria dos ministros do STF decidiu tornar réu Renan Calheiros por crime de peculato. Por 8 votos a 3, os ministros acolheram a denúncia oferecida pela PGR contra o peemedebista. Peculato é um crime de desvio de dinheiro público por funcionário que tem a seu cargo a administração de verbas públicas.

No caso, que tramita desde 2007, Renan é acusado de receber propina da construtora Mendes Júnior para apresentar emendas que beneficiariam a empreiteira. Em troca, teve despesas pessoais da jornalista Monica Veloso, com quem mantinha relacionamento extraconjugal, pagas pela empresa.

O presidente do Senado apresentou ao Conselho de Ética do Casa recibos de venda de gados em Alagoas para comprovar um ganho de R$ 1,9 milhão, mas os documentos são considerados notas frias pelos investigadores e, por conta disso, Renan foi denunciado ao Supremo. Na época, o peemedebista renunciou à presidência em uma manobra para não perder o mandato.

A investigação começou em 2007, mas a denúncia só foi oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em 2013. O caso estava sob a relatoria do ministro Ricardo Lewandowski, mas passou para as mãos do ministro Edson Fachin em junho de 2015. No último ano, imbróglios envolvendo mudança de advogados de Renan e um aditamento feito pela PGR atrasaram ainda mais a liberação do caso para julgamento. Renan passa agora a responder a uma ação penal.

Outros casos

Renan é alvo de mais 11 investigações no Supremo. O último inquérito contra o peemedebista foi aberto no dia 18 deste mês, quando o ministro Dias Toffoli autorizou a realização de diligências solicitadas pela PGR em um desdobramento das investigações sobre o caso Mônica Veloso.

Os investigadores querem mais informações sobre uma movimentação financeira de R$ 5,7 milhões de Renan, considerada incompatível com a renda do parlamentar. Além disso, ele é alvo de oito inquéritos no âmbito da Operação Lava Jato, um dentro da Operação Zelotes e outro por desvios nas obras da usina de Belo Monte.


O senador tem afirmado estar "tranquilo e confiante na Justiça brasileira" e que ele é o "maior interessado nesse julgamento". Seu defensor, Aristides Junqueira, afirmou nesta quinta que o STF não conseguiria provar que Renan praticou crime de peculato.


Petista assume presidência do Senado após Renan


E como aquilo que já está ruim, ainda pode piorar, com o afastamento do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) pelo STF, assume o comando do Senado, o primeiro vice-presidente Jorge Viana (PT-AC). 

Município do Rio não tem mais nenhum restaurante popular aberto

Com o encerramento das atividades dos restaurantes populares de Irajá e Niterói, a partir desta segunda-feira, a cidade do Rio não conta com mais unidade do programa do governo do estado em funcionamento. O anúncio feito há três meses pelo prefeito Eduardo Paes, de que o município assumiria oito bandejões para evitar que fechassem as portas, ficou só na promessa.


Dos 16 restaurantes do programa da Secretaria estadual de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASD), apenas quatro unidades ainda servem refeições: Campos dos Goytacazes, Duque de Caxias, Nova Iguaçu e Volta Redonda.

No dia 19 de setembro, o prefeito se reuniu com representantes da SEASD e das oito empresas responsáveis pelos bandejões que serviam refeições a R$ 2 no Rio. Na ocasião, Paes se comprometeu a arcar com o gasto mensal de R$ 2 milhões até o fim de seu mandato, para manter as unidades abertas. Na semana seguinte, a Procuradoria Geral do Município (PGM) encaminhou a minuta do termo de convênio ao governo do estado, para firmar o acordo.

A prefeitura diz que o estado não devolveu o documento, o que impossibilitou a concretização do convênio. Já o estado diz que solicitou uma alteração, e enviou o documento novamente ao procurador Fernando Dionísio, que não respondeu até hoje.

De acordo com a SEASD, o governo voltou a acionar a prefeitura, em busca de respostas no dia 4 de outubro — dois dias após o primeiro turno das eleições, que tirou do pleito Pedro Paulo, o candidato de Paes. “Não houve nova tramitação no processo. Até o presente momento, o convênio continua na PGM, certamente passando por avaliação jurídica”, informou a secretaria.

A prefeitura afirma que, agora, a decisão sobre o acordo deverá ser feita no próximo mandato, pelo prefeito eleito, Marcelo Crivella.


Não só a Lava Jato, mas duas outras operações podem complicar Lula

Ex-presidente deveria temer mais Zelotes e Janus


Lava Jato? O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deveria temer as operações Zelotes e Janus, segundo o colunista do Metro Jornal Cláudio Humberto.

Fontes ligadas às investigações observam que o ex-presidente insiste em atacar a Lava Jato, mas deveria se preocupar mais com outras duas outras operações, Janus e Zelotes, que não são do juiz Sérgio Moro.

A Operação Janus investiga Lula e pessoas ligadas a ele em contratos da Odebrecht na África. Já a Zelotes cuida da corrupção no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) e da compra e venda de medidas provisórias, com a participação do filho dele, Luiz Cláudio.

“Essas duas operações complicam muito mais o Lula”, admitiu um investigador da força-tarefa da Lava Jato à coluna.

Procuradores afirmam ter elementos sobre a participação do petista tentando neutralizar, no Carf, multas aplicadas em grandes empresas.

O juiz da 10ª Vara Federal do DF, Vallisney de Souza Oliveira, 51, é o responsável pela Zelotes. É temido por ser técnico e preparado.

Não por acaso, políticos enrolados tentam desqualificar o juiz Vallisney, como destaca o colunista. Mas o magistrado tem sido implacável no combate à corrupção.

Fetranspor afirma que não houve notificação de liminar e suspensão de Bilhete Único está mantida


A suspensão do Bilhete Único Intermunicipal segue programada para acontecer no primeiro minuto desta segunda-feira, dia 5. Apesar da Justiça ter decidido, na tarde deste domingo, em favor da continuação do sistema que beneficia cinco milhões de passageiros no Estado do Rio, a Fetranspor afirmou que as concessionárias não foram notificadas oficialmente. O anúncio da interrupção do sistema havia sido feito na sexta-feira pela federação, em nota conjunta com a CCR Barcas, Metrô Rio e SuperVia.
A medida proferida pela juíza Andréia Florêncio Berto, em caráter liminar, prevê uma multa de R$ 500 mil por dia de descumprimento às empresas. A federação, no entanto, alega que, assim que for notificada, cumprirá o determinado.

Governo do Estado tem dívida
O motivo da suspensão é a falta de pagamento do Estado às empresas concessionárias, referentes aos subsídios do sistema. No anúncio feito, a Fetranspor afirmou ainda que foram atendidas todas as solicitações do governo para a extensão dos prazos de validade dos benefícios, no aguardo de uma solução. Apesar da Secretaria de Transportes reconhecer atraso no pagamento na última semana — devido aos arrestos feitos e à crise —, o Procurador-Geral do Estado, Leonardo Espindola, defendeu na Justiça que a suspensão do sistema não pode ser feita de maneira abrupta e unilateral e que os contratos administrativos só podem ser rescindidos se o atraso superar 90 dias. A dívida, segundo a secretaria, é de cerca de R$ 10 milhões.


domingo, 4 de dezembro de 2016

E O AUMENTO DO SALÁRIO DO PREFEITO E DO ALTO ESCALÃO, SAI OU NÃO SAI?

Presidente da Câmara de Maricá é contra reajuste salarial para vereadores, prefeito e alto escalão devido a crise econômica que atinge o país

Foto: Paulo Celestino

O presidente da Câmara de Vereadores de Maricá, Chiquinho (PP)   está com uma batata quente nas mãos para  resolver amanhã na sessão ordinária marcada para às 16 horas. Ele tem a prerrogativa de colocar em pauta ou não, para segunda e última votação, o pedido de reajuste dos salários do prefeito, vice, secretários municipais, corregedor geral e procurador geral. O projeto de lei é do atual prefeito Washington Quaquá (PT), de férias até o dia 18 deste mês, que encerra seu segundo mandato no próximo dia 31 de dezembro.

Hoje, no seu perfil do faceboock, Chiquinho afirmou que é contra aumento salarial e reproduzimos na íntegra, sem mexer no texto:

“É INADMISSÍVEL, que em plena crise econômica onde os trabalhadores sofrem com o desemprego, tenha a solicitação de aumento de salários. Vemos o discurso de corte de despesas, através da justificativa de crise econômica, então temos que ter a mesma consciência quando o assunto é o salário daqueles que são eleitos com o DEVER de garantir o bem-estar da população”. 

Ontem, o presidente da Câmara Municipal de Maricá afirmou que o salário dos vereadores para o quadriênio 2017-2020 não será reajustado. Atualmente, cada parlamentar ganha bruto  R$ 10.200,00 e líquido R$ 7.762,00.

“O reajuste é uma fixação legal de que a cada quatro anos deve ter seu subsídio alterado para a próxima legislatura, em até 25% do que ganha um deputado estadual,  mas aqui não haverá alterações”, garantiu Chiquinho.

Como presidente da Câmara, Chiquinho tem a prerrogativa de não incluir em pauta este projeto de lei do Executivo, que fixa salários em torno de R$ 25 mil para prefeito e R$ 17 mil para secretários, procurador geral e corregedor geral. O reajuste seria de quase 32%. Atualmente, o presidente da Empresa Pública de Transportes (EPT) tem salário de  R$ 22 mil. Uma pergunta: pode isso Arnaldo?

Chiquinho (PP) e Felipe Auni (PSD) são os únicos vereadores oposicionistas ao governo Quaquá. Já os outros nove vereadores nunca votaram contra as mensagens do prefeito, mesmo que não atendam as necessidades da população maricaense. São eles: Hélter Ferreira e Aldair de Linda, ambos do PT, Adelso Pereira (não reeleito) e Frank Costa, ambos do Solidariedade, Tatai (PTB), Bubute (PV), Bidi, do PR e não reeleito, Robson Dutra (PEN) e Felipe Bittencourt (PMDB). 

No próximo quadriênio serão 17 e não mais 11 vereadores e 6 formarão um bloco partidário de oposição ao prefeito eleito Fabiano Horta (PT). O vereador eleito Fabrício Bittencourt (PTB), ex-secretário municipal de Habitação e de Segurança, será o líder do governo na Câmara, cargo hoje ocupado por Robson Dutra nome forte, juntamente com o de Aldair de Linda, para suceder Chiquinho na presidência.

Caso o reajuste salarial não seja votado até o dia 16 de dezembro, quando começa o recesso parlamentar, o projeto de lei será arquivado.

GILSON BARCELLOS 

Governo do Rio consegue liminar na Justiça para manter o Bilhete Único

O Governo do Estado conseguiu, neste domingo, uma liminar na Justiça, por meio da Procuradoria Geral do Estado, para manter o Bilhete Único. A juíza Andréia Florêncio Berto, do Plantão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio, determinou que Fetransport, Riocard, Metro Rio, Supervia e Barcas S/A continuem aceitando o Bilhete Único Intermunicipal dos usuários de transporte, sob pena de multa de R$ 500 mil por dia de descumprimento da decisão judicial.
As concessionárias tinham anunciado que suspenderiam o benefício a partir da zero hora desta segunda-feira. O governo afirma que A interrupção do Bilhete Único não pode ser feita de maneira abrupta e unilateral
— Os contratos administrativos só podem ser rescindidos se o atraso superar 90 dias. Não é razoável que o atraso de apenas uma semana no pagamento do subsídio possa gerar a interrupção de um programa que foi integral e pontualmente cumprido ao longo dos últimos seis anos — afirmou o Procurador-Geral do Estado, Leonardo Espindola,
Para Espíndola, a decisão da Justiça significa o restabelecimento do respeito às regras contratuais do Estado com as concessionárias.

— A interrupção do Bilhete Único não pode ser feita de maneira abrupta e unilateral. Os contratos administrativos só podem ser rescindidos se o atraso superar 90 dias. Não é razoável que o atraso de apenas uma semana no pagamento do subsídio possa gerar a interrupção de um programa que foi integral e pontualmente cumprido ao longo dos últimos seis anos – afirmou.
Na ação da PGE, os Procuradores do Estado alegam que a suspensão do uso do Bilhete Único “além do relevante e praticamente irrecuperável prejuízo financeiro dos cidadãos, acarretaria graves danos à ordem pública” e que “a repentina recusa do Bilhete Único pelos delegatários dos serviços de transporte público de passageiros simplesmente vai impor, no curso da crise financeira estadual sem precedentes, danos ainda maiores à população que será surpreendida pela perda imediata do benefício”.

Portanto, por força de liminar da justiça, tudo continua normal com o BILHETE ÚNICO e não haverá nenhuma paralisação de sua aceitação a partir da meia noite desta segunda feira, como as concessionárias haviam previsto.

Protestos a favor da Lava Jato e contra a corrupção

Manifestantes defendem o projeto original das 10 medidas contra a corrupção
Multidão em Copacabana contra a corrupção e a afavor da LAVA JATO
Manifestantes tomaram as ruas, neste domingo, em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife e outras cidades brasileiras para protestar contra a corrupção, com foco em parlamentares e no presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e numa demonstração de apoio à operação Lava Jato.

Segundo a Polícia Militar, aproximadamente 15 mil pessoas estiveram presentes na manifestação ocorrida na Avenida Paulista, em São Paulo. Manifestantes declararam apoio à Lava Jato e ao pacote de medidas de combate à corrupção apresentado pelo Ministério Público Federal (MPF) ao Congresso Nacional, proposta que foi alterada pelos deputados federais nesta semana. 


O fim do foro privilegiado, a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também estavam na pauta dos protestos. Às 17h40, os manifestantes começaram a se dispersar do local.

No Acre, terminou o protesto em Rio Branco. A chuva que cai na tarde deste domingo (4) acabou atrapalhando o ato, segundo a organização, que estima ao menos mil participantes. Durante a ação eles lavaram bandeiras do Brasil enquanto liam os nomes dos deputados federais que votaram a favor das mudanças no pacote anticorrupção. A Polícia Militar não acompanhou o protesto, organizado por membros do Movimento Vem Pra Rua e membros do Ministério Público do Estado.

No Mato Grosso do Sul, as manifestações já foram encerradas nas cidades de Campo Grande e Dourados.

Floripa

Em Florianópolis, a manifestação foi encerrada às 19 horas. Uma hora antes, uma passeata passou por uma faixa interditada da Avenida Beira-Mar Norte. A organização diz que havia 10 mil participantes, mas a PM estimou o número em 4 mil.

Fortaleza
Em Fortaleza, no Ceará, o ato a favor da Lava jato na Praça Portugal, a 1,5 km da orla, terminou por volta das 18h30, sem caminhadas. Os organizadores dizem que 5 mil pessoas participaram e a PM não irá divulgar uma estimativa.

Em Guarapuava, na região central do Paraná, a manifestação começou às 16h na Praça Cleve, no Centro. Os manifestantes vestiam verde e amarelo e levavam faixas com frases contra a corrupção, pedindo a aprovação do texto original das 10 medidas contra a corrupção, elaborado pelo Ministério Público Federal (MPF), e a saída do presidente do Senado Renan Calheiros. A organização informou que 800 pessoas participaram do evento, já a PM contou 250.
Por volta das 17h30 o grupo saiu em caminhada pelas principais ruas da cidade. O ato terminou por volta das 18h, na Rua XV de Novembro.

Manifestantes se reúnem, no Rio, em defesa da Lava Jato e contra a corrupção


Chuva e vento na manhã deste domingo (4) não intimidaram manifestantes que foram a Copacabana, Zona Sul do Rio, participar de um protesto em defesa da Operação Lava Jato, e contra as mudanças nas medidas propostas pelo Ministério Público Federal para combater corrupção.
"As principais [pautas] são: primeiro, defesa total à Lava Jato; as dez medidas sorrateiramente empurradas e modificadas; contra esse jogo sujo e antigo de fazer política, achando que é o quintal da casa deles e contra a corrupção em geral", disse uma das coordenadoras do Vem Pra Rua, Adriana Balthazar.

A concentração começou tímida por volta das 10h e, logo depois, se multiplicaram as camisas amarelas, guarda-chuvas e capas com as cores da brandeira brasileira.
Muitos dos que foram ao bairro da Zona Sul carioca exibiam cartazes com mensagens de apoio ao juiz Sérgio Moro, encarregado por julgar processos ligados à Lava Jato.
Ambulantes aproveitavam para vender "pixulecos", apelido dado a bonecos infláveis caracterizados como políticos. Entre os personagens, a tradicional representação dos ex-presidentes Lula e Dilma vestidos como presidiários. A inovação era um bonequinho do juiz Sérgio Moro vestido de super-herói.

No meio da multidão que se formava, um homem e um cavalo surgem e atraem os olhares de curiosos. O empresário Luiz Carlos Demoner, de 68 anos, e o cavalo Oásis já estiveram em outras manifestações este ano. Mais uma vez, o dono do animal diz ter vindo de Xerém, município da Baixada Fluminense, para fazer coro aos manifestantes que pedem a saída de políticos.

"O povo está muito humilhado, oprimido. Não tem emprego, não tem segurança, não tem trabalho, não tem nada. Nesse Brasil não tem mais nada. Esses políticos não têm vergonha na cara e infelizmente a gente está pagando o preço. Eu vou dizer uma coisa para você que é jovem [se referindo ao repórter]: eu tenho direito de fazer isso aqui, ó, montar nesse cavalo e vir aqui, em Copacabana. Eles [os políticos] não podem sair, ir a lugar nenhum", disse. Por volta das 14h, os manifestantes começaram a dispersar.

sábado, 3 de dezembro de 2016

Jornalistas mortos em acidente aéreo da Chapecoense são velados no Rio

Cerimônias de despedida serão realizadas nas sedes de alguns clubes de futebol da cidade.



Os jornalistas do Rio que morreram na queda do voo que transportava a delegação da Chapecoense do Brasil para a Colômbia serão velados neste sábado (2). As cerimônias de despedida serão realizadas nas sedes de alguns clubes de futebol da cidade. 

Os três jornalistas da TV Globo que faleceram no acidente aéreo serão velados no salão nobre do clube Botafogo de Futebol e Regatas, em General Severiano, Zona Sul do Rio. Os corpos do repórter Guilherme Marques, do produtor Guilherme Van Der Laars e do repórter cinematográfico Ary Júnior deixaram a Colômbia nesta sexta-feira (2) e chegaram ao Botafogo por volta de 13h, com uma hora de atraso em relação ao horário previsto inicialmente.
Marques e Lars eram torcedores do clube e darão nome a duas cabines de imprensa do Estádio Nilton Santos. Colegas, familiares e até pessoas que sequer conheciam os três jornalistas começaram a chegar ao local por volta de 11h.

Os corpos de outros dois jornalistas serão velados na sede do Clube de Regatas Flamengo e o sexto corpo terá o velório realizado nas dependências do Fluminense Football Club, em Laranjeiras, também na Zona Sul.

Vítimas
Entre as vítimas do acidente estão jogadores do time catarinense, comissão técnica, dirigentes, jornalistas e a tripulação do avião, que pertencia à empresa boliviana LaMia e havia sido fretado para transportar o time, que iria disputar a primeira partida da final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional.

Sobreviveram à queda seis pessoas. Entre eles, estão os jogadores Alan Ruschel, Follmann, que teve uma perna amputada, e Neto, que está em estado crítico. Também foram resgatados com vida o jornalista Rafael Henzel, o técnico da aeronave Erwin Tumiri e a comissária de bordo Ximena Suarez.

Falta de combustível
A aeronave com a delegação da Chapecoense estava sem nenhum combustível ao cair, apontam os resultados preliminares da investigação do acidente, divulgados na noite desta quarta-feira (30). A aeronave, que havia saído de Santa Cruz de la Sierra (Bolívia) rumo a Medellín, bateu contra uma montanha na cidade de La Unión.

"Podemos afirmar claramente que a aeronave não tinha combustível no momento do impacto", disse Freddy Bonilla, secretário de Segurança Aérea da Colômbia.

A constatação da ausência de combustível se deu nas primeiras inspeções dos destroços do avião, afirmou Bonilla. Diante das evidências, segundo ele, os investigadores trabalham com a hipótese de "pane seca", quando a falta de combustível faz parar os sistemas elétricos da aeronave. "Iniciamos uma apuração para esclarecer o motivo pelo qual essa aeronave estava sem combustível no momento do impacto", disse o secretário.

A tripulação do Avro RJ-85 da companhia aérea boliviana LaMia pediu prioridade para pousar em razão da falta de combustível à 0h48 (horário de Brasília). Quatro minutos depois, à 0h52, declarou emergência. Os destroços foram encontrados a 17 km do aeroporto José María Córdova.

BILHETE ÚNICO PARALISADO A PARTIR DE SEGUNDA

Bilhete Único Intermunicipal será suspenso a partir desta segunda-feira

Cartões de transporte continuarão a ser aceitos, mas sem os descontos previstos na regra tarifária


A partir de segunda-feira, os 5,3 milhões de usuários do Bilhete Único (BU) do estado não terão mais os descontos tarifários concedidos nas viagens intermunicipais. Com uma dívida de R$ 10 milhões com as concessionárias de transporte por falta de repasses dos subsídios do programa, o governo estadual não cumpriu a última promessa de quitar o débito até esta sexta-feira. Diante disso, a CCR Barcas, a Fetranspor (que representa as empresas de ônibus), o MetrôRio e a SuperVia anunciaram a suspensão do benefício.
"Depois de sucessivas postergações no pagamento integral dos repasses dos subsídios pelo Governo do Estado, as concessionárias de transporte público informam que, a partir da zero hora de segunda-feira, dia 5 de dezembro, os usuários beneficiados pelo Bilhete Único Intermunicipal não terão mais acesso ao desconto tarifário ao embarcarem em barcas, metrô, ônibus, trens e vans legalizadas na Região Metropolitana”, afirmaram as empresas em nota.
Segundo as companhias, a suspensão está prevista na Lei estadual nº 5.628/2009, na hipótese de o estado não depositar o valor do subsídio. Criado há seis anos, o BU permite que passageiros de 20 municípios utilizem até dois meios de transporte, sendo pelo menos um intermunicipal, em um intervalo de 3 horas pelo preço de R$ 6,50. A diferença entre o valor cheio das tarifas e a quantia paga pelo usuário era custeada pelo governo. O subsídio chegou a R$ 602 milhões em 2015.
O motorista Rodrigo Fernandes, 37 anos, que mora em São João do Meriti, na Baixada, e trabalha no Estácio, usa dois ônibus para ir e dois para voltar. Com o BU, paga R$ 6,50 em cada sentido. Sem o benefício, terá de arcar com mais R$ 3,80. “Se a empresa não repassar isso, vamos ter de pagar do nosso bolso. A população pagará por essa roubalheira no estado”, reclama. O eletricista Jovêncio Oliveira, de 42 anos, que mora em Maricá e trabalha na Cidade Nova, terá aumento ainda maior. As tarifas cheias dos dois ônibus que pega, em cada sentido, é de R$ 24, quase 4 vezes mais do que pagava.
As empresas ressaltam que todos os cartões BU continuarão a ser aceitos normalmente, mas sem os descontos previstos na regra tarifária. Também se comprometem a retomar os valores da integração tão logo o repasse do governo seja normalizado. As integrações municipais na cidade do Rio não sofrem alteração, porque são custeadas pelas empresas, assim como a ligação entre BRT e metrô nas estações Vicente de Carvalho e Jardim Oceânico.
A Secretaria Estadual de Transportes explicou que o atraso dos pagamentos se deve ao agravamento da crise e aos arrestos judiciais e que está “tomando as medidas cabíveis para restabelecer o benefício”.

Bilhete Único Intermunicipal será suspenso a partir desta segunda-feira

Governo do RJ tinha até quinta (01/12) para depositar dinheiro do Bilhete Único
O executivo estadual foi notificado sobre o prazo na noite de quarta-feira. Pagamento deixou de ser feito na última semana e não foi realizado pelo executivo estadual
BILHETE ÚNICO SERÁ PARALISADO TEMPORARIAMENTE



O governo do Estado tinha até o fim desta quinta-feira (1º) para depositar o dinheiro referente ao Bilhete Único na conta das empresas de transporte. O governo foi notificado na noite de quarta-feira (30).
O executivo estadual deixou de fazer o pagamento na semana passada. O governo deve R$ 6 milhões para concessionárias que fazem a administração de trens, barcas, ônibus e vans. A secretaria de Transportes fez uma reunião na tarde da última sexta-feira (25) para discutir os ajustes das finanças do Bilhete Único.
Ainda de acordo com informações, a Secretaria de Fazenda não tem dinheiro para pagar a dívida por conta do bloqueio das contas do estado. Existe, também, uma orientação para dar prioridade ao pagamento dos funcionários.

Pacote de austeridade

Entre as medidas estão no pacote de austeridade que o Governo do Estado do RJ tenta aprovar na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) está o aumento da tarifa do Bilhete Único de R$ 6,50 para R$ 7,50 em 2017. Subsídio para cada usuário seria limitado a até R$ 150.

O secretário de Transportes, Rodrigo Vieira, afirmou que isso será mais sentido pelos empregadores que pelos usuários. Diz também que haverá economia de 40% dos aportes do governo, sem causar impacto no usuário e em seu direito ao transporte. A economia será de R$ 256 milhões ao ano. Essas mudanças podem ser feitas por decreto, cuja edição, no entanto, depende de autorização dos deputados estaduais

Atualmente, 5 milhões e 300 mil pessoas estão cadastradas no Bilhete Único Intermunicipal. O sistema permite que passageiros de 20 cidades peguem até dois meios de transportes num intervalo de 3 horas a R$ 6,50. Sem ele, alguém que saísse de Niterói num ônibus intermunicipal e pegasse um outro coletivo no Rio gastaria R$ 11,20. Para quem trabalha de segunda a sexta, o gasto com bilhete único é de R$ 260. Sem, de R$ 448.
A diferença é paga pelo Governo do Estado. A Secretaria de Fazenda afirma que, no ano passado, foram gastos R$ 602 milhões com o benefício. Por causa da crise, Dornelles quer economizar esse valor. A Fecomércio se posicionou contra a ideia.

BENEFÍCIO SUSPENSO. TRABALHADOR TERÁ QUE PAGAR INTEGRALMENTE A PASSAGEM MESMO USANDO O CARTÃO DO BILHETE ÚNICO

A partir de segunda-feira, os 5,3 milhões de usuários do Bilhete Único (BU) do estado não terão mais os descontos tarifários concedidos nas viagens intermunicipais. Com uma dívida de R$ 10 milhões com as concessionárias de transporte por falta de repasses dos subsídios do programa, o governo estadual não cumpriu a última promessa de quitar o débito até esta sexta-feira. Diante disso, a CCR Barcas, a Fetranspor (que representa as empresas de ônibus), o MetrôRio e a SuperVia anunciaram a suspensão do benefício.




sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

OBRAS DO PT: ASFALTO DISSOLVE NO ESPRAIADO


Com pouco mais de um ano de asfaltado (e em alguns trechos, apenas alguns meses), o ASFALSO (o asfalto falso do Quaquá), está dissolvendo no ESPRAIADO assim como na maioria das ruas do município.
Por várias vezes denunciamos a péssima qualidade do asfalto e a QUASE NENHUMA PREPARAÇÃO DO SOLO para receber este asfalto, em TODAS as recentes obras praticadas pela prefeitura A PESO DE OURO (A Fderal e o Ministério Público estão de olho e em breve muita gente vai sair presa de Maricá).
Na estrada do Espraiado, mesmo após alguns remendos, o asfalto continua se dissolvendo. A solução?
Claro, existe, é óbvio. Basta que TENHAM VERGONHA e comecem a fazer as coisas do modo correto sem delapidar o bolso do maricaense.



quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

HOMEM QUASE CEGO É PRESO POR DIRIGIR BÊBADO, SEM CARTEIRA E EM ALTA VELOCIDADE

Deficiente visual é preso por dirigir embriagado e sem CNH no Sul de MG

Caso aconteceu na tarde desta quarta-feira (30) em Poços de Caldas.
Segundo a PRF, homem estava em alta velocidade em uma moto.


Um homem de 49 anos foi preso por dirigir embriagado e sem carteira de habilitação na tarde desta quarta-feira (30) em Poços de Caldas (MG). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, ele disse também ter uma deficiência visual, tendo apenas 8% da visão em um olho e 4% no outro.
"O etilômetro constatou que ele estava com 0,90 miligramas de álcool", contou Breno Nazar Ferreira, policial rodoviário federal.
Ainda conforme os policiais, o homem foi detido após entrar com uma moto em alta velocidade na área de segurança do posto da PRF, na BR-146. Ele teria dito que estava indo de Campinas (SP) para Alfenas (MG), mas decidiu parar para pedir informações.
"O risco que ele trouxe tanto para ele como para outras pessoas, desde Campinas até aqui, foi altíssimo", completou Ferreira.
O suspeito foi levado para a delegacia de Poços de Caldas. Ele foi autuado por dirigir embriagado e por direção perigosa, mas após pagar a fiança, foi liberado. A moto foi apreendida.

CULTURARTEEN 167 - BARÃO DE INOHAN 134 - dezembro 2016

CULTURARTEEN 167 - dezembro de 2016
Edição conjunta com o jornal BARÃO DE INOHAN 134 de 01 de dezembro de 2016

- PLANTANDO O FUTURO EM MARICÁ: Marcelo Locks (11) é o vencedor do concurso mundial da Disney sobre Meio Ambiente
- Miss Maricá Senior planta mudas de flores no projeto PLANTANDO O FUTURO
- Obras paralisadas em todo o municipio
- Prefeitura não cassará concessão da Costa Leste pois deve mais de R$ 15 milhões de gratuidades para a empresa
- Joyce Pereira do Amaral éa BELEZA NEGRA 2016
- Salário do prefeito sobe para R$ 25 mil
- Thai Martinelli é A MAIS BELA ESTUDANTE 2016
- Os Destaques Escolares de 2016
- Jornalistas se unem na preservação da Casa de Maysa Monjardim

Tudo isso e muito mais na edição conjunta do CULTURARTEEN e BARÃO DE INOHAN de dezembro de 2016, já circulando nas versões impressa e on line
















Atlético Nacional faz homenagem e sela irmandade com a Chapecoense

Torcida lotou o estádio Atanasio Girardot no dia em que deveria ser disputada a final da Copa Sul-Americana


Não houve final da Copa Sul-Americana, mas ainda assim as arquibancadas do estádio Atanasio Girardot, em Medellín, estavam lotadas. Mais do que isso, milhares de torcedores do Atlético Nacional, e de outros clubes da cidade colombiana, ficaram de fora da linda homenagem que a equipe fez para a Chapecoense, com que jogaria a final do torneio continental nesta quarta-feira. Os dois clubes se uniram na tragédia, e acabaram virando irmãos.


O branco era a cor predominante nas arquibancadas, que também traziam flores e velas. Faixas deixavam claro a mensagem que queria ser passada: “Uma nova família nasce” e “O futebol não tem fronteiras”. Ali, não havia brasileiros ou colombianos, eram todos um só, todos Chapecoense.


A cerimônia começou perto do horário em que o jogo deveria ter início. Ela foi conduzida por dois jornalistas colombianos e contou com a presença de diversas autoridades do Brasil e da Colômbia, entre eles o prefeito de Medellín, Federico Gutiérrez, o prefeito de Chapecó, Luciano Buglion, dirigentes da Chapecoense e do Atlético Nacional, além de José Serra, ministro das Relações Exteriores, que agradeceu a bela homenagem. A jornalista Monica Jaramillo, chegou a se emocionar muito e pedir muitas palmas, para que elas chegassem até o céu.


“Obrigado, Colômbia. De coração, muito obrigado.Neste momento de muita dor para todos nós, as expressões de solidariedade que aqui encontramos, como a solidariedade que cada um de vocês, colombianos e torcedores, nos oferece um consolo imenso. Uma luz quando todos estamos entender o incompreensível. Os brasileiros jamais esquecerão a forma como os colombianos sentiram o terrível desastre que interrompeu o sonho desse heroico time da Chapecoense, uma espécie de conto de fadas, com final trágico. Assim como não esqueceremos a atitude do Atlético Nacional e de todos os torcedores que pediram que o título da Copa Sul-Americana fosse para a Chapecoense”, disse ele.


Também foram soltados 71 pombas brancas, em homenagem aos 71 mortos na queda do avião. O nome de cada uma das vítimas fatais foi citado, além dos seis sobreviventes. O fim da cerimônia foi marcado por uma chuva de flores, enquanto a arquibancada entoava cânticos como “Vamô, vamô, Chape!” e “Que se escute / Em todo o continente / Sempre recordaremos / A campeã Chapecoense” em meio a palmas e choros. Nesta noite, os dois times podem se considerar campeões, mas do título mais triste do mundo. 

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