terça-feira, 10 de março de 2026

LOTERJ RECEBE ATLETAS E DIRIGENTES DO ECO - ESPORTE CLUBE ORIGINÁRIOS

 A sede da LOTERJ recebeu o Esporte Clube Originários (ECO) - primeiro time 100% indígena do estado do Rio de Janeiro - em um encontro que vai muito além do esporte. 


O time é formado por atletas indígenas que representam mais de 10 etnias, reunindo no Estado do Rio de Janeiro alguns dos melhores jogadores indígenas do país.

"Jogadores e dirigentes vieram expressar o reconhecimento pelo apoio da LOTERJ a esse projeto tão significativo. Mas, na verdade, quem agradece somos nós. Porque o ECO mostra que o futebol também pode ser um caminho de valorização cultural, inclusão e novas oportunidades para os povos originários" declarou o presidente da LOTERJ Hazenclever Lopes Cançado.

Estiveram presentes Jonas e Anderson Terra, do Instituto Terra do Saber, organização parceira que oferece suporte administrativo e logístico ao time, além do Cacique Tupã líder da Aldeia Mata Verde Bonita localizada em Maricá e presidente do ECO, uma das maiores lideranças indígenas do estado, cuja presença reforça ainda mais a força dessa iniciativa.

LANÇAMENTO NO MARACANÃ

E o próximo capítulo dessa história já tem palco marcado. No dia 19 de abril, os Originários entram em campo no Maracanã — palavra de origem tupi-guarani que significa “semelhante a um chocalho” — para enfrentar uma equipe formada por artistas, capitaneada por Gabriel, o Pensador. 

O ECO é mais do que um time. É identidade, resistência e futuro. "E para a LOTERJ é motivo de orgulho apoiar um projeto que usa o esporte para dar visibilidade, fortalecer raízes e abrir caminhos para novas gerações" concluiu o presidente da LOTERJ.






LOUCURA: PF prende mulher suspeita de abusar das próprias filhas e compartilhar vídeos na internet

 Investigação da Polícia Federal identificou compartilhamento de arquivos de abuso infantil em fóruns da dark web; suspeita confessou o crime.


Uma mulher de 33 anos foi presa na terça-feira (10/3) por agentes da Polícia Federal suspeita de abusar sexualmente das próprias filhas, de 4 e 9 anos. A prisão ocorreu em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, durante uma ação que investiga crimes de exploração sexual infantil na internet.

De acordo com as autoridades, a suspeita confessou o crime durante as investigações. Os nomes da mulher e das crianças não foram divulgados para preservar a identidade das vítimas.

A prisão faz parte da Operação Guardiões, que cumpre medidas judiciais relacionadas à produção e compartilhamento de material de abuso sexual infantil. Durante a ação, os agentes cumpriram um mandado de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão.

O telefone celular da investigada foi apreendido e será submetido à perícia técnica. A análise do aparelho deverá verificar a existência de arquivos de abuso e identificar possíveis compartilhamentos do material por meio de aplicativos de mensagens ou outras plataformas digitais.




JULGAMENTO QUE PODE VIRAR MARCO HISTÓRICO NA POLÍTICA NACIONAL

Luana Gouvêa, presidente do partido NOVO em Maricá e colunista do portal Circuito Aberto News volta à Justiça como vítima em caso de violência política de gênero que sofreu no pleito de 2024 e reforça a luta pelo respeito às mulheres na política. A audiência que será realizada na terça-feira (10/3) no Fórum de Maricá, reacende debate sobre violência contra mulheres na política da cidade. 


A audiência que acontecerá na terça-feira, 10 de março de 2026 a partir das 13 horas no Fórum de Maricá, marca mais um capítulo de um caso que ganhou forte repercussão política e social na cidade. O processo movido pelo Ministério Público envolve acusações de violência política de gênero atribuídas ao então candidato a prefeito Fabinho Sapo (onde Luana era a candidata a vice-prefeita), que na época era filiado ao PL. Na denúncia, duas mulheres aparecem como vítimas: Luana Gouvêa, que integrava a chapa como candidata a vice-prefeita, e a candidata a vereadora a polêmica advogada Ingrid Menendes, também integrante da mesma legenda naquele momento.

Luana Gouvêa, que atualmente preside o Partido Novo em Maricá e também atua como colunista do Portal Circuito Aberto News, já havia sido ouvida anteriormente pela Justiça no dia 19 de agosto de 2025, quando prestou depoimento como testemunha no andamento do processo. Agora, nesta nova etapa de depoimentos, ela retorna ao tribunal para reafirmar sua posição como vítima de um episódio que expôs um dos problemas mais graves da política contemporânea: a violência de gênero dentro das estruturas partidárias e das disputas eleitorais e o mais agravante, dentro do mesmo partido.

OS FATOS

O caso, que ocorreu durante o período eleitoral de 2024, tornou-se símbolo de uma discussão que vai muito além de um conflito político local. Ele evidencia um fenômeno que especialistas em ciência política e direito eleitoral vêm denunciando há anos: a tentativa sistemática de desqualificar, intimidar ou silenciar mulheres que ocupam espaços de liderança na política.

A coincidência desta audiência com a semana do Dia Internacional da Mulher reforça ainda mais o significado simbólico desse momento. Não se trata apenas de um processo judicial, mas de um alerta público sobre a necessidade de defender o respeito às mulheres em todos os ambientes da sociedade. Seja no espaço familiar, no ambiente profissional ou no cenário político, o princípio deve ser o mesmo: dignidade, igualdade e respeito.

Luana Gouvêa representa, nesse contexto, algo maior do que uma simples personagem de um episódio político. Sua postura ao enfrentar o caso com firmeza transformou-se em exemplo de coragem e resistência. Em vez de recuar diante das pressões e ataques, ela decidiu levar a denúncia adiante e enfrentar o processo com a convicção de que a política precisa ser um ambiente onde mulheres possam atuar com segurança e autonomia.

TRAJETÓRIA

Fundadora e criadora do grupo SIMPLIFICA DOWN em Maricá e ao longo de sua trajetória recente, Luana consolidou-se como uma das vozes femininas mais firmes do debate político no município. À frente do Partido Novo no município e como articulista do Portal Circuito Aberto News, ela tem defendido uma política baseada em princípios, responsabilidade institucional e respeito às pessoas. Sua atuação demonstra que mulheres na política não devem ocupar apenas espaços simbólicos, mas exercer liderança real, com independência e força de pensamento.

PELO FIM DE ATAQUES E INTIMIDAÇÕES

O episódio envolvendo Fabinho Sapo, por outro lado, levanta questionamentos profundos sobre o tipo de comportamento que ainda persiste em setores da política brasileira. O uso de ataques, intimidações ou qualquer forma de violência — especialmente quando direcionada a mulheres — não pode ser tratado como algo banal ou como parte do jogo político. Trata-se de uma prática que precisa ser denunciada, investigada e combatida com firmeza.

A história recente demonstra que a violência política de gênero é uma realidade que ainda desafia a democracia. Mulheres que entram na vida pública frequentemente enfrentam tentativas de deslegitimação que vão desde ataques pessoais até campanhas de desinformação e assédio institucional. O objetivo é claro: desestimular a participação feminina e preservar estruturas de poder que historicamente foram dominadas por homens.

Filósofos políticos como Hannah Arendt alertavam que o verdadeiro poder não nasce da violência, mas da legitimidade. Quando a violência aparece como instrumento político, isso não representa força, mas fraqueza moral e institucional. No campo democrático, o debate deve ocorrer com ideias, argumentos e projetos, nunca com ataques que busquem humilhar ou silenciar adversários.

MARCO HISTÓRICO NA POLÍTICA NACIONAL

A audiência da terça-feira (10/3), portanto, ultrapassa o limite de um processo jurídico. Ela representa um momento de reflexão coletiva sobre o tipo de política que a sociedade brasileira deseja construir, e pode vir a ser um marco histórico na política nacional. Se a democracia significa participação plural, então é indispensável que mulheres possam atuar sem medo, sem intimidação e sem violência.

A trajetória de Luana Gouvêa neste caso deixa uma mensagem clara: a política precisa de mais coragem, mais integridade e mais respeito. O silêncio diante da injustiça apenas fortalece aqueles que acreditam que podem agir sem consequências.

Por isso, a repercussão desse episódio em Maricá não deve ser vista apenas como uma disputa local, mas como parte de um debate nacional sobre ética, democracia e respeito às mulheres.

A mensagem que fica é simples, mas poderosa.

Respeito não é favor.

Respeito é princípio.

E nenhuma mulher que decide participar da vida pública pode ser tratada de outra forma.

baseado em texto do Portal Circuito Aberto News com inserções do jornalista Pery Salgado (jornal Barão de Inohan)






CULTURARTE 305 - março de 2026

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Tudo isso na edição especial de março do Informativo CULTURARTE, já circulando nas versões on line e revista eletrônica










segunda-feira, 9 de março de 2026

MAIS UM ESTUPRO COLETIVO: 4 pessoas são detidas por participação em estupro coletivo de adolescentes em Valença

 Polícia Militar prende três adultos e apreende um adolescente suspeitos de participação em crime contra duas meninas de 13 anos; vítimas receberam atendimento médico e assistência social


Quatro pessoas foram detidas no domingo (08/3) suspeitas de envolvimento em um estupro coletivo contra duas adolescentes de 13 anos no município de Valença, no interior do estado do Rio de Janeiro. A ação ocorreu após denúncia feita pelos pais de uma das vítimas à Polícia Militar. Três adultos, de 26, 23 e 19 anos, foram presos, enquanto um adolescente de 17 anos foi apreendido. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que também procura um quinto suspeito identificado durante as apurações.

De acordo com a Polícia Militar, os pais de uma das adolescentes procuraram os agentes e relataram que a filha teria sido vítima de abuso sexual e que estava sendo ameaçada para não contar sobre o ocorrido. A partir do relato inicial, os policiais iniciaram buscas para localizar os suspeitos.

Segundo o depoimento da vítima, uma jovem de 19 anos teria levado a adolescente em um carro de aplicativo até uma casa localizada no bairro São Francisco. No local, conforme o relato à polícia, teriam ocorrido os abusos.

Ainda conforme a Polícia Militar, a vítima informou que, quando chegou ao endereço indicado, encontrou no imóvel outra menina de 13 anos. Ela seria irmã da jovem de 19 anos apontada como responsável por levá-la até o local.

A polícia então iniciou buscas nos bairros Varginha e São Francisco. Durante as diligências, os agentes localizaram a mulher suspeita de ter levado as adolescentes até a casa onde o crime teria ocorrido.

Na continuidade das buscas, os policiais também encontraram dois homens e um adolescente que teriam participado do encontro no imóvel citado pelas vítimas.

Durante a abordagem, foram apreendidas 21 cápsulas de cocaína e quatro celulares. Segundo a polícia, em depoimento, os suspeitos confirmaram que estiveram na mesma residência que as adolescentes.

As duas adolescentes receberam atendimento médico e acompanhamento da rede de assistência social, procedimento padrão em casos de violência sexual envolvendo menores.

Especialistas ressaltam que esse tipo de atendimento busca garantir suporte psicológico, proteção às vítimas e preservação de provas para a investigação.

Os quatro suspeitos e o material apreendido foram encaminhados para a delegacia de Valença, onde o caso foi registrado.

Segundo a Polícia Civil, os adultos devem responder por estupro de vulnerável, crime previsto no Código Penal brasileiro. Já o adolescente apreendido também responderá por ato infracional análogo ao tráfico de drogas.

As autoridades informaram ainda que um quinto suspeito, de 18 anos, já foi identificado, mas ainda não foi localizado. As buscas continuam.

Os nomes dos envolvidos não foram divulgados pelas autoridades. Todos permanecem à disposição da Justiça enquanto o caso segue em investigação.




Violência contra a mulher atinge nível histórico e expõe a falência do sistema de proteção

Agressões disparam, denúncias não avançam e vítimas continuam desamparadas diante da impunidade


O Brasil bateu mais um triste recorde de agressões contra mulheres. O Fórum de Segurança Pública revelou que 37,5% das brasileiras sofreram violência nos últimos 12 meses, totalizando mais de 21 milhões de vítimas. Esse é o pior índice desde 2017 e representa uma realidade assustadora: uma em cada três mulheres já sofreu algum tipo de violência.

O que mais precisa acontecer para que isso seja tratado como prioridade? Esses dados, mais uma vez, trazem uma realidade triste, preocupante e alarmante”, afirma Melissa Terron, superintendente da ONG Ficar de Bem.


O caso de Vitória Regina de Sousa, 17 anos, assassinada após relatar a presença de dois homens suspeitos em um ônibus, sintetiza a tragédia nacional. Dias depois, seu corpo foi encontrado com sinais de tortura, deixando claro que pedir ajuda nem sempre é suficiente. O medo paralisa, o silêncio protege os agressores e a impunidade perpetua um ciclo que se repete há gerações.

Estamos falando de uma geração inteira de meninas e mulheres que vivem acuadas, reféns da própria existência e muitas das vezes, buscam o silêncio como refúgio”, reforça Melissa.


A pesquisa ainda revela que, após uma agressão, 47,4% das mulheres sequer buscaram ajuda. Algumas tentaram recorrer ao Estado, mas só 25,7% conseguiram ser ouvidas por órgãos oficiais. Outras pediram apoio a amigos ou familiares, enquanto o restante desistiu antes mesmo de tentar.

Quando uma mulher denuncia, começa uma batalha sem fim. Muitas são desacreditadas, expostas, revitimizadas. Outras voltam para casa sem nenhuma proteção e seguem convivendo com seus agressores. Sem políticas públicas eficazes, as vítimas continuam desamparadas”, pontua Melissa.


A ONG Ficar de Bem atua para romper essa barreira e garantir suporte real para mulheres ameaçadas, violentadas ou em situação de risco. A Casa da Mulher Paulista, fruto da parceria entre a Prefeitura de São Bernardo e o Governo do Estado de São Paulo, é administrada pela Ficar de Bem, oferece apoio jurídico, psicológico e social para vítimas que buscam uma nova chance de recomeço. Em parceria com a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM), Juizados Especiais, Ministério Público e Defensoria Pública, a iniciativa assegura acolhimento e proteção para quem já não tem mais para onde correr.

Casas como a nossa não deveriam ser exceção, deveriam existir em cada bairro, em cada cidade. Muitas mulheres não denunciam porque não têm para onde ir. É preciso expandir essa rede de acolhimento e garantir que nenhuma vítima fique sem assistência”, destaca Melissa.


Segundo a superintendente da ONG Ficar de Bem, cada dia sem resposta significa mais casos fatais. “A banalização da violência alimenta estatísticas que crescem sem controle e o Brasil precisa encarar esse cenário com a seriedade que ele exige, antes que outra vida seja brutalmente interrompida”, finaliza.

No vídeo abaixo, mais um caso extremo de violência que beira a tortura.


Outro caso revoltante dentre tantos que vemos diariamente, é de um mulher que ficou frente à frente com o um homem que a atropelou e a justiça só faltou pedir desculpas ao atropelador. Em sua rede social Cristina Vasquez desabafou:


"Somente um desabafo. Hoje tive de cara com o homem que me atropelou há 5 anos atrás... 

Mudou trocentas vezes de residência pra não ter que ser citado... 

Chega o feliz dia e vejo que a justiça é lenta, burocrática e injusta. 


O cara acabou com meu sorriso... meus dentes ficaram nos cacos do belo carro que ele tinha e até hoje continuo sem eles porque minha boca já tinha passado por implantes dentários e enxerto ósseo. Onde fiquei com a falta dos dentes da frente, causou a queda de todos mesmo com o tratamento que tinha feito há anos atrás e muito caro mesmo.

E me chega a juíza perguntando o que ele pode pagar? E assim foi...  absolutamente nada hoje, nem 100 reais... E parcelas Bahia... Iniciando só mês que vem. É uma indignação sem tamanho... ou aceitaria ou demoraria mais um bom tempo. Os absurdos que ele disse da condição atual dele é vergonhoso e está tudo ótimo pra judiciário... Vergonhoso a juíza que fez a audiência .

Então é isso, somente um desabafo porque estou revoltada e sem o meu sorriso!!!"


Quantas mais serão espancadas, atropeladas, esfaqueadas, brutalizadas?

Quantas mais perderão a alegria de viver?


QUANTAS MAIS MORRERÃO?

ATÉ QUANDO ISSO CONTINUARÁ? Está na hora do Brasil passar a ter pena de morte para determinados crimes e com certeza um deles é o FEMINICÍDIO!











domingo, 8 de março de 2026

FIASCO: MARICÁ F.C. É REBAIXADO APÓS MAIS UMA GOLEADA

 O Maricá foi rebaixado no Campeonato Carioca após perder para a Portuguesa por 5 a 2, enquanto o Nova Iguaçu venceu o Sampaio Corrêa e escapou da queda.


O Campeonato Carioca de 2026 terminou no domingo (08/3) com a última rodada do grupo X (o grupo da morte).

No sábado (07), o Botafogo venceu o Bangu e conquistou a Taça Rio (onde participaram os times do 5º ao 8º lugar)

GRUPO DA MORTE

Depois de uma rodada final cheia de reviravoltas no quadrangular da permanência, quem caiu foi o Maricá, derrotado pela Portuguesa por 5 a 2 no Estádio Luso-Brasileiro. Ao mesmo tempo, no Laranjão, o Nova Iguaçu (até então o lanterninha do grupo) venceu o Sampaio Corrêa por 2 a 0 e conseguiu escapar da queda.

O cenário da rodada era apertado. Sampaio Corrêa e Portuguesa já entraram em campo sem risco de rebaixamento. A disputa real estava entre Nova Iguaçu e Maricá, ambos com quatro pontos, mas com vantagem do time maricaense nos critérios antes da bola rolar. O resultado, porém, virou de vez esse quadro.

No jogo em Nova Iguaçu, o time da casa abriu caminho para a permanência com gol de Iago Lacerda ainda no primeiro tempo. Depois do intervalo, Xandinho fez o segundo e confirmou a vitória sobre o Sampaio Corrêa.

FIASCO E MAIS UMA GOLEADA

Do outro lado, o Maricá até entrou vivo na rodada, mas não conseguiu sustentar a pressão. A Portuguesa chegou a estar vencendo por 2 x 0, mas no segundo tempo, o Maricá após a a entrada de Denilson, chegou a empatar e parecia que chegaria a vitória, mas um apagão no Tsunami (que virou marolinha) fez com que a Portuguesa chegasse em menos de meia hora a uma goleada de 5 x 2. Os gols da Portuguesa foram de Guilherme Santos, Willian, Lenon, Gutemberg e Lohan. Pelo Maricá marcaram com Denílson e Pablo Thomaz.

Com isso, Nova Iguaçu, Sampaio Corrêa e Portuguesa permanecem na elite estadual ao lado de Bangu, Boavista, Botafogo, Flamengo, Fluminense, Madureira, Vasco e Volta Redonda. Já o Maricá vai disputar a Série A2 do Campeonato Carioca.

Nas redes sociais os comentários de 'time sem vergonha', 'Quaquá não conseguiu desviar dinheiro no futebol' e outros comentários pejorativos foram postados.

Mas o importante é que a União de Maricá subiu para o grupo especial.

Pois é, o dirigente virou secretário de governo e o Maricá afundou!!!!




VEM AI O 13º BPM, MAS NÃO SERIA MAIS INTERESSANTE UMA COMPANHIA INDEPENDENTE?

Prefeitura de Maricá e Governo do Estado anunciam criação de batalhão da Polícia Militar no município. Nova unidade será construída na Cidade da Segurança, no Parque Nanci, e vai atender exclusivamente os moradores da cidade. Mas vários questionamentos e dúvidas foram colocadas na mesa. É interessante um Batalhão (de número 13, sempre o 13, vaidade do prefeito???) ou uma Companhia Independente serviria melhor o município?


A Prefeitura de Maricá participou, na segunda-feira (26/01), da cerimônia de assinatura do decreto de reestruturação operacional e administrativa da Secretaria de Estado de Polícia Militar. A medida cria oficialmente o 13º (em Maricá, o 13 sempre predomina) Batalhão de Polícia Militar (BPM), que será construído na Cidade da Segurança, no Parque Nanci, em parceria com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, embora não tenha sido anunciado a data efetiva do início das obras.

Depois de muita luta e diálogo, conquistamos algo que o nosso povo espera há décadas. Agradeço o governador por essa decisão, que melhora ainda mais o trabalho integrado entre a PM, a Guarda Municipal e a Prefeitura. Maricá cresceu, se desenvolveu e agora vai passar a ter uma estrutura de segurança própria e à altura de sua importância”, disse o prefeito de Maricá, Washington Siqueira (o Quaquá).

O novo batalhão vai cuidar exclusivamente de Maricá, um anseio de décadas. que vai virar realidade graças a um acordo estratégico. Até o 13º BPM começar a operar, seguiremos atuando de maneira integrada com o 12º BPM (Niterói)”, completou o secretário de Segurança Cidadã, Coronel Júlio Veras, que representou o município na solenidade, realizada no Palácio Guanabara.

Mas há que se destacar que moradores e comerciantes do centro do Rio de Janeiro ainda lutam para o retorno do 13º BPM localizado na região central da cidade.

NOVO BATALHÃO

A iniciativa busca reduzir a sobrecarga dos batalhões já existentes. Atualmente, o policiamento em Maricá é realizado pelo 12º BPM (Niterói), com apoio da Secretaria de Segurança Cidadã, por meio do Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis).

Estamos criando um equipamento público fundamental para a segurança pública. Com união e entendimento, conseguimos concretizar esse sonho de anos para o município. Quem ganha é a população”, comentou o secretário de Estado da Polícia Militar, Coronel Marcelo Menezes.

A nova unidade será construída na Cidade da Segurança, no Parque Nanci, em parceria com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, e terá atuação exclusiva em Maricá.

Hoje, o policiamento da cidade é feito pelo 12º BPM (Niterói). Com a criação do novo batalhão, a expectativa é aliviar a sobrecarga das unidades já existentes e dar mais foco às demandas de segurança de Maricá, que vem crescendo em população e território urbano.

Enquanto a nova estrutura não entra em funcionamento, a segurança segue sendo reforçada por ações integradas entre a PM e a Secretaria de Segurança Cidadã, inclusive por meio do Proeis.

A criação do batalhão próprio é vista como um passo importante para dar mais autonomia ao policiamento na cidade e acompanhar o ritmo de crescimento de Maricá.

COMPANHIA INDEPENDENTE

Mas o qu seria melhor para a cidade, um batalhão, ou uma companhia independente? É bom que se explique que a estrutura administrativa de um batalhão é de cerca de 30% de todo o contingente, ou seja, se no batalhão existirem 200 praças, 60 deles ficarão dentro do quartel em área administrativa, ou seja, apenas 140 estarão nas ruas, número quase equivalente ao atual da 6ª Cia do 12º  BPM.

Já, se ao invés de um batalhão for instalada uma companhia independente, sugerida e solicitada pelo CCS (Conselho Comunitário de Segurança de Maricá) desde 2010, dos 200 praças que demos como exemplo acima, apenas 10% ficarão na área administrativa, ou seja, cerca de 190 ficarão efetivamente nas ruas, aumentando então de forma real o contingente de atuação à favor da população.

E aproveitando, QUANDO COMEÇARÃO AS OBRAS DA CIDADE DA SEGURANÇA? E por que tiraram o Major Yeddo do comando da 6ª Cia do 12º BPM, uma vez que o mesmo em seus pouco mais de três anos comandando a corporação, estava realizando magnífico trabalho?

Bom, o importante é que União de Maricá subiu para o grupo especial!!!




FELIZ TODOS OS DIAS DAS MULHERES. A origem do 8 de março!

 A ORIGEM DO 8 DE MARÇO

Um dos eventos marcantes é a greve das trabalhadoras têxteis em Nova York, em 1908, quando centenas de mulheres protestaram por condições dignas. 


Em 1910, durante a II Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, Dinamarca, a ativista Clara Zetkin (fotos acima e abaixo), uma das grandes vozes do feminismo da época, propôs a criação de um dia internacional para dar visibilidade à luta feminina por direitos.


No dia 8 de março de 1917 cerca de 90 mil operárias russas percorreram as ruas reivindicando melhores condições de trabalho e de vida, ao mesmo tempo que se manifestavam contra as ações do Czar Nicolau II. 


Esse evento, que deu origem ao Dia Internacional da Mulher, ficou conhecido como "Paz, Terra e Pão!".

Vale destacar que a greve dessas mulheres começou em 23 de fevereiro, segundo o calendário juliano, utilizado na Rússia na época. Essa data corresponde ao 8 de março no calendário gregoriano, adotado atualmente, e é o dia reconhecido mundialmente para celebrar a luta das mulheres.

Oficialização da data em 1975

Mais tarde, em 1975, a ONU (Organização das Nações Unidas) reconheceu oficialmente o 8 de março como o Dia Internacional da Mulher, consolidando a data como símbolo global da luta pelos direitos femininos.

Desde então, o dia consolidou-se como um símbolo mundial de conscientização sobre os direitos das mulheres, reconhecendo conquistas e fortalecendo a luta por igualdade de gênero.


Que a luta não tenha sido em vão e que TODOS OS DIAS POSSAMOS COMEMORAR NOSSAS LINDAS MULHERES, escolhidas por Deus como o único meio de transporte entre o Céu e a Terra.

Mulheres que DÃO e ALIMENTAM vidas!!! (Pery Salgado - jornalista)

Confira a belíssima homenagem que a PR PRODUÇÕES fez para todas as mulheres deste mundão, acessando: