O polêmico show de Ludmilla em Maricá onde a prefeitura pagou R$ 650 mil, onde rolaram músicas de apelo erótico e incitando violência, onde além do explícito 'deboche' da cantora pelas 'benesses' sociais dadas pela prefeitura ganhou novos contornos, agora na justiça.
Uma ação popular movida pela ativista Gabrielle Gomes questiona o Contrato nº 021/2026 e a possível utilização do evento para promoção política do utópico prefeito Washington Nova York Lisboa Siqueira (o Quaquá - OLHA A FACA!!!).
Segundo os autos, a cantora após destrinchar (em tom debochado) todas 'benesses' oferecidas pela prefeitura, teria elogiado o prefeito durante sua apresentação e teria pedido aplausos ao público para o utópico prefeito. O trecho deste momento também teria sido replicado em canais oficiais.
Em manifestação de 29 de julho, o MPRJ - Ministério Público do estado do Rio de Janeiro afirmou haver “indícios da ocorrência de ato ilícito” e opinou favoravelmente à tutela de urgência, incluindo a preservação de valores eventualmente ainda pendentes de pagamento.
A ação pede a nulidade do contrato e ressarcimento ao erário estimado em R$ 650 mil.
Confira:








