quarta-feira, 10 de julho de 2019

CULTURARTEEN 207 - julho 2019

CULTURARTEEN 207 - julho 2019

- Ótica Studio dos Olhos completa 5 anos de sucesso e bons serviços
- Maricá recebe 1º Festival Gastronômico de Inverno
- Começou a 11ª Campanha do Agasalho.
- Banana previne as câimbras e ajuda a prevenir o stress
- Lilian Souza, Miss Rio das Ostras Sênior 2019
- Priscila Silva, Miss Cidade do Rio de Janeiro Sênior 2019
- Dora Freitas, Miss Niterói Sênior 2019
- Na coluna Antenadas com Monica Brione um tema interessante: Amamentação e Silicone combinam?
- Os benefícios do leite materno
- O Gênio das curvas - Oscar Niemeyer e sua relação com Maricá
- Pesquisa mostra que brasileiros bebem mais que a média mundial
- Renault Kwid é o grande prêmio do bingo da Festa de Nossa Senhora do Amparo
- Jô Rock recebe título de Musa do Rock, no dia Mundial do Rock
- Proprietários da Yes comemoram 80 anos
- Um tempo que não volta mais
- Jovens fora da escola levam Brasil a perder R$ 151 bilhões por ano
Tudo isso e muito mais nas versões impressa e on line do Informativo CulturarTEEN de julho de 2019, já circulando.













BEZERRA 45 - 2º quadrimestre 2019

BEZERRA 45 
2º quadrimestre de 2019

- A história de Nossa Senhora do Amparo
- Código Penal da Vida Futura
- Ajuda-te que o Céu te ajudará
- 30 de junho de 2002, Brasil Penta Campeão. Chico Xavier desencarnava. Nascia uma estrela!
- Nosso anjo Guardião
- A história do Dr. bezerra de Menezes, o apóstolo brasileiro, o médico dos pobres.
- Jesus, a Luz do mundo
- Amar a quem nos menospreza
- A síntese da Doutrina Espírita

Confira tudo isso na edição impressa e on line do Informativo Bezerra, na busca do Universalismo






Morre o jornalista Paulo Henrique Amorim

Jornalista morreu de enfarte no Rio de Janeiro um mês após ter sido afastado pela Record do Domingo Espetacular



Morreu na manhã desta quarta-feira (10) o jornalista Paulo Henrique Amorim. Ele trabalhou em diversas redações, inclusive na Globo.

Seu último emprego foi na TV Record, mas estava fora do ar desde o mês passado, quando foi afastado do programa Domingo Espetacular. O jornalista morreu de enfarte na capital fluminense.




Lula é vítima da própria cobiça, soberba e desonestidade. Acabou perdendo tudo que pensava ser seu


Mesmo antes de ser preso, o ex-presidente Lula já pagava por todos os seus pecados. E crimes. Ganancioso e arrogante, o petista foi duramente atingido pelas consequências de seus erros históricos e perdeu praticamente tudo que tinha. Ficou sem o tão querido sítio de Atibaia, sem o triplex, sem a cobertura em São Bernardo, sem as palestras, sem o tesouro que roubou do Palácio do Planalto, sem a mulher, sem moral e sem credibilidade. Lula é o primeiro ex-presidente do país a ser condenado por crime de corrupção e lavagem de dinheiro.
Esquecido pelo povo que tanto lhe ovacionou, é lembrado apenas por alguns poucos aliados políticos.
Vocês já reparam que nem os filhos falam dele? Por que será que os filhos não o visitam com frequência, não dão entrevistas e não gritam Lula Livre para o povo ouvir?

Nunca o efeito bumerangue foi tão devastador na vida de um sujeito. Me faz lembrar uma das passagens mais prosaicas do livro Zorba, o Grego, de Níkos Kazantzákis. Acompanhe abaixo:

"Fui deitar-me em minha cabina e peguei um livro: Buda governava ainda meus pensamentos. Li o Diálogo de Buda e o Pastor, que nos últimos tempos me enchia de paz e segurança.

O Pastor – Minha refeição está pronta, minhas ovelhas cuidadas. À porta de minha cabana está passando o ferrolho, e meu fogo está aceso. E tu, céu, podes chover quando quiseres!

Buda – não preciso mais nem de comida nem de leite. Os ventos são meu teto, meu fogo se apagou. E tu céu, podes chover quando quiseres!

O Pastor – tenho bois, tenho vacas, tenho os pastos de meu pai,e um touro para cobrir minhas vacas. Eu tu, céu, podes chover quanto quiseres!

Buda – não tenho bois nem vacas. Não tenho pastos. Não tenho nada. Não tenho medo de nada. E tu, céu, podes chover quanto quiseres!

O Pastor – tenho uma pastora dócil e fiel. Há alguns anos ela é minha mulher, e sinto-me feliz em brincar com ela à noite. E tu, céu, podes chover quando quiseres.

Buda – tenho uma alma dócil e livre. Há alguns anos eu a exercito e ensino-lhe a brincar comigo. E tu, céu, podes chover quando quiseres.

Essas duas vozes falavam ainda quando veio o sono. O vento se tinha levantado de novo, e as ondas quebravam sobre a escotilha de vidro grosso. Eu vagava como fumaça entre a vigília e o sono. Uma violenta tempestade caiu, os prados escureceram, os bois, as vacas e o touro foram tragados. O vento arrancou o telhado da cabana e o fogo apagou-se. A mulher deu um grito e caiu morta na lama. E o pastor começou a lamentar-se; ele gritava, eu não entendia o que dizia, mas ele gritava; e eu mergulhava cada vez mais no sono, deslizando como um peixe no mar."

Lula está gritando, mas quase ninguém está ouvindo.

Baseado em texto da Imprensa Viva com inserções do jornalista Pery Salgado

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Moedas de R$ 1 das Olimpíadas Rio 2016 são vendidas por até R$ 7 mil


Raras de serem encontradas, as moedas comemorativas podem custar mais de R$ 400.
O Brasil sediou as Olimpíadas em 2016, e para comemorar a realização do evento no país, o Banco Central emitiu moedas de R$1 comemorativas. Desde então, elas estão se valorizando e sendo vendidas por altos valores na internet. 
No total, 17 modelos da moeda de R$ 1 foram emitidas, e com quantidade limitada. Quase três anos após a realização das Olimpíadas, é cada vez mais raro encontrar uma dessas moedas por aí, por isso o valor pago por colecionadores vem aumentado. 
Ao todo 20 milhões de unidades foram produzidas. Em sites como o 'Mercado Livre', a coleção completa, com as 17 moedas, pode ser encontrada por até R$7.000, mais de R$ 400 por unidade. Mas se você deseja adquirir a coleção completa e não tem todo esse dinheiro, basta uma busca nos menores preços do site para encontrar moedas sendo vendidas por até R$ 6. Caso encontre todos os modelos, seu kit custará "apenas" R$ 102.
A primeira moeda da coleção foi lançada em 2012, e homenageou a entrega da bandeira olímpica ao Brasil. Essa inclusive é a mais rara de ser encontrada para compra, e por consequência a mais valiosa. As outras 16 moedas das Olimpíadas foram lançadas em quatro séries a partir de 2014, começando com as de atletismo, natação, golfe e paratriatlo. Até o início dos Jogos Olímpicos foram emitidas as demais (basquete, vela, paracanoagem, rugby, futebol, vôlei, atletismo paralimpico, judô, boxe, natação paralímpica, mascote olímpico e mascote paralímpico).
Quem sabe você não tem um tesouro, ou parte dele em casa?

domingo, 7 de julho de 2019

Prefeitura de Maricá recebe prêmio no XXXV Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde

Projeto de Ana Cassia Gonzales dos Santos Estrela, Clailson Farias Henriques e Raphael Dias de Mello Pereira foi o grande vencedor da 16ª Mostra Brasil Aqui Tem SUS


Única finalista entre os 92 municípios do estado, a Prefeitura de Maricá, através da Secretaria de Saúde, foi a grande vencedora da 16ª Mostra Brasil Aqui tem SUS, que avalia as melhores experiências em Saúde apresentadas no XXXV Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, realizado em Brasília na primeira semana de julho.

O município  apresentou o trabalho “Terapia neural: uma ferramenta para tratamento das sequelas da chikungunya”, de autoria de Ana Cassia Gonzales dos Santos Estrela e co-autoria de Clailson Farias Henriques e Raphael Dias de Mello Pereira. Os autores são servidores da Saúde e já aplicam a experiência bem sucedida no posto de Ponta Grossa.

O prêmio pela escolha será a gravação de um documentário para a internet sobre o trabalho a ser produzido pelo Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde.

Clailson Farias e Ana Cassia Estrela, autores do projeto

“Esse é um prêmio nacional que ganhamos representando o estado do Rio. E foi a primeira vez que o município participou de algo desse tipo”, comemora a secretária de Saúde, Simone Costa e Silva. “É uma ação que já vínhamos desenvolvendo nesse posto. É um tratamento no qual é feita uma aplicação no local onde o paciente com chikungunya sente dor, uma característica da doença”, prossegue.

Ainda segundo a secretária, o tratamento e a medicação são indicados para pacientes com restrição de movimentos e a aplicação dessa técnica tem permitido que as pessoas recuperem mais rápido os seus movimentos. A melhora é muito significativa.

“É muito importante essa participação nossa, porque é um incentivo para que o nosso pessoal estude e desenvolva essas experiências. No ano que vem voltaremos a esse congresso com vários trabalhos e vamos nos destacar mais ainda”, adiantou Simone.


sábado, 6 de julho de 2019

Morre João Gilberto, pai da bossa nova e lenda da música brasileira, aos 88 anos

Artista baiano redefiniu os rumos da MPB com batida revolucionária de seu violão



Responsável por uma revolução na maneira de cantar e tocar violão que mudou tudo na música brasileira, João Gilberto morreu neste sábado, 6, aos 88 anos . A causa da morte ainda não foi divulgada. Ele deixa três filhos, João Marcelo, Bebel e Luisa.

Nos últimos dez anos, aquele João Gilberto ícone da bossa nova foi aos poucos perdendo espaço para um personagem complexo. A decadência física, as questões de família, os problemas de dinheiro, os contratos mal feitos, enfim, um conjunto de episódios graves acabou soando mais alto do que o talento de um artista tão grande.

Grande e único. Graças a ele, a bossa nova se consolidou e a música brasileira teve portas abertas para conquistar seu lugar no mundo. A brilhante geração de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque não teria ido tão longe se não fosse a inspiração de " Chega de saudade ", disco que João lançou em 1958.  


São muitos os capítulos desta história. Primeiro, o do adolescente que cantava coisas do rádio no alto-falante da Praça da Matriz de sua cidade, Juazeiro (BA). Depois, o jovem que foi para Salvador sonhando em se profissionalizar.

Em seguida, a ida para o Rio como crooner do grupo vocal Garotos da Lua. Não deu certo. Demitido por faltar aos compromissos, ele tentou outros caminhos, gravou um disco que não aconteceu, chegou a participar de show de Carlos Machado, passou por maus pedaços no Rio, sem casa, sem trabalho, sem perspectiva. O cantor dessa fase é fã de Orlando Silva, tenta cantar como ele, mas fracassa. 

De 1955 a 1957, não se ouviu mais falar em João Gilberto no Rio que o rejeitara. São os dois anos que ele passa em Porto Alegre, Diamantina e, por menos tempo, na casa dos pais em Juazeiro. Quando volta ao Rio, é outro homem, outro artista.

Consta que, durante ao seis meses em que morou com a irmã na cidade mineira, não saiu de casa, pouco falou, dia e noite abraçado ao violão em busca de ritmos e harmonias que acabariam dando forma definitiva a um estilo que logo seria visto por outros músicos como novo, quando não revolucionário. Novo estilo, nova bossa, bossa nova.

Embora muitos fatos relacionados a João Gilberto fossem criados, como se sua vida tivesse de ser tão extraordinária quanto sua arte, a transformação que ocorreu nos seis meses em Diamantina realmente aconteceram, num estranho processo de reinvenção difícil de explicar. Como terá chegado àquela batida de violão?


Por que mudou tão radicalmente o timbre de voz? E onde foi buscar a emissão, a divisão, a precisão, o jeito de cantar, de início aparentemente transgressor, mas, na realidade, preciso, adequado a todo tipo de canção, brasileira ou não? E de que forma voz e violão se integraram como uma coisa só, feitos um para o outro.

O fato é que o João Gilberto que volta ao Rio em 1957 vai, como diria Tom Jobim, influenciar “toda uma geração de arranjadores, guitarristas, músicos e cantores”. Aos 26 anos. Criou assim a bossa nova, fez seguidores, ficou famoso. Cultuado no Brasil e admirado no mundo inteiro, gravou discos aqui e nos Estados Unidos, excursionou à Europa, apresentou-se em festivais, foi aplaudido no México e no Canadá, na Alemanha e no Japão.

Com esporádica passagens pelo Brasil, João Gilberto fez de Nova York o seu pouso. Em 1979, volta em definitivo. A partir de então e até 2008, ano de seu último show, cada subida ao palco é um acontecimento. Ou quando acontece, sempre com lotação esgotada, ou quando não, como o do Canecão (em 1979), cancelado por problemas de som que só o preciosismo de seus ouvidos detectou.

Cancelou também um show no Municipal, em 2011, pelo qual seu produtor seria condenado a devolver mais de R$ 500 mil ao teatro. Cancelou ainda, por problemas de saúde, a excursão comemorativa de seus 80 anos.

A maioria de seus últimos shows no Brasil deu-se em seu formato preferido: ele sozinho, terno e gravata, banquinho e violão. Sua relação com a plateia tinha de ser mutuamente respeitosa. Em várias ocasiões, zangado ou com um simples “psiu”, obrigou o público a fazer silêncio para ouvi-lo.


Caetano Veloso sintetizou o que significa João Gilberto para a música brasileira (ou melhor, para o Brasil, ou melhor, para o mundo, ou melhor...) em “Pra ninguém”. Depois de listar em versos gravações históricas de artistas como Djavan, Maria Bethânia, Nana Caymmi e Paulinho da Viola, ele conclui: “Melhor do que isso só mesmo o silêncio/ Melhor do que o silêncio só João”. O silêncio de quem era maior do que o silêncio, portanto, esse silêncio que se estabelece com a morte de João, tem o peso do vazio deixado pelo sumiço repentino de um país inteiro.

João Gilberto fotografado por sua neta, Sofia, em foto divulgada esta semana
Foto: Sofia Gilberto / Acervo familiar

De fato, foi um país — ou o sonho de um país, materializado em música — que nasceu das mãos e da garganta de João quando, em 1958, foi lançado aquele mítico disco de 78 rotações. No lado A, “Chega de saudade” — as harmonias e melodias de Tom Jobim e a poesia de Vinicius de Moraes juntas, revelando em todo o esplendor a Santíssima Trindade da bossa nova. No lado B, “Bim bom” — rara composição do próprio João, que parecia precisar ali expressar em suas palavras (apenas duas, “e não tem mais nada não) o que era a revolução suave que propunha. “Quando a bossa nova inventou o Brasil”, canta Tom Zé, definindo o episódio.


sexta-feira, 5 de julho de 2019

Crédito do Cartão Mumbuca em julho terá atraso e só deverá ser pago depois do dia 15


Em função do início da migração dos programas inseridos no Cartão Mumbuca para o novo modelo com apenas o programa Renda Básica de Cidadania (RBC), a Prefeitura informa que excepcionalmente neste mês de julho o crédito que deveria ser feito nesta sexta-feira (05/07) terá um atraso, porém continuará sendo pago no mês corrente.
Além disso, alterações administrativas na tramitação também impactaram o cronograma de depósitos do Banco Mumbuca. De acordo com a prefeitura, o valor será creditado provavelmente em duas semanas.

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Unesco denuncia execução do jornalista Romário Barros em Maricá e pede fim da impunidade

Anúncio da diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura foi divulgado pela ONU Brasil na quarta-feira (3).



A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) se manifestou na quarta-feira (3/7) denunciando e condenando o assassinato do jornalista Romário da Silva Barros, de 31 anos, morto a tiros em Maricá (RJ), no dia 18 de junho.

A diretora-geral da Unesco, Audrey Azoulay, pediu o fim da impunidade, lembrando que a Declaração Universal dos Direitos Humanos "reconhece a liberdade de expressão como um direito humano fundamental".

“Eu condeno o assassinato de Romário da Silva Barros [...] É imperativo que as pessoas que usam a violência para enfraquecer esse direito sejam levadas à Justiça. Não se deve permitir que a impunidade prevaleça, uma vez que ela autoriza a continuidade de ataques violentos à mídia”, disse Azoulay.

Romário, fundador e diretor do site de notícias Lei Seca Maricá, foi surpreendido por um homem armado assim que entrou em seu veículo. Imagens mostram o momento em que o assassino abre a porta do motorista e dispara várias vezes contra o jornalista.

DUAS MORTES BRUTAIS EM MENOS DE UM MÊS

Romário Barros LSM e Robson Giorno jornal O Maricá, duas mortes brutais em menos de um mês

Em menos de um mês, duas pessoas ligadas a imprensa foram executadas em Maricá. No dia 25 de maio (sábado), Robson Giorno dono do Jornal O Maricá foi executado por volta das 22 horas com tiros pelas costas em frente à sua residência na estrada do Boqueirão, próximo ao centro da cidade. No dia 18 de junho foi a vez de Romário ser executado com três tiros na cabeça, dentro do seu carro, próximo ao Fórum da cidade, na lagoa de Araçatiba, por volta das 19 horas de uma terça feira. A DH (Divisão de Homicídios), investiga os dois casos.

Corpo de jornalista foi velado na Câmara dos Vereadores de Maricá. -  Foto: Alcimar Costa/Inter TV

Baseado em matéria do G1

quarta-feira, 3 de julho de 2019

MÃES DE ALUNOS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO PEDEM PROVIDÊNCIA URGENTES AO PREFEITO DE MARICÁ


Mães DESESPERADAS de alunos da rede municipal de ensino de Maricá não sabem mais a quem recorrer. Em redes sociais, reclamam, colocam a boca no trombone, mas a maioria, acabam aceitando e se omitindo por medo de represálias aos seus filhos dentro das unidades escolares.

Segundo o Ministério Público, a compra dos uniformes foi suspensa devido a interpelação da segunda colocada da licitação feita pela secretaria de educação de Maricá, que alegou alguns impedimentos e irregularidades da vencedora da licitação. Com isso, as compras dos uniformes e materiais escolares ainda não foram concluidas.

Em rede social, uma delas externou sua revolta e indignação!

"Estamos em Julho (faltando apenas 5 meses pra encerrar o ano).
No término do 2° bimestre escolar e início das férias de meio ano até agora NADA DE UNIFORMES! 
Na agenda da minha filha e no portão da escola, estão os informativos de que não é permitido a entrada de alunos sem uniformes, mas os mesmos ainda não foram entregues as crianças!
Minha filha está indo com uniformes ganhos da prima e que já nem estão cabendo mais nela.
Parece sacanagem!
Alô Sr Prefeito, 'tá' na hora de dar uma moral na educação néh!?!"


Atos pró-Moro reúnem manifestantes em ao menos 70 cidades. Maricá foi uma delas!

Manifestações foram registradas em 26 estados e no Distrito Federal. Em Maricá, o movimento teve pouca adesão.



Os movimentos direitistas que levaram meio Brasil às ruas para pressionar pela destituição de Dilma Rousseff em 2016 mobilizaram milhares de pessoas neste domingo em 88 cidades, segundo o site G1. As manifestações foram convocadas em defesa do ministro da Justiça, Sergio Moro, ex-juiz e símbolo da luta contra a corrupção, que está sob pressão desde o início da divulgação de seus diálogos privados com procuradores. Mas os participantes aproveitaram a oportunidade para mostrar seu descontentamento. Sua indignação agora não é contra o Governo, liderado por Jair Bolsonaro, aliado de Moro, mas contra o Supremo Tribunal Federal e o Congresso, que muitos acusam de dificultar as iniciativas legislativas governamentais. É a segunda vez em um mês que os bolsonaristas marcham contra outros poderes do Estado.

“Isto é uma ditadura do Congresso Nacional, é um Congresso de ditadores que busca seus próprios interesses ...", discursou um dos palestrantes, apresentado como empresário, para uma multidão na avenida Paulista, em São Paulo. As manifestações foram convocadas há três semanas, quando The Intercept começou a publicar as mensagens que semearam dúvidas sobre a imparcialidade de Moro, que ditou a primeira sentença contra Luiz Inácio Lula da Silva. "Vejo, ouço, agradeço", tuitou a seus seguidores o ministro mais popular do Governo. O STF deixou em suspenso, por causa do recesso, a análise de um recurso da defesa de Lula, que requer a suspeição de Moro por parcialidade.

O ministro de Segurança Institucional, o general Augusto Heleno, também clamou em favor de Moro em Brasília. "O ministro Moro teve a coragem de abandonar 22 anos de magistratura para se entregar à pátria sem ganhar nada. E esse homem está sendo colocado na parede para tirarem da cadeia um bando de canalhas que afundaram o país", discursou Heleno, tendo sido bastante exaltado pelo público presente.

O advogado Eduardo Figueiredo, 44 anos, explica que está na manifestação porque "quem rouba quer acabar com a (investigação) Lava Jato. A quem me refiro? Os políticos, os ricos, os poderosos. Imagino que alguns do Supremo, mas não tenho provas ... ". O conteúdo das conversas que The Intercept vem publicando há três semanas lhe parece "o normal entre o juiz e a promotoria" diante de um caso dessa envergadura que "transformou o Brasil". Para ele, o ilegal é divulgar as mensagens.

As mais recentes revelações, publicadas neste domingo em uma colaboração o site com a Folha de S.Paulo, indicam que os promotores inicialmente desconfiaram da principal testemunha contra Lula no chamado caso do triplex do Guarujá. Léo Pinheiro, dono da construtora OAS, mudou a versão ao longo dos meses até que, finalmente, incriminou o ex-presidente e afirmou que veio pedir que ele destruísse provas. Segundo sua versão final, aceita pelo Ministério Público, o apartamento do litoral foi um presente para Lula em troca de contratos com o Governo. Tanto Moro, como a força-tarefa sustentam que não há nenhuma irregularidade. O ministro considera que o vazamento é um ataque às conquistas do país na luta contra a corrupção.

Os brasileiros que responderam ao chamado do Vem pra Rua, Movimento Brasil Livre, Nas Ruas e outros grupos de direita, mais afinados com Bolsonaro —e que, inclusive, hostilizaram o MBL nos atos do Rio e de São Paulo— afirmaram estar ali em defesa do país. Descrevem o Brasil como corroído até as entranhas por uma corrupção que, embora tenha enviado à cadeia uma longa lista de homens antes poderosos, com Lula, ainda persiste. Os entrevistados concordavam em vários pontos: defesa da Lava Jato, que está sob pressão desde que começaram a ser divulgadas mensagens que incluem a aparente orientação de Moro aos procuradores, a defesa da permanência de Lula na prisão (está condenado em um segundo caso e é investigado em vários outros) e a defesa dos grandes projetos legislativos de Bolsonaro. Muitos criticaram duramente a mídia tradicional, apontando a Rede Globo como a grande vilã, e por isso agora dizem que confiam no Facebook e no WhatsApp.

Os manifestantes atribuem as dificuldades nas negociações do Governo com o Congresso para levar adiante a reforma vital das aposentadorias e o pacote de leis contra o crime, elaborado por Moro, a um boicote da Câmaras dos Deputados e do Senado, e não à coexistência comum dos poderes. "A força de Bolsonaro somos nós, o povo. O problema é que não o deixam trabalhar. O Congresso não aprova nada e enquanto isso o Supremo fica soltando gente", diz o dentista Israel Scarponi, 31 anos.


Grupo EnDireita Maricá participa do movimento, mas poucos aderem

O grupo EnDireita Maricá capitaneado por César Augusto (que pretende se lançar pré-candidato a prefeitura de Maricá), liderou o encontro em Maricá, que aconteceu às 10 horas da manhã na praça Orlando de Barros Pimentel, mas pouco aderiram ao movimento no município. Entre 30 e 40 pessoas estiveram na "manifestação" que contou também com a presença do vereador Ricardinho Netuno.


terça-feira, 2 de julho de 2019

POPULAÇÃO É TOTALMENTE CONTRÁRIA A QUALQUER TIPO DE ASSENTAMENTO NAS PEDREIRAS E COLINAS

"SE TIVER DÚVIDA EM QUAL CAMINHO SEGUIR, SIGA COM O POVO" disse o professor Gilson lembrando a célebre frase de Leonel Brizola


O CCS - Conselho Comunitário de Segurança de Maricá realizou uma reunião extraordinária na noite da terça feira 02 de julho para tratar da criação de um assentamento no estilo Minha Casa Minha Vida no bairro das Colinas, o que desde que a noticia foi veiculada, deixou em polvorosa não só os moradores do bairro que tem uma das vistas mais lindas de Maricá, como também moradores de bairros vizinhos e comerciantes de todo o centro de Maricá e bairros limítrofes.


O advogado Leonardo Duarte fez as explanações iniciais sobre a ilegalidade do fato arrancando aplausos do grande público presente à sede social do Esporte Clube Maricá. Outros pessoas fizeram uso da palavra. 

Na mesa diretora do CCS, a presidente Anna Maria Quintanilha conduziu a reunião, com a presença da delegada da 82 DP Dra. Carla Tavares e do comandante da 6ª Cia, Capitão Thiago Hilário.
A titular da 82 DP convocou algum representante da prefeitura para fazer uso da palavra na possível defesa do polêmico projeto, porém, nenhum representante se fez presente.


Neste momento, o vereador Cemar único vereador da base do governo presente ao encontro, falou do projeto tentando tranquilizar a população presente, arrancando em alguns momentos vaias e em outros momentos aplausos, mas a maioria dos presentes elogiaram a postura do vereador na defesa do povo, dizendo que seria o interlocutor entre a população e a prefeitura na melhor solução para o problema.

Flávia Lanari da Apalma mostrou sua preocupação com o empreendimento, na questão da água: "Pedimos através de uma ação civil pública, a paralisação de qualquer tipo de empreendimento em Maricá que não tenha acesso farto a água".


A vice presidente da Associação de Moradores das Colinas, Sra. Patricia Cortes, informou que desde 1º de abril tenta fazer uma reunião com o prefeito Fabiano Horta para tratar do assunto, sem nenhum sucesso.

A seguir foi a vez do Vereador Ricardinho Netuno falar para o público presente. Disse que este assentamento é uma grande irresponsabilidade do poder público, influindo diretamente na segurança da cidade. "É um decreto irresponsável", afirmou, dizendo que a prefeitura deveria ter feito consulta à população e afirmando que o dono do mandato do prefeito e do vereador é o povo. Foi bastante aplaudido.

O Deputado Filippe Poubel, também esteve presente e falou da omissão do prefeito, dizendo que ele sim deveria estar ali, falando diretamente para a população, explicando sobre o projeto que chamou de absurdo e aproveitando, para parabenizar o grande trabalho executado pela titular da 82 DP e pelo comandanta da 6ª Cia. O Deputado foi muito aplaudido.


Para as considerações finais, falou primeiro a delegada Carla Tavares, dizendo que irá cobrar do prefeito um encontro para a definição do assunto que claramente a população é contra e aproveitou para fazer uma pesquisa com os presentes, perguntando quem seria contra o empreendimento. Para surpresa, TODOS OS PRESENTES se manifestaram contrários ao assentamento, mas para ter a certeza do fato, a delegada perguntou quem seria favorável e ninguém se manifestou a favor.


O comandante da 6ª Cia, Capitão Thiago Hilário fez uso da palavra, falando da atuação dos policiais militares alocados em Maricá, e disse estar preocupado caso haja mais esse assentamento em local nobre de Maricá. "Tudo que mexe com o social,afeta diretamente o trabalho da Policia Militar", afirmou.

O último a usar a palavra foi o professor Gilson Paixão que terminou sua explanação com a célebre frase de Leonel de Moura Brizola: "Se tiver dúvida em que caminho seguir, siga com o povo" arrancando muitos aplausos do grande público presente.

Confira todas as fotos da reunião do CCS acessando:
https://fatosefotospr.blogspot.com/2019/07/populacao-e-totalmente-contraria.html







PREFEITURA EMITE NOTA DIZENDO QUE NÃO HAVERÁ MCMV NAS COLINAS, MAS 240 FAMÍLIAS SERÃO ASSENTADAS NAS PEDREIRAS

Prefeitura desenvolve projeto de reassentamento de famílias nas Pedreiras e emite nota oficial


A Prefeitura de Maricá está desenvolvendo o projeto, no bairro das Pedreiras, de construção de moradias voltadas para a habitação de interesse social. A iniciativa é resultado de dois anos de estudos realizados pelo município para o reassentamento de moradores que já vivem em áreas da localidade nas quais não é possível fazer a regularização fundiária. 

Formado 90% por casas individuais, o projeto é um condomínio aberto localizado em uma área de 43,1 mil metros quadrados e será acompanhado também de urbanização – o que inclui o planejamento de segurança local – e de equipamentos que integrem o conjunto com a área do entorno.

O condomínio Bela Vista não tem qualquer vinculação ou relação com o programa Minha Casa Minha Vida e é uma iniciativa da Secretaria de Habitação e Assentamentos Humanos. 

Todos os futuros moradores do Bela Vista já estão devidamente cadastrados pela secretaria e receberão os imóveis conforme os critérios estabelecidos pela pasta. Não haverá novo cadastramento. Ao todo são 224 famílias beneficiadas, que vivem em área com histórico de alagamentos às margens do Rio Mumbuca há mais de 20 anos. Com o reassentamento, a área desocupada passará por um processo de revitalização urbana e ambiental.

Fotos: SeCom

RENAULT KWID É O GRANDE PRÊMIO DO BINGO DA FESTA DE NOSSA SENHORA DO AMPARO


Um Renault Kwid, o mini SUV é o grande prêmio do bingo em louvou a Nossa Senhora do Amparo, que acontecerá no domingo 14 de julho a partir das 14 horas. com outros grandes prêmios. Como de costume, o carro é uma doação da Viação Nossa Senhora do Amparo.


Além do Renault Kwid, prêmio da quinta e mais esperada rodada, outros ótimos prêmios estão na cartela do Show de Prêmios ao custo de R$ 25,00. Na primeira rodada o prêmio é fogão de quatro bocas. Na segunda rodada, o vencedor levará uma máquina de lavar e na terceira rodada uma TV de 40 polegadas. Uma geladeira é o prêmio da quarta rodada.


Compre logo sua cartela e venha participar!

segunda-feira, 1 de julho de 2019

ARTISTA DE MARICÁ PARTICIPA DE EXPOSIÇÃO NO RIO, ATÉ 12 DE JULHO

Lixo é transformado em obra de arte e exposto no Galpão das Artes da Comlurb na Gávea

Raphael Cavalcanti, artista morador de Maricá com a curadora da exposição
Cida Mansur
O Galpão das Artes da Comlurb está apresentando a exposição gratuita “Liberdade! Liberdade!” desde o dia 16 de maio na Gávea, Zona Sul do Rio. 
Se você ainda não viu esta belíssima coletânea, as obras ficarão disponíveis até 12 de julho.
A exposição reúne artistas que usam o lixo na composição de suas obras. 
Obras de 14 artistas com o tema “asa”, como liberdade, sustentabilidade e igualdade são o mote da exposição.

Os visitantes poderão usar as asas, além de participar de aulas, sessões de arteterapia, dinâmicas, palestras, oficinas e projetos de forma gratuita.
A exposição, que tem curadoria e obras de Cida Mansur, terá artistas como Arlindo Oliveira, Alfredo Borret, Ary Fialho Menezes, Bruno Edde, Jackson Machado, Paulo Coutinho, Raphael Cavalcanti (artista morador de Maricá), Roca Tardelli, Urubatan, Soraia Magalhães, Yara Silva e Zoby da Gaita.
Alguns deles participam de equipes que atuam em Centros de Atenção Psicossocial do Município do Rio (CAPs). Eles auxiliam no tratamento de doenças mentais com oficinas terapêuticas e arteterapia.
O site G1 fez matéria sobre o tema e colocou como foto de destaque da matéria a obra de RAPHAEL CAVALCANTI, artista morador de Maricá, que trabalha com peças inservíveis de informática e aparelhos eletro e eletrônicos.


Raphael Cavalcanti também estará na exposição sobre os 25 anos do GAM - Grupo de Artistas de Maricá.
O GAM completa 25 anos de história no domingo dia 04/8.

Raphael Cavalcanti com sua obra

Coletânea LIBERDADE, LIBERDADE
Serviço:
Horário: De 9h às 17h
Local: Galpão das Artes Urbanas Helio Pellegrino
Av. Padre Leonel Franca, s/nº Gávea (sob o Viaduto Lagoa-Barra)
Entrada: Gratuita

Obras de Raphael Cavalcanti foi tema de matéria no G1