OPINIÃO: A matéria publicada pelo jornal Barão de INohan sobre o DESMONTE DO NÚCLEO DE OSTOMIZADOS (https://obaraoj.blogspot.com/2026/08/covardes-prefeitura-desmonta-nucleo-de.html) escrita pelo jornalista Pery precisa ser lida com atenção.
Enquanto dinheiro público parece nunca faltar para festas, cachês milionários, propaganda, eventos e tantas outras “prioridades”, quando chega a hora de manter um serviço essencial, que atende diretamente pessoas ostomizadas e funciona com excelência, aparece o velho silêncio administrativo.
Quase 200 pacientes. Três servidoras. Um serviço consolidado há anos. Uma estrutura que funciona.
E a solução encontrada pela Prefeitura, segundo a denúncia, é desmontar o Núcleo de Ostomizados.
Se isso for confirmado, não é apenas uma decisão administrativa. É uma demonstração brutal de quais prioridades estão sendo escolhidas pelo governo.
Porque dinheiro público não é dinheiro do prefeito, do secretário ou de qualquer grupo político. É dinheiro do cidadão.
E quando há recursos para aquilo que dá visibilidade política, mas falta disposição para preservar aquilo que dá dignidade a quem realmente precisa, alguma coisa está profundamente errada.
Meu apoio ao jornalista Pery por trazer essa denúncia a público.
Ostomizado não é número. Não é favor. Não é moeda política. É cidadão.
E um governo que consegue encontrar milhões para tantas coisas precisa explicar, com absoluta clareza, por que não consegue garantir a continuidade de um serviço essencial para a vida dessas pessoas.
Isso não é simplesmente falta de dinheiro. É uma questão de prioridade.
E se a denúncia estiver correta, é difícil encontrar frase mais adequada para definir essa escolha do que a que me veio à cabeça desde que li a matéria:
PATIFARIA DO DESGOVERNO DE QUAQUÁ E SEUS SEQUASES...!!!
por Amaro Barros, radialista e jornalista





